domingo, 10 de fevereiro de 2013

Jejum faz bem para você?


Saudações de Amor e Luz, Família Cósmica !

Encontrei uma pessoa que não via há algum tempo e a achei mais leve – tanto no aspecto físico quanto no psicológico (e principalmente nele !). Bem humorada, tranquila ... Ela ficou feliz com meu sorriso e elogios e não teve dúvida do catalisador de sua mudança : ela agora jejua todos os dias por pelo menos 12h. Nem é tão difícil : ela para de comer as 18h e só volta a comer algo no café da manhã, lá pelas 7h. Se der muita fome, come uma fruta antes de dormir e toma um chá ou água de côco. Achei interessante a proposta e não me pareceu tão difícil... Então, eis que recebo material falando sobre jejum numa revista eletrônica ! Aquela coisa de sintonia. Na mesma hora me lembrei do Ramadan, da Quaresma, dos jejuns iogues, hindus, budistas, indígenas ... Dei uma pesquisadinha e trouxe um resuminho sobre o tema – já que ele é vasto e polêmico. Há quem diga ser besteira, há quem diga ser maravilhoso. Mesmo na ciência, há aqueles que o têm como elemento terapêutico e outros que o condenam. Penso que tanto o tipo de jejum a fazer quanto seus efeitos variam de pessoa para pessoa. Há muitas variantes : desde reações de acordo com padrões fisiológicos a sistema de crenças, passando pelos aspectos psicológicos. No final, intuitivamente, a pessoa sente o que deve fazer, o que lhe cai bem, de acordo com seus objetivos. Fica então a idéia de separar um tempinho para deixar sua máquina (física) descansar um pouco, poupando-a de lhe impor coisas “goela a baixo”, permitindo que ela simplesmente cuide um pouco de si – estilo arrumação e limpeza, dia de faxina na casa ou simplesmente descanso.

Boa leitura,
Paz, Luz e Inspiração,
AlessandraSanan.

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Jejum faz bem para você?
O jejum é mais comumente associado com a observação religiosa. Por exemplo, é o quarto dos cinco pilares do Islã. Os budistas o consideram um meio para a prática de autocontrole e defendem a abstenção de comida após a refeição do meio-dia.
Para alguns cristãos, jejuns temporários são vistos como uma maneira de se aproximar de Deus.
Sim, jejum e religião são intimamente ligados, mas pesquisas científicas recentes têm apontado que seus benefícios também podem ser mais corpóreos.
A ideia de que o jejum pode ser bom para a saúde tem uma história conturbada, no entanto. Em 1908, Linda Hazzard, uma americana com alguma formação de enfermagem, publicou um livro chamado “Fasting for the Cure of Disease” (em português, “o jejum para a cura da doença”), no qual alegou que comer o mínimo possível era o caminho para a recuperação de uma variedade de doenças, incluindo o câncer.
Ela foi presa depois que um de seus pacientes morreu de fome. Ok, ela era questionável. Mas e se estava, pelo menos em parte, certa?
Uma nova série de pesquisas sobre jejum sugere que ele pode realmente ajudar pessoas com câncer, além de reduzir o risco de desenvolvimento de câncer, proteger contra diabetes e doenças cardíacas, ajudar a controlar a asma e até mesmo evitar doença de Parkinson e demência.
Muitos dos cientistas que estudam o jejum acreditam que ele pode ser útil especialmente na meia idade. “Nós sabemos a partir de modelos animais, que, se iniciarmos uma dieta com jejum no que seria o equivalente a meia idade nas pessoas, podemos retardar o aparecimento de doenças como Alzheimer e Parkinson”, explica Mark Mattson, do Instituto Nacional sobre o Envelhecimento dos EUA.
Apesar de ajudar na saúde mental, não há evidência que o jejum prolongue a vida dos seres humanos. Em laboratório, o tempo de vida de animais cuja ingestão de caloria foi diminuída pela metade aumentou em até 50%. Mas esses efeitos não parecem se estender aos primatas, já que um estudo de 23 anos com macacos descobriu que, embora a restrição de calorias retardasse o aparecimento de doenças relacionadas à idade, não teve nenhum impacto nas suas vidas úteis. Isso pode indicar que outros fatores além da dieta, como a genética, podem ser mais importantes para a longevidade humana.


