terça-feira, 28 de setembro de 2010

O SIMBOLISMO DO VÉU NO MITO DE ÍSIS E OSÍRIS: HERANÇA CULTURAL PARA A AUTO-DESCOBERTA.

por Libéria Al Khadir




"Um tema persistente nos rituais de fertilidade era o de uma gigantesca inundação

ou dilúvio, seguindo-se um período de benesse. (...) O tema de vida, morte e

ressurreição também era freqüente: uma deusa perde o amante, o irmão ou

o filho, indo buscá-lo no mundo subterrâneo, entre mil perigos, até que o

encontro aconteça. E o encontro assinala sempre o retorno da vida após um

intervalo de frio e escuridão. (MARIBEL PORTINARI)


Ísis considerada a Deusa Iniciadora nos mistérios da vida-morte-transcendência, encarna o princípio feminino, fonte mágica da fecundidade e de toda transformação. O milagroso renascimento de Osíris, consorte de Ísis, era atribuído a seus poderes.

No Egito, o principal centro de culto a Ísis e Osíris ficava em Abydos. Anualmente realizava-se um festival ritualístico cuja principal atração era a dramatização do mito. Os sacerdotes realizavam uma procissão solene acompanhados de músicos e dançarinas. A primeira descrição dessa cerimônia data de 1868 A.C. gravada na pedra de Ikhernofret. Mais tarde entre 46 e 120 D.C. Plutarco e Lucius Apuleius entre 123 e 150 deixariam um relato detalhado sobre o culto.

Fica mais clara a relação entre a mulher, o véu e seu simbolismo quando estudamos o mito de Ísis e Osíris por completo, identificando o surgimento de Hórus como filho nascido pela intervenção mágica de Ísis, através da recuperação do falo de Osíris. Temos portando, a vida nascendo da morte, o oculto sendo revelado. Segue-se a descrição do mito:

Osíris é morto, encerrado num cofre por inimigos invejosos e por seu irmão Set, lançado depois nas águas do Nilo. O cofre se abre e as partes de Osíris são espalhadas. Ísis vai a sua procura e consegue reunir todas as partes, com exceção de uma, o pênis, que um peixe engolira. Ela realiza um ritual de magia juntamente com Néftis, onde pronuncia o nome secreto de Rá e constrói um falo da madeira recolhida na árvore sagrada dedicada à Ishtar. Nesse momento, Osíris retorna á vida, porém restrita ao mundo dos mortos, enquanto Ísis engravida e pari o filho da transcendência Hórus que irá vingar a morte do pai e matar Set.

Não podemos esquecer do significado de "velar" no sentido de passar a noite acordado seja para ficar alerta por algum motivo, proteger o corpo vivo, seja para preparar, "cuidar" ou abençoar um morto. Novamente aqui existe a relação com a passagem transcendente guiada por Osíris.

"No sufismo, diz-se que uma pessoa está velada (mahjub) quando a sua consciência é obcecada pela paixão, seja sensual ou mental, de tal modo que não percebe a Luz divina em seu coração (BURD , 147).

Para os místicos, hijab, que designa tudo o que vela o alvo, significa a impressão produzida no coração pelas aparências que constituem o mundo visível e que o impedem de aceitar a revelação das verdades. O nafs (alma carnal) é o centro do velamento... As substâncias, os acidentes, os elementos, os corpos, as formas, as propriedades, todos são véus que ocultam os mistérios divinos. A verdade espiritual está selada para todos os homens, com exceção dos santos.


Ibn ul Faridh fala dos véus da mortalha dos sentidos (NICM, 248). A própria existência é considerada um véu para os sufistas.

No budismo, este mesmo véu que dissimula a Realidade pura é Maya; mas Maya como Xácti, vela e revela ao mesmo tempo, pois se não velasse a realidade última - que é a identidade do ego e do self, do sich selbst e da Deusa - a manifestação objetiva não poderia ser percebida."

O símbolo aqui se contradiz, pois o véu torna-se não o que oculta, mas ao contrário, o que permite ver, filtrando uma luz ofuscante, a luz da Verdade. É neste sentido que se diz, em regiões islâmicas, que a Face de Deus é velada por setenta mil cortinas de luz e de trevas, sem o que tudo o que o seu olhar atingisse seria consumido. Pela mesma razão Moisés teve de cobrir o seu rosto para falar com o povo hebreu. O Islã também dirá que Deus revestiu as criaturas com o véu de seu nome pois se lhes mostrasse as ciências de seu poder, desmaiariam, e se lhes revelasse a Realidade, morreriam (MASH , 699-700): o véu do nome preserva a criatura de uma visão direta que a faria desmaiar. Pois também a luz solar possui uma dupla acepção simbólica: pode ser aquilo que cega, com seu brilho por demais intenso, o que faz com que os tais digam que o véu do dia esconde a luz dos astros, que se desvelam ao cair da noite (AVAS , BURA , CORT , EVAB , PHIL , GUEM , MASR , PALT , SOUN , SOUJ , VALI , WARK ). "

M. Esther Harding , declara que a Grande Deusa, presente em diversas culturas orientais e ocidentais foi em distintas regiões geográficas representada por uma pedra negra. Essa pedra considerada sagrada possuía uma depressão oval semelhante á vulva feminina. Lucy Penna aborda essa evidência e esclarece a origem do culto provavelmente na Caldéia há seis mil anos, além de concomitante presença das pedras marcadas na Grécia e entre os celtas e druidas da Europa. Essa marca impressa em forma de vulva chamada de "sinal de Afrodite", é símbolo da energia que traz a luz e a vida. Mais uma vez, remete-nos ao sagrado momento do parto e a felicidade de trazer a criança à luz:

"Segundo Harding, o povo muçulmano acredita que a pedra sagrada de Meca (em cuja direção os devotos dessa fé se voltam três vezes ao dia, sintonizando com o poder de sua cidade santa) está coberta por um véu negro, repousando no centro da mesquita principal. O fato de estar envolta por um véu sugere uma analogia com o segredo que guarda o sexo feminino ainda coberto pelo hímen. Significa também a presença de um força que não pode (ou não deve) ser percebida apenas racionalmente, permanecendo misteriosa e oculta.

"O poder secular por vezes apropria-se deste símbolo para sacralizá-lo. É o que se dava com o Imperador da China, sempre separado de seu visitantes por um véu, podendo assim ver sem ser visto; e com o Califa, a partir do período omíada: seu camareiro, encarregado de transmitir as suas palavras durante as audiências, chamava-se "véu" ou "cortina"(Hajib), pois era ao mesmo tempo aquele que esconde e revela.

Em última instância , o véu pode então ser considerado mais um intérprete do que um obstáculo; ocultando apenas pela metade, convida ao conhecimento; todas as mulheres sedutoras sabem disso, desde que o mundo é mundo. O símbolo também se define pelo esoterismo: aquilo que se revela velando-se, aquilo que se vela revelando-se. "

Outro elemento presente nas representações gráficas do mito encontradas nas paredes das pirâmides , em hierógrifos e objetos de arte, é o ankh, (cruz ansada), chamado também de nó de Ísis. Ele representa seus poderes infinitos e simboliza a eternidade, assemelhando-se também ao formato do útero.


