sexta-feira, 30 de abril de 2010

REPORTAGEM: Chacras são fundamentais para equilibrar o corpo


da Folha Online
São pelos chacras e os meridianos que o reiki age e reequilibra a energia do corpo. Os chacras são centros de conjunção desta energia, situam-se em diferentes pontos do corpo e funcionam como bombas que regulam o fluxo da energia. O grau de fluidez da energia da nossa consciência é, portanto, determinada pelo estado dos nossos sete chacras que dividem-se em:
 
Chacra de base (muladhara): localiza-se na região pélvica, entre o ânus e os órgãos genitais. Segundo os escritos sagrados orientais, a origem deste chacra é a "mãe do mundo". Quanto mais aberto, maior a energia física. Tem relação com o medo ligado à sobrevivência: comida, água, ar, situação financeira e trabalho. As glândulas supra-renais, a coluna vertebral, os rins, a bexiga e a parte final do intestino estão relacionados com esse chacra.

Chacra sagrado (Svadhistana): ligado à reprodução, fonte de energia e do prazer sexuais.Está localizado acima dos órgãos genitais, quatro dedos abaixo do umbigo. Estimula a procura criativa do prazer material, regendo o gosto das coisas belas, da arte, das emoções e as relações com o outro sexo. Chacra do movimento, da expansão e da intuição emotiva. É onde estão os medos, os fantasmas e fantasias negativas ligadas à sexualidade. Permite-nos amar a vida. Relaciona-se com as glândulas sexuais, os órgãos reprodutores e o nervo ciático.

Chacra solar (manipura): encontra-se no ponto de junção das costelas e atua no pâncreas, fígado, vesícula, baço, estômago, duodeno, cólon e intestino delgado. Chacra da mente racional, da vitalidade, da vontade, da ação, do poder e da autocura. Rege a nossa relação com o mundo e permite-nos compreendê-lo com tudo o que se passa no exterior: a natureza, o cosmos, Deus e os outros homens. Garante a compreensão, a gestão e o controle das emoções.

Chacra cardíaco (anahata): : É o ponto de conversão e compatibilidade entre as energias dos três primeiros chacras, abaixo do coração, e os três de cima. Permite amar totalmente e sem condições. Realiza a união entre as energias materiais e espirituais. Quando funciona harmoniosamente, nos transformamos o canal do divino e o nosso coração torna-se um prodigioso transmissor de energia universal, um instrumento de cura. As energias do coração permitem-nos mudar o mundo unificando-o, reconciliando e curando as pessoas à nossa volta. Localiza-se no meio do peito, ao nível do coração, na quinta vértebra dorsal.

Chacra da garganta (vishudda): está no meio da garganta. Chacra da comunicação, do som, da vibração e da capacidade de receber e assimilar, bem como da expressão da nossa personalidade na sociedade e no trabalho.A consciência profunda deste chacra fará com que nos iniciemos no caminho espiritual.

Chacra da sabedoria (ajna): Chacra do aspecto mental superior, da "visão superior", por isso chamado também de "terceira visão". Associado à faculdade de visualizar e tornar compreensíveis os conceitos intelectuais, bem como de pôr em prática esses conceitos. Permite-nos entrar no mundo do não-material, do aparentemente invisível, por meio da percepção extra-sensorial para nos dar o conhecimento, isto é, uma consciência profunda do que nos rodeia de forma. Relaciona-se com a hipófise, a pituitária, a parte inferior do cérebro, o olho esquerdo, as orelhas e o nariz e está localizado acima do princípio do nariz, no meio da testa.

Chacra da coroa (sahasrara): É o chacra que nos liga à nossa parte mais espiritual, ao nosso ser completo e com a realidade cósmica. É luz de conhecimento e consciência, é visão global do universo, é o nosso caminho de crescimento que nos permite alcançar a serenidade espiritual da completa consciência universal. Epífese, pituitária e pineal, parte superior do cérebro e o olho direito estão relacionados com esse chacra. Localiza-se no topo da cabeça (JB).

FONTE: FOLHA ONLINE

Reportagem: Empresas usam o reiki para motivar funcionários

Da Folha Online

O reiki chegou ao Brasil em 1983, trazido pelo médico Egídio Vecchio. Mas foi por meio de um curso do mestre norte-americano Stephen Cord Saiki, da American Internacional Reiki Association (AIRA), neste mesmo ano, que a terapia ganhou adeptos no Brasil, que imediatamente fundaram a atual Associação Brasileira de Reiki (ABR).

A psicóloga Claudete França, atual presidente da entidade, foi a primeira mestre em reiki da América do Sul. Ela recebeu o treinamento completo no sistema Usui (tradicional), em 1988, em San Diego, na Califórnia (EUA).
 
De acordo com França, a ABR vem sendo solicitada para ministrar cursos em empresas. O Advance Center Amana-Key, especializado em educação para executivos, o Banespa e o Senac são algumas delas. "Há uma preocupação crescente das empresas em motivar os seus funcionários, incentivar a criatividade no trabalho e melhorar a qualidade de vida", completa.

França alerta às pessoas interessadas que tenham certas precauções com os cursos. "Não é reiki se a pessoa não receber, durante a iniciação, as harmonizações dadas por um mestre", afirma. "Reiki é uma experiência individual, na qual é canalizada a energia natural, promovendo o equilíbrio, a cura, a transformação e a expansão da consciência", acrescenta França.


Quanto às outras variantes de reiki que apareceram a partir da década de 40, França tem opinião cautelosa: "Não sei que tipo de reiki se pratica fora do sistema Usui, mas fico preocupada porque a essência do reiki pode ser perdida. Pode ser que as outras linhagem estejam de acordo com os fundamentos do reiki, mas, algumas pessoas, por exemplo, podem estar achando que estão canalizando a energia universal, mas estão captando a energia ki, a que existe à nossa volta, nas pessoas, nas plantas, nos animais", explica França.

A ABR tem sedes espalhadas pelo Brasil, onde organiza e dá cursos e atende pessoas em entidades assistenciais, asilos, hospitais e orfanatos. Nos locais, os iniciados em reiki tem a oportunidade de desenvolver e adquirir experiência na aplicação do reiki. (JB)


Reiki reequilibra energia do corpo e combate o estresse

JORGE BLAT
repórter da Folha Online

Uma técnica de cura com as mãos que ficou "esquecida" por seis mil anos ganha cada vez mais uma legião de seguidores pelo mundo.

O reiki, originário das montanhas do Tibete, na China, foi redescoberto no início do século passado pelo educador e padre cristão japonês Mikao Ushui e trazido ao Ocidente na década de 30 por uma de suas discípulas, a havaiana de origem japonesa Hawayo Takata. No Brasil, a técnica foi introduzida em meados dos anos 80.