O jejum

Há quem argumente que somos evolutivamente adaptados para ficar sem comer de vez em quando, já que nossos antepassados talvez nem comessem todos os dias. “A evidência é muito forte de que os nossos ancestrais não comiam três refeições por
dia, além de lanches”, afirma Mattson. “Nossos genes são adaptados para lidar com períodos de falta de alimento”.
Fazer jejum, no entanto, não é fácil. No geral, os pesquisadores concordam que o jejum vai lhe deixar mal humorado a curto prazo, porque leva tempo para o seu corpo quebrar hábitos psicológicos e biológicos.
O problema é que eles já não concordam tanto sobre os demais efeitos do jejum. Para começo de conversa, existem vários tipos de dieta com jejum.
A título de comparação, a ingestão diária normal recomendada é de cerca de 2.000 calorias para uma mulher e 2.500 para um homem.
Em um dos mais tranquilos tipos de jejum, a dieta “5:2″, as pessoas podem comer apenas 600 calorias em uma única refeição por dia durante dois dias da semana, podendo comer o que quiserem nos outros 5 (tendo em mente que jejum não é só sobre perder peso).
Outras dietas mais severas têm restrições calóricas todos os dias, e há também o jejum total, em que as pessoas ficam sem nenhuma comida de um a cinco dias – mais do que isso é considerado potencialmente perigoso. O jejum pode ser uma experiência única, pode ser repetido semanalmente ou mensalmente.
Cada dieta tem efeitos diferentes sobre o corpo. O jejum começa cerca de 10 a 12 horas sem comer após uma refeição, quando você já usou toda a glicose disponível no seu sangue. Seu corpo começa a converter o glicogênio armazenado no fígado e nas células musculares em glicose, para usar como energia.
Se o jejum continua, há um movimento gradual para quebrar a gordura corporal armazenada, e o fígado produz “corpos cetônicos”, moléculas que são subprodutos da quebra de ácidos graxos. Elas podem ser usadas pelo cérebro como combustível.
Em três a quatro dias em um jejum, vários hormônios também são afetados. Por exemplo, a produção de fator de crescimento semelhante à insulina tipo 1 (IGF-1) atinge níveis muito baixos. A insulina também se torna escassa.
Enquanto isso, níveis elevados de ambas as substâncias têm sido associados ao câncer.

Jejum x câncer

Poderia o jejum então prevenir contra o câncer? Não sabemos direito ainda, mas há algumas boas razões para acreditarmos que sim.
Altos níveis de IGF-1, insulina e glicose no sangue, além de excesso de peso, são fatores de risco para o câncer, e todos podem ser melhorados através do jejum.
Michelle Harvie da Universidade de Manchester, no Reino Unido, estudou mulheres com histórico familiar (e portanto risco elevado) de câncer de mama colocando-as em jejum. Metade fez uma dieta que envolveu o corte de calorias em cerca de 25%, e metade fez a dieta de jejum 5:2.
Após seis meses, ambos os grupos mostraram uma redução nos níveis de insulina no sangue, mas a redução foi maior no grupo em jejum. Harvie está agora analisando biópsias de mama para ver se as diferenças se traduziram em menos mudanças genéticas associadas com maior risco de câncer.
Já para combater câncer existente, Valter Longo, diretor do Instituto de Longevidade da Universidade do Sul da Califórnia (EUA), acredita que jejuns totais de curto prazo apresentam os maiores benefícios.
Em um estudo de laboratório, um jejum total de 48 horas retardou o crescimento de cinco dos oito tipos de câncer em camundongos. O efeito foi mais pronunciado quanto mais jejuns os animais fizeram.
O jejum é uma dificuldade maior para as células cancerígenas do que para as normais. Isso porque as mutações que causam câncer levam a um rápido crescimento nas condições fisiológicas em que ocorreram, mas podem estar em desvantagem quando essas condições mudam.
Isso também poderia explicar por que o jejum combinado com o tratamento convencional do câncer dobrou as chances dos animais. Os ratos com gliomas – um câncer muito agressivo e o tumor cerebral mais frequentemente diagnosticado em humanos – eram mais de duas vezes mais propensos a sobreviver que os outros durante o período do estudo (28 dias), se tivessem feito jejum de 48 horas ao mesmo tempo em que a terapia de radiação.
Já existem estudos avaliando o impacto do jejum em pessoas com câncer. Os primeiros resultados são promissores. Segundo Longo, pacientes em estágios avançados de câncer que não podem esperar pelas conclusões finais podem discutir o jejum com seu oncologista.