CLEPSIDRA, RELÓGIO DE ÁGUA DE AMENÓFIS III, APROX. 1400 A. C.


O ankh e o djed (símbolo que se refere à coluna vertebral e ao membro ereto de Osíris), configuram a idéia da fertilidade e a transcendência. Ou seja, os véus são retirados, o conhecimento é revelado e a vida, que se materializa através do ato sexual, ganha uma profundidade de significado: o ato da vida transcende a morte e revela Deus.

TEMPLO DE SET i, ABIDOS XIX DINASTIA, APROX. 1300 A.C.

A figura acima, mostra Osíris e o pilar djed. Os quatro capitéis, simbolizam a estabilidade e a duração no mundo osiríaco. Nos mistérios de Osíris são celebrados anualmente a sua paixão, a sua morte e a sua ressurreição. No templo de Abidos, a cena da elevação do pilar djed era seguida da oferenda de tecidos (véus), na qual se cobre a coluna como se tratasse de uma estátua.

A cerca do exposto, temos as evidências de que a dança do ventre se origina de uma dança sagrada de fertilidade e portanto faz parte desse ritual.

E isso tudo tem relação com o simbolismo do véu na dança?


(...) Ao desempenhar seu papel na dança cósmica, todos os seres estão unidos por uma intrincada rede de vida. (...) No caminho em direção a si mesmo, reconhece que o mundo inteiro se encontra em si e que a revelação divina - que se produz através dele, o meio subjetivo - adquire forma e cor neste processo de manifestação. (...) . A realidade primária para o homem continua sendo a realidade da psique; mas atingir o centro implica o sacrifício da personalidade individual e da posição no espaço finito, o que possibilita a compreensão de que pode encontrar a graça em qualquer lugar. O corpo constitui o recipiente sagrado da divindade, seu véu ou sua máscara; mas é ao mesmo tempo veículo de sua revelação. Pintando-o, cobrindo ou mascarando-o, adquire uma ênfase dinâmica, que é uma forma de assinalar que o mistério se descobrirá (...)

Neste interim, o véu se revela também o símbolo da pele que recobre todo o corpo e é responsável pela ligação que temos com o interior e o exterior de nós mesmos. O corpo é o templo sagrado onde habita a essência (alma).

A comunicação entre o elemento véu e a pele realça a propriocepção, expandindo a capacidade de sentir o toque, o movimento do corpo como um todo e a interação dele com a música, o ar no ambiente e algo dentro desse corpo que o move além!

Agora vejo na Mente, vejo que sou o todo.
No céu e na terra estou, na água e no ar,
Estou nos animais e nas plantas.
Criança sou no útero e aquele que ainda não foi concebido,
e também recém nascido.
Em todas as partes estou presente

FONTE: http://femininoessencial.ning.com

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

OS FLORAIS - SUTILMENTE DESBLOQUEANDO AS CAUSAS EMOCIONAIS DAS DOENÇAS..

Tudo começou…
Com Dr. Edward Bach, médico inglês, quem desenvolveu na década de 1930 os remédios florais.
Decepcionando com a prática médica realizada na sua época, verificou que a medicina não olhava para a causa das doenças, dando importância apenas aos efeitos.
Como bacteriologista Dr. Bach descobriu que as doenças não são provocadas por vírus ou bactérias, mas sim por falta de harmonia entre a alma e o ego da pessoa, resultando então num conflito intero que desgastaria o sistema imunológico.
Como herbalista, em busca de melhores resultados abandonou convencido de que os distúrbios psico-mentais ou emocionais poderiam ser solucionados pela natureza. Assim estudou vários anos as flores e seguido por sua intuição foi concluindo p sistema inglês chamado "Bach Flower Remedies".
Este sistema foi o pioneiro no tratamento à base das essências florais e hoje ampliado para outros sistemas que também procuram manter os mesmo princípios do Dr. Bach.
Medos, incertezas, ansiedades, solidão, e outros sintomas emocionais podem desencadear doenças físicas: alergias, enxaquecas, depressões, distúrbios no sono, problemas digestivos, stress, etc.
As essências florais não causam danos físicos sendo também acompanhadas por outras medicações. Os florais não interferem nos sintomas, vão sutilmente desbloqueando as causas emocionais das doenças, porque trabalham no campo energético.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Um banho de renovação...



Banho de ervas que relaxa e atrai bons fluidos
Ingredientes - Pétalas de rosas brancas
- 1 ramo de arruda
- 1 ramo de alecrim
- 1 ramo de cavalinha (só o caule)
- 1 ramo de sálvia
- 1 ramo de mirra
- Flores de lavanda
- Sal grosso
Mãos à obra
Separe um ramo de cada erva fresca e o sal grosso. Coloque-os em uma bacia com água morna e deixe descansar por alguns minutos. Depois, jogue a misturinha de ervas do pescoço para baixo. Repita o banho por sete dias seguidos. Sabe como os antigos chamavam esse ritual relaxante? Banho de descarrego!

Banho para ter tranquilidade
Ingredientes 
- Pétalas de 3 rosas brancas
- Flores de camomila
- Ramos de capim-cidreira
- Ramos de alecrim
Siga o rito!
Coloque as pétalas, as flores e as ervas em uma bacia. Encha até a metade com água fria. Dê uma macerada na mistura e deixe descansar por duas horas. Tome um banho normal. Depois, use água quente do chuveiro e complete a bacia. Jogue a infusão no corpo, do pescoço para baixo. Separe as ervas e flores que ficaram no chão e devolva à natureza. Pode ser até em um vaso de plantas!

Para se fazer amada!

Ingredientes - Óleo de lírio branco (veja abaixo como fazer)
- 1 ramo de cipreste
- 1 ramo de alecrim
Vamos que vamos Preencha meia taça de cristal com óleo de lírio branco (lindo isso, né?). Escreva o nome da pessoa amada em um pequeno papel, amarre-o no ramo de cipreste com o galho de alecrim e molhe o buquezinho no óleo de lírio. Passe-o sobre as sobrancelhas e sobre os lábios. E diga em voz alta: “Fazei meus olhos brilharem como a alvorada. Fazei com que minha voz seja como o ímã a que Fulano (aqui, claro, você coloca o nome do pretê) não possa resistir”. Aí, é só repetir nove dias seguidos. 

Para atrair dinheiro

Ingredientes 
- 7 folhas de louro
- 7 canelas em pau
- 7 cravos-da-índia
- 7 moedas
- 1 colher (sopa) de açúcar
- 1 raspa de noz-moscada
- 1 maçã cortada em 7 partes
Preparo
Ferva todos os ingredientes em uma panela com água e depois coe. Retire as moedas e guarde-as por sete dias. No oitavo dia, vá a um lugar que tenha bastante circulação de dinheiro e gaste todas as moedas. Faça pedidos de prosperidade no dia que usar as moedas.

