domingo, 28 de outubro de 2012

AMOR INCONDICIONAL


As pessoas são irracionais, ilógicas e egocêntricas.


Ame-as MESMO ASSIM.




Se você tem sucesso em suas realizações,


ganhará falsos amigos e verdadeiros inimigos.


Tenha sucesso MESMO ASSIM.




O bem que você faz será esquecido amanhã.


Faça o bem MESMO ASSIM.




A honestidade e a franqueza o tornam vulnerável.


Seja honesto MESMO ASSIM.




Aquilo que você levou anos para construir,


pode ser destruído de um dia para o outro.


Construa MESMO ASSIM.




Os pobres têm verdadeiramente necessidade de ajuda,


mas alguns deles podem atacá-lo se você os ajudar.


Ajude-os MESMO ASSIM.




Se você der ao mundo e aos outros o melhor de si mesmo,


você corre o risco de se machucar.


Dê o que você tem de melhor MESMO ASSIM.




-Madre Tereza de Calcutá-

CURIOSIDADES: Matrioska ou Matryoshka: sorte e harmonia para seu lar.



Matrioska ou matryoshka é um brinquedo tradicional da Rússia, constituído por uma série de bonecas, que são colocadas umas dentro das outras, da maior até a menor. Provém deMatryona: a protetora, que guarda, cuida e leva dentro de si a todos e protege a família.Significam fertilidade - eram dadas as mulheres em idade de casamento como incentivo à maternidade. E também significam saúde, beleza e sor
te a quem as recebem.

A lenda diz: “...um senhor que esculpia e vendia bonecas uma vez fez uma boneca tão bonita que não quis vendê-la, levou para a sua casa e colocou no seu criado mudo e deu o nome a ela de Matrioshka. Todas as noites antes de dormir, perguntava a Matrioshka se estava feliz. Até que em certa noite Matrioshka pediu um bebê. Então o senhor esculpiu uma boneca menor chamada Trioshka, serrou a Matrioshka e colocou o bebê dentro dela. Mas logo na noite seguinte, a Trioshka também pediu um bebê. E lá se foi o senhor e fez uma boneca e colocou dentro da Trioshka, desta vez a bebê se chamava Oshka. Assim seguindo o caminho das outras, na noites seguinte Oshka pediu um bebê e lá se foi novamente o senhor fazer mais um bebê. Só que desta vez pensando que isso não iria acabar mais, o senhor fez o bebê e desenhou rapidamente um bigode nele e o chamou de Ka, garantindo que seria homem e não iria pedir um bebê novamente...

Kokeshis são aquelas bonequinhas fofas japonesas, cabeçudinhas e feitas de madeira. Também são cercadas de histórias e lendas. Dizem que ganhar uma bonequinha kokeshi é levar a sorte, hamonia e prosperidade ao lar. Adotá-la é sinônimo de boa sorte.
Resultado: levar um presente com uma Matrioska ou Kokeshi para dentro de sua casa significa levar sorte e harmonia para seu lar. Então, estes tradicionais símbolos serão sempre bem-vindos em qualquer família, pois além de embelezarem qualquer ambiente, garantirão energias positivas a todos vocês!

O Olho Grego (Olho turco ou Olho Místico)


O Olho Grego (Olho turco ou Olho Místico) é um símbolo utilizado como talismã/Amuleto da sorte, que representa o Olhar de Deus sobre nós, que nos ilumina, protege e combate contra a negatividade, transmitindo paz e amor. Dizem que o talismã/amuleto Olho Grego (Olho turco ou Olho Místico) protege contra a inveja e mau-olhado, que transmuta as energias negativas em energias superiores e que são devo
lvidas em energias positivas a quem transmitiu ou desejou o mal. O Olho Grego (Olho turco ou Olho Místico) é um talismã/amuleto que absorve a energia negativa, e quando é demasiado forte pode até partir, protegendo a pessoa de qualquer negatividade.
O Olho Grego (Olho turco ou Olho Místico) é um poderoso talismã/amuleto, Em turco é chamado de Nazar Bancugu (pronuncia-se Nazar Bonjoo), o olho azul. É muito comum, encontrar este

talismã na Turquia, é muito usado pelas mulheres que usam o olho gordo em pulseiras, brincos, colares. Também é tradição na Turquia, dependurar este amuleto em casa, no escritório e também no carro, também os bebês são protegidos com o talismã/amuleto Olho Grego (Olho turco ou Olho Místico).
Origem da tradição do Olho Grego (Olho turco ou Olho Místico)
Havia uma enorme e dura rocha que nem com mil homens podia ser movida e rachada. Depois de muitos esforços para tentar demover a rocha e de tentar partir, já não sabiam o que mais fazer. Entretanto, na cidade havia um homem, conhecido por ter “muito olho gordo” (nazar), e levaram esse homem junto da rocha. O homem olhou a rocha e exclamou “meu Deus! Que rocha enorme!”….e subitamente, ouviu-se um enorme estrondo, todo o mundo estava assustado com tal barulho…e quando caíram em si, abriram os olhos e tal não foi o espanto que a enorme rocha estava dividida em dois pedaços.
O povo Turco é extremamente supersticioso, e este povo teme constantemente ser alvo de mau olhado. Por serem tão supersticiosos e acreditarem o talismã Olho Grego (Olho turco ou Olho Místico) os pode proteger, se mantém tão fieis a esta tradição.

Furin 風鈴 (Sinos do vento)


Furin 風鈴 (Sinos do vento) são os pequenos sinos decorativos que soam com o movimento do vento. São feitos de metal, bambu, cerâmica, ou porcelana e ficam suspensos nos galhos das árvores, beirais das casas ou sacadas dos edifícios.

Os sinos são feitos com uma estrutura na qual pode ser pendurado em fios um grande número de materiais, próximos o suficiente para que se entrechoquem quando a c

irculação do ar no local provocar movimento. Usados em diversas regiões do Oriente com o objetivo de afastar os “maus espíritos” ou trazer sorte, passaram a ser utilizados na música ocidental por sua sonoridde suave, indefinida e esporádica. Nesse caso são movimentados por meio de ligeiros toques de mão, imitando-se o que seria feito naturalmente pelos movimentos do ar. Os instrumentos são chamados de “sinos” acompanhado pelo nome do material usado, sendo os mais comuns os “sinos de bambu”, “sinos de metal”, sinos de vidro” e “sino de conchas”. São conhecidos como “wind bells”, “iron pipes”

A peça de papel pendurada sob o sino, na qual pode trazer a inscrição de um poema ou dizeres de proteção, ao ser soprada pelo vento provoca o tilintar dos sinos. É originário do Japão e serve para indicar a chegada do verão e chamar o vento. Também se acredita que o seu som atrai sorte e felicidade. No Japão, é um som típico de verão ao provocar a sensação frescor da brisa.

O som produzido também interage com a energia de cada pessoa, acalmando o estado de espírito. Por isso, é melhor deixar os sinos onde exista uma leve brisa para que o som seja suave e não estridente, invoca um relaxamento e aproxima o sentimento mystical. É uma parte integrante das imagens da paisagem japonesa e da composição cultural e de memórias de conjuração do verão para o povo japonês

O som do Furin é um som alfa, ou seja um som encontrado no primeiro estado de sono ou de meditação. É o som de acalmação o mais natural conhecido aos ouvidos. Este som foi provado reduzir o esforço, realça a faculdade criadora, melhora o modo, expande a consciência e fornece um sentido de contrapeso natural e de flutuabilidade.

Fonte: SURI-EMU

A lenda da flor de lótus




É difícil encontrar um país da Ásia onde o lótus não seja considerada sagrada. Ela está bem presente na mitologia oriental, especialmente na cultura indiana, egípcia, chinesa e japonesa, onde esta flor é extremamente admirada e representada em algumas religiões como hinduísmo e budismo. Na doutrina budista, a flor de lótus é sagrada e vista como expansão espiritual, purez
a, renascimento e iluminação.

Lenda da flor de Lótus no budismo

Na lenda do Budismo relata-se que quando o Siddhartha, que mais tarde se tornaria Buda, deu os seus primeiros sete passos na terra, sete flores de lótus brotaram. Assim, cada passo dele representa um degrau no crescimento espiritual.

Os Budas em meditação são representados sentados sobre flores de lótus, e a expansão da visão espiritual na meditação (dhyana) está simbolizada pela abertura das pétalas das flores de lótus, que podem estar totalmente fechadas, semiabertas ou completamente abertas, dependendo do estágio da expansão espiritual.