O reiki, palavra japonesa que significa energia vital universal, é uma aplicação de energia-luz que harmoniza a saúde física, emocional, mental e espiritual. Restaura, equilibra e aperfeiçoa o campo energético do corpo, sem a interferência da energia do terapeuta, que apenas canaliza a existente no universo para pontos desequilibrados do receptor.

"Com toques sutis das mãos, o reiki cria um estado de harmonia e bem-estar na pessoa", afirma Maria Izabel Colamarino, mestre em reiki pelos sistemas Usui (tradicional), Tibetano, Karuna e Tera Mai.
No aprendizado, o aluno, primeiro, é preparado para canalizar para si a energia cósmica. A partir daí, o "reikiano" pode começar a usar as técnicas assimiladas para benefício próprio e também para o próximo. "No início você tem de ser o seu próprio mestre para depois, se quiser, compartilhar com outras pessoas essa energia", completa Colamarino.

A terapia alivia dores físicas, combate o estresse, a ansiedade, o medo, equilibra o sono, não tem contra-indicações e complementa outros tratamentos médicos. "As pessoas que utilizam a medicina tradicional ou a acupuntura, por exemplo, alcançam bons resultados com o reiki", completa Colamarino.

Alguns grupos religiosos rejeitam o reiki e acreditam que se assemelha a uma religião. "O reiki é apenas uma terapia natural, não tem nada de religioso nem filosófico", explica Colamarino.
A terapeuta salienta que a barreira existe apenas em um primeiro momento. "Depois que explicamos o que é, as pessoas o entendem e praticam, inclusive católicos, evangélicos e espíritas", completa.
Reprodução
Princípios do reiki criados por Mikao Usui a partir de seus estudos de escritos antigos em sânscrito:

1.Hoje eu abandono a raiva
2.Hoje eu abandono as minhas preocupações
3.Hoje eu conto com todas as minhas bênçãos
4.Hoje eu faço o meu trabalho honestamente
5.Hoje eu sou gentil com todas as criaturas vivas

Para quem acredita que apenas algumas pessoas possuem o "dom", Colamarino desmistifica: "Todas as pessoas podem aprender desde que a técnica da sintonização (canalização da energia) seja ensinada por um bom mestre de reiki", explica. "Os chacras são os principais receptores de energia, mas no nosso atribulado dia-a-dia nem sempre estão sintonizados para recebê-la naturalmente", completa.
Quando nos sentimos desenraizados e estressados, muitas vezes buscamos energias mais puras no campo ou na praia. Em contato com a natureza, podemos nos recuperar energeticamente, por isso, na maioria das vezes, nos sentimos mais harmonizados.

Além da energização pelo toque, o reiki pode ser enviado à distância. Mas para alcançar esse estágio, o aluno precisa ter feito o primeiro nível da iniciação. Colamarino, porém, alerta: "o envio da energia à distância deve ser feito com o consentimento da pessoa que irá recebê-la".
Segundo a terapeuta, é possível enviar energia a um grupo de pessoas, por exemplo, mas poderá ocorrer que algumas delas estejam "fechadas" a recebê-la. Mas em casos de catástrofe, por exemplo, Colamarino acredita que a sintonização é válida porque pode ajudar pessoas que estão abertas a receber a energização e aliviar o sofrimento daquele momento.

Terapias alternativas não são reconhecidas pela medicina

da Folha Online

Assim como várias terapias consideradas como alternativas pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), o reiki não é reconhecido como prática terapêutica pela medicina brasileira. Apenas a acupuntura, em agosto de 1995, e a homeopatia, em junho de 1980, foram aceitas. O CFM proibiu o uso pelo médico de qualquer terapia não aprovada pela comunidade científica, em setembro de 1998.
Maria Izabel Colamarino, mestre em reiki, afirma que "a terapia tem o reconhecimento da OMS (Organização Mundial de Saúde)". Mas a médica-sanitarista Regina Parizi Carvalho, presidente do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo, esclarece que a OMS "sempre apóia toda iniciativa terapêutica que visa o bem do homem, inclusive financia pesquisas, o que não valida a sua prática sem o embasamento científico necessário", responde.
Para esse reconhecimento, Parizi explica que há um processo rigoroso, pelo qual as novas formas de terapias têm de passar. "A acupuntura só foi reconhecida depois de dez anos", afirma.
Parizi esclarece que "tanto a acupuntura como a homeopatia são práticas terapêuticas e não novas medicinas. Elas são muito úteis para tratamento de certas doenças, mas não podem ser aplicadas em casos em que a intervenção do médico tem de ser rápida".
Antes de iniciar um processo de validação, o CFM, que regulamenta a profissão do médico, instaura uma comissão de ética e outra científica para começar a análise da terapia. Segundo Parizi, o Ministério da Saúde catalogou cerca de cem diferentes modalidades terapêuticas. Várias delas têm a prática permitida, sob observação, em alguns hospitais universitários, instituições credenciadas e serviços públicos de saúde. "É uma forma de estudar e verificar se a terapia é útil para o ser humano e um mecanismo de segurança para a sociedade", completa Parizi.
No caso mais recente, Parizi cita a medicina ortomolecular. "Eles trouxeram um vasto material, com artigos, mas sem comprovação científica", diz. A medicina ortomolecular não foi aceita, mas foi autorizada a sua prática experimentalmente.
Para Parizi, as terapias alternativas tentam impor o seu pensamento a todo custo. "Acho que há uma tendência autoritária destas terapias em querer obrigar as pessoas a acreditar no que eles dizem, sem a mínima comprovação científica", afirma.
O CFM proíbe o médico de utilizar terapias não reconhecidas. O profissional pode ser processado ético-disciplinarmente pelo conselho e ser punido, com uma simples advertência ou a cassação do exercício da profissão, de acordo com a gravidade do fato. (JB)


fonte: FOLHA ONLINE

quinta-feira, 29 de abril de 2010

RAMAKI - HOLOS VITAL REIKI

 RAMAKI - HOLOS VITAL REIKI


O REIKI BRASILEIRO    
 
Arte brasileira de atração de harmonia e cura através dos sopros vocálicos.
Holos Vital Reiki-Ramaki, é  uma concepção brasileira de harmonização e cura, sintonizada em 21 de marзo de 2002, pela mestra em Reiki Marcia MC Basso.

Marcia relata: Queridas irmãs Consciências da terra
Meu nome é  Marcia Basso e há mais de 30 anos, trabalho e dedico minha vida: aos estudos da Ordem Rosacruz, Amorc, a arte da música como vocalista, compositora, produtora de discos e terapia musical com o curso “O poder e a magia dos Sons”, Mantraterapia Natural, Alquimia mental , Reiki onde inicio até o mestrado e  parapsicologia, com regressгo  e relaxamentos.

Em classe de estudos parapsicológicos, em 1993, pude demonstrar uma ferramenta que idealizei com pesquisas metafísicas, e que hoje com muita alegria vejo ser utilizado em todo o Brasil e já em alguns países do mundo: O Rosário Cósmico Reikiano, instrumento pelo qual podemos através da emoção, repetição e visualização programar nossa vida e atrair nossos desejos que estejam em a sintonia do “bom” em nossa vida. 
 