Sorte no amor e no casamento

Ingredientes Aqui, você só precisa de um buquê de lavanda. Essa é fácil
Coloque a lavanda dentro do colchão ou do travesseiro, pode ser solta mesmo. Além de relaxar, a erva traz bons augúrios ao amor e ao casamento. 



Óleo de lírio
Em um recipiente, coloque óleo de amêndoas. Despedace as pétalas de um lírio branco, coloque no óleo e deixe por 24 horas.
Fonte: Site mdemulher.abril.com.br
Boa sorte!!!

O Poder dos Espelhos


O Poder dos Espelhos
Espelho, espelho meu, Sai do espaço profundo E vem dizer se há no mundo Mulher mais bela do que eu...(Fala da Madrasta no conto "A Branca de Neve")
Na cena clássica da ora citada, a madrasta, como sempre a pessoa má que substitui a mãe, figura que a Igreja deturpou na Idade Média, para evitar a aceitação do rompimento dos casamento dos casamentos mal realizados e os de conveniência tão comuns na época e hoje em dia, era uma feiticeira que pede conselhos ao espelho, o qual desempenha seu papel de consciência representante da sabedoria interior e intermediário entre o presente, o passado e o futuro, e conselheiro das soluções dos problemas. A madrasta é a representação das pessoas independentes, inteligentes, e alcançam seus objetivos, e o que não aceita as histórias falsas das criadas que vão se casar com príncipes, por isso a Igreja criou este estigma sobre as pessoas que trazem a razão da realidade sobre o povo que crê em dar pouco e receber muito, ou nada fazer e tudo receber. E nós buscamos esclarecer e restabelecer o Plano que os Mestres Druidas conhecem e servem, vemos que deturparam uma história e mostram uma falsa realidade e solução de problemas sociais com fadas madrinhas adulteradas que dão sapatinhos de cristal, que é uma analogia aos espelhos mágicos, para os príncipes encantados as reconheçam, mas não e o que a realidade mostra, pois espelhos mágicos foram quebrados e escondidos, os "príncipes encantados" estão pobres, as cinderelas abandonadas, e os espelhos estão calados, como por acaso, no espelho mágico da madrasta da Branca de Neve, que também foi calado.
O Espelho Mágico
A palavra espelho vem do latim SPECULUM, e deu nome à "especulação", que originalmente, significava observando as estrelas através do "espelho". E da palavra "estela" (SIDUS), vem consideração, que etmologicamente significa olhar o conjunto de estrelas. E essas duas palavras abstratas, que hoje representam operações intelectuais, nasceram do estudo dos astros refletidos no espelho. O que reflete o espelho? A verdade, a sinceridade, e o conteúdo do coração e da consciência.
No panteão indo-budista, o deus YAMA, senhor do reino dos mortos, que julga as almas através de seu espelho do Karma, pois não há como esconder nada do reflexo do espelho. Segundo as lendas contadas nos livros druidas, os espelhos mágicos são símbolos lunares e femininos, símbolo da realeza, e representa a união conjugal e o espelho partido a separação. Sendo o número oito sagrado para os druidas, usava-se um espelho octogonal nas casas para poder reconhecer e afastar o mal. Este tipo de espelho é intermediário entre o modelo redondo (celeste) e o quadrado (terrestre). O reflexo do homem não lhe é dado apenas pelo bronze polido ou água adormecida, segundo o Arquidruida SELGEN: -"o homem se utiliza do bronze como espelho. O homem se utiliza da antiguidade como espelho. O homem utiliza o próprio homem como espelho."
O uso do espelho para adivinhação remonta à PÉRSIA. E, PITÁGORAS, segundo a lenda, tinha um espelho mágico dado pelos druidas, que ele apresentava à face de uma determinada LUA, antes de ver nele o futuro, como faziam as druidas e as feiticeiras da TESSÁLIA, e seu emprego é o inverso da necromancia, simples evocação dos mortos, porque ele faz aparecer homens que ainda não existem ou que desempenham uma ação qualquer que, na verdade, só executarão mais tarde.
Nas "escolas druidas" haviam o espelho de grau, no qual o aprendiz via seu reflexo e nele mostrava a forma física, e só passava após o reflexo bem claro, este era o espelho de bronze, no grau dois, ao olhar via o reflexo de sua alma, e muitas vezes se assustavam com a essência de seu interior que refletia o horrendo, e trabalhava até que o reflexo da alma fosse claro, e este era o espelho de água. No grau três, o iniciado busca não ter reflexo no espelho, é o de cristal.
Para quem quer possuir seu espelho mágico, que é pessoal e intransferível, que é como sua senha bancária, ninguém pode saber e usar, a não ser seu professor, deve tomar os seguintes cuidados e dicas:
1 - Procure uma pessoa que conheça o assunto, pois você não estará revelando somente segredos físicos e astrais;
2 - Faça você o espelho com uma face virgem, e a moldura de sua escolha, terrestre, celeste, etc...
3 - Em quarto escuro sob a luz de uma vela na cor azul índigo, e seu reflexo deve ser o primeiro;
4 - Espelhos de previsão devem ser guardados envoltos no linho branco e em uma caixa negra;
5 - Estes procedimentos são práticas e requerem maiores detalhes, mas lembrem-se que a família imperial japonesa guarda o seu espelho sagrado em um santuário especial, o qual é vedada a presença de não membros da família real.
Estes ensinamentos e referências têm o propósito de orientar e esclarecer dúvidas daqueles que estão no Caminho e buscam maiores fontes para completar seus trabalhos iniciáticos.Poucos conhecem que o único reflexo, neste objeto de tamanha importância de auto conhecimento até agora despercebido, era o da personalidade e não da alma, e muito poucas pessoas estão prontas para verem o reflexo da alma...

Deuses e Deusas




Deve ser prontamente evidente que o "Deus" que tem sido identificado como o "Criador do Céu e da Terra" é, por definição, um extraterrestre - na medida em que cria a vida na Terra , forma o novo planeta e provem de outro lugar no momento em que foi criado.  Este Deus Criador, no entanto, não é necessariamente o Deus do Gênesis, nem os deuses e deusas das outras religiões do mundo antigo.  Na verdade, a humanidade pode ter muito pouco a literatura tradicional, que descreve esse Deus Criador.             

Quanto aos "deuses e deusas locais", vários autores têm discutido em detalhes as histórias de suas vidas (Mitologias, Mitos antigos, Descent into the Underworld), Características de personalidade (Arquétipos), As relações disfuncionais entre eles, e, em menor grau, a sua origem.  Zecharia Sitchin , por outro lado, argumentou, em sete livros e pesquisou exaustivamente que os chamados deuses e deusas do mundo antigo (incluindo o deus (s) do Gênesis) foram quase certamente extraterrestres - mais especificamente: seres mortais de outro planeta.  Trabalho de Sitchin explica os elementos da chegada do Anunnaki ( "Aqueles que do céu à terra vieram"), e por  esses extraterrestres. Acredita-se que vem de um 12 º planeta chamado Nibiru.  

