sábado, 26 de fevereiro de 2011

O ALIEN ANÃO DOS MONTES URAIS, ALENDA DAS CRIANÇAS VERDES

tradução: Caroline Beck
Fonte: Russian geneticists to reveal alien’s DNA mystery ― PRAVDA ENGLISH



Brevemente os cientistas poderão desvendar o mistério do Alien de Uralian (Alien dos Urais), uma minúscula criatura encontrada perto da cidade de Kyshtym, nos Urais. Foram realizados cinco estudos com a amostra do DNA do pequeno ser. O último estudo conduzido pelo Instituto de Medicina Forense de Moscou produziu resultados sensacionais.

"Um gene descoberto na amostra de DNA não corresponde a nenhum ser humano ou macaco antropóide", disse Vadim Chernobrov, coordenador do centro público de pesquisa de Kosmopoisk. "Nenhuma amostra disponível no laboratório combina com o gene. Especialistas em DNA têm prolongado o exame com a molécula de DNA”, acrescentou Chernobrov.

Cientistas têm procurado uma explicação para o fenômeno de Kyshtym, que já tem mais de dez anos. A história começou no verão de 1996, depois que a pequena criatura foi encontrada na região de Chelyabinsk. O achado foi logo chamado de Alien Kyshtym. Um médico local examinou o corpo numa autópsia e concluiu que poderia ser de um humano ou animal. Ufologistas consideram o anão de Kyshtym um caso claro de extraterrestre. O clero acredita que o anão era um demônio. A criatura ainda estava viva quando foi encontrada por uma senhora. Ela foi a única que deu ao ser um nome humano - Alioshenka (um diminutivo do nome russo "Alexei").

A Maldição de Alioshenka

O anão de Kyshtym não causou nenhum mal a ninguém quando estava na terra onde vivia. Coisas estranhas começaram acontecer depois de sua morte. A senhora que cuidou de Alioshenka morreu atropelada (em 05 de agosto de 1999); foi derrubada por um carro dias antes dos pesquisadores de Moscou chegarem a cidade. Nesse ínterim, o corpo do alienígena desapareceu sem deixar um traço. Um investigador que cuidou do caso, achava que as pessoas que cuidaram do corpo se apropriaram dele.

Não bastava ser ET: tinha de ser achado em um cemitério!

Uma TV japonesa chegou a cidade para fazer um documentário sobre Alioshenka. Os japoneses oferecerão uma recompensa de $200,000 por alguma informação sobre onde estava a criatura roubada. Por outro lado, todos os esforços para localizar o pequeno ser falharam. Um minúsculo pedaço do corpo morto foi a única evidência recuperada. Os Japoneses exibiram o objeto para câmeras.

O acadêmico Mark Milkhiker inspecionou cuidadosamente o fenômeno Kyshtym no local. Ele examinou cuidadosamente a área onde o duende foi achado. Milkhiker ficou seriamente doente depois que retornou a Moscou. Morreu de um ataque cardíaco enquanto estava no hospital. Anteriormente citado Vadim Chernobrov também passou por momentos desagradáveis depois de quatro anos da descoberta do duende. Uma misteriosa doença paralisou ele da cintura para baixo. Os médicos não conseguiram explica a causa de sua doença. Foi Chernobrov que encontrou o pedaço de tecido usado pela senhora para embalar o Alien quando foi encontrado.


Será que todos esses infortúnios coincidências? Será que o alien realmente colocou uma maldição nas pessoas que tentam descobrir seu mistério? É fato que Deguchi Masao, um produtor do documentário japonês sobre Alioshenka caiu em descrédito, o que ele fez? Ele prometeu pagamento para as pessoas do local se elas dividissem as informações sobre o pequeno ser e sua tripulação. Desnecessário dizer que a noticia se espalhou como rastilho de pólvora. Vários fofoqueiros e bêbados fizeram fila na casa onde os japoneses estavam hospedados, onde as "testemunhas" iriam ser entrevistadas. Porém, isso só serviu para torna o evento duvidoso.

Segundo Vladimir Bendlin, uma das principais testemunhas do evento, num dia chuvoso de verão deteve Vladimir Nutdinov por tentar roubar uma cerca elétrica. O policial confiscou um pacote do homem. Removendo o pano vermelho que o envolvia, o policial viu uma pequena múmia de uma estranha criatura. Colocou-a no lugar e a filmou. Ele anunciou logo que a criatura parecia um alien, a criatura parecia uma pedra fria e sem vida, assim disse Bendlin. Bendlin abriu investigações sobre o alien, o corpo encontrado foi envolvido numa investigação policial, a policia tentou determinar causa da morte do estranho ser.



Os Especialistas

Igor Uskov, um urologista do hospital local, estava de plantão no dia. Um telefone tocou no seu escritório ao meio-dia. Ele teve uma crise riso quando o homem do outro lado explicou a razão pela qual necessitava de seus serviços. "O corpo de um alien morto? Parem com essa brincadeira."


"Doutor acho melhor você vir aqui olhar por se mesmo...". Doutor Uskov foi o primeiro médico profissional a examina o corpo. Ele considerou o corpo como sendo de um feto de vinte semanas. Doutor Uskov procurou uma segunda opinião, da ginecologista Irina Ermolayeva. A doutora Ermolayeva concordou que o corpo parecia de um feto mal desenvolvido, expelido de um útero prematuro.

O veredicto dos doutores era música para Bendlin. A estranha criatura não era um alien, era um feto humano; agora era outro o caso, caso de aborto ilegal. O investigador já havia se deparado com outros antes. Mas ele esperava fechar o caso depois do exame da autópsia. Bendlin esperava que o doutor encarregado confirmasse que era um feto natimorto.

Stanislav Samoshkin, o patologista do hospital de Kyshtym, não brincou com hipóteses de alien ou fez piadas, quando Bendlin levou o corpo para ser examinado. Anunciou que o corpo tanto poderia ser de ser humano ou de animal. De acordo com ele parecia uma nova forma de vida. Segundo Samoshkin: "A criatura não apresentava forma de um ser humano. O crânio humano é constituído de seis ossos. O crânio da criatura era feito de quatro ossos. Havia outras diferenças na estrutura do esqueleto. Aquelas anomalias não pareciam nada com as anomalias congênitas conhecidas atualmente."


Alioshenka nos Mídia
In VIRTUALLY STRANGE 11/12/2000


Em agosto de 1996, na vila Kaolinovy, perto da pequena cidade de Kyshtym, a aposentada Tamara Prosvirina afirmou que recebeu "um comando telepático" para ir ao cemitério; lá ela encontrou o anão e o levou para casa. O pequeno ser viveu com ela, que tentou alimentá-lo com biscoitos e leite.

Os vizinhos e parentes viram o duende vivendo com ela, disseram que a cor do alien era branca, com uma textura especial em suas juntas. Os vizinhos de Tamara achavam que ela estava sofrendo de uma doença mental e a internaram num hospital psiquiátrico. A criatura ficou lá, trancada e morreu dentro da casa.

Enquanto Tamara estava no hospital sua casa foi invadida por Mr.Nurtdinov, que encontrou o corpo enrijecido. Exalava um cheiro de água de colônia. Ele secou o corpo e colocou na sua geladeira.



Extraterrestrial visitor in Russian province
In PRAVDA 18/02/2004



Os vizinhos e parentes viram o duende vivendo com ela, disseram que a cor do alien era branca, com uma textura especial em suas juntas. Os vizinhos de Tamara achavam que ela estava sofrendo de uma doença mental e a internaram num hospital psiquiátrico. A criatura ficou lá, trancada e morreu dentro da casa.

Em 13 de agosto de 1996, a aposentada Tamara Vasilievna Prosvirina, que sofria de problemas psiquiátricos, costumava colher flores no cemitério de seu vilarejo, Kaolinovy - na província de Kysshtym, Rússia. Todos os dias ela ia ao cemitério pegar as flores que decoravam seu quarto. Uma noite, depois do jantar, quando Tamara já tinha se recolhido para dormir, ela ouviu uma voz que pedia a ela que voltasse ao cemitério. Ela se vestiu, pegou sua lanterna e foi.

Um par de grandes olhos esperava por ela próximo a um túmulo. Ela se aproximou e viu uma estranha criatura. Tinha cerca de 25 cm de altura e não era um ser humano. A pequena cabeça parecia feita de cinco "pétalas" e aqueles olhos de gato, de cor cinza-escuro, sem pálpebras, as pupilas verticais, tomavam toda a face. Não falava, mas parecia emitir um assobio baixo para atrair Tamara. [Uma linguagem, talvez].