Outras doenças, a mesma cura

 

Insulina alta também está associada com diabetes tipo 2, por isso não é surpresa que o jejum seja uma promessa contra essa condição também.
Benjamin Horne, do Intermountain Heart Institute (EUA), descobriu que 24 horas de jejum apenas com água uma vez por mês aumenta os níveis de hormônios de crescimento humano que provocam a quebra de gordura para uso energético, reduzindo os níveis de insulina e outros marcadores metabólicos da glicose.
Como resultado, as pessoas perdem peso e seu risco de contrair diabetes e doença cardíaca coronária é reduzido.
Jejum em dias alternados (com um almoço de 500 calorias para mulheres e 600 calorias para homens em dias de jejum) tem benefícios semelhantes, de acordo com Krista Varady, da Universidade de Illinois, em Chicago (EUA). O jejum melhorou os níveis de “colesterol ruim” e pressão arterial em participantes do estudo que fizeram uma dieta com baixo teor de gordura ou alto teor de gordura nos dias normais.
Para as pessoas que estão acima do peso, qualquer tipo de dieta com jejum provavelmente ajudará a reduzir o risco de diabetes e problemas cardiovasculares. Outro estudo também mostrou que pessoas obesas com asma se beneficiam de uma melhora dos sintomas com o jejum.
Já se o jejum beneficiaria pessoas com asma na faixa de peso normal ou com outras condições associadas com uma resposta imune hiperativa, os pesquisadores não sabem.
Quanto a diabetes e doenças cardíacas, alguns cientistas suspeitam que o jejum pode não ser tão benéfico nesse sentido para as pessoas de peso normal, uma vez que elas são mais propensas em já estar em boa forma, metabolicamente falando.

Bom para o cérebro

 

 

Um efeito do jejum, entretanto, pode beneficiar a todos: boa saúde mental. Como já dissemos acima, jejum parece ser bom para o cérebro.
Animais que ficam sem comer por um dia inteiro se tornam mais ativos. O jejum é um estressor leve que motiva o animal a aumentar a atividade no cérebro.
Estudos mostram que, em dietas de jejum em dias alternados com uma refeição única de cerca de 600 calorias no dia de jejum, a produção de uma proteína envolvida na geração de novas células cerebrais, que desempenha um papel na aprendizagem e na memória, pode aumentar de 50 a 400% dependendo da região no cérebro.
Jejum também pode proteger as células cerebrais de alterações associadas ao mal de Alzheimer e de Parkinson. Em ratos geneticamente modificados para desenvolver sintomas dessas doenças, o jejum em dias alternados na meia-idade atrasou o início de problemas de memória em cerca de seis meses, o equivalente a 20 anos nas pessoas.

Jejum: fazer ou não fazer?

Primeiro, ouvimos falar que é bom comer a cada duas ou três horas, depois, que o café da manhã é a refeição mais importante do dia, agora, que precisamos jejuar… O que realmente devemos fazer?
Mattson acredita que o conselho comum de começar o dia com um bom café da manhã é falho. Os estudos que valorizam essa refeição foram baseados em crianças, alunos que normalmente tomam café da manhã, ou seja, seu fraco desempenho pode ser simplesmente devido aos efeitos nocivos que ocorrem quando as pessoas começam o jejum.
De qualquer maneira, quem quer jejuar precisa ser cauteloso. “Nós ainda não sabemos exatamente quem pode ou deve estar em jejum, quantas vezes ou quantos dias por semana”, explica Harvie.
Além disso, a prática não está isenta de riscos. Um estudo com ratos, por exemplo, descobriu que jejum em dias alternados por seis meses reduziu a capacidade do coração dos animais de bombear sangue.
Há também o fato de que fazer jejum é muuuuito difícil. A boa notícia é que os pesquisadores estão estudando uma forma de aproveitarmos alguns dos benefícios de saúde do jejum sem precisar nos privar de alimentos. Por exemplo, fortes evidências relacionam o consumo alto de proteína com câncer. Uma dieta de restrição de proteína poderia potencialmente diminuir os níveis de IGF-1, como visto no jejum.[NewScientist]
fonte : Hypescience
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O JEJUM PROJETIVO
(O jejum na projeção astral)
Por Waldo Vieira