Sitchin também descreve as experiências genéticas para criar a humanidade, a história de Adão e Eva, O Jardim do Éden, os acontecimentos que envolveram o dilúvio bíblico e Dilúvio, Eo início da história do mundo até o tempo de Abraão (cerca de 2000 aC), incluindo a realidade do que aconteceu no Sodoma e Gomorra e Torre de Babel.  Laurence Gardner , foi descrito de forma independente muitos destes mesmos eventos, e também discutiu a importância de elementos Monoatómico, O ORME, Star Fire, E assuntos relacionados.  Em Lost segredos da Arca Sagrada, Gardner, de fato, entra em detalhes consideráveis sobre a forma como os Anunnaki são ligados ao assunto importante de todos Ouro.  [Este livro é realmente um deve leia!]  

O trabalho de Gardner, Sitchin e outros deixa claro que o extraterrestre "deuses e deusas" eram intervir e dominante sobre a espécie humana com uma vingança!  Os Anunnaki, especificamente Enki e sua meia-irmã Ninki, foram responsáveis pelos experimentos genéticos que combinouDNA Anunnaki com o de Homo erectus a fim de criar Homo sapiens sapiens, Colocando assim a evolução humana muito antes do previsto e com o ingrediente adicional de DNA extraterrestre.   

Existe também a possibilidade de que essas experiências podem ter sido responsáveis pela criação dos neandertais (talvez a versão inicial), e até mesmo certas criaturas míticas (em termos de acidentes genéticos).  Enquanto alguns da geração posterior de Anunnaki nasceram na Terra (tornando-os "extraterrestres"), o "Prime Directive" Violações por estes Anunnaki eram extensas e profundas.   

Um dos melhores exemplos de intervenções é o longo tempo de vida de A família de Adão, Os patriarcas bíblicos de Adão a Abraão.  Antes do Dilúvio e Dilúvio, todos os patriarcas viveram por cerca de novecentos anos.  (Uma exceção é que Enoque não morreu, mas foi levado para o céu por "Deus".  O outro é Lameque, pai de Noé, que viveu um mero "777 anos".)   

Após o dilúvio e Dilúvio, no entanto, houve uma redução etapa sábio em vidas do patriarca, de Shem (600 anos) a cerca de 450 anos para os próximos três patriarcas, para uma média de 222 anos para os próximos seis - incluindo a de Abraão.  Um resultado curioso é que as cinco gerações entre Eber e Abraão já estava morto e enterrado, presumivelmente, num momento em que as quatro gerações, começando com o filho de Noé, Sem, ainda estavam vivos (e, presumivelmente, chutando).  [Esperando por uma herança deve ter sido uma arte perdida!]  

Hoje, naturalmente, o tempo médio de vida são muito inferiores a cem anos. Isso sugere uma  intervenção extraterrestre específica.  Esta intervenção é provavelmente devido a negar os seres humanos a ORME, Star Fire Ou Monoatómico elementos, Que podem ter sido os ingredientes fundamentais para manter os patriarcas e seus parentes vivos para muito madura idade avançada.  

Pode-se também mencionar que não há nada de Gardner, Sitchin obras ou qualquer outro autor para sugerir que os extraterrestres nunca deixaram a Terra!
Do outro lado do planeta, American tradições indianas afirmaram que existem centenas de raças extraterrestres que rotineiramente envolveram-se nos assuntos da Terra (e que são, aparentemente, continuam a fazê-lo).  Específicos incluem: Jesus Cristo, alegadamente um Man Star , Mulher Búfalo Branco é um extraterrestre - que aliás está retornando no futuro imediato , extraterrestres sendo fortemente envolvidos nas tradições Iroquois para dezenas de milhares de anos, e atualmente 12 culturas extraterrestres interessados na Terra, incluindo a Pleiadians, Sirianos, e Orions .

Outros autores, como Graham Hancock , William Bramley  e Erich Von Daniken em Eram os Deuses Astronautas apresentaram extensa documentação de tecnologias avançadas no Crónicas da Terra sendo realizada ou exercido pelos povos, que agora são considerados membros de civilizações pré-históricas e antigas - e que supostamente não tinha tais tecnologias.  Todos esses autores concluíram, civilizações anteriores, quer da humanidade foram notavelmente bem avançada (e, posteriormente, dissolvido por algum motivo desconhecido), ou que a Terra estava sendo visto em uma base regular - e muito provavelmente interferiu - por extraterrestres de um ou mais diferentes culturas.           

As provas de antigas histórias de extraterrestres que representam a si mesmos como deuses e deusas é enorme e praticamente sem explicações alternativas.  A revisão, por exemplo, de obras como; O Livro Egípcio dos Mortos, esclarece que estranha aparência, seres não-humanos estiveram activamente envolvidos nos assuntos terrestres.  A visão tradicional de que tais representações foram baseadas em arquétipos mitológicos ou fantasias dos antigos alegadamente para trás nada mais é do que a ciência mainstream enterrar a cabeça na areia tradicional.  Muito profundamente, na verdade.  

Tricia McCannon  declarou explicitamente: "Todas as fotos antigas são de seres reais!"  Seres da constelação de Pégaso, por exemplo, são supostamente flyers.  A deusa egípcia, Isis, era, segundo a McCannon, um Sirian, enquanto que o de Sirius B teve suas bocas em cima e olhou para ser um cruzamento entre um homem e um peixe.  Drunvalo Melchizedek] coloca o Hathors (Hippo-como seres) como sendo de Vênus.  McCannon também acredita que o Senhor era definitivamente um extraterrestre, mas suspeita-se que Yawyeh era mais provável que o "verdadeiro Deus".           

Na verdade, já temos galerias de fotos de extraterrestres, e ampla evidência de múltiplos "Close Encounters" do tipo mais longe. Como  [Barbara Marcinak] disse certa vez: "Os melhores segredos são esculpidas em pedra ou sobre os limites."  

Fonte: http://ocaldeiraomagicodasstreghe.blogspot.com

Sirius - Alpha Canis Majoris

Sirius, também conhecida como Alpha Canis Majoris, aka Number One Big Dog Star, é a estrela mais brilhante no céu, em chamas afastado em uma magnitude aparente de -1,43.  (O último é sem sentido para a maioria das pessoas ..., salvo para observar que Sirius é tão brilhante em relação ao de outras estrelas que é o astrônomo fora escala de magnitude.  Siriusly.)  Sirius tem uma longa história de observação (e especulação).  Sua ligação com o Egito antigo é talvez o mais notório, mas de outras culturas foram investido fortemente em uma aparente valorização da estrela também.


Astrônomos em Louisville, Kentucky, Note veneração a Estrela do Cão na antiga Mesopotâmia, onde o seu "velho nome acadiano foi Mul-ud-lik" ( "Dog Star of the Sun") e na Babilônia, Kakkab-lik-ku ( "Star of the Dog"). Assírios, para não ficar atrás, chamado Sirius, Kal-bu-sa mas (o "Dog do Sol") e, na Caldéia, a estrela foi Kak-narguilé (o "Estrela do Cão, que conduz") ou Du-shisha ( "director"). Os persas, posteriormente conhecido como Sirius Tir, que significa "a seta".