Lendas egípcias da flor de lótus




A flor de Lótus é uma planta sagrada no Egito Antigo, onde é retratada no interior das pirâmides e nos antigos palácios do Egito. Segundo uma lenda, a flor está relacionada à criação do mundo e o umbigo do Deus Vishnu, onde teria nascido uma brilhante flor de lótus e desta teria surgido outra divindade, o Brahma, o criador do cosmo e dos homens. Outra lenda egípcia diz que o deus do sol Horus, nasceu também de uma flor de Lótus.

Lenda da flor de lótus no hinduísmo

Na Índia, uma pequena lenda conta a historia de sua criação: Um dia, reuniram-se para uma conversa, à beira de um lago tranquilo cercado por belas árvores e coloridas flores, quatro lendários irmãos. Eram eles o Fogo, a Terra, a Água e o Ar.

Como eram raras as oportunidades de estarem todos juntos, comentavam como haviam se tornado presos a seus ofícios, com pouco tempo livre para encontros familiares. Mas a Água lembrou aos irmãos que estavam cumprindo a lei divina, e este era um trabalho que deveria lhes trazer o maior dos prazeres.

Assim, aproveitaram o momento para confraternizar e contar, uns aos outros, o que haviam construído – e destruído – durante o tempo em que não se viam. Estavam todos muito contentes por servirem à criação e poderem dar sua contribuição à vida, trabalhando em belas e úteis formas.

Então se lembraram de como o homem estava sendo ingrato. Construído ele próprio pelo esforço destes irmãos, não dava o devido valor à vida. Os irmãos chegaram a pensar em castigar o homem severamente, deixando de ajudá-lo. Mas, por fim, preferiram pensar em coisas boas e alegres.

Antes de se despedir, decidiram deixar uma recordação ao planeta deste encontro. Queriam criar algo que trouxesse em sua essência a contribuição de cada um dos elementos, combinados com harmonia e beleza. Sentados à beira do lago, vendo suas próprias imagens refletidas, cada um deu sua sugestão e muitas ideias foram trocadas. Até que um deles sugeriu que usassem o próprio lago como origem.

Que tal um ser vivo que surgisse da água e se crescesse em direção ao céu? Uma vegetal, talvez? Decidiram-se, então, por uma planta que tivesse suas raízes rente à terra, crescesse pela água e chegasse à plenitude do ar. Ofereceram, cada um, o seu próprio dom. A Terra disse: “darei o melhor de mim para alimentar suas raízes”.

A Água foi a próxima: “Fornecerei a linfa que corre em meus seios, para trazer-lhe força para o crescimento de sua haste”. “E eu lhe cercarei com minhas melhores brisas, dando-lhe minha energia e atraindo sua flor”, disse o Ar. Então o Fogo, para finalizar o projeto, escolheu o que de melhor tinha a oferecer: “ofereço o meu calor, através do sol, trazendo-lhe a beleza das cores e o impulso do desabrochar”.

Juntos, puseram-se a trabalhar, detalhe a detalhe, na sua criação conjunta. Quando finalizaram sua obra, puderam se despedir em alegria, deixando sobre o lago a beleza da flor que se abria para o sol nascente. Assim, em vez de punir o ser humano, os quatro irmãos deixaram-lhe uma lembrança da pureza da criação e da perfeição que o homem pode um dia alcançar.

Assim que os quatro elementos se separaram, a Lótus reinou no lago com sua beleza imaculada. Essa é a lenda sobre a origem desta incrível flor – pura e bela, por mais difíceis que as condições sejam e mesmo nas mais difíceis e obscuras circunstâncias.

Os Chamadores de Anjos




Estas peças encantadoras apareceram recentemente no mercado e têm vindo a ganhar muitos adeptos. No entanto, apesar de surgirem agora como novidade, os chamadores de anjos têm uma longa e interessante tradição. São esferas de metal, frequentemente trabalhadas ou com inclusões de pedras preciosas e que emitem um suave tilintar... Diz-se que este som chama os anjos, as fadas,

os espíritos protectores, em suma, os seres da luz e da alegria.

A origem dos chamadores de anjos perde-se na noite dos tempos. Algumas das referências mais antigas encontram-se na Índia, onde eram (e continuam a ser) usados pelas grávidas, presos em volta do ventre com uma fita. Esta prática tem como finalidade a protecção do bebé e da saúde da mãe durante a gravidez. Também eram usados na Europa, possivelmente desde tempos muito recuados, anteriores à chegada das chamadas Religiões do Livro. Originalmente, não tinham a ver com os anjos mas sim com os espíritos da natureza, com as fadas e, mais provavelmente com a ideia da "fada madrinha" que protege e concede os dons a cada criança.

Sempre se acreditou que todos nascemos com uma "estrela" que nos guia... Com o passar do tempo as rocas foram então relacionadas com os anjos e, assim, também aceites pelo imaginário de cristãos, judeus e muçulmanos. Há referências datadas da Idade Média que atestam o seu uso com os mesmos objectivos de sempre - a invocação de entidades benignas para garantia de uma gravidez feliz, para protecção das crianças e para abençoar as suas vidas. Volvidos muitos séculos, não deixa de saltar à vista a semelhança entre anjos da guarda e fadas madrinhas...

Hoje em dia, existem chamadores de anjos numa bela profusão de formas e cores. Alguns são jóias belíssimas, com núcleos coloridos ou aplicações de filigrana. Muitos incluem pedras preciosas e, nestes casos, beneficiam ainda das qualidades energéticas de cada pedra. Naturalmente, os cristais também possuem as suas atribuições aos reinos angelicais, aos signos e aos dias de nascimento, pelo que são sempre muito enriquecedores.

A afinidade que estas pequenas rocas têm com as crianças é notória. Elas possuem um som muito próprio, nenhuma é exactamente igual a outra... O suave balançar do corpo da mulher torna-as audíveis para a criança a partir da 20ª semana de gestação. Os chamadores de anjos continuam a ter uso depois do parto. Muitas mães penduram-nos ao peito durante a fase de amamentação, depois continuam a usá-los no berço ou no carrinho de bebé, de modo a tranquilizar e proteger os seus filhos. Mais tarde e até por volta dos 7 - 8 anos, as crianças podem ter pesadelos, medo do escuro ou de dormir sozinhas. Também nestes casos há benefícios no uso dos chamadores de anjos, pois o som familiar dissipa os receios e ajuda as crianças a dormir descansadas.

Os chamadores de anjos são cada vez mais usados, não apenas por mulheres grávidas mas também por muitas outras pessoas que desejam trazer a magia das fadas e dos anjos para as suas vidas. Tal como os sinos-de-vento, estas pequenas rocas iluminam e energizam os ambientes, transformando as negatividades em harmonia. Basta sacudi-las levemente para sentir a presença reconfortante dos Seres de Luz...

Sino dos Ventos, Senhor dos Ventos - sinos da felicidade

Sino dos Ventos - sinos da felicidade

Sino dos Ventos ou Mensageiro do Ventos: Tem como finalidade principal, energizar um ambiente. Vibra e eleva a Energia deste ambiente, emite um som relaxante e agradável, afastando energias negativas, harmonizam o lugar com frequência e vibração elevada.

Espanta-espíritos, sinos de vento, sinos da felicidade, mensageiro do vento ou carrilhão de vento é um o

bjeto normalmente constituído por tubos de metal ou bambu suspensos por fios que produz som através da ação do vento.

O nome que lhe foi atribuido, teve como origem de mandar os espíritos embora,como há quem diga que quando passam espíritos sente-se um brisa,pois este objecto foi criado para os detectar. Relativamente aos materiais de um espanta espíritos, podem ser muitos;desde conchas do mar a metais.Normalmente na china ,em cada casa costuma morar um destes objectos.

Sinos dos ventos ou espanta espíritos, harpas eólicas e campainhas.
Os sons são as manifestações audível da energia vibracional.
As harpas eólicas, sinos dos ventos ou espanta espíritos que chamaremos de Mensageiros-dos-ventos - são moderadores que elevam a energia Chi de uma casa.
Os Mensageiros-dos-Ventos são utilizados pela Escola do Chapéu Negro do budismo tibetano, mas também por outras linhas do Feng Shui. A forma, o som e o material (tubo de metal) são importantes nessa cura. O chi, a força vital, entra e sai dos tubos - na linguagem poética chinesa, ele brinca com as formas tubulares - e, assim, espalha boas energias. O som produzido também interage com a energia de cada pessoa, acalmando o estado de espírito ( por isso, é melhor deixar os sinos onde bata uma leve brisa para que o som seja suave e não estridente )

Na Escola do Chapéu Negro, os mensageiros-dos-ventos devem ficar perto das janelas, mas também em locais onde é preciso retardar o chi, como no final de um corredor e na quina de uma parede em L.