Abstinência parcial e temporária com a finalidade de induzir a projeção astral consciente.
Tem como sinônimos: Abstinência alimentar  projeciogênica, projeção pela fome.
Aconselha-se uma boa orientação sobre a prática, com supervisão técnica, para evitar os sintomas desagradáveis.
Estão excluídas desta técnica crianças, pessoas com anemias, pessoas com afecções hepáticas, fumantes inveterados, viciados em drogas (lícitas e ilícitas).
O jejum tende a desintoxicar o corpo físico de cargas de níveis etéricos residuais. Dentro da espiritualidade é considerado um rejuvenescedor celular dos órgãos.
O tempo de jejum é inerente a capacidade de cada individuo, alguns suportam mais tempo do que outros, mas o jejum não deve ser um processo desagradável e punitivo. Segundo estudos a maioria das pessoas perdem entre meio quilo ou  um quilo e meio nas primeiras 24 horas.

1 - TÉCNICA PROJETIVA DO JEJUM :

1.1 - ALIMENTAÇÃO x JEJUM:
Os alimentos produzem condições diferentes no organismo, parece que uns fornecem mais energias do que outros.

Energeticamente cada alimento possui uma carga positiva ou negativa de energia cósmica, afetam o corpo astral. O corpo físico ao longo do tempo é construído em grande parte pelos alimentos físicos, porque os elementos básicos da matéria, estão em grande parte dentro dos alimentos.

Uma dieta vegetariana tende a fazer as moléculas de protoplasma menores e mais sensíveis às ondas curtas. Uma barra de ferro se torna magnética quando todas as suas moléculas estão apontando na mesma direção. Tanto é que se colocarmos essa barra no fogo até ficar rubra, ela perderá seu magnetismo, tudo porque a corrente está partida, devido a uma desordenação de direção quanto a polaridade, apontando agora em várias direções.

É possível que algo semelhante ocorra com nosso corpo, que as suas moléculas quando afinadas pelo ritmo, e agindo em uníssono, possam permitir um fluxo de energia através do corpo.

Uma dieta vegetariana tende a despertar a matéria vibrátil do corpo astral, energia leve e saudável como a cenoura, frutas, legumes, vegetais.

Porém o jejum muitas vezes ajuda a libertação do corpo astral. Mas não deve se tornar um hábito porque a alimentação é necessária para a saúde do corpo.
Sabe-se que quanto mais frágil e debilitado o corpo físico ficar, mais longe ele se afastará no plano astral para recarregar as baterias de energia cósmica (energia prânica, energia vital) para compensar a deficiência no plano físico.

Comer (líquidos e sólidos), respirar e dormir são leis naturais (alimentos básicos). Não podemos ignorar nenhuma delas sem sofrer os efeitos nocivos, no plano físico.

1.2 - AUMENTO DA ENERGIA CÓSMICA PELO JEJUM:

Entretanto, das três fontes de energia cósmica é o sono a mais importante. É fácil observar que se comermos, bebemos e respirarmos adequadamente, poderemos dormir menos e ainda reter uma boa quantidade de energia reserva; mas que, quanto mais dormirmos, menos alimentos nos será necessário.

É por isso que o JEJUM facilita a projeção astral, pois quando o jejum progride uma das fontes alimentícias é cortada, a compensação natural se dá através de mais horas de sono, mais distância do corpo físico quando projetado.

1.3 - ENERGIA CÓSMICA (PRANA):

É uma forma sutil de energia que penetra o universo, mas se manifesta de forma especial no organismo humano. O prana é muito ligado ao magnetismo humano, aos processos de curas, revitalização das células, alimento dos CHACRAs (duplo etérico). O prana tem vários níveis vibracionais o mais próximo do plano físico é coletado através do ar, dos raios de sol, do convício com a natureza, dos alimentos sólidos e líquidos, mas diretamente ele é coletada através da Projeção astral.

A projeção em JEJUM acontece por necessidade física e astral.

A projeção pela SEDE acontece por ansiedade e necessidade temporária.

1.4 - MECANISMO:

Explica-se o mecanismo de atuação do jejum voluntário ou involuntário. Observando-se no sentido da medicina corporal as seguintes conseqüências: Alteração da regulação dietética, metabolismo orgânico, perda que provocará uma futura carência de vitaminas, deficiência de glicose na corrente circulatória que acarretará uma mudança no sistema nervoso, afetando os tecidos do corpo humano. Criando assim estados psicológicos favoráveis a separação da consciência e da mente (Projeção Astral).