Ela o levou para casa onde examinou o ser. O corpo roliço tremia como geléia. A pele era cinzenta com manchas escuras, marrons, na cabeça. Era calvo e tinha pequenos orifícios onde podia ter orelhas. Respirava pelo nariz achatado. As pupilas estavam sempre se expandindo e se retraindo.

A mulher pensou que deveria alimentar Aleshenka mas sua boca parecia ser apenas um pequeno orifício sem lábios, que também se expandia deixando ver um conjunto de dentes e uma longa língua vermelha. Ela tentou colocar-lhe um caramelo na boca e ele começou chupar a guloseima. Também bebeu leite e água em uma colher de chá. Depois de comer ele parecia mais disposto, "hidratado", e começou a exalar uma fragrância doce. Ela cuidou dele, umedecendo seu corpo de tempos em tempos e esticando suas pernas.

No dia seguinte todos os moradores do lugar sabiam da notícia: a mulher estava falando para todo mundo e tinha uma criança e seu nome era Alenshenka Cute. No início todos pensaram que era algum delírio causado pela doença mental mas depois, a cunhada de Tamara, visitando-a, viu a criatura bem como sua mãe. As duas nada fizeram nem pensaram em chamar a polícia. Comentaram que deviam deixar Tamara com seu "bicho de estimação" porque, não era uma criança, não era humano e, portanto devia ser um tipo de animal.

Mas os vizinhos levaram o caso à saúde pública e Tamara foi internada em um hospital psiquiátrico. Tamara tentou explicar que tinha uma "criança" em casa mas não foi levada a sério. Aleshenka morreu de fome e de sede trancado na casa de Tamara. Vladmir Nurdinov, que vira Aleshenka, tentou resgatá-lo. Tarde demais. Jazia morto, seco e mumificado na cama da benfeitora. Nurdinov levou o cadáver para casa; não sabia o que fazer com aquilo. Procurado pela polícia por conta de certas irregularidades que cometera, sua casa foi revistada e o cadáver descoberto. Os policiais acharam que era uma criança, o que complicou a situação de Nurlinov.


EXAMES

Os especialistas encontraram mais de 20 pontos de diferenças entre Aleshenka e um ser humano, descartando a hipótese de ser uma criança mutante. A possibilidade foi levantada porque a cidade de Kyshtym está situada em uma área contaminada depois de um acidente com um misterioso dispositivo, em 1957. Desde então, crianças com mutações genéticas nascem na região.

EXTRATERRESTRE

Foi um investigador de polícia quem falou pela primeira que a criatura era um extraterrestre. Seus superiores proibiram-no de seguir essa linha de investigação porque "não fazia sentido". Mas o policial resolveu prosseguir extra-oficialmente. Ele procurou uma organização especializada em UFOs, a Star Academy UFO-Contact, sediada na região Sverdlovsk, na cidade de Kamensky-Uralsky, liderada por Galina Semenkova. Recentemente [em 2004], Galina, em um seminário sbre UFOs, em Tóquio, finalmente revelou o que aconteceu com os restos mortais de Aleshenka: ela foi examinar e resgatar os restos mortais porém, enquanto estava na estrada, em seu carro, levando o "material" para sua cidade, apareceu um disco-voador no céu. O carro "morreu" e aliens saídos do disco requisitaram o corpo, que Galina entregou imediatamente

Pesquisadores que inspecionaram minuciosamente o caso de Alionshenka, O Alien teriam chegado a uma conclusão sensacional: a misteriosa criatura não teria morrido de frio, como foi pensado anteriormente. Eles acreditam que o suposto alien foi assassinado! Leia a primeira parte do artigo sobre o Alien Russo aqui. "Ele não morreu de causas naturais” ― disse Vadim Chernobrov um coordenador junto ao Centro de Pesquisas Kosmopoisk.

"Nós descobrimos que o crânio dele foi fraturado", acrescentou Chernobrov. O misterioso duende foi encontrado perto da cidade de Kyshtym da região Chelyabinsk. Stanislav Samoshkin, médico legista que fez a autópsia no corpo do anão no hospital local, foi o primeiro que afirmou que a criatura não era um ser humano: "O crânio humano é constituído de seis ossos. O crânio da criatura era constituído de quatro ossos", falou Samoshkin.

Pesquisadores russos e estrangeiros tentam esclarecer o mistério do Uralian Alien há onze anos. A história parece um romance de detetive. O corpo da pequena criatura, segundo o povo, foi roubado. A testemunha chave do caso era uma senhora que o batizou o Duende de Alioshenka e que morreu repentinamente.


Mal Entendido...

O corpo morto de Alioshenka desapareceu. O investigador que cuidou do caso, major Vladimir Bendlin, disse que o corpo foi levado por criminosos; que sumiram com ele. "Eles se apresentaram como ufologistas. Eu estava certo que eles eram cientistas sérios, nunca me ocorreu que poderiam ser impostores".

Um grupo de TV do Japão estava filmando um documentário em Kyshtym sobre o alien. Os japoneses tentaram comprar os restos mortais do alien porém suas tentativas terminaram falhando devido a má interpretação das palavras do produtor que acompanhava a equipe, Deguchi Masao. Masao disse que a produção poderia pagar entre 200 e mil dólares por informações quentes ou pelo corpo do alien. Os jornalistas locais entenderam 200 mil! A informação errada foi divulgada por vários jornais. A produção foi procurada mas como os japoneses não tinham a soma anunciada, tiveram que contradizer o anúncio. O negócio fracassou e o "dono da múmia" sumiu.

Corpo Desaparecido

Felizmente, a policia local filmou o corpo do pequeno alien antes do "roubo". O major Bendlin conseguiu também o testemunho de algumas pessoas que tinham visto o alien quando ele ainda estava vivo. O duende foi achado na vila Kaolinovy por Tamara Prosvirina. Ela falou para seus vizinhos que tinha achado um "lindo menino chamado Alioshenka". Os vizinhos acreditaram que Ela estava delirando. O ponto é que previamente Tamara já tinha passado por um tratamento psiquiátrico.

Os vizinhos chamaram a ambulância e a levaram para o hospital. Um dos paramédico descreveu o objeto vivendo na cama no apartamento como "um gato embalado em trapos". Enquanto Tamara ficava no hospital seus parentes alugaram seu apartamento para Vladimir Nurtdinov. Ele encontrou o corpo, do tamanho de um gato, quando limpava o apartamento."Eu ia jogar aquilo fora como se fosse um lixo comum mas realmente parecia um alien. No final, o coloquei no teto da garagem.

Segundo Nortinov, o Sol queimou e ressecou ao máximo o corpo de Alioshenka. Então Nurtinov escondeu o corpo na garagem. Mais tarde ele foi pego pela polícia sob a acusação de estar roubando fios elétricos. Ele falou à polícia do objeto estranho escondido na garagem. Abaixo um depoimento da cunhada de Tamara que afirma ter visto Alioshenka vivo:

Eu costumava visitar minha sogra duas vezes por semana. Ela estava vivendo por conta própria. Um dia eu comprei comida para como fazia sempre. Eu estava indo embora quando ela me falou: Nós podemos dar um pouco de comida para o bebê também. Então ela me mostrou a cama. Cheguei mais perto e vi.

Ele estava no topo da cama, guinchando alguns sons engraçados. Sua boca parecia com um pequeno tubo com um minúscula língua vermelha se movendo. Tinha dois dentes manchados dentro. De algum modo, ele parecia um pequeno bebê. Sua cabeça era marrom e seu corpo cinza. Não tinha pálpebras e também não tinha nenhum órgão genital. Sua cabeça parecia com uma cebola. As pupilas em seus olhos eram selvagens como as e um gato, iluminadas no escuro. Os dedos das mãos eram longos. Eu perguntei para minha sogra de onde ela tinha tirado aquele monstro. Ela disse que o tinha encontradona floresta. Chamava-o de Alioshenka e dava-lhe doces que a criatura chupava avidamente. Para mim, parecia algum tipo de animal.