Sirius foi identificado por alguns como a estrela bíblica constelações (o Livro de Jó 38:32). O nome semita para Sirius foi Hasil, enquanto os hebreus também usou o Sihor nome - o nome de um último egípcio, soube pelos hebreus antes de sua Êxodo. Fenícios chamado Sirius, Hannabeah ( "o Barker."), Um nome usado também em Canaã.  Entretanto, A Tribo Dogon, Das montanhas Homburi perto de Timbuktu (Centro-Oeste Deserto do Saara na África), tem um aparente bloqueio das tradições que eram capazes de descrever em detalhe as três Estrelas do sistema de Sírius.

Mas o Egito antigo fornece a história mais imponente para Sirius.  Inicialmente, era Hathor, a deusa Grande Mãe, que foi identificado com Sirius.  Isis mas logo se tornou o principal arquétipo, a partilha de honra com o título de Sirius como a estrela do Nilo.  Um ícone de Sirius como um estrela de cinco pontas (tons de Golden Mean) Foi encontrado nas paredes do templo famoso de Ísis e Hathor em Denderah.  [Este é, possivelmente, bem ligado ao Starfire de Laurence Gardner'S de investigação.  Ver, nomeadamente, o livro de Gardner, Lost segredos da Arca Sagrada, HarperCollins, Londres, 2003; para algumas coisas boas sobre Hathor e Denderah.]

Mas Ísis não era uma deusa solitária.  Em vez disso, seu marido foi Osiris (Orion), Eo sistema da estrela Sirius é considerado por alguns como Isis (Sirius), Osiris (Sirius B), e da Deusa Dark como Sirius C (que aparentemente existe, mas não pode ser visto diretamente por qualquer pessoa que não seja o mentor do os Dogons).

[É importante notar que Sirius B é uma estrela anã branca (um com a massa do nosso sol, embalados em uma esfera de cerca de quatro vezes a da Terra - e, portanto, com uma densidade de 3.000 vezes maior do que os diamantes, uma dureza de 300 vezes que de diamantes, e em virtude da sua rotação em seu eixo a cada 23 minutos, o possuidor de um enorme campo magnético).  Sirius B, depois de ser o arquétipo de uma estrela em colapso, apropriadamente descreve a morte e diminuição de Osíris.  A Tribo Dogon obviamente tinha conexões com aqueles que a conhecem!]

Também pode-se notar que, em vez da Deusa das Trevas, o terceiro membro alegada violação do sistema Sirian também pode ser representado por Anubis, o cão ou jackel-headed filho / Deus de Ísis e Osíris, que ajudou na passagem das almas em o submundo.  Anúbis era quem pesou os corações dos mortos para determinar se suas boas ações, compensados os não tão bons atos.  Assim, tanto Anubis ea Deusa Dark eram temidos pelos malfeitores, a maioria dos republicanos e democratas, e um bom número de independentes.

Sirius também é inspiração antiga do Egito, para um dos seus primeiros Calendários, Um solar com 12 meses de trinta dias.  No calendário egípcio de Sirius, o ano começou com o surgimento helicoidal de Sirius sobre ou perto do Solstício de Verão (o primeiro dia de verão, o dia mais longo do ano, e no dia em que o sol do meio-dia estava mais acima do horizonte). Este "surgimento helicoidal" é o nome da Helios palavra grega para Sol.

O fato de que o calendário egípcio antigo só tinha 360 dias pode ser motivo de preocupação para qualquer um que constata que em apenas dez anos, a agenda (e colher, as inundações do Nilo, etc) seria de aproximadamente 53 dias fora de sincronia.  Assim, em algum momento, cinco dias de festa foram adicionados ao final do ano.  Curiosamente provas, no entanto, esta é considerável para sugerir que, na época, a Terra de fato gira em 360 dias.  Então, de acordo com Immanuel Velikovsky, Um encontro perto da Terra com Vênus resultou em uma mudança no número de dias do ano 360-365,24.  Nesse ponto de Ages in Chaos, Os cinco dias de festa foram adicionados.

O dia de festa, a propósito, "comemorou" o nascimento de cinco (deuses e deusas):           

            Dia: Osíris,

            Dia: Hórus (ou Heru-ur Aroueris),

            Day Three: Definir,

            Day Four: Isis, e

            Day Five: Nephthys.  

Segundo E. A. Wallis Budge, [Egyptian Magic, Londres, 1901]. O primeiro dia de festa, a terceira ea quinta foram considerados de azar.  Este pode ter sido devido ao fato de que Osíris era mais conhecido como o deus morto, enquanto Set e Néftis eram o deus escuro, a deusa escura, respectivamente. 

Os dias de segunda e quarta, no entanto, tiveram sorte, com ambos os Horus e Isis ser alado / subiu.  Aparentemente, estar morto ou escura não era muito de uma festa.

Fonte: http://ocaldeiraomagicodasstreghe.blogspot.com

terça-feira, 14 de setembro de 2010

NOSSO LAR - ENQUETE PARA O OSCAR

Esta mensagem foi recebida por e-mail. Vale divulgar!!!

"Amigos:
O Brasil, volta e meia, é representado lá fora com filmes que retratam o país como um lugar pobre, violento, de favelas sujas, mulheres nuas e prostituídas. Um famoso ator de Hollywood, que filmou por aqui recentemente, disse que o Brasil é um país que não se respeita. Mas nós podemos mudar isso, nós podemos mostrar lá fora um país diferente, melhor, mas desconhecido por absoluta falta de propaganda.

O momento chegou!
O Ministério da Cultura está realizando uma enquete para saber qual filme deve representar o Brasil no Oscar. "Nosso Lar" tem 59% dos votos, seguido de "Chico Xavier", com 12%.
E que devemos fazer então?
IR LÁ E VOTAR TAMBÉM, É CLARO!
Votem em "Nosso Lar" ou "Chico Xavier", a escolha é de vocês, mas vamos votar em um filme espírita!

Eis o endereço:
O Brasil é um país fortemente espiritualizado. Composto em sua maioria por homens e mulheres dignos, honrados e trabalhadores. É hora de mostrar isso.
Vamos lá?

Realização:
Instituto André Luiz

sábado, 11 de setembro de 2010

O REIKI EM MINHA VIDA




O



O Reiki chegou a mim de uma forma que nunca pensei que pudesse ser possível - à distância.
Esta questão até hoje é muito polêmica, pois muitos instrutores dizem não existir iniciações à distância, mas não concordo. Passei pela experiência com sucesso, assim como muitas outras pessoas e se o Reiki pode ser enviado à distância para outras pessoas, sim é possivel sintonizar outras pessoas à distância também.

A princípio protelei um pouco, e desconfiei da possibilidade, mesmo assim, por curiosidade resolvi tentar a experiência. Contatei a mestre/instrutora Wera “Hanna” Gasparoni que me explicou tudo em detalhes, deu-me todo o suporte online tirando minhas dúvidas.

Relutei durante 2 meses para marcar a data da iniciação, pois não estava preparada para as grandes mudanças que eu sabia que viriam com ela, sentia medo do que estava por vir.