1.5- TEMPO:

Para efeito da Projeção astral os Jejuns devem ser rápidos, de 1 até 3 dias no máximo, até porque se torna benéfico para desintoxicação celular, quando não é prolongado.

1.6 - JEJUNS LEVES:

No caso de jejuns leves que permita-se ingerir frutas, legumes ou vegetais como alface, pode-se prolongar por mais tempo.

1.7 - CUIDADOS TÉCNICOS:

1- Todo o Jejum deve ter um acompanhamento médico.
2 - Escolher um fim de semana ou férias.
3 - Durante o período de Jejum cuidar do ar e da água potável.
4 - Estar em paz consigo, num local tranqüilo e adequado.

1.8 - TÉCNICA:

Primeiro Dia: - Neste dia será mais fácil suportar, surgirá rumores estomacais, cerca de 12 horas após aparecerá a sensação de falsa fome, ou fome psicológica. Agüente, é passageiro este estado que provoca ansiedade e receio. Mantenha o foco de acordar fora do corpo. Podendo praticar uma técnica projetiva, sempre relaxando o estômago através de exercícios de respiração.

Segundo Dia: - No segundo dia, difícil, pois pode aparecer as dores (cabeça, estomacais), porém são passageira, quase todas de origem psicológica em razão da quebra de sua rotina alimentar. Volte a exercitar a respiração profunda alimentando o fundo do pulmão com ar, faça isso pelo menos sete vezes, deseje acordar fora do corpo.

Terceiro Dia: - Neste dia, começa a aparecer os benefícios, pois o inconsciente começa a cansar de protestar, desaparecendo as cefaléias, dores estomacais, debilidade física, retornando o raciocínio, ocorrendo leves visões fugazes inofensivas.
Para incrementar imagine seu corpo astral indo até a geladeira, isso vai provocar a saída do psicossoma e do inconsciente tentar satisfazer essa ansiedade e desejo.

1.9 - FATORES:

Dois fatores agem em conjunto na técnica do Jejum. Matar a fome é uma ordem, uma sugestão de uma necessidade. Já que o corpo humano inanimado não o faz, o PSICOSSOMA fará.

Bibliografia:

Carrington, Andréas, Black, Brennan, Vieira, Ferguson, Muldoon, Watson

http://www.espiritualismo.info/jejum.htm
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O Jejum nas Religiões

http://povodebaha.blogspot.com.br/2007/03/o-jejum-nas-religies.html
Aqui fica um quadro comparativo (que encontrei na Beliefnet.com) sobre o jejum em várias religiões. Na Wikipedia também se pode encontrar um artigo interessante sobre o jejum nas várias religiões.