Os Mantras e Yantras do Reiki,  abrem os caminhos a nos colocam no lugar certo, na hora certa, com as pessoas certas, para cumprirmos nossa misssão de vida, atrair prosperidade, saúde, amor, paz e harmonia.

Mas foi naquele mês de Março, mais ou menos 15 de fevereiro até 21 de março que  senti uma atração muito forte por alimentos da terra e pelas ações poderosas do Sol. Exatamente аs 7 horas da manhã de 21 de Março de 2002, fui acordada, recebendo em todo meu corpo uns sopros vocálicos interessantes e uma drenagem energética nunca antes sentida. Não consegui vislumbrar quem os passava , mas senti, que não era apenas um ser, mas uma força vital que invadiu meu quarto e meu corpo, tornando-o revitalizado por inteiro e em pleno êxtase. Ainda nesse estado exaltado levantei-me e escrevi tudo o que aconteceu. Relatei para minha família que sentiram também minha vibração intensa e positiva. Eu parecia e me sentia um ser de LUZ. Pura LUZ.

Em meu âmago cintilava um ânimo nunca antes sentido e uma certeza de estar bem e de poderes infinitos.

Lá pelas 9 horas, chegou minha faxineira com uma dor na perna incrível. Com toda esta certeza que me pertencia naquele instante, pedi para ela sentar-se e apliquei os sopros que havia recebido em mim há pouco.

Em apenas 2 minutos ela sentiu TODA a dor desaparecer e  até um pequeno nódulo que havia formado em sua perna direita simplesmente desapareceu. Engraçado, como para mim, aquilo pareceu normal naquele momento, eu tinha certeza absoluta que iria funcionar. Basta dizer que ela mesma relata daquela dor, nunca mais haver voltado. 

Todos de casa me olharam estranhamente naquele dia, pois eu parecia mesmo outra pessoa.  Dali por diante fui  aplicando em todos que apareciam com alguma dor, emoção ou mal estar e realmente sempre funcionava. Depois de dezenas de amigos que receberam a energia, comecei a pesquisar o que seria isso tudo. Porque justo eu,  tinha que propagar este método, eu que temia uma exposição nesta área holística e ainda tão cheia de preconceitos, charlatões, etc.

A princípio, fiquei com muito medo de tudo e de divulgar RAMAKI. Seria mesmo precipitado de minha parte, se não houvesse antes a pesquisa e ao mesmo tempo,  tantas pessoas e mesmo o próprio Universo conspirando para que isto acontecesse. Falei com minha amiga Roberta Mello, editora das revistas “Descobrindo o Reiki” e outras no gênero, das quais eu participava com meus cds de mantras e induções e convidei-a para participar comigo desta estranha e maravilhosa jornada de pesquisas e comprovação do método.

Marcia Basso
Vocalista, compositora, Terapeuta Holнstica há mais de 28 anos. Membro da Ordem Rosacruz AMORC, desde 1979, Márcia  sempre foi em busca e pesquisa dos mistérios da vida, da restauração da saúde e o além morte. Mestre em reiki, parapsicóloga e autora do método de atração de cura através dos sopros vocálicos e mantras – Holos Vital Reiki - Ramaki, Márcia atende em vários espaços de São Paulo e ministra os cursos “RAMAKI”  e “O Poder e a Magia dos Sons”, onde você poderá utilizar a sabedoria milenar dos verdadeiros magos e místicos na atração da cura e harmonização pessoal, através de mantras especiais, induções mentais e relaxamentos, restauradores de saúde, aumentando a estima a compreensão consigo mesmo e com o mundo, aceitando a Terra com Planeta mгe, resolvendo assim,  traumas do passado e genéticos emocionais.
Márcia enquanto Alquimista mental, desenvolveu o Método do Rosário Cósmico Reikiano, sucesso em todo o Brasil e já no Exterior, atravás da repetição, visualização e emoção e energia Reiki, imprimindo no subconsciente de forma consciente, pura e positiva, um novo ser, próspero, saudável e feliz.
 

Aplicação de Ramaki
 
 
 
 
CANAIS DE EXPURGO

Para ilustra-lo e ativarmos poderes superiores de atração de fé, proteção e queima dos biocogita (formas pensamento), passamos também símbolos alquímicos de grandes Magos e Alquimistas do passado, além do próprio símbolo de coneção a equilíbrio de polaridades de Ramaki e seu Mantra entoado enquanto finaliza o tratamento, produzindo uma paz interior nunca antes experimentada.
O iniciado recebe um Kit, contendo apostila, as cartas de purificação, Rosário Cósmico Ramakiano e Reikiano, um livro para anotação dos depoimentos (para um possível futuro mestrado), um cd de induções e mantras e certificado direto de nosso Núcleo de estudos e pesquisas Metafísicas Ramaki. O curso tem a duração de 1 dia ou dois, dependendo da quantidade de iniciandos, podendo também ser administrado а distância em caráter de emergência com a auto-iniciação e sintonização plural, podendo posteriormente existir a sintonização pessoal com o Mestre na primeira oportunidade.
Uma semana antes da iniciação pedimos ao buscador, que introduza em sua alimentação diária, mais raízes, tubérculos e muita água. А noite recomendamos a leitura das cartas de purificação antes de dormir. Pedimos também duas fotos: uma para o certificado e outra para nossos arquivos e energização diária sempre аs 15h e as 23 h.

Bem, hoje, após tantos depoimentos, mais conhecimento da origem e atuavéo de Ramaki e  tantas confirmações, o medo de expor Holos Vital Reiki se dissipou e já iniciamos até freiras, médicos, cientistas, físicos, advogados, artistas, terapeutas de todos os gêneros, donas de casa, criançass, policiais e pessoas de todos os cantos, centro do Brasil e no exterior, para nossa felicidade sendo também aceita pela comunidade Reikiana, Pelo CONBR - Conselho Brasileiro de Reiki e Universidade Mundial de Reiki, tendo recebido a comenda Mikao Usui, pela Câmara Municipal de Uberlândia,  pelos serviços prestados a humanidade e difusão da disciplina Reiki no Brasil.
Mas o mais importante mesmo para mim, é humildemente agradecer a Deus e ao Universo a oportunidade de servir, pois é a Ele que pertence a grande Graça e Vontade, e  de onde advém o Grande Poder.
Mais informações: acesse o site: http://www.promovideo.com.br/portal/terapeutas.htm.
 
