sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Inversão dos Polos Magnéticos do Sol

A NASA publicou em 05 de agosto que algo grande está prestes a acontecer no Sol. Segundo as medições da NASA o campo magnético do Sol está prestes a virar.
Essa completa inversão de campo magnético solar deverá acontecer dentro de 3 a 4 meses, diz o físico solar Hoeksema Todd, da Universidade de Stanford. “Esta mudança terá efeito cascata em todo o sistema solar.”
Imagem: NASA
Imagem: NASA
O sol muda a polaridade do campo magnético aproximadamente a cada 11 anos. Acontece no pico de cada ciclo solar com o dínamo magnético interno do sol se re-organizando. A próxima reversão irá marcar o ponto médio do ciclo solar 24 (atual).
Os pólos são um “mensageiro” da mudança. Assim como os cientistas estudam as regiões polares do nosso planeta para procurar sinais de mudança climática, os físicos solares fazem a mesma coisa com os ploos do Sol. 


Observatório Solar Wilcox em Stanford
Magnetogramas em Wilcox (Observatório Solar Wilcox em Stanford) fazem o rastreamento do magnetismo polar do sol desde 1976, e eles gravaram três grandes reversões.

O físico solar Phil Scherrer, também da Universidade de Stanford, descreve o que acontece: “. Campos magnéticos polares do sol enfraquecem, vai a zero, e, em seguida, surgem novamente com a polaridade oposta. Esta é uma parte regular do ciclo solar.”
A inversão do campo magnético do Sol é, literalmente, um grande evento. O domínio de influência magnética do Sol (também conhecida como a “heliosfera”) estende-se a bilhões de quilômetros além de Plutão.
Os raios cósmicos também são afetados. Trata-se de partículas de alta energia aceleradas quase a velocidade da luz por explosões de supernovas e outros eventos violentos na galáxia. Os raios cósmicos são um perigo para os astronautas e sondas espaciais, e alguns pesquisadores dizem que pode afetar o clima da Terra.
Ao aproximar-se de inversão de campo magnético, os dados de Wilcox mostram os dois hemisférios do sol fora de sincronia.
“O pólo norte do Sol já mudou de sinal, enquanto o pólo sul está correndo para recuperar o atraso”, diz Scherrer. “Em breve, no entanto, ambos os pólos serão revertidos, na segunda metade do ciclo solar que esta em andamento.”
Quando isso acontece, Hoeksema e Scherrer irá compartilhar a notícia com os seus colegas e com público. Vamos aguadar…

Fonte: http://science.nasa.gov/

Inversão dos Pólos: Pole shift O campo magnético já começou a inverter! Magnetic Storm leg PT



Planeta

Inversão dos polos magnéticos da Terra não causará o fim do mundo, afirma Nasa

Em artigo publicado em seu site, a agência espacial americana afasta boatos que ligam a mudança do polo magnético a uma possível hecatombe global

O planeta Terra visto do espaço
O planeta Terra visto do espaço: polo norte magnético 'viaja' 64 quilômetros por ano (Getty Images)
Artigo publicado nesta quinta-feira no site da Nasa, agência espacial norte-americana, afasta qualquer possibilidade da mudança do polo magnético da Terra causar o apocalipse. Fonte de muitas teorias sobre o fim do mundo, essa inversão magnética não deve varrer os seres vivos da face da Terra ou mudar o eixo de rotação do planeta, diz o estudo. "Os registros fósseis não mostram nenhuma mudança dramática na vida de animais e plantas da época da última inversão", afirma o texto.
O polo norte magnético da Terra “viaja” a 64 quilômetros por ano e já está a 1.100 quilômetros ao norte do ponto em que pesquisadores o localizaram pela primeira vez, no século 19. A velocidade do ponto para o qual apontam as bússolas tem aumentado — era de 16 quilômetros por ano no início do século 20 — e deve levar a uma inversão dos polos magnéticos do planeta.