Quando finalmente marcamos uma data, nos sintonizamos uma a outra por projeção mental, e visualização.

Lembro-me perfeitamente. Eu estava sentada, sozinha, num ambiente em casa especialmente preparado para a cerimônia, sentei-me numa cadeira com as mãos sobre os joelhos e voltadas para cima, com os pés no chão, de olhos fechados.
Acendi uma vela, um incenso, coloquei alguns cristais próximos a mim e um cálice com água. A representação dos 4 elementos estava formada.

Durante alguns momentos nada ocorreu, quando ainda de olhos fechados, comecei a ver cores em minha tela mental que se formavam como um caleidoscópio. Senti que já estava mergulhada num estado alterado de consciência. Rapidamente senti arrepios... uma corrente elétrica percorreu a extensão de minha coluna vertebral. Eu sabia que algo estava realmente acontecendo naquele instante, e embora minha mente racional duvidasse, entendi que a partir daquele momento tudo seria diferente.

O processo durou cerca de 15 minutos e fiquei mais uns 5 minutos ali inebriada com aquela sensação de paz, sentindo-me abençoada por ter recebido aquela dádiva. Passei as seis horas seguintes àquele momento em estado de embevecimento...completo êxtase. Fisicamente fiquei num estado de letargia, vendo tudo na cor violeta...ao mesmo tempo que estranho, simplesmente maravilhoso, algo sem precedentes em minha vida.

Nos seis meses seguintes, eu experimentaria um nível de transmutação de meus pensamentos, sentimentos e várias situações em minha vida pessoal e profissional.

Segui até o terceiro nível à distância e as mudanças se tornaram evidentes. Até as pessoas próximas notavam algo diferente, mas não sabiam identificar. Eu dava consentimento e abertura para as mudanças acontecerem e elas aconteciam. Nem sempre da maneira como eu esperava, mas sempre da forma que eu precisava para meu crescimento.

Percebi que tudo aquilo que não servia mais para minha evolução e aprendizado estava sendo afastado da minha vida, e isso incluía, pensamentos, sentimentos, situações e até mesmo pessoas. Isso ocorria naturalmente, pois como meu padrão energético havia se alterado, toda energia que fosse incompatível seria afastada. Seguia-se assim a lei da atração. O Reiki me auxiliou a elevar meu padrão energético e com isso comecei a atrair energias afins.

No ano seguinte, fiz uma reciclagem de todos os níveis, desta vez presencialmente. Embora uma vez iniciada no Reiki, não fosse necessário uma nova sintonização energética, eu sentia que precisava ver como se dava o processo presencial, já que à distância eu senti que tudo fluía muito bem. Porém eu precisava de algo mais, que o processo à distancia não dava suporte. A vivência.

Quanto à sintonização, para minha confirmação e, nenhuma surpresa, a sensação da fora idêntica a primeira vez. Porém o grande diferencial, era o aprendizado de técnicas e as vivências que minha Mestre Grace Bolzan, acrescentou em minha vida, que foram marcantes e extremamente enriquecedoras e libertadoras. Uma experiência fantástica do amor incondicional.

Iniciações à distância são possiveis sim, embora seja preciso tomar muito cuidado com a pessoa que vai fazer o processo de sintonização energética, pois do contrário, você fica extremamente vulnerável a qualquer tipo de energia e pode ser iniciado em qualquer outra coisa com seu campo energético aberto. Por isso escolha bem seu mestre em qualquer uma das duas ocasiões.

Entendi de fato que a energia não se detinha pelo tempo ou espaço, que ela atuava no contiuum, num tipo de padrão não linear. Subtendi que a Luz e o Amor, não conhecem limites, o que bastava era a intenção do mestre em ensinar e do aluno em aprender. Da mesma forma que curas à distância eram possíveis sintonizações também eram e eu fui testemunha desse fato.

A transformação energética acontece a um nível puramente espiritual, não havendo nenhuma necessidade de estar presente fisicamente durante o processo.

Após 2 anos desde minha sintonização à energia Reiki, cheguei ao grau de Mestre, cujo mérito está apenas em carregar o Reiki em mim e poder passar adiante este conhecimento. Não há grau hierárquico, nem me torna melhor que ninguém. Foi aí que meu maior aprendizado começou a ocorrer...a responsabilidade de poder transmitir e ensinar a novos reikianos a importância desta energia para o planeta, um conhecimento universal, o qual temos direito de nascimento sobre o mesmo.

Enfim, à você que esta aqui neste momento, parabéns pelo passo que acaba de dar para sua elevação consciencial e obrigada por permitir-me ser um canal para sua evolução.
 


Eu Sou Gisele Santos da Silva
Mestre Reiki nos Sistemas:
Usui Tibetano e Kahuna e 
Seichim Sekhem Reiki SKHM (Cura Egípcia)

credenciada à:
Associação Portuguesa de Reiki (APR 00431-BR)
e à Associação Brasileira dos Terapeutas Holísticos (CRTH- 0317-BR)






“QUANDO O DISCÍPULO ESTA PRONTO, O MESTRE SURGE!” 
(ditado hindu)

Filme Recomendado: Nosso Lar de Chico Xavier - Pelo espírito André Luiz - Nos cinemas a partir de 3 de setembro

domingo, 5 de setembro de 2010

MITOS E LENDAS AFRICANOS: OGUM

                        PAI OGUM

                         Ogum é o Orixá da Lei e seu campo de atuação é a linha divisória entre a razão e a emoção.  É o Trono Regente das milícias celestes, guardiãs dos procedimentos dos seres em todos os sentidos.

          Ogum é sinônimo de lei e ordem e seu campo de atuação é a ordenação dos processos e dos procedimentos.  O Trono da Lei é eólico e, ao projetar-se, cria a linha pura do ar elemental, já com dois pólos magnéticos ocupados por Orixás diferenciados em  todos os aspectos.  O pólo magnético positivo é ocupado por Ogum e o pólo negativo é ocupado por Iansã.

          Esta linha eólica pura dá sustentação a milhões de seres elementais do ar, até que eles estejam aptos a entrar em contato com um segundo elemento.  Uns têm como segundo elemento o fogo, outros têm na água seu segundo elemento, etc.  Portanto, na linha pura do "ar elemental" só temos Ogum e Iansã como regentes.

          Mas se estes dois Orixás são aplicadores da Lei (porque sua natureza é ordenadora), então eles se projetam e dão início às suas hierarquias naturais, que são as que nos chegam através da Umbanda.

          Os Orixás regentes destas hierarquias de Ogum e Iansã são Orixás Intermediários ou regentes dos níveis vibratórios da linha de forças da Lei. 

Saibam que Oxalá tem sete Orixás positivos e outros sete negativos (todos Intermediários), que são seus opostos, e tem sete Orixás neutros; Oxum tem sete Orixás intermediárias positivas e tem outras sete negativas, que são suas opostas; Oxossi tem sete Orixás intermediários positivos, sete negativos, que são seus opostos, e tem sete outros que formam uma hierarquia vegetal neutra e
fechada ao conhecimento humano material; Xangô tem sete Orixás intermediários positivos e tem sete negativos, que são seus opostos.  E o mesmo acontece com Obaluayê e Iemanjá.