Pesquisadores acreditam no depoimento da cunhada de Tamara porque ela vem repetindo palavra por palavra sem acrescentar nenhum detalhe novo. Tamara morreu em um acidente de carro em 1999. Ela foi atropelada dias antes da equipe de pesquisadores de Moscou chegar. Eles ligaram para seus parentes logo depois de ter ocorrido a fatalidade. O acadêmico Mark Milkhiker colocou Prosvirina em estado de hipnose, um método usado para ajudar pacientes a relembrar informações apagadas no subconsciente. Os parentes de Prosvirina confessaram que a morte dela não foi um acidente. "Você dificilmente vê um carro cruzando essa cidade durante o dia. De onde veio aquele carro então?" ― pergunta a cunhada de Tamara.


mitologia da civilização
A LENDA DAS CRIANÇAS VERDES




LEMBRO-ME de uma antiga história popular sobre duas crianças, irmão e irmã, encontrados perdidos e amedrontados em uma caverna da Europa Medieval (talvez na França ou na Dinamarca...). Sua pele, cabelos e roupas eram verdes. Não respondiam às perguntas e quando falavam era uma estranha língua que ninguém jamais ouvira antes. As crianças foram levadas para a cidade e receberam cuidados. O garoto, debilitado, morreu. A menina sobreviveu e, com o tempo, perdeu a cor verde. Muitos anos depois, quando aprendeu a falar, ela contou algo sobre sua terra natal: um lugar muito quente, iluminado por um "sol" muito fraco, uma luz verdoenga e embaçada. Ela e seu irmão eram pastores e procuravam seu rebanho perdido quando foram apanhados por um gigantesco redemoinho que carregou-os para dentro da caverna, onde foram encontrados... TEXTO & IMAGEM: Julia Anne Lichty In ELFWOOD (http://julial3.elfwood.com/The_Green_Children.2875510.html)



As crianças apareceram não se sabe de onde. Eles eles falavam uma língua desconhecida, usavam estranhas roupas. Não comiam e tinham uma pele verde. Eles pareciam não ser deste mundo. Quem eram eles e de onde vieram?



Essas crianças misteriosas entram em nosso mundo através de uma janela do tempo, de outra dimensão ou emergiram do submundo? Depois de muitos anos, muitas pessoas têm se ocupado com estas questões, tentativas para encontrar uma explicação para essa estranha ocorrência só torna o caso mais inexplicável.

A história começou há muito tempo atrás; as duas notáveis crianças foram descobertas na vila de Woolpit, em Suffolk ― UK. O incidente se deu durante o regime do rei Stephen [ou rei Stebán, em espanhol...] da Inglaterra (1135-1154), numa época difícil. Os camponeses estavam trabalhando quando as duas crianças, um garoto e uma garota, repentinamente emergiram de um fosso profundo. As pessoas ficaram de olhos arregalados diante do fato.

Estavam vestidas com roupas de material nada familiar e suas peles eram verdes. Era impossível falar com eles por que tinham um dialeto desconhecido. Os dois foram levados para o dono do feudo, Sir Richard de Caline [Richard De Calne ou Ricardo de Calno na versão espanhola]. Obviamente, eles estavam tristes e choraram por vários dias.

Os pequenos esverdeados se recusaram a comer e a beber qualquer coisa até que alguém ofereceu feijão ainda no talo para eles. Eles sobreviveram comendo feijão por vários meses. Mais tarde eles começaram a comer pão. O tempo passou, o pequeno e esverdeado garoto entrou em depressão, adoeceu e morreu. A garota adaptou-se melhor a sua nova situação. Ela aprendeu a falar inglês e gradualmente sua pele foi perdendo a cor verde. Mais tarde se tornou uma saudável jovem e se casou.

Ela era sempre perguntada sobre seu passado e de onde tinha vindo, mas tudo que falava só fazia aumentar o mistério sobre suas origens. Explicava que seu irmão e ela tinham vindo de "uma terra sem sol”, com um perpétuo crepúsculo. Todos os habitantes eram verdes. Ela não tinha certeza exata onde se localizava sua terra. Ainda, ela chamava de "Luminous" a outra terra, que era cruzada por um "rio considerável" separando o mundo deles.

Também são inexplicáveis como as crianças apareceram naquele fosso. A garotinha disse que ela e seu irmão estavam procurando o rebanho do pai e seguiram por caverna escutando o som dos sinos. Vagaram na escuridão por um longo tempo até que acharam uma saída; de repente, eles ficaram cegos por um clarão de luz.

A luz do sol e a temperatura diferente deixaram-nos cansados; descansavam quando ouviram vozes, viram pessoas estranhas e tentaram fugir. Entretanto, não tiveram tempo de se mover da boca do fosso onde foram descobertos. As fontes originais dessa história são William de Newburgh e Ralph de Coggeeshall, dois cronistas ingleses do século 12.

Muitas explicações têm aparecido para o enigma das crianças verdes. Uma das teorias sugeridas é que as crianças eram imigrantes flamengas que sofreram perseguição. Seus pais teriam sido mortos e o garoto e a garota se esconderam na floresta. Esta idéia explicaria as roupas diferentes mas não esclarece o fato das crianças falarem uma língua desconhecida, embora alguns habitantes locais achassem que era uma corruptela de flamengo.

Outros sugerem má nutrição ou o envenenamento por arsênico como a causa da pele verde. Também havia um rumor que um tio tentou envenenar as crianças, mas isso nunca foi confirmado. No entanto, outras pessoas como o astrônomo escocês, Duncan Lunan, sugeriam que as crianças eram alienígenas enviados de outro planeta para a Terra.

De acordo com outras teorias, as crianças vieram de um reino subterrâneo ou, possivelmente, de outra dimensão. Poderiam as crianças verdes de Woolpit ter vindo de um mundo paralelo, um lugar invisível ao olho nu? É importante lembrar que a garota disse que "não havia sol" no lugar de onde ela teria vindo. Disto se pode deduzir que ela habitava de um mundo subterrâneo. A verdadeira origem das crianças nunca foi descoberta e este caso continua um mistério. UFO-AREA



História Bem Contada....
L. CABUS/C.BECK


A Lenda dos Meninos Verdes é muito controversa. Atualmente, duas versões principais circulam na internet mas a história destes personagens começa muito antes. O primeiro registro, do século XII e o segundo, do século XIX com variações que adentram ao século XX são, contudo, muito semelhantes nos principais elementos do enredo e tudo faz supor que o caso é um só, ainda mais antigo. É uma dessas anedotas que atravessam gerações até que sua origem se perde no tempo.

São diferenças entre as tradições: uma acontece no período entre 1135 a 1154, em plena Idade Média, no Reino Unido, em Suffolk, vila de Woolpit; a outra, se passa em 1887, na Espanha, num lugarejo chamado Banjos. A terceira versão, mais recente, é reportada a 1906 e também se localiza na Espanha, em Bañolas [ou Banyoles]. O conto popular espanhol foi submetido às mais severas investigações.

A terceira versão é curiosamente enriquecida de detalhes documentais. Em 1985, um canal de televisão espanhol fez um programa sobre o tema com base no relato conforme foi pesquisado pelo escritor Jacques Bergier (Os Extraterrestres na História). Este relato identifica dois dos investigadores que tentaram esclarecer o episódio: um deles teria enviado pela Universidade de Barcelona e produziu um relatório que foi arquivado.

O segundo orientação suas investigações para a descoberta da localização de Banjos, que ficaria próximo a Barcelona, com auxílio da pesquisa etimológica. Um outro espanhol que assinava Aitor Ondarrieta publicou, nos anos de 1990, a hipótese de Banyoles-Bañolas:

[Bañolas são um povo] envolto em muitos mistérios que rodeiam seu famoso lago... Em meados de abril de 1906... [foram encontrados] perdidos uma menina de dez anos e um menino de onze na imediações de Bañolas. Eram crianças estranhas, olhos grandes, cabeça proeminente. Sua pele rugosa tinha um tom verde-escuro. Foram recolhidos por José, padre de Bañolas.

O vilarejo de Banjos e o padre José, jamais foram encontrados em investigações posteriores. Uma reportagem da revista Aluzzi (2004) e reproduzida no site PSICO-FXP afirma que o caso é espanhol e acrescenta detalhes espetaculares:



... Médicos e químicos, procedentes da capital catalã, se dirigiram ao pequeno pueblo para estudar o caso e logo comprovaram que a constituição orgânica das estranhas criaturas era diferente da humana. Não tinham pâncreas e possuíam um só pulmão [!] ainda que este apresentasse um tamanho maior que o pulmão normal. Pelo estudo da constituição da pele se descobriu a existência de fibras desconhecidas na Terra [!] PSICO-FXP



As diferentes versões se referem ao mundo subterrâneo de onde teriam vindo as crianças como uma "terra de luz crepuscular". A história de Woolpit insiste que as crianças foram atraídas para a caverna pelo som de capainhas ou um som melodioso. Já as crianças espanholas foram "transportadas" de modo mais violento: apanhadas por redemoinho ou arrastadas por uma massa de água. A narrativa mais mirabolante de Woolpit acrescenta: as crianças vieram de um "lugar cristão" chamado San Martin [Saint Martin's Land], a menina chamava-se Agnes e o som que ouviram foi o de "sinos de igreja"...