Saiba mais

HECATOMBE MAGNÉTICA
Quem vê na inversão de polos um sinal do fim do mundo afirma que as mudanças no campo magnético no planeta vão arruinar a migração de espécies animais, expor a atmosfera à radiação solar mortal e mudar o eixo da Terra, levando o gelo dos polos a derreter, inundando os continentes.
Para os cientistas da Nasa, porém, isso não ocorrerá. A inversão de polos é regra, não exceção, afirmam eles, e já ocorreu diversas vezes desde que existe vida na Terra. Os dinossauros e nossos ancestrais hominídeos já passaram pelo evento, que ocorreu pela última vez há cerca de 800 mil anos.
Segundo a Nasa, o campo magnético do planeta pode até enfraquecer durante o processo de inversão, que pode durar milhares de anos, mas não irá sumir porque é fruto do movimento incessante do núcleo da Terra.
Para pesquisadores da Nasa, já não era sem tempo para que isso ocorresse, pois os campos magnéticos do planeta mudam a cada 200 ou 300 mil anos, mas já faz 800 mil anos desde a última mudança. Se alguém usasse uma bússola antes disso, o ponteiro não apontaria para o norte, e sim para o sul.

De acordo com os cientistas, o campo magnético da Terra — que ajuda a proteger os seres vivos da radiação solar — foi formado por que o núcleo do planeta, formado por uma parte sólida cercada por um mar de metais derretidos, cria correntes elétricas muito fortes. Essa eletricidade é a base do eletromagnetismo e o lugar para onde ele aponta varia ao sabor das mudanças das placas que formam o núcleo. Essas mudanças podem ser inferidas por meio de computadores que usam os dados do campo magnético.

A inversão dos polos magnéticos, ainda segundo a Nasa, não vai acontecer rápido. É um processo que dura centenas ou milhares de anos, período no qual o "polo norte magnético" deve aparecer em diversas latitudes. Por isso, segundo o artigo, não há nada que indique que as previsões para o fim do mundo em 2012, por exemplo, tenham relação com a inversão de polos. Quando ela ocorrer, conclui o texto, de maneira bem humorada, "pode significar a oportunidade de bons negócios para os fabricantes de bússolas magnéticas."

fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia/inversao-dos-polos-magneticos-da-terra-nao-causara-o-fim-do-mundo-afirma-nasa




A inversão dos pólos está acontecendo. E rápido.

Os pólos magnéticos podem estar se invertendo mais rápido do que se esperava. O pequisador Mr. Maverick Star percebeu que o pólo norte se moveu 161 milhas em apenas 6 meses. Neste ritmo, o pólo norte estará na Sibéria em menos de dois anos. Ele prevê que, neste momento, os pólos devem sofrer uma brusca inversão, cruzando a Linha do Equador. Isso vem depois das notícias do aparecimento de buracos no campo magnético terrestre e da mudança de pistas do Aeroporto de Tampa, na Flórida, em resposta à mudança do pólo magnético.
A aceleração fica clara quando consideramos que, no início dos anos 1900, o pólo norte se deslocava a uma velocidade de 15 km/ano. Depois, em 2007, verificou-se que a velocidade era de 55 km a 60 km/ano. E, agora, parece que aumentou de novo.
Pólo norte está se movendo mais rápido.
Pólo norte está se movendo mais rápido.
Pólo sul também está se deslocando.
Pólo sul também está se deslocando.
Gráfico mostra aceleração da mudança dos pólos.
Gráfico mostra aceleração da mudança dos pólos.
Para quem não está familiarizado com o tema, o planeta terra tem dois pólos magnéticos: o pólo norte e o pólo sul. A cada 200 mil ou 300 mil anos, ocorre uma inversão das polaridades, e o pólo norte vira sul e vice-versa, bruscamente falando. Acontece que já está em tempo de uma nova inversão magnética, já que a última ocorreu há cerca de 800 mil anos.
Efeitos da inversão magnética
Efeitos da inversão magnética.
As consequências de uma nova inversão dos pólos podem ir de um tilte geral em satélites desordenando toda a vida nas cidades, migrações desnorteadas de animais, enfraquecimento do campo magnético terrestre (que é o que evita que sejamos torrados pela radiação solar) até deslocamentos continentais, tsunamis e outras hecatombes. Há quem diga que extinções anteriores podem ter sido causadas pela inversão magnética, apesar de que o Homus erectus, por exemplo, sobreviveu a isso.
Existem mapas sugerindo uma nova configuração dos continentes depois da inversão magnética.
Existem mapas sugerindo uma nova configuração dos continentes depois da inversão magnética.
Até hoje, não se identificaram as causas das inversões magnéticas, mas as teorias vão desde movimentações no núcleo terrestre até a passagem de um corpo celeste como Nibiru.
Veja, no vídeo abaixo, as explicações do pesquisador.