Eles ainda têm outra função: separar energeticamente os ambientes ( por isso, são pendurados entre a sala e a cozinha, por exemplo ). Um sino com cinco tubos é ideal para equilibrar a energia de um espaço. Já para criar ou ativar o chi, melhor optar por peças com seis, oito ou nove tubos. Para dar sorte, um mensageiro de seis ou oito tubos é colocado na área da casa que se quer ativar. Os sinos também são muito utilizados na área da Criatividade, cujo o elemento é o metal ( com que é confeccionado o sino ).

sábado, 20 de outubro de 2012

RETORNO AO NOSSO EU MULTIDIMENSIONAL


Eu Sou Mytria, Guardiã da Chama Violeta
 em Alycone, Plêiades 
 E Eu Sou Mytre
Comandante no Comando Ashtar.

Por Suzanne Lie PhD
20 de maio de 2012

Nós somos Complementos Divinos e somos um nas expressões superiores desta escritora.
Nós chegamos a vocês como UM ser para lhes falar sobre a reunião de muitos Complementos Divinos enquanto sua amada Terra entra em Sua expressão pentadimensional.
Como todos vocês sabem, Gaia, e todos os Seus habitantes, está expandindo Sua frequência de volta para a quinta dimensão e acima.
Consequentemente, vocês, os em ascensão da Terra, estarão se reconectando com a integralidade de suas expressões masculina e feminina pela reunificação com seus Complementos Divinos.


Quando vocês entraram pela primeira vez na terceira dimensão, vocês tiveram que escolher um gênero, pois a Terra era uma realidade polarizada.
 Portanto, era necessário que sua expressão andrógina inata escolhesse uma forma de gênero. 

Então, conforme vocês continuavam com suas muitas encarnações na Terra física, vocês se expressavam ou como homem ou como mulher.

Seu Complemento Divino passava pelo mesmo processo. 

Consequentemente, vocês dois tiveram incontáveis encarnações em ambos os vasos terrenos, masculino e feminino. 
 Porém, conforme vocês ascenderem para a quinta dimensão, sua polaridade de forma não mais será necessária.
 Daí que vocês podem, se escolherem, unificar com a integralidade de seu EU Multidimensional andrógino.

Para vocês entenderem completamente o que nós estamos para dizer, pedimos que leiam com seu pensamento multidimensional.


Nós apresentamos o nosso Eu como nossas duas expressões extremas: feminina e masculina. 

 É verdade que vocês têm percebido seres de dimensões superiores nas formas masculina ou feminina, pois alguns de nós, principalmente os Pleiadianos, ainda gostamos de manter uma forma masculina ou uma feminina.

Porém, nós sempre estamos intimamente conectados com nosso Complemento Divino. 


Visto que tempo e espaço não existem na quinta dimensão, da mesma forma como no mundo físico, um de nós pode estar em nosso planeta lar e o outro em uma Nave Espacial viajando pelo Universo sem termos qualquer sensação de separação.


Podemos fazer assim porque nós retornamos à nossa verdadeira natureza multidimensional quando ascendemos de volta à quinta dimensão.

Assim, nós podemos experimentar duas ou mais realidades no mesmo momento do AGORA.

Em outras palavras, nós experimentamos nossa vida como UM ser que está experimentando duas, na verdade, muito mais do que duas realidades de uma vez só.

É por causa desta última sentença que nós lhes pedimos para pensarem multidimensionalmente. 


De fato, nós viemos a vocês nesta época para assisti-los a pensar multidimensionalmente para que vocês possam mais facilmente entender e participar totalmente da sua realidade em eterna ascensão.

Nós ESTAREMOS lhes contando algumas de nossas experiências de ascensão, quando nós, Pleiadianos, retornamos à nossa expressão pentadimensional.

 Diferente de nossos queridos amigos Arcturianos, nós somos uma civilização que adora a expressão de uma forma.
Os Arcturianos ascenderam muito anos antes de nós, mas nós permanecemos em contato contínuo, pois nossas civilizações estão intermescladas por muito mais tempo que o seu tempo poderia contar. 


Na verdade, muitos dos nossos em ascensão na Terra têm expressões superiores e vivem/experimentam continuamente em ambos os mundos, o Pleiadiano e o Arcturiano.



Os conceitos de vida e expressão têm o mesmo significado para um ser multidimensional, pois nós não precisamos "nascer" e "morrer" como vocês precisam na sua realidade física.

Ao invés disso, nós escolhemos nos engajar numa determinada forma/realidade até que nós nos sentimos completos com essa experiência.

Então, nós meramente saímos dessa realidade, mas nos lembramos de todas as experiências de todas as realidades de que participamos. 

Nós sabemos que esta extensão de memória parece impossível para o seu pensamento tridimensional, mas nós lhes garantimos que é coerente para todas as formas de vida da quinta dimensão e acima. 


Aqueles de vocês que estão despertando para suas expressões superiores, que são somente "superiores" para a percepção de seu vaso terreno, entendem o que nós estamos dizendo.

 Para aqueles que ainda-não-tiveram essa experiência, o que estamos dizendo provavelmente pareça impossível.


Porém, nós queremos encorajá-los a abolir o conceito de "impossível" de seus padrões de pensamento, pois vocês estão para entrar numa nova vida em que o impossível é provável.


Por exemplo, muitos de vocês estão conhecendo um alguém em terra ou alguém de dimensão superior, que vocês acreditam ser seu Complemento Divino ou Chama Gêmea.



Em alguns casos, vocês estão percebendo que seu Complemento Divino é alguém que está próximo de vocês há muitos anos. 

 Em outros casos, vocês podem ter uma chance de conhecer alguém que vocês sabem em seu coração que é o seu Complemento. 


Às vezes, vocês conseguem entrar num relacionamento íntimo e duradouro com essa pessoa, mas às vezes essa pessoa precisa deixar sua vida por uma razão que é difícil de vocês aceitarem.

 Se o segundo exemplo for o caso, ele é frequente porque é importante que ambos continuem sozinhos sua Razão para a Encarnação.


Neste caso, vocês dois estão criando uma pirâmide de ascensão por manterem sua conexão física através de sua consciência enquanto ambos se focalizam em seu EU já unificado na quinta dimensão.

Se for este o caso, é porque vocês dois fizeram esta escolha antes de assumirem sua forma atual.


De seu estado eterno na quinta dimensão, uma simples vida de separação seria insignificante em comparação à contribuição que vocês dariam a Gaia por ancorar sua consciência comum de um com o outro e de suas expressões unificadas pentadimensionais.


Na verdade, a maioria dos sacrifícios que os nossos em ascensão tiveram de fazer foram escolhidos antes do nascimento de ou despertar para o seu EU e/ou assistir a Ascensão Planetária.


Conforme vocês continuam a retornar ao seu pensamento multidimensional eterno, as dificuldades de sua vida até aqui serão apagadas de sua memória.

 Somente aquilo que vocês aprenderam dessas dificuldades tem importância para seu processo de ascensão.

Consequentemente, como um benefício pela participação na ascensão de Gaia, vocês verão que essas experiências fundadas no medo começarão a desaparecer de sua memória.


Essas experiências fundadas no medo ficarão semelhantes a um remédio com gosto ruim que vocês tiveram que tomar. 

Vocês não gostaram do remédio, mas estão felizes por ele tê-los feito sentir-se bem.


Do mesmo modo, suas dificuldades passadas foram escolhidas pelo seu EU Multidimensional para garantir que aquele negócio inacabado que baixou sua consciência por incontáveis vidas fosse resolvido e liberado. 

Agora que vocês são os Vitoriosos de muitas de suas experiências passadas de vitimização, vocês podem entender o que estamos dizendo.


Ficar preso no passado é ficar preso no tempo.

E, ficar preso no tempo é ficar preso na terceira/quarta dimensão. 