          Agora, Ogum e Iansã são os regentes do mistério "Guardião" e suas hierarquias não são formadas por Orixás opostos em níveis vibratórios e pólos magnéticos opostos, como acontece com outros.  Não, senhores!

 
        
Ogum e Iansã formam hierarquias verticais retas ou seqüenciais, sem quebra de "estilo" , pois todos os Oguns, sejam os regentes dos pólos positivos, dos neutros ou tripolares, ou dos negativos, todos atuam da mesma forma e movidos por um único
sentido: aplicadores da Lei! 

          Todo Ogum é aplicador natural da Lei e todos agem com a mesma inflexibilidade, rigidez e firmeza, pois não se permitem uma conduta alternativa.

          Onde estiver um Ogum, lá estarão os olhos da Lei, mesmo que seja um "caboclo" de Ogum, avesso às condutas liberais dos
freqüentadores das tendas de Umbanda, sempre atento ao desenrolar dos trabalhos realizados, tanto pelos médiuns quanto pelos espíritos incorporadores.

          Dizemos que Ogum é, em si mesmo, os atentos olhos da Lei, sempre vigilante, marcial e pronto para agir onde lhe for
ordenado.

         
Oferenda: Velas brancas, azuis e vermelhas; cerveja, vinho tinto licoroso; flores diversas e cravos, depositados nos campos, caminhos, encruzilhadas, etc. 
 
TRECHOS EXTRAÍDOS DO LIVRO "O CÓDIGO DA UMBANDA" DE RUBENS SARACENI; E QUE SE ENCONTRA, TAMBÉM, NO SITE GUARDIÕES DA LUZ.

                                                 
                                                            FILHOS DE OGUM


         
Ogum é o Orixá da guerra, da demanda, da luta.  Seu filho carrega em seu gênio todas as suas características.  É pessoa de tipo esguio e procura sempre manter-se bem fisicamente.  Adora o esporte e está sempre agitado e em movimento.

          A sua impaciência é tão marcante que não gosta de esperar.  É afoito.  Tem decisões precipitadas.  Inicia tudo sem se preocupar como vai terminar e nem quando.  Está sempre em busca do considerado o impossível.

          Ama o desafio.  Não recusa luta e quanto maior o obstáculo mais desperta a garra para ultrapassá-lo.  Como os soldados que conquistavam cidades e depois a largavam para seguir em novas conquistas, os filhos de Ogum perseguem tenazmente um objetivo:
quando o atinge, imediatamente o larga e parte em procura de outro.  É insaciável em suas próprias conquistas.

          Uma marca muito forte de seu Orixá, é tornar-se violento repentinamente.  Seu gênio é muito forte.  Não admite a injustiça e costuma proteger os mais fracos, assumindo integralmente a situação daquele que quer proteger.  Leal e correto, é um líder.

          Sabe mandar sem nenhum constrangimento e ao mesmo tempo sabe ser mandado, desde que não seja desrespeitado. 
Adapta-se facilmente em qualquer lugar.  Come para viver, não fazendo questão da qualidade ou paladar da comida.

          Por ser Ogum o Orixá do Ferro e do Fogo seu filho gosta muito de armas, facas, espadas e das coisas feitas em ferro ou latão.  É franco, muitas vezes até com assustadora agressividade.  Não faz rodeio para dizer as coisas.  Não admite a fraqueza, falsidade e a falta de garra.  O difícil? é a sua maior tentação.

          Nenhum filho de Ogum nasce equilibrado.  Seu temperamento, difícil e rebelde, o torna, desde a infância, quase um desajustado.  Entretanto, como não depende de ninguém para vencer suas dificuldades, com o crescimento vai se libertando e acomodando-se às suas necessidades.

          Quando os filhos de Ogum conseguem equilibrar seu gênio impulsivo com sua garra, a vida lhe fica bem mais fácil.  Quando ele consegue esperar ao menos 24 hs  para decidir, evitaria muitos revezes, muito embora, por mais incrível que pareça, são calculistas e estrategistas.

          Contar até 10 antes de deixar explodir sua zanga, também lhe evitaria muitos remorsos.  Seu maior defeito é o gênio impulsivo
e sua maior qualidade é que sempre, seja pelo caminho que for, será sempre um vencedor.


Cor:
vermelha e branca.

Ervas:
Aroeira; Pata de Vaca; Carqueja; Losna; Comigo-Ninguém-Pode; Folhas de Romã; Espada de S. Jorge; Flecha de Ogum; Cinco
Folhas; Macaé; Folhas de Jurubeba.


                                                                UMA LENDA DE OGUM
                                                   
               

         
Ogum era o mais velho e mais combativo dos filhos de Odudua, o conquistador e rei de Ifé.  Por isto tornou-se regente do reino quando Odudua, momentaneamente, perdeu a visão.  Ogum era guerreiro sanguinário e temível.

          "Ogum, o valente guerreiro, o homem louco dos músculos de aço! Ogum, que tendo água em casa, lava-se com sangue!" Ogum lutava sem cessar contra os reinos vizinhos.  Ele trazia, sempre, um rico espólio de suas expedições, além de numerosos escravos.


          Todos esses bens conquistados ele entregava ao Ododua, seu pai, rei de Ifé.  "Ogum, o violento guerreiro, o homem louco de
músculos de aço.  Ogum, que tendo água em casa, lava-se com sangue!"

          Ogum teve muitas aventuras galantes. Ele conheceu uma senhora chamada Elefunlosunlori - "aquela-que-pinta-a-cabeça-com-
pós-branco-e-vermelho."

          Era mulher de orixá Okô, o deus da agricultura.  De outra feita, indo para a guerra Ogum encontrou à margem de um riacho uma
outra mulher chamada Ojá, e com ele teve o filho Oxossi.  Teve também três outras mulheres que tornaram-se, posteriormente
mulheres de Xangô.  Kawô Kabiysi Alafin Oyô Alayeluwa!

          "Saudemos o rei Xangô, o dono do palácio de Oyó, senhor do mundo!"  A primeira, Iansâ, era
bela e fascinante; a segunda Oxum, coquete e vaidosa; a terceira Obá era vigorosa e invencível.

          Ogum continuou suas guerras. Durante uma delas, ele tomou Irê. Antigamente, esta cidade era formada por sete aldeias.  Por isto chamam-no, ainda hoje, Ogum Mejejê Lodê Irê "Ogum das setes partes do Irê."

          Ogum matou o rei Onirê e o substituiu pelo próprio filho conservando para si o título de rei.  Ele é saudado como Ogum Onirê!
"Ogum rei de Irê!" Entretanto ele foi autorizado a usar apenas uma pequena coroa, "Akorô" dai ser chamado também de Ogum Alakorô - "Ogum dono da pequena coroa."

         Após instalar seu filho no trono de Irê, Ogum foi-se guerrear durante muitos anos.  Quando voltou a Irê, após longa ausência, ele não reconheceu o lugar.  Por infelicidade, no dia de sua chegada, celebrava-se uma cerimônia, na qual, todo mundo devia aguardar silêncio completo.