Márcia M.C Basso- (11) 3862-1139 ou ramaki@bol.com.br




LITERATURA RECOMENDADA: REIKI ESSENCIAL - DIANE STEIN


  • Por: Diane Stein
  • ISBN-13: 9788531510380
  • Editora: Pensamento
  • Data Publicação: 1998-04-01 00:00:00

O Reiki, antigo sistema de cura baseado na simples imposição das mãos, tem sua origem mais remota ligada ao Budismo Tibetano. No Ocidente, sua prática era mantida em segredo até há bem pouco tempo.
Este livro traz informações detalhadas, muitas delas publicadas pela primeira vez, sobre os três grau do Reiki e contém todas as informações que o agente de cura, o praticante e o mestre desse sistema precisam ter.
Reiki Essencial, de Diane Stein
 
A idéia deste livro é ser um manual completo sobre Reiki, o que realmente ele é dentro da ótica ocidental sobre esta arte de cura energética.
 
Diane Stein faz parte da geração de mestres que renovaram o estilo ocidental de Reiki após o falecimento de Hawayo Takata. Sua formação como mestra de Reiki é eclética, saindo dos padrões “tradicionais” de Takata e mostrando bastante influência de movimentos da Nova Era.
O livro  tem muito valor por ser realmente um manual bastante abrangente do Reiki conforme praticado por Diane Stein e outros mestres. A autora apresenta o Reiki com bastante propriedade e fornece explicações detalhadas para a prática dos três níveis.
 
O conteúdo de Reiki Essencial inclui:
 

- Como conduzir uma sessão de Reiki em si mesmo, em outras pessoas
 

- Aplicação de Reiki em grupo
 

- Símbolos do Reiki – o que são e como usá-los
 

- Reiki à distância
 

- Como realizar iniciações e como conduzir cursos de Reiki
 

Adquira um exemplar.

sábado, 24 de abril de 2010

Imagens, Dimensões e Distâncias do Universo conhecido

Imagens, Dimensões e Distâncias do Universo conhecido

Tantas são as vezes que nos pegamos em preocupações de nosso dia-a-dia, que pouco paramos para pensar em como somos realmente pequenos, o quanto somos frágeis e no quão pouco sabemos do Universo.

Sem dúvida temos importância dentro da "ordem das coisas", embora ainda não saibamos exatamente qual é o nosso papel.

Mas por vezes deprendemos tanto tempo e esforço em coisas insignificantes, que vale a pena ver exatamente qual é o nosso TAMANHO, e percebermos que nossa verdadeira grandeza só pode estar dentro de nós, porque nosso Mundo, comparativamente ao Universo, representa menos que um grão de areia de todas as praias da Terra.

Cuidemos bem deste Mundo, pois é o nosso "grão de areia".


T A M A N H O S


Planetas internos,

Marte e Plutão.

Os gigantes gasosos

imagem comparada com Jupiter, Saturno, Urano e Netuno.

Nosso SOL,

e o Sistema Solar


A estrela Sírius e a gigante vermelha Arcturus

comparadas ao nosso Sol.

As gigantes vermelhas Betelgeuse e Antares,e o nosso Sol, representado por um pixel da imagem.





D I M E N S Õ E S e D I S T Â N C I A S


12,5 Anos-Luz ao redor do Sol
A estrela mais próxima ao sol está 7000 vezes mais
distante do que a borda de nosso sistema solar. Este mapa mostra todos os
sistemas estelares que se encontram dentro do raio de 12,5 anos-luz de nós.

Número de estrelas dentro de 12,5 anos-luz = 32




250 Anos-Luz ao redor do Sol
A maioria das estrelas visíveis a olho nu encontram-se num raio
de 250 anos-luz. Este mapa mostra esta seção minúscula de nossa
galáxia, que cerca nosso sol.
Nº de estrelas dentro de 250 anos-luz = 250.000

5.000 Anos-Luz ao redor do Sol
O braço local de nossa galáxia é chamado
de Braço de Orion. É mostrado aqui com os milhões das
estrelas entrecruzadas por nuvens de gás interestelar.
Nº de estrelas dentro de 5.000 anos-luz = 300 milhões

50.000 Anos-Luz ao redor do Sol
Nossa galáxia é um disco espiral de cem bilhões de estrelas,
que giram em torno de um centro compacto. Este é um diagrama que
mostra as principais características da galáxia.

Nº de estrelas dentro de 50 000 anos-luz = 200 bilhões



500.000 Anos-Luz ao redor do Sol
As Galáxias Satélites
A Via-Láctea é cercada por diversas galáxias anãs, que
orbitam lentamente em períodos de bilhões de anos.
Este mapa mostra as galáxias satélites mais próximas.


Nº de grandes galáxias em 500 000 anos-luz = 1Nº de galáxias anãs = 9


100 milhões de Anos-Luz ao redor do Sol
O grupo local de galáxias é apenas um de muitos centrados
em torno do aglomerado de Virgem. Coletivamente, todos
estes grupos e aglomerados dão forma a uma unidade chamada
de Superaglomerado de Virgem.

Nº de grupos de galáxias em 100 Milhões de anos-luz = 160Nº de galáxias grandes = 2.500Nº de galáxias anãs = 25.000Nº de estrelas = 500.000 bilhões


1 bilhão de Anos-Luz ao redor do Sol
A distribuição das galáxias no universo está longe de ser regular.
Tendem a se juntar em formações de enormes superaglomerados.
Este mapa mostra muitos dos superaglomerados existentes no raio
de 1 bilhão de anos-luz de nós.
Nº de superaglomerados em 1 bilhão de anos-luz = 80Nº de grupos de galáxias = 160.000Nº de galáxias grandes = 3 milhõesNº de galáxias anãs = 30 milhõesNº de estrelas = 500 milhões de bilhões


14 bilhões de Anos-Luz ao redor do Sol, o Universo visível
Embora nosso conhecimento da estrutura gigantesca do universo
esteja bastante incompleto, o universo inteiro apresenta-se
razoavelmente uniforme, conforme este mapa sugere.

Nº de superaglomerados no universo visível = 270.000Nº de grupos de galáxias = 500 milhõesNº de galáxias grandes = 10 bilhõesNº de galáxias anãs = 100 bilhõesNº de estrelas = 2.000 bilhões de bilhões

quinta-feira, 22 de abril de 2010

REIKI E A COBRANÇA

REIKI é Amor, e que Amor é sinônimo de liberdade e respeito. Portanto, não podemos estar presos a nada. Assim, cobrar por ministrar ou mesmo aplicar REIKI não significa nada. Estender REIKI sem cobrar não significa nada. Nós é que damos o significado, e não podemos fazer disso nossa própria prisão. Se o fizermos, não estamos no Amor, pois que o Amor liberta, e não prende.

Podemos encontrar pessoas que não conseguem receber nada gratuitamente. Nem mesmo REIKI. Podemos encontrar também pessoas que acreditam que o REIKI só tem valor se oferecido gratuitamente. 

Estar preso a uma crença, é estar literalmente preso. Por isso costumo me manter neutra em relação a crenças, para não ficr agarrada a rótulos e com isso me sinto livre para compreender e auxiliar o meu semelhante sem julgar.