Portanto, vocês escolheram incluir algumas experiências desagradáveis no seu Contrato de Nascimento para forçá-los a esquecer da dor e do sofrimento e partirem para a criação de uma vida nova e melhor.


Vocês veem, queridos em ascensão, que o que vocês estão fazendo, em sua liberação pessoal do tempo e de todos os problemas dele, é vital para assistir Gaia a se libertar de Suas incontáveis experiências fundadas no medo da humanidade "em elevação".


De todos os filhos d'Ela, a humanidade foi a mais desafiadora. 

 Seus vegetais e animais jamais se esqueceram de que eles eram componentes de Sua forma.
 Porém, a humanidade tinha tanta intenção de obter o poder sobre os outros que ela até escolheu conquistar a própria forma física que lhe permitiria experimentar a encarnação.

Desejamos lhes dizer que Gaia está muito feliz por muitos de Seus humanos terem encontrado seu poder-interior e não precisarem mais experimentar o poder-sobre. 

Na verdade, conforme a escuridão/medo é liberada pela Humanidade, Sua frequência está se elevando acima da ressonância da realidade fundada no medo.


Nós, junto com Gaia, os lembramos outra vez de que a contribuição mais importante que vocês podem dar à Ascensão Planetária é se RECUSAR a participar de qualquer forma de medo.


Isto inclui todas as formas de raiva e mágoa.


Este pedido é um que nós não poderíamos ter feito aos nossos em ascensão até o seu momento de AGORA.

Com o Eclipse, o retorno do querido Vênus às nossas Plêiades, a jornada de Vênus entre o Sol e a Terra (6/6/2012) e os incontáveis outros padrões de energia Solar e Universal entrando na Terra, os nossos em ascensão DEVEM liberar aquilo que está acabado para abraçar o que está começando.


Nós, os membros da sua Família Galáctica,

 estamos AQUI para assisti-los AGORA!

As bênçãos de

 Mytria/Mytre das Plêiades.



Post. e Formatação
Tradução: SINTESE para os Blogs:
 De Coração a Coração e Sintese

ALMA GEMEA- PARTE 2 CHAMAS ARDENTES, COMPLEMENTOS DIVINOS



Sem dúvida alguma o tema “Alma Gêmea” é fascinante, porém é interessante saber que...

Um dia essas mesmas almas, que hoje são chamadas ou entendidas como Almas Gêmeas, evoluirão e se tornarão ainda mais unidas, mais próximas e mais divinizadas. Então poderão ser chamadas de COMPLEMENTOS DIVINOS. Da mesma forma que, antes de serem ALMAS GÊMEAS, já foram CHAMAS ARDENTES.

MAS AFINAL QUE SÃO CHAMAS ARDENTES ?

CHAMAS ARDENTES SÃO pares amorosos caracterizados por pessoas ligadas profundamente em sua afetividade, sentidos e sexualidade com muita afinidade, praticamente em todos os parâmetros de avaliação. Elas se aproximam pelos atributos físicos, olhar, identificação visual, sentem uma forte simpatia que puxa um para o outro seguido de uma forte impressão, quase uma necessidade de aproximação, um impulso difícil de controlar e impedir. Geralmente são pessoas semelhantes, gostam das mesmas coisas, possuem interesses pelas mesmas causas, trazendo uma sensação de bem estar. O afeto e a sexualidade entre Chamas Ardentes são muito intensos e apaixonados. Existe amor, estima, bem querer, amizade, companheirismo; mas geralmente é possessivo, ciumento e egoísta em razão de não estarem ainda em uma condição tão sublimada e evoluída.

CHAMAS ARDENTES SÃO ALMAS GÊMEAS SÓ QUE NUM ESTÁGIO ANTERIOR OU MENOS LAPIDADO.

E O QUE SÃO OS COMPLEMENTOS DIVINOS ?

COMPLEMENTOS DIVINOS são espíritos altamente evoluídos, que já ascenderam a níveis muito elevados de existência.

SÃO ESPÍRITOS QUE, AO LONGO DE SUAS CAMINHADAS PROGRESSIVAS, UM DIA ENCARNARAM COMO CHAMAS ARDENTES E POSTERIORMENTE COMO ALMAS GÊMEAS. Esses espíritos continuam sendo Almas Gêmeas, no sentido da profunda ligação do amor, extraordinária semelhança ou parecença e notável identificação, porém são mais do que almas, pois são ligados e referenciados em algo muito superior, ou seja, a essência espiritual. Complementos Divinos são Seres Angelicais: A Forma-Luz feminina exalta as mais raras virtudes da natureza espiritual feminina, e a Forma-Luz masculina, as equivalentes da natureza masculina, também no seu estado mais sublime, grandioso e puro, onde os mais importantes representativos sejam o sentido de abnegação, generosidade e doação. São espíritos que trabalham intensamente pelos mundos em evolução e por seus habitantes, incluindo as formas-espíritos inumanas ou animais, as formas-espíritos natureza com todas as suas representações e estruturas e a própria forma-espírito-planetária.

A Grande meta dos Espíritos Complementos Divinos é tornar-se Mestres e, antes de mais nada, de si mesmos, pois ninguém se torna um mestre para outro se antes não tiver aprendido, completa e verdadeiramente, ser seu próprio mestre."

COMPLEMENTOS DIVINOS : “São Formas-Luz que abrem suas asas esplendorosas como os Anjos sobre aqueles que trilham os caminhos,

que um dia eles também já trilharam”.

ALGUNS COMPLEMENTOS DIVINOS MAIS CONHECIDOS:

ARCANJOS E ARCANGELINAS: Miguel e Santa Fé; Samuel e Caridade; Gabriel e Esperança; Rafael e Maria.

ELOHINS E ELOHAS: Hércules e Amazona; Cassiopéia e Minerva; Orion e Angélica; Claire e Astréa; Arcturos e Diana.

MESTRAS E MESTRES ASCENSIONADOS: El Morya e Míriam; Seraphis Bey e Lís (Isis); Hilarion e Matilde (Pallas Athenas); Saint Germain e Pórtia.

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

OBSESSÃO: 10 SINAIS DE ALARME. LEIAM COM ATENÇÃO



Sinais de Alarme

Há dez sinais vermelhos, no caminho da experiência, indicando queda provável na obsessão:

quando entramos na faixa da impaciência;

quando acreditamos que a nossa dor é a maior;

quando passamos a ver ingratidão nos amigos;

quando imaginamos maldade nas atitudes dos companheiros;

quando comentamos o lado menos feliz dessa ou daquela pessoa;

quando reclamamos apreço e reconhecimento;

quando supomos que o nosso trabalho está sendo excessivo;

quando passamos o dia a exigir esforço alheio, sem prestar o mais leve serviço;

quando pretendemos fugir de nós mesmos, através do álcool ou do entorpecente;

quando julgamos que o dever é apenas dos outros.

Toda vez que um desses sinais venha a surgir no trânsito de nossas idéias, a Lei Divina está presente, recomendando-nos a prudência de amparar-nos no socorro da prece ou na luz do discernimento.

* * *

Vieira, Waldo; Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Ideal Espírita.
Ditado pelo Espírito Scheilla.
CEC.

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Anjos não usam asas para voar; saiba para que elas servem


Os anjos são criaturas celestiais, a quem todas as religiões fazem referência. Aparecem, em geral, em desenhos e descrições, como portadores de grandes asas brancas. Não creio que os anjos necessitem delas para voar, pois eles são seres de luz e se movimentam com muita leveza e fluidez. Se não são para voar, para que servem, então, as asas dos anjos?
Os anjos usam as asas como uma espécie de escudo espiritual, couraça de proteção diante de necessidades e emergências do mundo. Explico melhor: as asas servem para envolver os seus protegidos. À vista de um perigo, de uma situação difícil, para lá voa o anjo e, com a força magnífica de suas asas, esconde ou desvia a pessoa do risco iminente, da ameaça terrível, do perigo mortal.

A eficácia do procedimento, porém, depende do próprio protegido que, por méritos pessoais, faz com que as asas do anjo se enlacem, cubram-no completamente, o auxiliem de verdade.
 