Evidentemente, ainda que haja um núcleo de verdade no caso, as duas versões básicas (inglesa e esanhola) e a última, de 1906, já relatam um fato corrompido por mais de uma vertente imaginativa, como se misturasse mitos de tempos diferentes. Seres que personificam a Natureza [duendes são verdes], habitantes de mundo paralelo ou mundo subterrâneo, e ainda o toque cristão dado ao conto com a introdução da "Terra de San Martin".

Paul Harris, um persistente investigador do assunto, publicou um ensaio no periódico Fortean Studies, em 1998, apresentando uma reconstituição dos fatos bastante plausível. Todo o episódio teria acontecido em época anterior e próxima ao reinado de Henrique II (Inglaterra). A data mais popular do aparecimento das crianças, na Inglaterra, é 1173, coincidindo com o início do governo daquele monarca, que perseguiu os mercadores flamengos (de Holanda) e os tecelões da Bélgica.

Foi uma mudança nas regras do jogo pois, até então havia um bom fluxo daqueles comerciantes e artesãos na Inglaterra. Em 1173 houve uma batalha e grandes matanças. Harris propõe que as crianças eram flamengas provavelmente originárias do vilarejo de Fornham San Martin ― o que explicaria a referência à Saint Martin's Land, situada poucas milhas a noroeste de Woolpit [ou wolf pit], separada desta vila pelo rio Lark.

Com os pais, talvez, mortos nos conflitos da época, ou perdidos, as crianças escaparam de uma carnificina embrenhando-se na floresta ― Thetfort Forest, lugar envolto em sombras, o mundo de luz crepuscular, ao qual amenina se referiu. Perderam a noção do tempo e ficaram mal-nutridos, inclusive de sol, o que deve ter produzido chlorosis, que é o esverdeamento gradual da pele.

Os sinos ouvidos pertenceriam, então, a uma igreja próxima, do cemitério St. Edmunds. Harris informa, ainda, que entre os dois vilarejos existem muitas passagens subterrâneas de antigas minas. As crianças podem ter passado um bom tempo perdidas nestas profundezas sem luz e emergiram em território inglês, com uma aparência descomposta, usando roupas flamengas e falando um dialeto desconhecido da população de Woolpit. A teoria de Harris parece encerrar qualquer polêmica sobre As Crianças Verdes do Folclore Europeu, explicando os detalhes recorrentes e pormenores mais exóticos.


► RELACIONADO: ALIOSHENKA, O ALIEN ANÃO DOS MONTES URAIS I & II

FONTES
Grenn Children From a Parallel World - UFO AREA publicado em 06/05/2007
CROWLEY, John. La Niña Verde, 2004 ― online REVISTA LA RANA
Los Niños Verdes de Woolpit TODO ENIGMAS acessado em 06/05/2007
VELANDO, Sylvia. El Enigma de Los Ñinos Verdes In ANDESENIOS acessado em 06/05/2007
SHUKER, KARL P. N. The Green Children of Woolpit ― FATE Magazine
tradução - texto & pesquisa: Carol Beck
http://jahmusic.vilabol.uol.com.br/jornalismo/05052007greenchildren...
http://carolinecabus.vilabol.uol.com.br/translations/15042007alien.htm
http://carolinecabus.vilabol.uol.com.br/translations/30032007.htm

Relato de contato com a frota de Ashtar Sheran

Por rudyrafael

Em relação à ufologia holística um dos assuntos mais em evidência atualmente certamente é Ashtar Sheran. Pelos próprios climas apocalípticos disseminados pelas religiões e até mesmo pelos esotéricos-2012 sempre sobra espaço para aparecer mais um para salvar o mundo, mais um para ajudar, mais um que mova a sua existência para ajudar a Terra e Ashtar Sheran é um destes no qual a humanidade confunde ajuda com muleta, onde já não querem alguém para mostrar o caminho mas alguém que lhes carregue. Em resumo, conforme informações notórias, Ashtar Sheran é um mestre ascensionado vinculado à Grande Fraternidade Branca que vela pelo nosso sistema solar, tanto em sua segurança como para dar sustentação à Grande Obra e ajudar na evolução, no caminho, na senda. Possui para isso uma frota de naves estelares com outros seres que o ajudam em sua missão. É ascensionado porque já passou pelo período de iluminação do qual não precisa mais encarnar e altruisticamente se coloca à disposição de ajudar os outros. Alguns dizem que é o Arcanjo Miguel.

Muitos vêm aparecendo como possíveis canalizadores de Ashtar Sheran onde através destes (médiuns) ele traria mensagens de iluminação e apoio à civilização humana. Mensagens em forma de lições, dicas e sugestões. Sua condição de “comandante” e “protetor” acabou criando um idéia de que ele seria mais um “salvador”, alguém no qual muitos se apóiam e depositam suas esperanças. Assim, Ashtar acaba entrando em evidência e deixando de ser exceção a canalização com este se tornou difundida em vários meios esotéricos o que me fez ir atrás para comprovar se tudo isso era realmente verdade. É sempre aconselhável deixar de acreditar nas coisas e comprová-las e para isso deve-se ir atrás. Naquele momento a questão para mim já não era se extraterrestres existiam ou não mas quais existiam e foi isso que me moveu a tentar o contato com Ashtar. Através de outros contatos que tive com extraterrestres acabei desenvolvendo um “sistema” (um método, por assim dizer) para entrar em contato com estes e vendo toda a situação criada em cima de Ashtar resolvi tentar para comprovar se realmente existia, como era, o que fazia e todo tipo de informação que pudesse conseguir.

Alguns contatos são feitos no físico (como os greys geralmente) e outros em astral (reptilianos, pleiadianos e etc.) e no caso de Ashtar Sheran deu-se no plano astral; aliás, quando se fala em “trabalho” dos “seres de luz” a grande maioria destes trabalhos são realizados no plano astral. Assim, como de praxe fiz o preparo para a saída consciente em astral. Diferentemente do ritual de costume acabei intuindo e fazendo uma pequena evocação antes. Após o que processo, saí em astral. No astral a noite às vezes está muito escura, às vezes muito iluminada, às vezes deserta e às vezes muito ativa e nesta vez a noite estava bastante iluminada e com um clima de atividade, como se fosse um dia em nosso plano onde todos estão realizando suas tarefas do dia. Nos céus pude ver várias luzes como que raios e não havia chuva no momento. Não pude ver as naves que estavam longe mas sabia que estavam orbitando a Terra e que as luzes que pareciam relâmpagos eram das naves, eram como flashes de luz. Na hora lembrei da citação do Apocalipse da bíblia que fala da batalha dos “anjos no céu” e realmente parecia que a frota de Ashtar estava “batalhando” e “protegendo” algo. A passagem em Apocalipse diz: “E houve batalha no céu; Miguel e os seus anjos batalhavam contra o dragão, e batalhavam o dragão e os seus anjos” (Apocalipse 12:7). A visão de João pelo qual este escreveu o livro de Apocalipse pode muito bem ter sido este cenário o qual ele pode ter adaptado a visão aos termos que existiam na época ou até mesmo escrito de forma alegórica assim como boa parte da bíblia foi.