Religião Quando? Como? Porquê?
Bahá'í O jejum bahá'í tem lugar entre os dias 2 e 20 de Março, que correspondem ao mês de Ala, o 19º do calendário bahá’í. Não comer nem beber entre o nascer e o pôr do sol. O jejum simboliza um processo de transformação espiritual e o desprendimento das coisas deste mundo; o objectivo é que o crente se concentre em Deus
Budismo Todos os principais ramos do Budismo praticam jejum, geralmente em dias de lua cheia e em alguns feriados Depende da tradição budista. Geralmente consiste apenas na abstenção de alimentos sólidos sendo permitidas bebidas É um método de purificação. Os monges budistas Theravada e Tendai jejuam com o objectivo de libertar a mente. Alguns monges budistas tibetanos jejuam para conseguir efeitos de ioga, como por exemplo gerar um calor interior.
Catolicismo Jejum e abstinência de carne na quarta-feira de cinzas, e abstinência de carne em todas as sextas-feiras da Quaresma. Durante muitos séculos os católicos estiveram proibidos de comer carne às sextas-feiras. Mas desde os meados dos anos 1960, a abstinência de carne nas sextas-feiras fora da Quaresma tem sido deixada à consciência de cada um. Na quarta-feira de cinzas e na sexta-feira santa, são permitidas duas pequenas refeições e uma refeição normal; a carne está proibida. Nas sextas-feiras da quaresma a carne não é permitida. Para o jejum opcional da sexta-feira, algumas pessoas substituem-no por uma penitência ou uma oração especial pelo jejum. Ensina o controlo dos desejos da carne, penitência pelos pecados e solidariedade para com os pobres. O jejum da quaresma prepara a alma para uma grande festa ao praticar a austeridade. O jejum de sexta-feira santa celebra o dia em que Cristo sofreu.
Cristianismo Ortodoxo Oriental Existem vários períodos de jejum incluindo a Quaresma, o Jejum dos Apóstolos, o Jejum da Ascensão, o Jejum da Natividade, e vários outros dias de jejum. Todas as quartas-feiras e sextas-feiras são consideradas dias de jejum, excepto aqueles que coincidem com as “semanas livres de jejum”. Em geral, a carne, lacticínios e ovos estão proibidos. O peixe é proibido em alguns dias e permitido noutros. Fortalece a resistência à gula; ajuda a pessoa a abrir-se à graça de Deus.
Hindu O Jejum é geralmente praticado na Lua Nova e nos festivais de Shivaratri, Saraswati Puja, and Durga Puja. As mulheres no norte da Índia também costumam jejuar no dia de Karva Chauth. Depende do indivíduo. O jejum pode consistir em 24 horas de completa abstinência de toda a comida e bebida; mas é mais frequente que inclua apenas abstinência de comida, e sejam permitidas ocasionalmente bebidas como leite e água. Uma forma de conseguir concentração durante a meditação ou adoração; purificação do sistema; por vezes é considerado um sacrifício.
Judaísmo O Yom Kippur, o Dia da Expiação, e o dia de jejum mais conhecido. O calendário judaico contém ainda seis dias de jejum, incluindo o Tisha B'Av, o dia em que teve lugar a destruição do Templo. No Yom Kippur e no Tisha B'Av, a comida e a bebida é proibida durante 25 horas, entre um nascer do sol e o nascer do sol do dia seguinte. Nos restantes dias, a comida e a bebida estão interditos entre o nascer do sol e o por do sol. Expiação dos pecados e/ou fazer pedidos especiais a Deus.
Mormon O primeiro domingo de cada mês é um dia de jejum. Os indivíduos, as famílias ou comunidades podem realizar jejuns noutras ocasiões. Abstenção de comida e bebida durante duas refeições consecutivas, e doando o dinheiro das refeições para os necessitados. Após o jejum, os membros da igreja participam na “reunião de jejum e testemunho”. Proximidade em relação a Deus; concentração em Deus e na religião.Jejuns individuais ou familiares podem ser realizados como pedido por uma causa específica, tal como a cura de um doente ou a ajuda a tomar uma decisão difícil.
Islão O Ramadão, o nono mês do calendário islâmico, é um período de jejum obrigatório que celebra o período em que o Alcorão foi pela primeira vez revelado a Maomé. Várias tradições islâmicas recomendam dias e períodos de jejum além do Ramadão. Abstinência de comida, bebida, fumo, linguagem obscena e relações sexuais entre a alvorada e o por do sol, durante todo o mês. Alguns muçulmanos jejuam todas as segundas-feiras porque se diz que o Profeta Maomé também o fazia. Outros jejuam durante o mês de Sha'baan, que precede o Ramadão, e especialmente durante os três dias que precedem o Ramadão.
Paganismo Não existe dias formalmente dedicados ao jejum, mas alguns pagãos jejuam na preparação do festival de Ostara (Equinócio de Primavera) À discrição do indivíduo - alguns evitam totalmente a comida, outros reduzem a quantidade de alimento. O objectivo é purificar energeticamente a pessoa; frequentemente é usado para elevar os níveis vibratórios como preparação para trabalho de magia. O jejum de Ostara é usado para limpeza pessoal das comidas pesadas do inverno.
Protestante Evangélico À discrição dos indivíduos, igrejas, organizações ou comunidades. Apesar de alguns se absterem totalmente de comida ou bebida, outros apenas bebem água ou sumos, apenas comem certos tipos de comida, não fazem refeições,, ou abstêm-se de tentações, comestíveis ou não. Os jejuns evangélicos tornaram-se crescentemente populares, com pessoa a jejuar em busca de alimento espiritual, solidariedade para com os pobres, para contrabalançar a cultura consumista moderna, ou para pedir a Deus alguma coisa especial.
Protestante Não é um ponto central da tradição, mas o jejum pode ser realizado à discrição das comunidades, igrejas, outros grupos e indivíduos. À discrição de quem jejua. Para melhoramento espiritual ou progresso na agenda de justiça social ou política. Exemplo a campanha de Oração, Jejum e vigília da ELCA