Em ambos os casos, devemos transitar livres, respeitando as crenças pessoais e dando liberdade tanto a uns, como aos outros. Se aprendemos a libertar e respeitar, aprendemos o Amor. Seremos nós mais amorosos, mais livres, e compreenderemos o respeito.
Saberemos então o que é o Livre Arbítrio.
Namastê.

REPORTAGEM: Jesus é ‘invisível’ no registro arqueológico

Para um dos principais especialistas do Brasil na realidade histórica por trás da vida de Jesus, é preciso encarar com ceticismo o anúncio da descoberta da suposta tumba de Cristo. André Chevitarese, historiador da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), vai mais longe: Jesus seria virtualmente invisível para um arqueólogo de hoje. “Não só ele como quase toda a primeira e a segunda geração de cristãos. São pessoas periféricas, gente muito simples, de origem rural”, declarou Chevitarese. Seriam incapazes de deixar restos materiais claros de si mesmos
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Foto: New York Times
O suposto túmulo de Jesus e sua família foi achado nos arredores de Jerusalém e continha dez ossuários. (Foto: Discovery Channel)
Assim, os ossuários (caixas de pedrque abrigam os ossos após o sepultamento original) apresentados no dia 26 pelo diretor de cinema James Cameron como o local do último descanso de Jesus, sua mãe Maria e sua suposta esposa Maria Madalena (entre outros personagens bíblicos) estariam muito acima das possibilidades financeiras de alguém como ele. A decoração elorada em alguns dos ossuários aponta para uma família de classe média alta, e não para camponeses da Galiléia (a região pobre e iletrada ao norte da Palestina).
“A gente fica com um pé atrás diante de um anúncio como esse”, afirma Chevitarese, co-autor do livro “Jesus de Nazaré – Uma Outra História”. “A impressão é que se está diante do fenômeno de uma emissora de TV simplesmente querendo criar polêmica em torno do tema. Qualquer trabalho científico sério precisa trabalhar com hipóteses, que podem ser testadas ou refutadas. O problema é que, nessas belíssimas teorias que são criadas, a resposta já vem pronta” e os fatos simplesmente são forçados a se encaixar na conclusão desejada, critica o historiador. Ele compara esse tipo de esforço à trama do romancista Dan Brown no livro “O Código Da Vinci”.
Mais um túmulo Chevitarese conta que o túmulo de onde vieram os ossuários, achado em 1980 num subúrbio de Jerusalém, não é nem o primeiro a conter a inscrição “Jesus, filho de José”. Outro ossuário com esses dizeres veio à tona em 1926, “inclusive com uma inscrição bem mais clara”, de acordo com o pesquisador. O burburinho, na época, foi semelhante ao gerado pelo anúncio de Cameron, até que se percebeu que ambos os nomes eram extremamente comuns entre os judeus do século 1 d.C.
 
New York Times
Foto: New York Times

Suposto ossuário de Maria Madalena: excesso de luxo põe teoria em dúvida. (Foto: Ruby Washington/NYT)
Caso os restos de Jesus realmente tivessem sido depositados num dos ossuários, isso significa que ele teria sido primeiro colocado num loculus – provavelmente uma reentrância ou nicho numa parede de rocha, grande o suficiente para receber um corpo – e depois seus restos mortais teriam sido abrigados no ossuário. Assim, embora Cameron negue, a existência da caixa seria uma prova contrária ao dogma da ressurreição de Jesus dos mortos.
“Acontece que eles passam por cima de uma parte significativa das pesquisas sobre crucificação, que indicam que muito provavelmente Jesus nunca chegou a ser enterrado”, defende Chevitarese. Segundo o historiador, em todo o mundo romano (que ia do Reino Unido ao Iraque de hoje), existem pouquíssimos registros de pessoas crucificadas que foram sepultadas. O costume romano era deixar o corpo exposto na cruz, até que aves de rapina ou cães devorassem o cadáver. Temia-se que o túmulo de um rebelde crucificado virasse local de peregrinação e aumentasse o descontentamento contra Roma.
Chevitarese argumenta também que, para a maioria dos estudiosos, a figura de José de Arimatéia – um judeu rico e simpatizante secreto de Jesus que teria obtido seu corpo e organizado seu sepultamento – é uma criação literária dos Evangelhos. “Camponeses como os seguidores de Jesus não teriam como se dirigir a Pilatos para exigir o corpo. Assim, os evangelistas têm o problema de explicar o sepultamento de Jesus e usam a figura de José de Arimatéia, que praticamente cai de pára-quedas na narrativa – sua única função na história é essa”, diz.
Mesmo que o sepultamento tenha ocorrido, porém, o pesquisador diz que é quase impossível separar Jesus e seus seguidores do contexto camponês da Galiléia. Essas pessoas, inclusive Jesus, teriam grandes chances de ser analfabetas e de só falar aramaico – a língua-mãe da maioria dos judeus da Palestina nessa época. Sem o domínio do grego, a língua da cultura de então, tais pessoas teriam muito pouca oportunidade de deixar registros históricos de primeira mão sobre si mesmas e seu líder messiânico.


Fonte: G1
Por Redao Gospel.

terça-feira, 20 de abril de 2010

Berço da civilização, o rio Eufrates está secando - A PROFECIA DA BÍBLIA - APOCALIPSE SE CUMPRINDO!

Sufocado por vizinhos e secas, Eufrates está sumindo no Iraque



E o sexto anjo derramou a sua taça sobre o grande rio Eufrates; e a sua água secou-se, para que se preparasse o caminho dos reis do oriente
(Apocalipse 16.12).



Retração do rio está castigando os agricultores e ameaça se transformar em fonte de tensão na região.
Campbell Robertson

O Rio Eufrates está secando. Sufocado pelas políticas adotadas pelos vizinhos do Iraque, Turquia e Síria, por uma seca que já dura dois anos, e o mau aproveitamento da água pelo governo e agricultores iraquianos, o rio está significativamente mais raso do que era há alguns anos. Algumas autoridades temem que, em breve, o rio se torne a metade do que é hoje.


A retração do Eufrates - rio que foi tão crucial para o nascimento da civilização a ponto de o Apocalipse profetizar que ele secaria, sinalizando o fim dos tempos - está castigando os agricultores ao longo de suas margens, empobreceu os pescadores e vem esvaziando as cidades ribeirinhas, com a fuga dos camponeses para as grandes cidades em busca de trabalho.


Os pobres são os que mais sofrem, mas todas as camadas da sociedade sentem os efeitos disso: xeques, diplomatas e até membros do Parlamento que se retiram para suas fazendas após passar semanas em Bagdá.TERRA ÁRIDA.


Ao longo do rio, os campos de trigo e arroz transformaram-se em terra árida. Os canais definharam e agora são regatos pouco profundos, e os barcos de pesca estão encalhados na terra seca. As bombas destinadas a alimentar as usinas de tratamento de água balançam inutilmente sobre o charco escuro.