Estava andando pela rua de minha casa, naturalmente admirado pelas luzes que haviam no céu, e parei em frente à casa de um vizinho que mora a 4 casas à direita de minha casa quando apareceram dois homens. Tinham pele clara, eram altos, magros, roupas azuis tipo macacão e sem capacetes. Eram como pessoas comuns e sua presença transmitia muita naturalidade, de todos os extraterrestres que já encontrei estes eram os que a presença transmitia algo menos sobrenatural. Pela roupa azul na hora lembrei dos pleiadianos mas nestes dois havia um com cabelo castanho escuro e curto (pleiadianos têm cabelos louros e compridos). No contato com eles me informaram que Ashtar não poderia vir pessoalmente fazer o contato e que por isso eles tinham vindo no lugar dele para o representar através. Ashtar não foi e mandou dois de sua frota; em dois assim como tripulantes de naves espaciais andam em dois quando estão em missões (como os greys que abduzem). Sempre que se tem contato com extraterrestres você acaba absorvendo algo, alguma informação diferente, alguma mensagem, você aprende algo e o que eles me transmitiram de mensagem é que o homem deve ter mais fé para orar e pedir. Quando voltei ao plano físico comecei a meditar sobre o assunto.
A fé cega faz as pessoas pedirem tudo o tempo todo e em sua grande maioria não são ouvidas, o ceticismo faz com que não peçam e até mesmo o misticismo racional por demais cria a idéia de que devemos sofrer o karma do que fizemos. Deixando de lado os extremos (pedir toda hora e não pedir nunca), o homem deve pedir. Às vezes até o homem voltado à espiritualidade se torna tão cético e racional que tendo consciência das leis cósmicas e de sua responsabilidade pelas suas ações acaba achando que tudo se resume nestas leis, achando que deve pagar pelo que fez pela lei da ação e reação e que nada lhe resta além disto. O que estes membros da frota de Ashtar Sheran me passaram é que o homem deve saber que existem seres superiores a ele e que podem e querem ajudá-lo e que Deus também pode desde que ele peça por isso. Há muito para o homem mas ele deve pedir para isso. Este ponto não foram eles que me passaram mas é minha opinião pessoal que isto está relacionado ao livre-arbítrio, puro e simples. Deus não pode dar algo para quem não pediu pois estaria indo contra o seu livre-arbítrio e é aí que surge a necessidade de pedir através de orações. Estas orações também estão fundamentadas no fato de que o homem não está só, de que existe alguém velando pela humanidade e que observando determinados limites da necessidade de cumprir karma e propósito de aprendizado o homem pode ser ajudado sim, desde que peça; o que também me fez lembrar do versículo bíblico que diz: “Pedi e recebereis; buscai e achareis; batei e vos será aberto. Porque todo aquele que pede, recebe; que busca, acha; e quem bate, abrir-se-á!” (Mateus 7:7-8)

A noção de tempo para estas coisas transcende um pouco a idéia de “curto” ou “longo”, mas se aproxima de “certo”. O tempo é sempre o necessário para que você tenha a possibilidade de absorver o que deve e após eles terem explicado que vieram por Ashtar e sobre a questão das orações eles foram embora. Além disto me passaram outras informações mas que se tratando de algo mais restrito e pessoal não convém divulgar. O que ficou bem claro pra mim é que isto de todo mundo ter contato com Ashtar Sheran deve ser analisado com muita cautela, que o contato com ele não é arroz de festa que tem em todo lugar e todo mundo tem. Não que ele não exista e que não seja possível o contato mas que não é bem assim que basta qualquer a qualquer hora que vai canalizá-lo ou que vai entrar em contato. É preciso compreender que Ashtar tem o seu trabalho e que também existe uma hierarquia, como temos uma hierarquia militar aqui na Terra onde ninguém chega para falar diretamente com um general mas passa por toda a pirâmide, da base até a ponta. Quando lembrarem do termo “comandante Ashtar” tenham em mente que não é um título de enfeite mas que ele realmente “comanda” e está trabalhando ao ponto de ser alguém ocupado e não poder vir a qualquer hora nem a qualquer um.

fonte: http://rudyrafael.wordpress.com/2010/05/25/relato-de-contato-com-a-frota-de-ashtar-sheran/

OVNI É FILMADO EM SÃO PAULO EM 24/02/2011 - UFO? ABERTO A OPINIÕES DE ESPECIALISTAS.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

DEUSA SEKHMET * SENHORA DAS FERAS

http://darlenetheartist.com/images/rulrofpas4x6.jpg

SEKHMET

 SENHORA DAS FERAS


"Eu queimo e solto fogo
e arremesso dardos dos meus olhos
Eu estouro e rujo
minhas arestas são afiadas
e eu corto fundo
minha energia é forte e fogosa
e meu desagrado
tem de ser manifestado.
Embora algumas vezes eu seja gentil
posso ser muito emotiva.
Uma vez provocada
sou difícil de descartar.
Sou sempre adequada
sempre necessária.
Não tente livrar-se de mim.
Preciso ser reconhecida e ouvida.
EU SOU A RAIVA."

Visualize a imagem desta Deusa-Leoa, cheia de glória, no comando de suas forças e sexualidade.

Sekhmet se oferece para guiá-lo no desbravar dos segredos e mistérios da vida, pois ela não é somente guia, mas também protetora. Ela saltará para o seu interior e o ajudará a entender e lidar com a RAIVA.


Você aprendeu que é feio ter raiva e agora acha que é difícil expressá-la? Pois saiba que não é bom reprimi-la, pois a raiva pode acabar sofrendo um processo acumulativo, e quando menos você esperar ela deixa de ser RAIVA e pode transformar-se em ÓDIO. O ódio sim é um poderoso instrumento sem qualquer controle.


Sehkmet vem nos dizer que a raiva faz parte da nossa força. Portanto, não desperdice a sua raiva. Aprenda a expressá-la de modo que ela possa ser ouvida e entendida. Aprenda a transformá-la em algo bom, de modo que ela lhe fortaleça e lhe gere energia.



O caminho para a totalidade será vital
quando você fizer da raiva uma aliada.



A Deusa Sekhmet, com cabeça de leoa era temível. Reinava sobre grupos de gênios emissários armados com instrumentos cortantes, que percorriam à terra trazendo consigo a doença, a fome, a morte, sobretudo durante os períodos delicados do calendário, nas épocas de transição em que o mal se precipita: a passagem de um ano para outro, o fim de uma década, o fim do mês e até o fim do dia e o início da noite. Para apaziguar o furor da Deusa, era preciso utilizar um amuleto ou uma estatueta que a representasse. A força maléfica transformava-se então em benéfica, o poder desembaraçava-se das suas escórias.

No último dia do ano a Deusa era invocada e palavras eram recitadas sobre um retalho de linho fino, no qual estavam desenhados os Deuses. O mago oferecia-lhes pão e cerveja, queimava incenso, fazia doze nós e colocava o tecido no pescoço de quem desejava ser protegido.




Sob o reinado de Amenófis III foram esculpidas muitas estátuas da Deusa Sekhmet. A Deusa é qualificada como "aquela cujo poder é tão grande quanto o infinito". Os epítetos presentes nas estátuas formam uma litania gigantesca que evoca uma Sekhmet-chama que repele a serpente e combate os inimigos do faraó. Uma força como esta é difícil de se manipular, porque pode destruir o mundo. Mas é graças a ela que o faraó conserva sua vitalidade. Está vivo entre os vivos, na condição de que Sekhmet seja apaziguada e dominada. Eis o motivo por que as estátuas de Sekhmet protegiam o acesso aos lugares sagrados, proibindo aos seres impuros e incapazes a entrada nos templos.

O ano ritual era encarnada pela serpente "uraeus" que, para simbolizar a multiplicidade dos dias, se desdobrava em 365 serpentes dispostas em torno da coroa real. Há 365 estátuas de Sekhmet: em cada dia é necessário conquistar os favores da Deusa para que ela dispense uma energia positiva e proteja o faraó, o templo e até as moradias dos particulares.




-*-*-*-


MITOLOGIA



Ra
Rá, deus do Sol e soberano do Egito, reinava em sua cidade Annu em um esplendido palácio a bordo de sua suntuosa barca. Mas os milênios foram passando e Rá envelheceu e seus súditos ao vê-lo observavam:
- "Vejam como nosso Rei envelheceu! Seus ossos são prata, sua carne ouro e seus cabelos de autêntico lápis-lazúli."


Tal desrespeito indignou tanto o Rei, que um belo dia ele resolveu punir a humanidade. Convocou o "Concilio dos Deuses" para votarem e decidirem o que fazer.


Assim que o olho de Rá voltou-se contra os blasfemadores e eles fugiram, como previsto, para o deserto. Rá resolveu então chamar a Deusa Hator e a transformou em Sekhmet (A Poderosa), feroz Deusa da guerra com cabeça de leão, que partiu em busca dos fugitivos.




Sekhmet, ávida por sangue e fora de controle, promoveu tamanha carnificina que pôs em risco a continuidade da humanidade. Rá preocupado, sabia que deveria agir rápido para que tal desgraça não acontecesse. Enviou então, mensageiros a Elefantina para que colhessem uma enorme quantidade de uma espécie de grão vermelho, que foram acrescentados a sete mil jarras de cerveja, para que tivesse o aspecto de sangue humano. Tal mistura foi imediatamente despejada e espalhada nos campos onde a Deusa pretendia prosseguir com a matança.


Na manhã seguinte, quando ela apareceu e viu a inundação e seu belo rosto refletido no líquido, não resistiu, bebeu muito do estranho líquido e embriagada acabou dormindo.


Bastet
Ao acordar, sua fúria havia passado e a terrível bebedora de sangue se transformara na gata Bastet, a bebedora de leite.