Por outro lado, as pessoas de atitudes e comportamentos fora das expectativas enfraquecem as asas de seus anjos-da-guarda, tornando-as menos poderosas e, assim, incapazes de defender seus protegidos das coisas ruins que podem ocorrer a qualquer momento, principalmente com aqueles que não se alinham bem na vida. Nesses casos, o anjo-da-guarda se recolhe envergonhado, usando as asas para se cobrir e não revelar sua grande tristeza.
Saibamos nos comportar de acordo com esse princípio. Respeitar o anjo que olha por nós é adquirir um aliado robusto para as aventuras e provações da vida. Esse desafio deve ser cultivado todos os dias, um depois do outro, e nos torna grandiosos e espiritualmente preparados para maiores níveis de amadurecimento do carma.
Quer saber mais sobre o trabalho de Marina Gold, ou entrar em contato com ela, clique aqui.
Marina Gold

Somos responsáveis por tudo o que nos acontece! A escolha é sempre Nossa!





Somos 100% responsáveis por absolutamente tudo o que nos acontece!
De bem ou de mal. Porquê possuímos o livre arbítrio de escolher o que pensar, falar e fazer. E é a partir do uso do livre arbítrio que executamos a nossa vida.

Enquanto responsabilizamos a sorte, o outro, o destino, o Karma, os pais, a educação, a crise, enfim tudo o que está além da nossa própria responsabilidade, vivemos submetidos às Leis do homem comum: sofrimento, dor, medo.

Quando a responsabilidade se encontra no poder externo, perdemos o poder de ação de mudar aquilo que consideramos insatisfatório. Responsabilizando os outros e o destino, entregamos a eles, o nosso poder de escolher, de mudar!

Mas quando assumimos a responsabilidade pela nossa própria vida e, por tudo o que nos acontece, restabelecemos o poder de decidir sobre o medo, sobre a dor e sobre o sofrimento, nos tornando responsáveis para decidir o que queremos viver.

Enquanto não compreendermos e assumirmos de frente, nosso papel perante aos compromissos, com os quais nos comprometemos antes de ocuparmos mais este corpo, e continuarmos a buscar no exterior definições, conselhos, amor, auxílio e curas, manteremos nossa força adormecida, o que nos torna extremamente limitados, a executarmos as mudanças tão necessárias à nossa ascensão espiritual.

Na medida que não mais procuremos fora, o que está em nossos corações, não só acharemos a nossa tão almejada felicidade, como também encontraremos tudo o que há tanto tempo desejamos.


Que a força do amor, de nós por nós mesmos, nos dê a oportunidade de conseguirmos atingir o nosso tão almejado crescimento.


Paz e Sucesso!



Amigo (a) precisamos de sua colaboração na divulgação desse site a seus amigos.
Muito obrigado e muita Luz em sua vida!


Palermo & Amigos


FONTE:
http://www.magodaluz.com.br/

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

O sofrimento suportável - Roberto Shinyashiki


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Por que as pessoas evitam o tudo ou nada e acabam convivendo com situações insatisfatórias pela vida afora?

Todos nós temos uma tendência bastante natural: fazemos o que nos dá prazer e evitamos o que nos provoca sofrimento.

Para entender o que leva alguém a manter relacionamentos, profissões, empregos e circunstâncias profundamente insatisfatórios, precisamos analisar a forma como as pessoas definem o sofrimento. A percepção do que é sofrimento vai determinar as escolhas e, portanto, os comportamentos.

As pessoas somente mudarão quanto a dor de não estar vivendo for maior do que o medo da mudança.

Na verdade, decidimos manter uma situação desagradável porque tememos sofrimentos desconhecidos ou maiores do que aqueles que vivemos – ainda que persistam por menos tempo.

Se você compreende que sofrer é a perspectiva de não se sair bem no próximo emprego ou relacionamento, poderá se sujeitar a um chefe que o humilhe diariamente ou a uma relação sem amor.

Se seu filho compreende que sofrer é ficar sem dinheiro, vai sujeitar-se a viver eternamente dependente dos pais.

Se uma viúva imaginar que sofrer é ir a um jantar e não ter com quem conversar, aceitará viver sem sair de casa pelo resto da vida.

Isso nos leva a pensar que, na maior parte das vezes, as pessoas não percebem que fazem escolhas que provocam diariamente mais e mais sofrimento.

Essa percepção distorcida faz a gente optar por relacionamentos, profissões, empregos e circunstâncias que não nos realizam como seres humanos – e começamos a distorcer nossas escolhas.

É por causa disso que muita gente, sem ao menos saber, prefere permanecer vivendo com um sofrimento conhecido a tomar uma decisão que leve a um sofrimento desconhecido.

Outras pessoas, também sem se dar conta, preferem conviver com um sofrimento suportável a se arriscar por um caminho em que, de repente, venham a sofrer ainda mais.

É o caso daquele casal de namorados que briga diariamente, mas não termina porque nenhum dos dois quer viver o sofrimento da separação. Muitas vezes ficam se torturando durante anos porque não têm coragem de enfrentar a dor momentânea de um rompimento.

São as mulheres que não falam das frustrações sexuais com seu companheiro por medo de desencadear uma crise conjugal. Elas não tomam uma decisão que possa melhorar sua vida porque têm medo de provocar mais problemas.

Infelizmente muitas pessoas vão envelhecer sem perceber que estão colecionando frustrações e sofrimentos, quando na verdade têm muitas opções de mudança.

Está na hora de as pessoas pararem de usar óculos cor-de-rosa e fazerem promessas vazias a si próprias! Elas precisam acreditar que a vida pode ser muito melhor do que é agora!
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Crédito de imagem:


Postado por Beki Bassan



FONTE:
http://bekibassan.wordpress.com/

domingo, 14 de outubro de 2012

Marte em trânsito por Sagitário [7-Outubro a 16-Novembro 2012]


Estamos apenas há 2 dias com Marte a transitar por Sagitário e sem esforçar a minha memória, recordo-me de ter visto nas televisões portuguesas, a cúpula da Igreja Católica Portuguesa em sérios comentários sociais, atendendo ao momento em que se vive em Portugal. Hoje mesmo o Cardeal Patriarca de Lisboa veio comentar sobre o perigo de um novo Concílio na Igreja. Até o IVA da Igreja Católica foi debatido nos 'media'. Nada mais Marte entrar em Sagitário, o Bispo do Algarve apelou a um “despertar de consciências” perante a actual situação de crise que afecta o país. Para que não me acusem de só falar de um dos canais religiosos em Portugal, também comento que a Associação Ateísta Portuguesa (AAP) considerou hoje que a decisão do Governo, de excluir as fundações católicas do processo de avaliação, é uma «situação imoral». E isto que se passa aqui, está a ocorrer em todo o mundo. Todas as correntes religiosas irão estar em alta wnquanto Marte transitar por Sagitário.
Sagitário é, entre muitas outras cosias, o signo que trata das convicções religiosas e filosóficas. Muitas pessoas sentirão uma necessidade maior de frequentar os seus templos, de falarem das suas convicções e abraçarão causas que habitualmente o fariam com discrição. Logo no domingo, 1º dia do ingresso de Marte em Sagitário, notei que havia muitos carros, carrinhas e até tratores, ao redor de um pequeno templo evangélico, perto da minha casa no campo, e que não costuma atrair tanta gente assim.
Ora, se transportarmos estas situações para o Médio Oriente, veremos situações extremas ligadas à fé do Islão. Nem me surpreenderia se houvesse alguns atentados suicidas, com auto-imolação de fiéis. Estejamos atentos às muitas notícias que acontecerão. Por exemplo, esta: Hamas e Jihad islâmica lançaram mísseis contra Israel, sem vítimas. Estamos sempre a falar do mesmo: de um Sagitário com Marte a transitar no seu ventre.
Tudo isto para resumirmos numa só palavra: o ser humano necessita de uma «ideologia» para se sentir mais completo, mais realizado, mais próximo de algo inatingível. Marte está num signo de Fogo, que pertence à sua própria natureza, o que o faz sentir-se cómodo, e como se encontra no último signo da trindade de Fogo, é pelo lado do Alto que Marte se desenvolve. Em Leão, mexe-se todo para ajeitar o ego e em Carneiro movimenta-se um pouco à toa, sem grandes propósitos, excepto o escalar. É em Sagitário que Marte se eleva.
Marte neste trânsito precisa de espaço, de horizontes largos e é aqui que eu gosto muito de sintetizar assim: «Em Frente e para o Alto». Façamos isso e sentir-nos-emos bem.
Marte em Sagitário preza a inteligência. Pois é! Em vez de prezar a combatividade, prefere a inteligência, sobretudo a emocional, para cumprir os seus fins. E este são elevados. Iremos sentir e assistir que as pessoas que habitualmente fazem muita questão em negar a existência transcendental do Divino, nestes dias, até 16 de Novembro, irão proceder à sua redenção. Não disse rendição, mas sim, redenção. Vou gostar de ver e sentir-me bem com isso.
Um outro aspecto muito em evidência neste trânsito, irá ter como pano de fundo o Facebook e outras redes sociais: sonhar com viagens, com o que é longínquo, com o escapar do dia-a-dia. Iremos ver materializadas com milhares de fotos de sítios do planeta que a muitos nos apetecerá visitar. Gente com dinheiro irá e mostrará as fotos. Os outros [eu], sonharemos acordados e surgirão aos nossos olhos as mais bonitas imagens do nosso planeta. A questão, neste terceiro milénio é esta: quem faz turismo e quem é viajante? Que ninguém leve a mal esta afirmação.
Haverá uma maior apetência para se ir viver para o estrangeiro e o momento que vivemos ajuda a concretizar essas ideias.
Analise com cuidado o seu Marte natal. Se estiver sob tensão, pode haver tendência a um discurso sarcástico, falta de diplomacia na manifestação de opiniões, incapacidade para considerar as opiniões dos outros, petulância e o desejo de liberdade irrestrita, a todo custo. Cuide-se muito e oxalá tenha no seu mapa natal outros posicionamentos que abrandem estes excessos. Não faça inimigos. Não vale a pena.
Com um Marte natal positivado, as pessoas serão directas e abertas nas suas atitudes e acções. Possuem senso de justiça.
Passem todos muito bem.
 