"Os velhos dizem que esta é a pior fase da qual se recordam", disse Sayid Diya, pescador de 34 anos em Hindiya, sentado num café ao lado de colegas sem trabalho. A seca está afetando todo o Iraque. A área de cultivo de trigo e cevada no norte teve uma redução de cerca de 95% e os pomares de árvores cítricas e tamareiras no leste do país estão secos.


Fonte: O Estadão
 
 
Por todos os pântanos, os coletores de junco, pisando em terra por onde antes flutuavam, gritavam para os visitantes em um barco de passagem."Maaku mai!" eles gritavam, erguendo suas foices enferrujadas. "Não há água!"
O Eufrates está secando. Estrangulado pelas políticas de água dos vizinhos do Iraque, a Turquia e a Síria; dois anos de seca e anos de uso inadequado pelo Iraque e seus agricultores, o rio está significativamente menor do que há apenas poucos anos. Algumas autoridades temem que em breve poderá ser a metade do que era.

O encolhimento do Eufrates, um rio tão crucial para o nascimento da civilização que o Livro do Apocalipse profetizou sua seca como um sinal do final dos tempos, tem dizimado as fazendas ao longo de suas margens, tem deixado pescadores empobrecidos e esvaziado as cidades à beira do rio, à medida que os agricultores fogem para cidades maiores à procura de trabalho.

Rio Eufrates sofre há dois anos com seca e poderá desaparecer do Iraque


Menino ajoelha-se na lama que restou do rio Eufrates perto da 
aldeia de Jubaish, no Iraque. Foto de Moises Saman/The New York Times
Menino ajoelha-se na lama que restou do rio Eufrates perto da aldeia de Jubaish, no Iraque. Foto de Moises Saman/The New York Times
Por todos os pântanos, os coletores de junco, pisando em terra por onde antes flutuavam, gritavam para os visitantes em um barco de passagem.”Maaku mai!” eles gritavam, erguendo suas foices enferrujadas. “Não há água!”
O Eufrates está secando. Estrangulado pelas políticas de água dos vizinhos do Iraque, a Turquia e a Síria; dois anos de seca e anos de uso inadequado pelo Iraque e seus agricultores, o rio está significativamente menor do que há apenas poucos anos. Algumas autoridades temem que em breve poderá ser a metade do que era. Reportagem de Campbell Robertson, em Jubaish (Iraque), no The New York Times.
O encolhimento do Eufrates, um rio tão crucial para o nascimento da civilização que o Livro do Apocalipse profetizou sua seca como um sinal do final dos tempos, tem dizimado as fazendas ao longo de suas margens, tem deixado pescadores empobrecidos e esvaziado as cidades à beira do rio, à medida que os agricultores fogem para cidades maiores à procura de trabalho.
Os pobres sofrem mais agudamente, mas todos os estratos sociais estão sentindo os efeitos: xeques, diplomatas e até membros do Parlamento que se retiram para suas fazendas após semanas em Bagdá.
Ao longo do rio, os campos de arroz e trigo se transformaram em terra árida. Os canais encolheram para ribeirões rasos e os barcos de pesca ficam encalhados na terra seca. Bombas que visavam alimentar as usinas de tratamento de água balançam inutilmente sobre poças marrons.
“Os velhos dizem que é o pior de que se recordam”, disse Sayd Diyia, um pescador de 34 anos de Hindiya, sentado em um café à beira do rio cheio de colegas ociosos. “Eu estou dependendo das graças de Deus.”

Bacia do rio Eufrates

A seca é grande por todo o Iraque. A área cultivada com trigo e cevada no norte alimentado pela chuva caiu cerca de 95% do habitual, e os pomares de tâmaras e laranjas do leste estão ressecados. Por dois anos as chuvas estão muito abaixo do normal, deixando reservatórios secos. As autoridades americanas preveem que a produção de trigo e cevada será pouco mais da metade daquela de dois anos atrás.
É uma crise que ameaça as raízes da identidade do Iraque, não apenas como a terra entre dois rios, mas como uma nação que já foi a maior exportadora de tâmaras do mundo, que antes fornecia cevada para a cerveja alemã e que tem orgulho patriótico de seu caro arroz âmbar.
Agora o Iraque está importando mais e mais grãos. Os produtores rurais ao longo do Eufrates dizem, com raiva e desespero, que terão que abandonar o arroz âmbar por variedades mais baratas.
As secas não são raras no Iraque, apesar das autoridades dizerem que nos últimos anos estão ocorrendo com maior frequência. Mas a seca é apenas parte do que está sufocando o Eufrates e seu irmão gêmeo maior e mais saudável, o Tigre.

Os culpados citados com maior frequência são os governos turco e sírio. O Iraque tem muita água, mas é um país que está corrente abaixo. Há pelo menos sete represas no Eufrates na Turquia e na Síria, segundo as autoridades de água iraquianas, e sem nenhum tratado ou acordo, o governo iraquiano fica reduzido a implorar por água junto aos seus vizinhos.
Em uma conferência em Bagdá -na qual os participantes beberam água engarrafada da Arábia Saudita, um país com uma fração da água doce do Iraque- as autoridades falavam em desastre.
“Nós temos uma sede real no Iraque”, disse Ali Baban, o ministro do Planejamento. “Nossa agricultura vai morrer, nossas cidades vão definhar e nenhum Estado pode ficar quieto em uma situação dessas.”
Recentemente, o ministério da água anunciou que a Turquia dobrou o fluxo de água para o Eufrates, salvando o período de plantio de arroz em algumas áreas.
A medida aumentou o fluxo de água em cerca de 60% de sua média, apenas o suficiente para atender metade das necessidades de irrigação para a estação de arroz. Apesar da Turquia ter concordado em manter o fluxo e até aumentá-lo, não há compromisso que exija que o país o faça.
Com o Eufrates exibindo poucos sinais de melhora da saúde, a amargura em torno da água do Iraque ameaça se transformar em fonte de tensão por meses, ou até mesmo anos, entre o Iraque e seus vizinhos. Muitas autoridades americanas, turcas e até mesmo iraquianas, desdenhando as acusações como postura de ano eleitoral, disseram que o problema real está nas deploráveis políticas de gestão de águas do próprio Iraque.

“Costumava haver água por toda a parte”, disse Abduredha Joda, 40 anos, sentando em sua choupana de junco em um terreno seco e rochoso fora de Karbala. Joda, que descreve sua situação difícil com um sorriso cansado, cresceu perto de Basra, mas fugiu para Bagdá quando Saddam Hussein drenou os grandes pântanos do sul do Iraque em retaliação pelo levante xiita de 1991. Ele chegou a Karbala em 2004 para pescar e criar búfalos d’água nos ricos alagadiços que o lembravam de seu lar. “Neste ano é apenas um deserto”, ele disse.