A Deusa Sekhmet, era portanto, uma Divindade de três rostos (Hathor-Sekhmet-Bastet) e era adorada sob o nome de "Deusa do Norte", porque um de seus templos mais célebres, foi erguido no Norte do Egito. Era a Deusa do Sangue que presidia a guerra e a medicina. Alguns sacerdotes-médicos, reivindicavam o título de "Sacerdotes-de-Sekhmet-a-Leoa" e exerciam sua arte só no recinto do templo de Mênfis.




Sekhmet é uma divindade antiga cuja personalidade é difícil de captar, porque ela pode ser a Vaca cósmica (Hathor) que dá à luz ao Sol e também a Leoa (Sekhmet) e a Gata (Bastet). Em Bastet, por exemplo, o que predomina é a doçura.






HÁTOR, personificação das forças benéficas do céu, depois de Isis, é a mais venerada das deusas. Distribuidora do amor e da alegria, deusa do céu e protetora das mulheres, nutriz do deus Hórus e do faraó, patrona do amor, da alegria, da dança e da música. Também é a protetora da necrópole de Tebas, que sai da falésia para acolher os mortos e velar os túmulos. Seu centro de culto era a cidade de Dendera, mas havia templos dessa divindade por toda parte. É representada na forma de uma mulher com chifres de vaca e disco solar na cabeça, uma mulher com cabeça de vaca ou por uma vaca que usava um disco solar e duas plumas entre os chifres. As vezes é retratada por um rosto de mulher visto de frente e provido de orelhas de vaca, a cabeleira separada em duas abas com as extremidades enroladas.


PTAH,
deus de Mênfis que foi a capital do Egito no Antigo Império, Ptah é "aquele que afeiçoou os deuses e fez os homens" e "que criou as artes".
Concebeu o mundo em pensamento e o criou por sua palavra. Seu grande sacerdote chama-se "o superior dos artesãos". É, realmente, muito venerado pelos trabalhadores manuais, particularmente pelos ourives. Tem
o préstimo dos operários de Deir el-Medineh. Apresenta-se com uma vestimenta colante que lhe dá a impressão de estar sem pescoço e usando na cabeça uma calota. Tem como esposa a deusa Sekhmet e por filho Nefertum, o deus do nenúfar ( plantas aquáticas ).


SEKHMET, uma mulher com cabeça de leoa, encimada pelo disco solar, era uma de suas representações que, por sua vez, simbolizava os poderes destrutivos do Sol. Embora fosse uma leoa sanguinária, também operava curas e tinha um frágil corpo de moça. Era a deusa cruel da guerra e das batalhas e tanto causava quanto curava epidemias. Essa divindade feroz era adorada na cidade de Mênfis. Sua juba ( dizem os textos ) era cheia de chamas, sua espinha dorsal tinha a cor do sangue, seu rosto brilhava como o sol... o deserto ficava envolto em poeira, quando sua cauda o varria...


BASTET, uma gata ou uma mulher com cabeça de gata simbolizava a deusa Bastet e representava os poderes benéficos do Sol. Seu centro de culto era Bubástis, cujo nome em egípcio ( Per Bast ) significa a casa de Bastet.
Em seu templo naquela cidade a deusa-gata era adorada desde o Antigo Império e suas efígies eram bastante numerosas, existindo, hoje, muitos exemplares delas pelo mundo. Quando os reis líbios da XXII dinastia fizeram de Bubástis sua capital, por volta de 944 a.C., o culto da deusa tornou-se particularmente desenvolvido.


-*-*-*-
DEUSA DO SOL

O Sol é o símbolo da manifestação de energia pura. Da luz solar depende o nosso metabolismo. O Sol é o centro de toda a existência e provedor de todo o tipo de vida. O astro que rege o ano de 2002 (21/03) é o Sol, assim sendo este é o ano dos deuses do Sol e entre eles encontramos Sekhmet, a nossa Senhora do Sol. Ela corresponde também ao ponto cardeal SUL e ao elemento FOGO. Ela representa tanto o fogo da paixão, como também o fogo da raiva da leoa-mãe que protege seus filhotes. Sekhmet é o fogo da vida que existe em cada um de nós. 

"Você é da luz e a luz é de você. A luz está dentro de você e além de você." Cair nas graças de Sekhmet é compartilhar a universalidade da luz.


Como Sekhmet, possuidora do "o olho de Ra", ela transformará a Terra e como Hator a governará.


Sekhmet, Deusa Tríade de Mênfis era casada com Ptah, Deus das artes e dos ofícios, que deu forma ao mundo.





Seu centro principal estava em Mênfis, mas sua adoração também foi documentada em Luxor, Karnak e sobre todo o Egito. Sobre sua cabeça de leoa se observa um disco solar.



Quase 40 deusas são associadas com leoas. A cabeça de leoa é símbolo de força e poder de destruição de inimigos. É representada a maioria das vezes sentada em um trono, com o pé esquerdo à frente, sugerindo movimento.

Sekhmet foi profundamente temida por seus inimigos. Os ventos escaldantes do deserto eram sua respiração e os egípcios acreditavam que sua aura impetuosa cercava seus corpos. A praga e a peste foi criação dela. Considerada como "Senhora da Vida", foi considerada a "Patrona dos Médicos e Ortopedistas".


No período do ano em que os raios do Sol estão mais fracos, Sekhmet mostra seu lado mais generoso. Ela jamais deve ser tratada sem reverência, pois Sekhmet merece o nosso maior respeito e consideração. Segundo a lenda egípcia, ela tortura as pessoas malignas e desrespeitosas, mas é protetora dos fracos e desassistidos.


Seus poderes abrangem proteção, banimento e destruição do negativo.


Como parte de um arsenal contra a morte prematura, os egípcios usavam amuletos que mostravam o olho curador de Hórus, ou a imagem da Deusa Sekhmet. No princípio pensava-se que esses amuletos eram funerários, porém, atualmente, graças a umas escavações mais cuidadosas, se pode encontrá-los também em jazida de assentamentos, como nas casas de princípios do primeiro milênio a. C. em Khemenu (Hermópolis para os gregos, moderna Ashmunein no Egito Médio. Portanto, acredita-se que amuletos com a figura de uma divindade eram carregados em vida nesse tempo.


-*-*-*-

HORÓSCOPO EGÍPCIO
SEKHMET (16/03 ATÉ 15/04)
CONSTELAÇÃO ÁRIES


Sekhmet, considerada "o olho de Rá", é a Deusa que representa a guerra e a força. Áries possui Marte como planeta regente, o deus da guerra romano.


Os nativos de Sekhmet têm consciência de seu enorme poder, da sua grande vitalidade e potência física. Exercem imenso magnetismo, possuem senso de organização, são aventureiros ou inovadores. Entretanto, as pessoas menos evoluídas nascidas sob a influência desta deusa podem ser violentos, precipitados e impulsivos. Também são pessoas de bem pouca paciência e não aceitam conselhos de forma passiva.


É aconselhável ter muito cuidado com o rigor dos excessos, pois impulsos descontrolados podem acabar destruindo tudo e todos a sua volta. O casamento para os filhos de Sekhmet podem levá-los à alcançar o equilíbrio. Nunca esqueça, que a energia e a força devem ser usadas para construir o bem comum!



-*-*-*-

ARCANO DO TARÔ: A FORÇA


Sekhmet

Não é através da força física que dominamos as circunstâncias da nossas vidas e nossos destinos, mas sim à firmeza interior. Esta lâmina, simbolizando a deusa Sekhmet, simboliza o poder do espírito, a energia controlada, a firmeza de caráter e a força do amor e da alma. O pleno domínio destas forças fazem com que haja o domínio da violência, da agressividade e do instinto selvagem.
-*-*-*-

RITUAL DE DANÇA COM SEKHMET
Procure um lugar onde você não possa ser interrompido e possa fazer barulho. Necessitará de um tambor, uma almofada ou um bastão. Você poderá sentar ou ficar deitado, o que achar melhor.

Sente-se ou deite-se confortavelmente. Respire e inspire bem devagar contando até oito por três vezes. Depois respire novamente e com os olhos fechados visualize uma bela praia (igual a qualquer uma de Floripa-SC!).


Sinta o cheiro do mar, escute o barulho das ondas e então perceba-se nela. Sinta o calor do sol que brinca sobre sua pele e a brisa fresca do oceano que a massageia. Chame Sekhmet e peça-lhe que venha em seu auxilio para ajudá-la a lidar com sua raiva. Ela aparecerá e se sentará em frente a você.