 

 Inversão dos Pólos nos Jornais Ingleses


Guinada magnética ''move'' o Pólo Norte
Buracos no campo magnético do planeta sugerem que os pólos podem ''trocar'' de lugar

Jonathan Leake - The Sunday Times
http://1.bp.blogspot.com/_5f8TWVrIi64/SrKpOzmN-jI/AAAAAAAACkg/zz6rGqABBYo/s400/campo-magnetico.jpgLONDRES - O Pólo Norte está de mudança. Cientistas encontraram grandes buracos no campo magnético da Terra, sugerindo que os Pólos Norte e Sul estão se preparando para trocar de posição, numa guinada magnética.

Um período de caos poderia ser iminente, no qual as bússolas não mais apontariam para o Norte, animais migratórios tomariam o rumo errado e satélites seriam queimados pela radiação solar.

Os buracos estão sobre o sul do Atlântico e do Ártico. As mudanças foram divulgadas depois da análise de dados detalhados do satélite dinamarquês Orsted, cujos resultados foram comparados com dados coletados antes por outros satélites.

A velocidade da mudança surpreendeu os cientistas. Nils Olsen, do Centro para a Ciência Planetária da Dinamarca, um dos vários institutos que analisam os dados, afirmou que o núcleo da Terra parece estar passando por mudanças dramáticas.

''Esta poderia ser a situação na qual o geodínamo da Terra opera antes de se reverter'', diz o pesquisador.http://zapper.xitizap.com/xitizap%2014/img19.gif


O geodínamo é o processo pelo qual o campo magnético é produzido: por correntes de ferro derretido fluindo em torno de um núcleo sólido. Às vezes, turbilhões gigantes formam-se no metal líquido, com o poder de mudar ou mesmo reverter os campos magnéticos acima deles.

A equipe de Olson acredita que turbilhões se formaram sob o Pólo Norte e o sul do Atlântico. Se eles se tornarem fortes o bastante, poderão reverter todas as outras correntes, levando os pólos Norte e Sul a trocar seus lugares.

Andy Jackson, especialista em geomagnetismo da Universidade de Leeds, Inglaterra, disse que a mudança está atrasada: ''Tais guinadas normalmente acontecem a cada 500 mil anos, mas já se passaram 750 mil desde a última.''
Impacto
http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/foto/0,,16156702-EX,00.jpgA mudança poderia afetar tanto os seres humanos quanto a vida selvagem. A magnetosfera fornece proteção vital contra a radiação solar abrasadora, que de outro modo esterilizaria a Terra.

A magnetosfera é a extensão do campo magnético do planeta no espaço. Ela forma uma espécie de bolha magnética protetora, que protege a Terra das partículas e radiação trazidas pelo ''vento solar''.

O campo magnético provavelmente não desapareceria de uma vez, mas ele poderia enfraquecer enquanto os pólos trocam de posições.
A onda de radiação resultante poderia causar câncer, reduzir as colheitas e confundir animais migratórios, das baleias aos pingüins. Muitas aves e animais marinhos se guiam pelo campo magnético da Terra para viajar de um lugar para outro. A navegação por bússola se tornaria muito difícil. E os satélites - ferramentas alternativas de navegação e vitais para as redes de comunicação - seriam rapidamente danificados pela radiação.
O ponto zero e a mudança das eras do calendário Maia
http://foradoninho.files.wordpress.com/2009/05/maiacalendarimg.jpgProfecias ancestrais e diversas tradições indígenas anteviram o fenômeno. Mas agora para surpresa de muita gente, é a própria ciência que começa a reconhecer importantes mudanças no campo magnético e na freqüência vibratória da Terra.

O ápice do processo, que segundo alguns especialistas, deverá ocorrer em alguns anos provavelmente provocará a inversão do sentido da rotação do nosso planeta e também a inversão dos pólos magnéticos.

O texto que o Guia Lótus agora veicula é baseado nas informações que enfoca o trabalho do geólogo norte-americano Greg Braden, maior estudioso do fenômeno.