Ao longo do rio, não há falta de ressentimento em relação aos turcos e sírios. Mas também há ressentimento contra os americanos, curdos, iranianos e o governo iraquiano, todos eles responsabilizados. A escassez transforma todos em inimigos.
As áreas sunitas rio acima parecem ter água suficiente, observou Joda, um comentário cheio de implicações.
As autoridades dizem que nada melhorará se o Iraque não tratar seriamente de suas próprias políticas de água e de sua história de má gestão de águas. Canais que vazam e práticas de irrigação perdulárias desperdiçam água, e a má drenagem deixa os campos tão salgados com a evaporação da água que mulheres e crianças escavam imensos montes brancos das piscinas de água de rolamento.
Em uma manhã escaldante em Diwaniya, Bashia Mohammed, 60 anos, trabalhava em uma piscina de drenagem ao lado da estrada colhendo sal, a única fonte de renda de sua família, agora que sua plantação de arroz secou. Mas a fazenda morta não era a crise real.
“Não há água do rio para bebermos”, ela disse, se referindo ao canal que flui do Eufrates. “Agora está totalmente seco e contém água de esgoto. Eles cavam poços, mas às vezes a água simplesmente é cortada e temos que beber do rio. Todos meus filhos estão doentes por causa da água.”
No sudeste, onde o Eufrates se aproxima do fim de sua jornada de 2.784 quilômetros e se mistura com as águas menos salgadas do Tigre antes de desaguar no Golfo Pérsico, a situação é grave. Os pântanos de lá, que foram intencionalmente reinundados em 2003, resgatando a cultura antiga dos árabes do pântano, estão secando novamente. Os carneiros pastam em terras no meio do rio.
Os produtores rurais, coletores de junco e criadores de búfalos continuam trabalhando, mas dizem que não poderão continuar se a água permanecer assim.
“O próximo inverno será a última chance”, disse Hashem Hilead Shehi, um agricultor de 73 anos que vive em uma aldeia seca a oeste dos pântanos. “Se não conseguirmos plantar, então todas as famílias terão que partir.”


Amir A. al-Obeidi, Mohammed Hussein e Abeer Mohammed contribuíram com reportagem.
Tradução: George El Khouri Andolfato
Reportagem [Iraq Suffers as the Euphrates River Dwindles]
do The New York Times, no UOL Notícias.

NOTÍCIAS DA ULTIMA HORA: Solo encharcado põe em risco preservação de ruínas na Babilônia

Na imagem, os danos estruturais nas ruínas da cidade de Babilônia 
Foto: The New York Times Na imagem, os danos estruturais nas ruínas da cidade de Babilônia
Foto: The New York Times

A ameaça mais imediata à preservação das ruínas de Babilônia, que abrigam uma das Sete Maravilhas do mundo antigo, é a água que encharca o solo e solapa o que resta, no Iraque moderno, da grande cidade construída na era do rei Nabucodonossor 2°.
Além de ser a maior ameaça, essa é também uma das mais antigas. Nabucodonossor já enfrentava problemas com a água 2,6 mil anos atrás. Negligência, práticas irresponsáveis de construção e saques em tempo de guerra também ajudaram na deterioração, nos últimos anos, mas arqueólogos e especialistas em preservação de relíquias culturais afirmam que nada de substancial deveria ser feito para corrigir a situação antes que o problema da água seja resolvido.
Um estudo em curso, o projeto Futuro da Babilônia, documenta os danos causados pela água, associados ao rio Eufrates e sistemas de irrigação a ele conectados. O solo está saturado logo abaixo da superfície nos sítios do Portão de Ishtar e dos Jardins Suspensos, uma das maravilhas da antiguidade, há muito desaparecido. Tijolos estão caindo, templos desabam. A Torre de Babel, arruinada há muito, está cercada de água parada.
Os líderes do projeto internacional, descrevendo suas constatações em entrevistas e em reunião realizada este mês em Nova York, afirmaram que qualquer plano para recuperar Babilônia como atração turística precisa incluir o "controle da água como maior prioridade".
O estudo tem por objetivo desenvolver o plano mestre para a antiga cidade, e foi iniciado no ano passado pelo Fundo dos Monumentos Mundiais, em cooperação com o Conselho Estatal de Antiguidades e Herança Histórica do Iraque. Uma verba de US$ 700 mil fornecida pelo Departamento de Estado norte-americano vai bancar o estudo inicial, de dois anos, e o plano preliminar de gestão. Um dirigente do fundo disse que o esforço completo deve levar cinco a seis anos.
"Trata-se sem dúvida do mais complexo programa que já tivemos de organizar", disse Bonnie Burnham, presidente do fundo. Alguns poucos arqueólogos expressaram preocupação quanto ao que veem como início lento do trabalho. Os membros do trabalho afirmaram que foi difícil convencer especialistas estrangeiros a viajar ao Iraque, e também liberar sua documentação e a entrada do equipamento de que necessitavam para trabalhar no local.
Além do desgaste do tempo, algo a que todas as ruínas antigas estão sujeitas, é preciso levar em conta as depredações recentes em Babilônia. Os arqueólogos alemães que realizaram o primeiro estudo cuidadoso do sítio, antes da Primeira Guerra Mundial, já haviam percebido os estragos causados pelas águas de irrigação extraídas de um tributário do rio Eufrates, cerca de 80 quilômetros ao sul da moderna Bagdá.
McGuire Gibson, especialista em arqueologia mesopotâmia da Universidade de Chicago, não participou do projeto e concorda em que a água "é o maior problema" em Babilônia; ele disse que a situação havia sido agravada nos últimos anos quando um lago e canal foram escavados como parte de uma campanha para atrair turistas. Nabucodonossor mesmo, apontou Gibson, enfrentou a intrusão da água por meio da construção de novas edificações cada vez mais elevadas, erigidas por sobre montes de antigas ruínas.
Os primeiros pesquisadores alemães, liderados por Robert Koldewey, reportaram extensos danos de água nas estruturas de tijolos e a intrusão de campos arados e aldeias nos limites da antiga cidade. As pessoas já haviam removido pedras e tijolos, demolindo completamente o zigurate, conhecido por meio do historiador Heródoto e por sua designação bíblica como Torre de Babel. Os alemães mesmos removeram o suntuoso Portão de Ishtar e o levaram para um museu de Berlim.
Depois, nos anos 70 e 80, o líder iraquiano Saddam Hussein, que desejava se retratar como sucessor da grandeza de Nabucodonossor, construiu um imponente palácio em Babilônia, inspirado nas edificações do passado. Também adotou a prática real de marcar com o seu nome os tijolos usados na reconstrução. Os arqueólogos ficaram indignados. O novo palácio e algumas outras restaurações pouco têm de autêntico, dizem, e no entanto dominam o local.
O que fazer quanto ao palácio de Hussein é outra questão, disse Jeff Allen, co-diretor do projeto. "Como equilibrar a integridade do sítio e seu uso como atração turística, esse é o problema", disse, apontando que o Iraque conta com Babilônia como futura fonte de renda turística. Allen, consultor norte-americano em preservação cultural que trabalha no Cairo, informou que custaria milhões de dólares demolir o palácio ou convertê-lo em centro de atendimento aos turistas.
"Isso ainda precisará ser estudado por outros especialistas", disse, e brincou acrescentando a sugestão de que o palácio faria um ótimo cassino. "Eu não interferiria com o palácio", diz Gibson, apontando para o fato de que se baseava em desenhos deixados pelos arqueólogos alemães. "Dessa forma, as pessoas poderão ver pelo menos em parte que cara tinha a arquitetura do passado", acrescentou. "De outra forma, os visitantes verão apenas ruínas".
Elizabeth Stone, arqueóloga da Universidade de Stony Brook, em Nova York, e conhecedora da Babilônia, disse que apoia os esforços de reabrir o local ao turismo, especialmente para uso dos iraquianos meses. "Fica perto de Bagdá, e é o único local a que os iraquianos podiam ir para tentar entender o seu passado", disse.
Novos danos foram sofridos na guerra do Iraque, iniciada em 2003. Os saques se tornaram frequentes, em Babilônia e outros sítios arqueológicos. As forças armadas dos Estados Unidos mantiveram Babilônia ocupada por anos, protegendo-a contra saques mas deixando outras cicatrizes. Cerca de um quilômetro quadrado da área teve sua terra removida durante a ocupação, "de um modo ou de outro", diz Stone, e parte dessa terra poderia conter artefatos.
"As forças armadas certamente não fizeram bem ao lugar", disse Lisa Ackerman, vice-presidente executiva do fundo de monumentos. "Elas moveram muita terra, mas os danos são reparáveis". O sítio retornou ao controle do Iraque mais de um ano atrás. Ackerman e Allen afirmaram que o projeto já estudou as ruínas, edificação a edificação, e iniciou a restauração de dois museu. Ainda que o Iraque conte com grande número de arqueólogos nacionais, disseram, há necessidade imediata de instruir outros interessados em como preservar as ruínas, e em conduzir engenheiros estruturais e especialistas em hidrologia para resolver o problema da água.