          Ogum tinha fome e sede.  Ele viu as jarras de vinho de palma, mas desconhecia que elas já estavam vazias.  O silêncio geral pareceu-lhe sinal de desprezo.  Ogum cuja paciência é curta,  encolerizou-se.  Quebrou as jarras com golpes de espada e depois cortou
a cabeça de pessoas.

          A cerimônia tendo acabada apareceu finalmente o filho de Ogum e ofereceu-lhe seus pratos prediletos: carne de chorro, de

preferência crua, caracóis com feijão, regados ao dendê e tudo acompanhado de muito vinho de palma.  Os habitantes de Irê batiam
tambores e cantavam louvores: " Ogum violento guerreiro, o homem louco dos músculos de aço.

          "Ogum, tendo água em casa lava-se com sangue! Os prazeres de Ogum são combates e brigas.  O terrível orixá que morde a si mesmo sem dó! Ogum mata o marido no fogo e a mulher no fogareiro.  Ogum mata o ladrão e o proprietário da coisa roubada!"

          Ogum arrependido e calmo lamentou seus atos de violência e disse que já vivera bastante, que viera agora o tempo de se repousar.  Ele baixou então sua espada e desapareceu sob a terra.  Ogum tornara-se um Orixá.

TODOS OS ORIXÁS: http://templo7flechas.com.br/img/Orixas.jpg

 

FILHOS DE OXUM




Assim como duas pessoas do mesmo signo têm características diferentes, pessoas que são filhas do mesmo orixá também não são iguais. No entanto, tem sim características distintas predominantes em cada filho de orixá.

O arquétipo dos filhos de Oxum, por exemplo, é o de pessoas risonhas, comunicativas, elegantes (mas que devem cuidar-se, pois tem tendências a engordar. Segundo a tradição do Candomblé essas pessoas gostam de fartura, de jóias, perfumes importados, e tudo que for de do bom e do melhor. São ainda, galanteadores, e conquistadores incorrigíveis, até os 30 anos, ou até encontrarem a sua alma gêmea, aquela que já estava marcada no livro do destino. São amantes do luxo, do sexo quando bem praticado e com maior dose de suavidade do que os filhos de Iansã. Ainda são românticos e quando o amor for em dose maior, será bem trabalhado.

Difícil é achar um filho de Oxum feio, parece que a deusa tem preferência por pessoas bonitas (quando não são fisicamente bonitos, mantêm a elegância impecável, trazendo sempre no olhar uma pitada de mistério e muito charme). Mesmo em idades avançada eles continuam mostrando traços de beleza do passado. A faixa etária pode estar avançada, mas eles continuam joviais, alegres e amantes do luxo e do dengo. Os filhos de Oxum costumam sair-se muito bem nas artes, na vida pública, na administração de empresas, na publicidade e principalmente no jornalismo, pois sempre querem saber o que está ocorrendo por trás dos bastidores. Quando conseguem lidar com doença, sangue, poderão dar-se bem na área medica (mas é muito raro encontrar um filho de Oxum nesta área. Por preferirem trabalhos mais relacionados com a vida, não gostam de aproximar-se dos assuntos relacionados com a morte). Na vida religiosa tornam-se ótimos sacerdotes, mas completamente diferente dos filhos de Iemanjá e Oxalá, pois tendem a ser exigentes ao extremo. Na roda de adeptos do Candomblé é muito fácil saber que é filho da deusa faceira.

No entanto assim como na Astrologia as características mudam de filhos pra filhos, ou seja, assim como o Ascendente e a posição dos planetas com seus aspectos mudam as características dos nativos, o Odú de cada pessoa conforme o entrecruzamento de suas Linhas também mudam a característica dos filhos de orixás.

Por exemplo: um filho de Oxum com Ogum será muito mais voltado a usar sua beleza pra conquistar e dominar o sexo oposto do que um filho de Oxum com Obaluaê. Pois se herdam as características tanto do pai quanto da mãe. Além do mais é importante observar qual dos dois é mais forte e qual tem um domínio maior sobre a cabeça do filho.


Outra coisa importante a se observar é que os orixás assim como os planetas tem características duais ou seja, passiva e ativa, ou feminina e masculina. Assim podemos ter um Ogum feminino passivo como Ogum Yara ou masculino e ativo como Ogum Megê. E isso se dá também com as deusas. Existe também outra possibilidade de existirem as duas personificações separadas assim como encontramos em Exu e Pombagira. E entre os Orixás vemos Oxumaré e Ewá.

Uma mãe de cabeça Oxum e um Pai de Cabeça Oxossi produzem numa mulher uma pessoa de grande beleza, talvez a mais bela dentre todas as filhas de Oxum. Também sendo mais vaidosa, com tendência a preguiça, luxo e luxuria. Já com mãe Oxum e pai Obaluaê produzem-se uma filha com mais simplicidade, também de grande beleza, mas com características mais rústicas e menos vaidosas. Ambas as filhas muito inclinadas a gostar de sexo, mas sendo que a segunda característica um pouco mais voltada a buscar o amor verdadeiro não ligando muito para o detalhe do dinheiro.

Outra coisa importante a se observar são as personificações do orixá. Por exemplo: é constatado por muitas pesquisas que alguns orixás e em minha opinião em todos tem as formas mais jovens ou mais velhas, como encontradas em Obaluaê e Omulú. No caso de Omulú estando no lugar de Obaluaê já muda um pouco a figura das características do filho de orixá. Sendo que um filho de Omulú com Oxum já traz uma certa deformação orgânica ou física, e no que se trata de materialismo tem tendência a gostarem de luxo, mas ter maior dificuldade em consegui-lo.

Também muda-se os preceitos e conceitos morais como por exemplo: uma filha de Oxum com Omulú não ligaria muito em ser a outra numa relação, enquanto Obaluaê como pai essa pessoa mesmo passando a ser a outra estaria mais determinada em alcançar o lugar definitivo e único.

As filhas de Oxum são em todos os cruzamentos seja qual for o pai são sempre muito bonitas, e tem sempre uma sexualidade forte e deliciosa, sabendo não só apreciar o prazer, mas também dar muito prazer aos parceiros. 


Sua forma física são sempre bem desenhadas seja qual for o pai, mas as que tem na linha de terra a parte masculina tem sempre corpos bem desenhados características fortes e traços bem definidos e exuberantes. Os órgãos sexuais muito bem definidos e bem formados com uma característica mais misteriosa e estranha (misturando o rústico e o erótico) do que nas filhas de Oxum com pai de linhas de ar. Mas são sempre muito gostosas e belas em todos os sentidos. “ORA IEIÊ Ô”.


“MULHER ELEGANTE QUE TEM JOIAS DE COBRE MACIÇO. É UMA CLIENTE DOS MERCADORES DE COBRE. OXUM LIMPA SUAS JOIAS ANTES DE LIMPAR SEUS FILHOS”.

fonte:http://portalesdoceu.blogspot.com