Braden trabalha a partir da interface ciência-esoterismo e é autor do livro  "Awakening to Zero Point " (Despertando para o Ponto Zero – ainda não traduzido para o português) e de um vídeo de quatro horas sobre o fenômeno e suas possíveis conseqüências para a humanidade.

Greg Braden está constantemente viajando pelos Estados Unidos e marcando presença na mídia demonstrando com provas científicas que a Terra vem passando pelo Cinturão de Fótons e que há uma desaceleração na rotação do planeta. Ao mesmo tempo, ocorre um aumento na freqüência ressonante da Terra (a chamada Ressonância de Schumann).

Quando a Terra perder por completo a sua rotação e a freqüência ressonante alcançar o índice de 13 ciclos, nós estaremos no que Braden chama de Ponto Zero do campo magnético.

A Terra ficará parada e, após dois ou três dias, recomeçará a girar só que na direção oposta. Isto produzirá uma total reversão nos campos magnéticos terrestres.
Freqüência de base crescente
http://4.bp.blogspot.com/_tgMSn4wibhA/SMQ7v2GOwcI/AAAAAAAAAXs/V0uq4BhXN_A/s320/shumann_ondasatm.gifA freqüência de base da Terra, ou ''pulsação'' (chamada Ressonância de Schumann, ou RS), está aumentando drasticamente. Embora varie entre regiões geográficas, durante décadas a média foi de 7 e 8 ciclos por segundo. Esta medida já foi considerada uma constante; comunicações globais militares foram desenvolvidas a partir do valor desta freqüência. Recentes relatórios estabeleceram a taxa num índice superior a 11 ciclos.

A ciência não sabe porque isso acontece – nem o que fazer com essa situação. Greg Baden encontrou dados coletados por pesquisadores noruegueses e russos sobre o assunto – que, por sinal, não é amplamente tratado nos Estados Unidos.

A única referência à RS encontrada na Biblioteca de Seattle está relacionada à meteorologia: a ciência reconhece a RS como um sensível indicador de variações de temperatura e condições amplas de clima.

Braden acredita que a RS flutuante pode ser fator importante no desencadeamento das severas tempestades e enchentes dos últimos anos.
Campo magnético decrescente
Enquanto a taxa de ''pulsação'' está crescendo, seu campo de força magnético está declinando. De acordo com professor Banerjee, da Universidade do Novo México – EUA, o campo reduziu sua intensidade à metade, nos últimos quatro (4) mil anos. E como um dos fenômenos que costuma preceder a inversão do magnetismo polar é a redução deste campo de força, ele acredita que outra inversão deve estar acontecendo.

Braden afirma, em função disso, que os registros geológicos da Terra que indicam inversões magnéticas também assinalam mudanças cíclicas ocorridas anteriormente. E, considerando a enorme escala de tempo representada por todo o processo, devem ter ocorrido muito poucas dessas mudanças ao longo da história do planeta.
Impacto sobre o Planeta
http://zapper.xitizap.com/xitizap%2014/img19.gifGreg Braden costuma afirmar que estas informações não devem ser usadas com o objetivo de amedrontar as pessoas.
Ele acredita que devemos estar preparados para as mudanças planetárias, que irão introduzir uma Nova Era de Luz para a humanidade: iremos além do dinheiro e do tempo, com os conceitos baseados no medo sendo totalmente dissolvidos.

Braden lembra que o Ponto Zero ou a Mudança das Eras vem sendo predito por povos ancestrais há milhares de anos. Têm acontecido ao longo da história do planeta muitas transformações geológicas importantes, incluindo aquelas que ocorrem a cada treze (13) mil anos, precisamente na metade dos vinte e seis (26) mil anos de Precessão dos Equinócios.

O Ponto Zero ou uma inversão dos pólos magnéticos provavelmente acontecerá logo, acredita Braden. Poderia possivelmente sincronizar-se com o biorritmo de quatro (4) ciclos da Terra, que ocorre a cada vinte (20) anos, sempre no dia 12 de Agosto. A última ocorrência foi em 2003.

Afirma-se que depois do Ponto Zero o sol nascerá no oeste e se porá no leste. Ocorrências passadas, deste mesmo tipo de mudança, foram encontradas em registros ancestrais.

FONTE: http://www.ufotvonline.com.br/arquivo-noticias/5-geral/123-inversao-dos-polos-nos-jornais-ingleses.html