 FONTE:  BLOG COVA DO URSO

CÉLULAS VIVAS EM MÚMIAS


E também os antigos egípcios, além dos procedimentos mágicos de magnetização, conheciam e empregavam certos ingredientes secretos que mantinham o viço e o frescor dos cadáveres mumificados. Assim as suas células continuavam vivas e aptas a serem um dia qualquer revividas. Os filmes de terror geralmente fazem uma idéia errônea quanto à ressureição das múmias. Algo que cientificamente é possível - porém jamais uma delas sairá andando. Será, sim, em um outro corpo, em uma nova vida, que ela se desancilosará e novamente caminhará! A múmia da princesa egípcia Menes, originária do ano 322 A.C., em 1963 teve que ser colocada às pressas sob refrigeração no laboratório da Universidade de Oklahoma, pois ao ser retirada da sua tumba começava a se decompor. Os cientistas constataram que as suas células continuavam intactas e portanto surpreendentemente VIVAS! Bastaria portanto - apenas e tão-somente - que um desses cientistas mais ousado e mediante o emprego de uma mulher receptora, efetuasse uma simples operação clonagem para que Menes voltasse a caminhar pela face da Terra, muitos milênios depois da sua viagem no tempo efetuada no Antigo Egito!

SIMPLESMENTE DORMINDO...


.... Você diria que esta menina está apenas dormindo? Sim, acertou. Porém ela realmente esteve - e por mais de 800 anos! AGORA, desde o momento em que foi abruptamente retirada da sua cripta de gelo, ela se tornou realmente morta e assim, estando fora da sua proteção, começou a inevitável degradação do corpo! E não duvidemos disso: os altos sacerdotes incas, assim como os egípcios, conheciam certo
s segredos muito além da nossa compreensão. Um tipo bem determinado e especial de múmias incas ainda repousa nas chamadas Huacas - esconderijos secretos situados nas mais altas e inacessíveis geleiras. Esses verdadeiros refúgios (ou cápsulas) para o futuro foram mencionados pelo antigo cronista espanhol Garsilaso de La Vega (na época das conquistas) e, mais recentemente, pelo cientista e BIÓLOGO também espanhol Garcia Béltran: Cientificamente, essas múmias eram corpos com todos os órgãos internos inertes, mas vivos, devido à hibernação, processo que os incas conheciam muito bem. Essas espécies de embalsamamento tinham um objetivo científico devido aos incas acreditarem que num longínquo dia a ciência estaria apta a devolver novamente a alma e a vida às múmias...... O sapo nelado era um segredo inca. Supõe-se que a menina devia trazer consigo uma mensagem da ciência inca destinada a uma humanidade futura, mas que fora morta pela sua brusca exumação. As estatuetas de ouro, e especialmente a da cabeça de sapo, davam em uma linguagem secreta a explicação da experiência

CIÊNCIA EM PAUTA: Dedo gigante de 38 cm é encontrado no Egito


dedo gigante thumb Dedo gigante de 38 cm é encontrado no Egito
Que diabos é isso? Na foto vemos um dedo gigante assustador. Você vai reconhecê-lo quase imediatamente, mas ainda precisa olhar mais algumas vezes.

Enquanto é possível ver uma unha em uma das pontas, do outro lado parece ser o osso. O estado do material se encontra mumificado. Em alguns pontos, porém, se desintegrou.
A relíquia macabra parece ser um dedo, mas enorme, 38 cm de comprimento. Qual é o segredo por trás disso? Poucas pessoas já viram esse dedo de perto desde 1988 e agora as fotos estão sendo reveladas na Alemanha.

Tem uma imagem de raios-X para comprovar a sua autenticidade (foto abaixo). Aparentemente, segundo rumores locais, este dedo gigante foi encontrado por um ladrão de túmulos.
Segundo especialistas e matemáticos, o dono do dedo teria nada menos que 6.3 metros de altura.
Seria um gigante humano ou um extraterrestre?

dedo gigante2 thumb Dedo gigante de 38 cm é encontrado no Egito
dedo gigante3 thumb Dedo gigante de 38 cm é encontrado no Egito
Raio X – Osso intacto por dentro do dedo gigante.

dedo gigante4 thumb Dedo gigante de 38 cm é encontrado no Egito 

http://arquivoufo.com.br/2012/03/11/dedo-gigante-de-38-cm-e-encontrado-no-egito/

Dedo gigante encontrado no Egito

O fotógrafo Gregory Spörri em seu último dia de sua investigação particular em 1988, lhe foi dada uma dica para contatar um velho “ladrão de tumbas”. O encontro ocorreu a 100 quilômetros ao nordeste de Cairo. Por $300 Spörri poderia dar uma olhada no ‘tesouro de família’ do ladrão de tumbas.
  Embrulhado em velhos trapos estava o objeto. “Era um embrulho alongado e cheirava mofo. Eu fiquei totalmente pasmo quando vi a relíquia marrom escura; pude pegá-la na minha mão e tirar fotos, com uma cédula ao seu lado para comparar o tamanho“, disse Spörri. O dedo estava quebrado e coberto por bolor seco. “Era surpreendentemente leve, talvez alguns quilogramas. Meu coração estava no meu pescoço. Aquilo era incrível. Em proporção, o corpo daquele dedo deveria ter uns 5 metros de altura e o dedo teria 40 centímetros de comprimento…“
 O ladrão de tumbas teria também mostrado ao suíço um certificado de autenticidade e uma imagem de raio-X. Ambos da década de 60. “O ladrão de tumbas jurou em nome de Alá que era verdade. O dedo não estava à venda. Parecia ser muito importante para ele e sua família. Hoje Spörri se arrepende de ter retornado à sua casa somente com foto. Os cientistas não estavam interessados, pois achavam ser impossível. “A relíquia não encaixa em suas teorias“, disse Spörri. Ele não queria zombar dos especialistas e deixou a história morrer. Então, em 2009 ele voltou a pesquisar as antigas relíquias árabes, mas nenhuma pista foi encontrada.
Tudo teoria. O fato é que o dedo ainda não foi encontrado.
A intrigante descoberta está em seu livro publicado “The Lost God. Day of Doom” (O Deus Perdido. Dia da Maldição), um suspense no qual mostra a relíquia e uma história fictícia ao redor do mistério.

Além de algumas fotos que podem muito bem terem sido forjadas e a palavra de um fotógrafo, não há comprovação alguma de que esta relíquia realmente seja verdadeira. Mesmo assim, ela mexe com nossa imaginação.



Fonte: Ovini Hoje

PODEROSISSIMA: A GRANDE INVOCAÇÃO

Sempre que faço esta oração ao meu redor se enche de pura luz. Seres maravilhosos atendem ao meu chamado e vêm me abençoar: Pratiquem e sintam vocês mesmos.


Do ponto de Luz na mente de Deus,

Que flua Luz à mente dos homens

E que a Luz desça à Terra.