Neste momento é hora de perguntar-se: "De que eu tenho raiva?", e ouça a resposta. Sekhmet lhe dirá para você buscar sua raiva de modo tranqüilo e assegura que, se você chamar ela virá. Quando a encontrar, revivencie o incidente no qual você sentiu raiva, enquanto repete: "Estou com muita raiva". Diga qual o motivo de sua raiva. Sekhmet testemunhará todo o acontecimento e dirá: "Eu ouvi, você está zangada".


Ponha-se de pé em um lugar seguro da sua praia e continue repetindo: "Eu estou com muita raiva". Se estiver com o tambor bata nele com força. Se preferir bater na almofada ou usar o bastão para bater em algo, faça-o. Sekhmet está testemunhando toda sua raiva e gostando de você por isso, pois a raiva é sua e você TEM O DIREITO DE SENTI-LA. Vá fundo na sua raiva até senti-la que ela aos poucos vai se amenizando e se transformando em outra coisa.


Para encerrar, respire fundo, inalando toda a energia que você criou e transformou. Você se sentirá energizado e revigorado e então agradeça a presença de Sekhmet. Ela lhe pedirá um presente, que você dá de coração e em seguida seguirá seu caminho.


Respire novamente profundamente e abra os olhos.


Seja bem-vinda!


-*-*-*-

PEDIDO DE PROTEÇÃO


Por vezes precisamos de uma proteção rápida, mas não temos oportunidade ou tempo para efetuar um ritual completo de banimento. Entretanto, se entoar esses cantos com suficiente convicção e emoção, atrairá imediatamente a atenção da Deusa Sekhmet e obterá assim o seu auxílio.
Apanhe qualquer talismã que esteja usando e entoe suavemente:
"Senhora do Leão, da Batalha e da Espada,
Sehkmet, terrível Deusa, estabeleça proteção ao meu redor.
Quebre as paredes que me confinam. Ajude-me a me livrar
Dos inimigos e obstáculos.
Grande Senhora, Ajude-me!"

Imagine Sekhmet, com sua cabeça de leoa, mostrando suas afiadas presas. Sinta-a de pé logo atrás de você, seus braços esticados para lhe proteger, suas unhas como presas prontas para rasgar seus inimigos.



"Leoa da destruição e vingança,
Meus inimigos me circundam, buscando minha queda.
Livra-me de sua influência. Conceda-me a liberdade.
Ó poderosa e Terrível, amada de Ptah,
Atenda a meu pedido por proteção".




http://www.artofimagination.org/Images/MemberImages/Stanton/SekhmetL.jpg

Fontes: Texto pesquisado e desenvolvido por Rosane Volpatto
O Oráculo da Deusa - Amy Sophia Marashinsky
O Egito dos Faraós - Frederico Mella
Egyptian Myths and Legends - Donald A. Mackenzie
Egyptian Myths - George Hart
La Religión del Antiguo Egipto - Stephen Quirke
El grande Libro de la Mitologia - Editora Dastin; Madrid
Mitologia Universal - Neil Philip
O Mundo Mágico do Antigo Egito - Christian Jacq
O Livro Mágico da Lua - D. J. Conway

fonte do link:

http://www.rosanevolpatto.trd.br/deusasekhmet.htm

extraído trechos de:
http://www.magiadourada.com.br/egito.html

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Sobre Radiestesia

A Radiestesia é uma ciência muito antiga, que se baseia na capacidade natural que as pessoas possuem para perceber, sentir, detectar e quantificar com instrumentos, ou sem eles, as energias geradas e irradiadas pelos seres vivos, pelos objectos e pela Terra.


RADIESTESISTAS
 
Um radiestesista actua com a sua sensibilidade e conhecimento para captar informações das energias da Terra e saber se estas são as responsáveis pelas doenças, limitações e desarmonias ou desiquilibrios, que afectam a vida dos seres e do ambiente, onde estes estão inseridos. Todas as pessoas têm essa sensibilidade, podendo ser classificadas da seguinte maneira:
 
  • Algumas raras pessoas possuem um alto grau de sensibilidade para captar informações correctas das irradiações de energia, com ajuda ou não, de instrumentos: são os Radiestesistas natos. 
  • Algumas pessoas com uma maior sensibilidade, podem desenvolver a capacidade de perceber e captar as irradiações e as suas influências. 
  • As outras pessoas, mesmo sentindo bem estar ou mal estar provenientes das irradiações, não conseguem desenvolver a sensibilidade da percepção para formular diagnósticos destas energias.
     
Existem vários instrumentos que são sensíveis às radiações e que são utilizados na Radiestesia. São eles: 
  • Os pêndulos, as varetas e as forquilhas. 
  • O Dual Rod e o Aura-meter. 
Hoje em dia dispomos de avançados e precisos instrumentos de medição que detectam e quantificam estas irradiações, como contadores Geiger ou Kombi-test. Outros tão complexos, somente são acessíveis aos centros de pesquisa.
 
 RADIESTESISTAS AO LONGO DA HISTORIA
Existem ilustrações do Imperador chinês Yü que governou a China há 4.000 anos, usando uma forquilha para detectar água. No Egipto existem registros de radiestesistas desde há milhares de anos.
Moisés, por exemplo,  quando fez verter a água da pedra, usou um bastão que se inclinou para baixo para indicar a presença de um veio de água (texto da Bíblia).
Livros e gravuras antigos sobre a Idade Media mostram os mineiros a utilizar varinhas mágicas para descobrir a presença de veios de água e de jazidas de minérios.

fonte desconhecida

Conselhos práticos para um trabalho radiestésico (Radiestesia e radiónica)



Artigo de Maria Isabel Carapinha

- Descarregue sempre o pêndulo, puxando várias vezes o cordão até o final.

- Use quinze minutos diários para a prática da radiestesia, a fim de adquirir persistência e disciplina.

- Procure estar descansado, sem preocupações, sem tensões, sem pressa e sem energia negativa.

- Apoiar os pés no chão e mãos sobre a mesa.

- Evite a presença de outras pessoas, para no início não tem interferências.

- Não use calmantes, sua tensão se houver desaparecerá com a observação do pêndulo.

- Muita paciência. A radiestesia só tem um segredo: trabalho, pesquisa e prudência.

- Adquira auto-confiança. Esteja convencido que o pêndulko funciona na sua mão. Faça exercícios que podem ser comprovados.

- Não trabalhe perto de imãs, rádio, TV, autofalantes.

- Não trabalhe depois de comer.

- Não trabalhe perto de ferro (cuidado com mesas), cozinha, banheiro, área de serviço com tanque, não ingira álcool.

- Em dias de tormenta trabalhar somente após duas horas.

- Posicione-se de preferência de frente para o Norte magnético, se possível.

- Cuidado com campos artificiais produzidos por aparelhos eletro-eletrônicos e energia telúrica.

- Procure utilizar testemunhos em seus trabalhos.

- Não esqueça de remover remanescências e impregnações.

- Quando o pêndulo não se movimentar, a causa pode ser uma mudança climática brusca (desequilíbrio de íons), cansaço ou tensão do praticante. Deixe a pesquisa para outro momento.



Fonte: somostodosum.ig.com.br

Criando Mandalas em CD – Reciclando Consciência (Artigo Maravilhoso do Site Mandala Mística)

Este artigo maravilhoso do site Mandala Mística, é excelente para pessoas que queiram exercitar seu lado criativo, e místico e queiram inclsuive ganhar uma graninha extra com estes trabalhos que ficam realmente muito lindos.
Para quem quser visitar o site mandala Mística e verificar outros trabalhos lindos como este, acesse o site: http://mandalamistica.com.br.

