segunda-feira, 20 de abril de 2015

QUIROMANCIA – APRENDA A LER AS PRÓPRIAS MÃOS – MÃO ESQUERDA E MÃO DIREITA




Uma das dúvidas mais comuns ao iniciante da prática de Quiromancia é se a leitura deve ocorrer na mão direita ou na mão esquerda do consulente.

Antes de se responder a esta pergunta, é importante ter em mente que hoje muitos estudiosos aceitam que as linhas das mãos representam uma espécie de “impressão física” do cérebro na palma das mãos. Através de redes neurais sutis, nossos medos, saúde, inconsciente e diversos outros fatores de nossas vidas estariam gravados de forma fidedigna em nosso corpo.

Em paralelo, existe a Teoria da Holografia Universal, a cada dia endossada por mais e mais cientistas da física quântica moderna, que em suma asseveram que o Universo inteiro é holográfico, ou seja, que cada partícula contém em si a história do TODO. Assim, seria possível ler a história do cosmos, desde seu nascimento no Big Bang até hoje, através dos estudos das frequências e vibrações de um átomo, por exemplo.


Em uma escala humana, já há milênios existe a crença de que as nossas histórias pessoais, em especial as nossas personalidades, condições físicas e tendências psicológicas estão gravadas POR INTEIRO em várias partes do nosso corpo, de onde as mãos seriam apenas um exemplo. Assim como é possível ler as mãos, hoje muitos defendem que é possível, com a mesma riqueza de detalhes, ler a sola dos pés, as orelhas (de onde vem o princípio da acupuntura) e até mesmo a íris dos olhos.

Bem, a questão da Holografia Universal dá um capítulo a parte. Por isso, vamos voltar à pergunta original: qual das mãos deve ser lida pelo quiromante?


Objetivamente falando: as duas. Uma boa leitura das mãos não pode ser realizada sem que se analise por inteiro ambas as mãos do consulente. Porém, existe uma diferença marcante entre a mão direita e a mão esquerda, razão pela qual é preciso saber, antes de mais nada, se estamos lendo as mãos de uma pessoa destra ou canhota.

A grosso modo, a mão que se escreve, é denominada de “mão superior”, enquanto a outra, seria a “mão inferior” ou “mão secundária”. Portanto, dependendo da forma como é composta a rede neural do consulente (que define se ele é destro ou canhoto), será revelada a “função” de cada mão. Para o destro, a “mão superior” é a direita, enquanto para o canhoto, será a esquerda.

A “mão inferior” é também chamada de “mão do dever ser”, pois nesta está representando o potencial do consulente, ou seja, todos aqueles dons que nasceram com ele, todas as suas características congênitas.

Já a “mão superior”, é conhecida por “mão do ser”, pois representa o que a pessoa é de fato, naquele exato momento. Ou seja, é a mão que traduz o “como” o consulente tem utilizado os dons e potenciais descritos pela mão esquerda na sua vida prática.

Em outras palavras, na “mão inferior” extrai-se tudo que o consulente “herdou” ao chegar nesta vida (tudo o que pode ou tem “grandes probabilidades” de acontecer), enquanto a “mão superior” demonstra como ele tem reagido a cada pré-disposição até chegar na sua configuração atual (mão modificadora, que vai ajustando o “destino” conforme o livre arbítrio do consulente).

Neste aspecto, válido ressaltar que as linhas das mãos não são fixas. Elas vão se ajustando ao longo da vida, conforme agimos de uma ou de outra maneira, conforme aperfeiçoamos certas características da alma e da personalidade.

Portanto, comparando-se as duas mãos, é possível se chegar a dezenas de conclusões interessantes, como por exemplo o quanto o consulente “piorou” ou “melhorou” em cada aspecto de sua vida (saúde, psicológicos, auto controle, virtudes, destino, etc). É uma excelente bússola comportamental para ajudar na navegação daqueles que sabem onde querem chegar.

Atenção: a correta leitura deve sempre levar em conta a análise geral e conjunta de todos os elementos das mãos (dedos, montes, linhas, textura, umidade, coloração, unhas, pêlos, flexibilidade, etc). A análise isolada de um só aspecto pode levar a interpretações equivocadas.

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Fonte: danielkaltenbach.com