Do ponto de Amor no coração de Deus

Que flua amor ao coração dos homens

Que Cristo retorne à Terra.



Do centro onde a vontade de Deus é conhecida,

Que o propósito guie as pequenas vontades dos homens,

Propósito que os mestres conhecem e servem.



Do centro a que chamamos a raça dos homens

Que se realize o plano de Amor e de Luz

E se feche a porta onde se encontra o mal.



Que a Luz, o Amor e o Poder

Restabeleçam o Plano Divino sobre a Terra

Hoje e por toda a eternidade. Amém.

Anúbis



Anúbis, também conhecido como Anupu, ou Anupo e cujo nome hieroglífico é traduzido mais propriamente como Anpu, é o antigo deus egípcio da morte e dos moribundos, por vezes também considerado deus do submundo.

Conhecido como deus do embalsamamento, presidia às mumificações e era também o guardião das necrópoles, das tumbas, e o juiz dos mortos. Os egípcios acreditavam que no julgamento de



um morto era pesado seu coração e a pena da verdade(como podemos ver em muitas gravuras egípcias). Era quem guiava a alma dos mortos no Além. Os sacerdotes de Anúbis, chamados "stm", usavam máscaras de chacais durante os rituais de mumificação.

Anúbis é uma das mais antigas divindades da mitologia egípcia e seu papel mudou à medida que os mitos amadureciam, passando de principal deus do mundo inferior a juiz dos mortos, depois que Osíris assumiu aquele papel. A associação de Anúbis com chacais provavelmente se deve ao fato de estes perambularem pelos cemitérios.

O Anúbis era pintado de preto, por ser escura a tonalidade dos corpos embalsamados. Apesar de muitas vezes identificado como "sab", o chacal, e não como 'iwiw", o cachorro, ainda existe muita confusão sobre qual animal Anúbis era realmente. Alguns egiptologistas se referem ao "animal de Anúbis" para indicar a espécie desconhecida que ele representava.

As cidades dedicadas a Anúbis eram conhecidas pelo grande número de múmias e até por cemitérios inteiros de cães. A sua mãe é Néftis, que durante uma briga com o marido Seth passou-se por Isis e teve relações com Osíris. Anúbis é pai de Qeb-hwt, também conhecida como Kebechet. Em épocas mais tardias, Anúbis foi combinado com o deus grego Hermes, surgindo assim Hermanúbis. "Nós, os Chacais, sacerdotes de Anúbis, somos os guardiães de suas tumbas gloriosas ou sepulturas humildes. Somos os guardiães dos mortos. Somos os servos de Anúbis. Somos a Cinópolis." Capítulo dos Mortos, Livro de Maat.

Qual estrela reinventado a imanência da sua luz no cosmos da imortalidade, onde a mítica constelação da vida se traduzia e renovava num fulgor eterno, Anúbis (Anupu em egípcio) iluminava a noite do panteão egípcio enquanto pilar que sustinha o templo de um mito intemporal que prometia às almas a eternidade.

Escravizados pelo alento de vogarem no regaço da imortalidade, superando os próprios limites da existência, os Egípcios conceberam a arte do embalsamamento, que, ao conservar os seus corpos, os arrebatava ao abominável espectro da deterioração, tal como sugere uma das muitas inscrições talhadas sobre os caixões: “Eu não deteriorarei. O meu corpo não será presa dos vermes, pois ele é durável e não será aniquilado no país da eternidade”. Esta arte divina, apta a enfeitiçar o tempo, tornando-o escravo daqueles que a ela recorriam, era ditada, reinventada e abençoada por Anúbis, guardião das sublimes moradas da eternidade, Soberano das mumificações e embalsamamentos, intermediário entre o defunto e o tribunal que o aguardava no Além e deidade cuja aparência é estigmatizada pelas incumbências de que é investido. Por conseguinte, e numa flagrante evocação dos cães e chacais que velavam pelas inóspitas e desérticas necrópoles, esta divindade surge como um animal da família dos Canídeos ou, então, como um homem detentor de uma cabeça de chacal. A mitologia egípcia revela-nos que Anúbis era fruto de uma ilegítima noite de amor vivida por Osíris nos braços de Néftis.

A lenda revela-nos que tão inusitada união dera-se quando do retorno do então Soberano do Egito ao seu magnífico país. Extenuando de uma viagem que o mantivera longe da sua pátria por uma eternidade, Osíris ardia em desejo de sentir o Sol que raiava no olhar de Ísis despir a mortalha de nuvens, tecida pela saudade, que vestia e sufocava os céus de sua alma. Ao vislumbrar Néftis, o deus enlaça-a então em seus braços, tomando-a pela sua esposa. E os seus sentidos, cegos pela paixão, revelam-se impotentes para lhe desvendar a traição que ele cometia, antes desta encontrar-se consumada. Graças a uma coroa de meliloto abandonada por Osíris no leito de Néftis, Ísis abraça a percepção de que o seu amado esposo havia-lhe sido infiel e, desesperada, confronta a sua irmã, que lhe revela que de tão ilídimas núpcias nascera um filho, Anúbis, o qual, temendo a cólera do seu esposo legítimo, Seth, ela havia ocultado algures nos pântanos. Ísis, a quem não fora concedido o apanágio de conceber um filho de Osíris, enleia então a resolução de resgatá-lo ao seu esconderijo, percorrendo assim todo o país até encontrar a criança. Acto contínuo, e numa notória demonstração da benevolência que lhe era característica, a deusa amamenta Anúbis, criando-o para tornar-se o seu protetor e mais fiel companheiro.

A lenda de Osíris comprova que Ísis foi coroada de sucesso, uma vez que, após o desmembramento do corpo de seu esposo, Anúbis voluntariou-se prontamente para auxiliar a deusa a reunir os inúmeros fragmentos do defunto. Posteriormente, Anúbis participa com igual dedicação nos rituais executados com o fim de restituir a Osíris o sopro de vida e que lhe facultaram a concepção da primeira múmia, fato que legitimou a sua conversão no venerado deus do embalsamamento, eterno guia do defunto no Além. A sua crescente influência garantiu-lhe um posto relevante no tribunal composto por quarenta e dois juizes que julgava os recém- inumados. De fato, é ele quem conduz o morto até Osíris, apresentando-o ao tribunal por ele presidido, para de seguida proceder à pesagem do coração. Se porventura o morto desejar mais tarde regressar à terra, é Anúbis quem ele tem a obrigação de notificar previamente, dado que esta surtida só será exequível com o seu consentimento expresso, formalmente consignado sob a forma de um decreto.

As suas múltiplas funções permitem a este deus deter diversas denominações, embora todas elas se encontrem intrincadamente relacionadas com o seu papel na vida póstuma dos egípcios. Assim, Anúbis é reconhecido como “o das ligaduras”, como patrono dos embalsamadores, “presidente do pavilhão divino”, enquanto soberano do edifício onde a poesia da mumificação era declamada por peritos, “senhor da necrópole” ou então “aquele que está em cima da montanha”, designações que exaltavam a sua posição enquanto guardião dos túmulos e condutor dos defuntos nos traiçoeiros labirintos do mundo inferior. Como tal, não é de todo inusitado o rol interminável de hinos e preces a ele destinados, que encontramos não raras vezes nas paredes das mastabas mais antigas e igualmente no famigerado “Texto das Pirâmides”.

Anúbis constitui igualmente a deidade tutelar da décima sétima província do Alto Egito, cuja capital, Cinopólis (“A Cidade dos Cães”), era o âmago do seu culto, não obstante a sua imagem ser também uma constante em relevos e textos figurativos existentes nas sepulturas reais ou plebéias do vale do Nilo. Com efeito, ao longo de toda a época faraônica, Anúbis usufruiu de uma inefável popularidade que se refletiu na sólida implantação do seu culto nos díspares centros religiosos do país, particularmente em Tebas ou Mênfis. Em Charuna, localidade próxima do seu principal santuário, deparamo-nos com uma necrópole de cães mumificados, os quais eram venerados enquanto animais sagrados do deus.