 Mandala Mystica by Luiza Senna

Postado por Mandala em 29/9/09 •  Categoria: Artesanato

Mandala em CD2 Criando Mandalas em CD   Reciclando Consciência

Você já deve ter possuído ou visto um computador daqueles com 2 Gb de HD que carregavam o Windows 


3.11 e sucata computadores Criando Mandalas em CD   Reciclando Consciência 
não seria possível abrir um site como este. Bem… nem todos, já que isso era uma febre nos meus áureos 7 anos de idade e a tecnologia ainda não atingia a todos. Pois bem. Hoje em dia, não se vê por aí coisas assim, mas super máquinas com processador quádruplo e 1.000 Gb de espaço físico. Daqui a um tempo, quando estas também se tornarem obsoletas, onde você acha que elas serão guardadas? Reuso? Quase nada, acredite. A globalização permite o consumo sem limites de equipamentos, bem como a tecnologia avança trazendo novos celulares, câmeras, computadores, recursos e afins. Mas até que ponto a reutilização desses insumos é feita?
lixao Criando Mandalas em CD   Reciclando Consciência 

Em até mesmo uma comida comprada em um supermercado há uma grande quantidade de lixo a ser criada. Começando no processo de industrialização até a chegada ao consumidor final, que inclui sacola plástica e cupom fiscal.
E por falar em sacola plástica, este material é um dos grandes vilões dos problemas com poluição. Para se ter uma idéia, 1 tonelada de plástico demora de 200 a 450 anos para se decompor. Equivale a dizer que jogar um pedaço de plástico no chão é o mesmo que deixar um presente (de grego) para o seu tataraneto. Isso no caso de ele chegar a nascer, claro. Do jeito que as coisas vão é possível que a humanidade não viva tanto assim.
Mandala em CD5 Criando Mandalas em CD   Reciclando Consciência
Procurando um exemplo próximo, nada mais simples do que a cidade de São Paulo, onde em média, cada pessoa produz diariamente entre 800 g a 1 kg de lixo diariamente totalizando 15.000 toneladas de dejetos, o que corresponde a 3.750 caminhões carregados diariamente. Em um ano esses caminhões enfileirados cobririam o trajeto entre a cidade de São Paulo e Nova Iorque, ida e volta.

A Solução

Consciência. É necessário tê-la. Resposta simples e direta. É preciso pensar no que você joga por aí,  no lixo que você não separa antes de mandar aos lixeiros. É preciso reaproveitar o máximo possível disso. Mas, mais problemático ainda é ser necessário observar o lixo que você adquire, junto com a comida, roupas e objetos.

Consciência e Arte aliadas

Mandala em CDI Criando Mandalas em CD   Reciclando Consciência 
Já havia falado sobre a Virginia Fleck, Artista Plástica que faz Mandalas maravilhosas a partir de sacolas 
 
plásticas utilizadas. Hoje venho com as Mandalas em CD
.Mandala em CD8 Criando Mandalas em CD   Reciclando Consciência
Para quem já gosta de artesanato é mais uma opção maravilhosa para reciclar a mente e o meio em que se vive. Para quem ainda não pratica, com certeza será uma grande surpresa. Pode-se aliar nesta prática a meditação com Mandalas e a criação de objetos de arte, transformando a Mandala em CD em uma prática duplamente consciente. Sem falar que é uma ótima opção para presentes.
Mandala em CD6 Criando Mandalas em CD   Reciclando Consciência 
Você pode fazer furos usando uma furadeira em duas extremidades do CD e colocar penduricalhos. De preferência sementes, por terem um tempo de decomposição bem menor do que, por exemplo, miçangas de plástico. Nas fotos deste artigo usei sementes de açaí.
Alguns tipos de CDs e todos os DVDs são feitos de duas camadas acrílicas. Introduzindo uma tesoura ou objeto pontiagudo no miolo do DVD é possível separar os pedaços. São de uma espessura maleável e podem, inclusive, ser recortados para especializar a arte que você quer fazer como estrelas, flores, corações, etc.

mandala 162 Criando Mandalas em CD   Reciclando Consciência
Utilizado desta forma também é ótimo para desenho de falsos vitrais, como se fosse uma Mandala em vidro. Para isso, você deve usar um molde, tinta dimensional e o verniz vitral. Em breve montarei um tutorial mais detalhado de como pintá-las no vidro e acrílico.
Mandala em CD12 Criando Mandalas em CD   Reciclando Consciência 

Bem, no mais, resta apenas deixar a criatividade tomar conta. As opções de pintura em CD são ilimitadas. Além do Verniz vitral, você pode usar uma infinidade de tintas, como a PVA e acrílica. O Resultado com tinta óleo não fica muito bom por faltar brilho à peça final, mas pode ser resolvido caso o desenho seja coberto com verniz vitral transparente.
Tinta Dimensional, também conhecida como Tinta Relevo:
Mandala em CD10 Criando Mandalas em CD   Reciclando Consciência
Verniz Vitral:
Mandala em CD11 Criando Mandalas em CD   Reciclando Consciência 


Retirado do Site: http://mandalamystica.com.br/index.php/mandalas-em-cd-reciclando-a-consciencia/

Ordem de Melchi-Tzedek - Melquisedeck


"O sagrado e divino nome que fala de um tema que é infinito".

Melchizedek não é o nome de um indivíduo que viveu na Terra, como muitos podem presumir. Ele é o nome do sacerdócio cósmico que existe por todas as dimensões, em todo planeta sagrado.

Em dias antigos, templos de Melchizedek eram fixados com a finalidade de se dedicar aos ensinamentos iniciáticos espirituais e para ajudar os irmãos e irmãs na sua liberdade.

Encontramos o Sacerdócio de Melchizedek sob muitas formas.

Todos os Mestres Ascensos e Gurus pertencem à Ordem de Melchizedek. Não importa que ideologia ou religião, todo santo, sábio, guru e mestre tem que passar pelas iniciações de Melchizedek, que pode ser em um templo ou nos planos internos. Até mesmo hoje, muitos sacerdócios secretos continuam e mantêm as leis cósmicas, para a sua própria visão interna e seu propósito sagrado.

O poder de Melchizedek permanece nos retiros etéricos e nas cidades subterrâneas, nutrido e guardado até o tempo em que os templos exteriores possam ser restabelecidos novamente.

O tempo para que a Ordem de Melchizedek reapareça é AGORA!




Quando cada um de nós reconhece sua missão e reforma seu poder pessoal, isto se torna uma realidade que irá tocar todo canto do Globo, alcançando todos os aspectos da sociedade planetária.

Os que servem a Melchizedek serão um bálsamo curativo a toda humanidade.

Se nós procurarmos em nossos corações, será fácil lembrar da vida na qual servimos nos templos das grandes civilizações ( agora passadas ), vida esta dedicada a alcançar o potencial humano de se transformar de Humano em Divino. Escolhendo ser iniciado, conscientemente, nos vários níveis de Melchizedek, nós damos o primeiro passo para devolver àquele estado de ser.

Em todos os aspectos, a Ordem de Melchizedek segue as diretrizes da geometria sagrada. O número doze é o número principal dentro da geometria sagrada. Assim, de acordo com este formato, há doze domínios de iniciação em Melchizedek. E, dentro desses doze domínios, há doze níveis que compõem um domínio. Cada nível leva a certos testes de iniciações para crescimento pessoal, que se relaciona a um domínio específico. Atravessar e completar um domínio pode levar alguns anos em estudos e crescimento interno. Quando você completar todos os doze domínios com os respectivos doze níveis, você será um Mestre!




A partir de 1994, o primeiro domínio com todos os seus doze níveis e os primeiros três níveis do segundo domínio estão abertos a nós.

O primeiro domínio inteiro é chamado "a Chamada de Trombeta" ,a chamada para o coração.

O domínio dois é chamado "a Bola de Cera ".

Os primeiros três níveis do domínio dois estão presentemente disponíveis ao iniciado e o exporá a todos os seus assuntos de sobrevivência.

O primeiro nível é chamado: "O Portão".

Esta iniciação o exporá a todos os demônios que seus pensamentos e emoções criaram subconscientemente.

O segundo nível é chamado " a Pena Vermelha de Coragem".

Para ser iniciado neste nível você terá que ter coragem e deverá estar disposto a representar um firme serviço a Deus. Espere ser evitado, ignorado e ridicularizado por suas boas ações.

O terceiro nível é chamado "o Chão de Malkuth".

Aqui você deve simbolicamente se levantar igualmente dos azulejos pretos e dos brancos. O que isto significa é que o iniciado tem que dominar profundamente, em seus pensamentos e emoções, todos os níveis de bem e bom ou mal e mau, pois terão que ser considerados iguais e divinos. Nesta iniciação, novamente você pode esperar se manifestarem em sua vida todas as ilusões nas quais você acredita ser mal ou mau, que terão que ser requalificadas. Para passar este nível, você precisará ver só o bem, a toda hora. E somente assim o quarto nível do segundo domínio então se abrirá. Este quarto nível requererá domínio de habilidades desenvolvidas, e prova de sintonia com o reinos elemental e angelical. Se nós estamos em comunhão completa com os reinos, nós criaremos o céu na Terra.

Os restantes níveis do segundo domínio, bem como os domínios de três a doze com seus doze níveis cada um, ainda não estão liberados.

Melchizedek conduzirá toda nação, raça e religião para um melhor amanhã e ao nascimento da " Idade Dourada do Homem ".



Fonte :http://www.sintoniasaintgermain.com.br/