Mas afinal que arte era esta que Anúbis protegia e representava? Originalmente, antes de haverem alcançado o seu meticuloso método de mumificação, os Egípcios envolviam os seus defuntos numa esteira ou pele de animal, visando que o calor e o vento dissecassem os cadáveres. Após um moroso processo evolutivo, os embalsamadores conseguiram enfim obter de forma artificial tal conservação natural, mediante um prolixo tratamento, que se prolongava por setenta dias. Uma vez ser necessário quantidades abundantes de água para lavrar os corpos, este ritual era realizado na margem Ocidental do rio Nilo (a considerável distância das habitações), onde os embalsamadores trabalhavam numa tenda arejada. Ultimado o referido período de tempo, os defuntos seguiam para as designadas “Casas de Purificação”, meras salas reservadas para as práticas de mumificação, onde cada gesto dos embalsamadores era talhado no olhar vigilante dos sacerdotes. Segundo inúmeros baixos-relevos e pinturas, estes primeiros ostentavam máscaras com a efígie do deus- chacal Anúbis, a deidade protetora dos mortos, talvez num desejo de atrair a sua benevolência.

O único exemplar que se conserva de semelhante máscara leva a crer que esta servisse igualmente de proteção contra os diversos cheiros que fustigavam os embalsamadores. Alguns momentâneos descuidos destes levaram-nos a esquecerem-se, por vezes, de determinados instrumentos no interior das múmias, o que nos permite conhecer, aprofundadamente, os seus diversos utensílios de trabalho: ganchos de cobre, pinças, espátulas, colheres, agulhas, vasos munidos de bicos para deitar a goma escaldante sobre o cadáver e furadores com cabeça de forcado, para abrir, esvaziar e tornar a fechar o corpo. Dada a ausência de qualquer informação legada pelos Egípcios sobre as suas técnicas de embalsamamento, é necessário recorrer aos relatos de historiadores gregos, como Heródoto, para que a nossa curiosidade seja saciada. As suas descrições permitem-nos vislumbrar cada movimento dos embalsamadores. Em primeiro lugar, estes extraíam o cérebro do defunto pelas narinas, com o auxílio de um gancho de ferro. Seguidamente, “com uma faca de pedra da Etiópia” (segundo refere Hérodoto) efetuavam uma incisão no flanco do defunto, pelo qual retiravam os intestinos do morto.

Após terem limpo diligentemente a cavidade abdominal, lavavam-na com vinho de palma e preenchiam o ventre com uma fusão de mirra pura, canela e outras matérias odoríferas. Deixavam então o corpo repousar numa solução alcalina, baseada em cristais de natrão seco, onde permanecia durante setenta dias, ao fim dos quais a múmia era envolvida com mais de vinte camadas de ligaduras e coberta por um óleo de embalsamamento (uma mistura de óleos vegetais e de resinas aromáticas- coníferas do Líbano, incenso e mirra), que endurecia, rapidamente. Todavia, as suas propriedades anti-micósicas e anti-bacterianas não protegiam a estrutura do corpo esvaziado, dessecado e leve, facto comprovado pelo incidente ocorrido com a múmia do jovem faraó Tutankhámon, que se fragmentou, quando a tentaram remover do seu caixão. As faixas que envolviam o defunto eram, preferencialmente, de cores vermelho e rosa, jamais sendo utilizado para a sua concepção linho novo, mas sim, aquele que era obtido a partir das vestes que o morto envergava em vida. À medida que as ligaduras eram colocadas em torno dos defuntos, os sacerdotes presentes pronunciavam fórmulas sagradas. Simultaneamente, depositavam-se nos leitos de linho inúmeros amuletos profilácticos, tendo mesmo sido encontrada uma múmia com cerca de oitenta e sete destes objetos de culto. Entre estes encontrava-se ankh (vida), uma das mais preciosas dádivas oferecidas aos homens pelos deuses; o olho de oudjat, ou olho de Hórus, símbolo de integridade, que selava a incisão feita pelos embalsamadores, para retirar as entranhas do morto; um amuleto em forma de coração, concebido para assegurar que os defuntos seriam bem sucedidos nos seus julgamentos; e o escaravelho, esculpido em pedra, barro ou vidro. Este inseto enrola bolas de esterco, onde depõe os ovos. Os Egípcios creiam que um escaravelho gigante gerara o Sol de forma similar, rolando-o em direção do horizonte, até ao firmamento. Uma vez que todas as manhãs este astro soberano desprende-se de um abraço de trevas, o escaravelho tornou-se num símbolo da ressurreição dos mortos.


No exórdio da civilização egípcia, ultimados os seus processos de mumificação, as pessoas notáveis eram inumadas num caixão de forma retangular, depositado num sarcófago de pedra, considerado como depositário das vida. Porém, ao longo da história, os caixões sofrem diversas metamorfoses, que alteraram, radicalmente, os seus simulacros. No Médio Império, os caixões tornaram-se antropomórficos, aumentando a sua produção. A própria múmia principiou a ter uma máscara de linho estucado, isenta de qualquer semelhança com o defunto. Na realidade, inúmeras múmias eram sepultadas em diversas urnas, sendo colocada uma dentro da outra, à semelhança das bonecas russas. Deste modo, a urna interna, mais ajustada, deveria encontrar-se apertada atrás. Durante muito tempo, os sarcófagos eram construídos em madeira. Não obstante, num período mais tardio, as urnas interiores eram efetuadas com camadas de papiro ou linho, o que se tornava mais economicamente acessível. Junto aos túmulos, repousavam cofres de madeira, que guardavam quatro recipientes, desde o mais humilde pote de barro ao mais faustoso vaso de alabastro. Estes canopes, cujo nome advém de Kanops, cidade situada a leste de Alexandria, continham as vísceras do defunto, uma vez que sem estas, o corpo não se encontraria completo. Inicialmente, esta pratica consistia em mais uma prerrogativa reservada aos soberanos do Egito, mas com alguma rapidez estendeu-se igualmente aos sacerdotes e altos funcionários e, por fim, no Novo Império, a todos os egípcios abastados.


O fígado, o estômago, os pulmões e os intestinos eram envolvidos separadamente em tecidos de linho, formando embrulhos que eram, em seguida, depositados no interior dos díspares canopes, após terem sido impregnados com resina de embalsamamento. Em contrapartida, o coração, símbolo da razão, cerne do encontro do espírito e simulacro da alma, após ser submetido a um rigoroso tratamento que visava a sua conservação, era sempre recolocado no corpo do defunto, que iria necessitar dele, ao longo do seu julgamento no Além. Por seu turno, as intrínsecas vísceras eram entregues a quatro deidades protetoras, filhos de Hórus, cujas cabeças ornamentavam freqüentemente as tampas dos canopes: Amset, com cabeça de homem, (cujo nome resulta de aneth, uma planta conhecida pelas suas propriedades de conservação), tornado protetor do estômago; Hápi, possuidor de uma cabeça de babuíno, que vela pelos intestinos; Duamoutef, que ostenta uma cabeça de cão e cuja missão é proteger os pulmões; e Quebekhsenouf, detentor de uma cabeça de falcão, que preserva o fígado. A partir do Novo Império, eram representadas nas arestas dos canopes deusas protetoras, que, com as asas abertas, resguardavam os seus conteúdos. As mesmas deusas surgiam ajoelhadas nos cantos dos sarcófagos. Nut, a deusa da abóbada celeste, adorna a face interior do tampo do caixão.

Paradoxalmente, os mais humildes eram privados de qualquer prerrogativa, sendo sepultados no deserto, envoltos numa pele de vaca, uma vez que não possuíam meios para pagar o avultado preço da imortalidade.

Detalhes e vocabulário egípcio:

Djed- eternidade

Keres- caixão

Na Época Greco-Romana, Anúbis foi investido de novas incumbências, encarnando numa deidade cósmica, regente dos céus e da terra.

Etimologicamente, o epíteto “Anupus” pode possuir a sua origem na palavra inep, empregue com o significado de “putrificar”.

A imagem de Anúbis, nas suas díspares representações, é uma constante não apenas nas múmias e sarcófagos, mas também nas vinhetas dos papiros funerários. A estatueta de Anúbis com cabeça de cão selvagem constituía igualmente um amuleto, que colocava os defuntos sobre a proteção do deus. Evoca-se como exemplo o túmulo do jovem Tutankhámon, entre muitos outros.

A famigerada múmia do faraó Ramsés III sobreviveu inderme durante quase 3000 anos, graças à arte egípcia do embalsamamento e à preservação do deserto. Porém, alguns meses de permanência num museu teriam causado a sua total destruição, caso inúmeros egiptólogos não houvessem agido, prontamente.

out- embalsamadores

vabet- lugar de purificação, 'Casa da Purificação' .