Tradução: Paulo Migliacci ME
Em24/03/2010 as 10:25
 Fonte Terra Notícias.
 

sábado, 17 de abril de 2010

Lugares Místicos no Brasil


  
 O Brasil tem muitos locais interessantes para se visitar, alguns bastante visíveis, como é o caso da Pedra da Gávea no Rio de Janeiro.

Os Mistérios da Pedra da Gávea
No alto da montanha
aparece a face de um ancião.

Misteriosas inscrições
completam o quadro.

Seria um elo entre
o presente e o passado esquecido?


Lendas sobre a Pedra da Gávea
 
Entre São Conrado e Barra da Tijuca uma grande montanha de pedra, com 842 metros de altitude, surge das águas do oceano Atlântico. Sua parte superior tem a forma de uma gávea, muito comum nas antigas caravelas. Daí o nome, dado pelos portugueses: "Pedra da Gávea". Um observador mais atento notará que esta parte superior da pedra, vista do Leblon, se assemelha a um sarcófago egípcio.

Além da face mais conhecida, voltada para o norte, há uma outra, inacabada, voltada para o sudeste. Por que não foi concluída? A semelhança entre ambas é algo de notável.

Há muitas inscrições que aparentemente não poderiam ter sido feitas pela natureza. A origem dessas inscrições tem sido motivo de discussões por anos e anos, mas parece não haver um maior interesse em esclarecer a verdade.
 

O acesso ao local onde dizem estar gravados textos num idioma desconhecido é bem complicado, mas alguns pesquisadores entendem que a rocha inteira é, na verdade, uma espécie de monumento construído pelos sumérios, que teriam chegado ao Brasil milhares de anos antes dos portugueses.

Fotos da Pedra da Gávea
 
Nesta foto de Daniela Teixeira podemos ver a face voltada para o sudeste




Os fenícios estiveram aqui
Há quem garanta ser a Pedra da Gávea o túmulo de um Rei Fenício. 
As inscrições na Pedra, seu formato e as faces esculpidas dão força a esta teoria.
LAABHTEJ BAR RIZDAB NAISNEOF RUZT
Alguns sinais da Pedra da Gávea chamaram a atenção do Imperador D. Pedro I, 
embora existam documentos da época do descobrimento que já faziam referência a estes sinais.
Em 1963 o arqueologista e professor Bernardo A. Silva traduziu as inscrições:
LAABHTEJ BAR RIZDAB NAISINEOF RUZT
 Lidas de trás para a frente:
 TZUR FOENISIAN BADZIR RAB JETHBAAL
Tyro Phoenicia, Badezir primogênito de Jethbaal
Em 856 AC Badezir assumiu o lugar de seu pai no trono real de TYRO. 
Poderia ser a Pedra da Gávea um túmulo fenício?
Sítios fenícios foram encontrados em outros pontos do Brasil, o que confirma que eles estiveram por aqui.

O mistério continua.
Enquanto não aparecem novas evidências,
a face de Badezir continuará a observar a maravilhosa paisagem do Rio de Janeiro
e a guardar seus segredos pela eternidade.


Há teorias que falam de um mundo subterrâneo de Agartha, cuja capital seria Shambala. Uma das entradas desse mundo, no Brasil, estaria na Pedra da Gávea. Outra entrada estaria em Sete Cidades, no Piauí, e haveria uma terceira na Serra do Roncador.
Dizem que alpinistas viram estranhas luzes esverdeadas no local em que estaria o portal desse mundo desconhecido.


As duas entradas principais seriam nos pólos norte e sul da Terra. Mas isso é assunto para ser pesquisado. E você, o que acha?

    Outro local bastante procurado é São Thomé das Letras, na postagem mais abaixo deste blog coloco mais informações sobre esta mística cidades das pedras localizada ao sul de Minas Gerais que serve de palco para muitas histórias interessantes, desde avistamentos de OVNIs até a existência de uma caverna, que teria ligação subterrânea com Machu Picchu. A tal caverna é Carimbado, já explorada pelo exército brasileiro. Dizem que, depois de andar 10 quilômetros em seu interior sem chegar ao final, os soldados desistiram da exploração. Os OVNIs são tão comuns na região que os moradores nem dão muita importância ao fato. Em certa oportunidade, mais de mil pessoas que se encontravam numa praça presenciaram o surgimento de luzes no céu. Mas, mesmo para quem procura apenas um bom passeio, São Thomé é um lugar muito bonito, com inúmeras cachoeiras e passeios interessantes.

    Sete Cidades é um nome quase mágico para os estudiosos do passado do Brasil. Localizado perto da cidade de Piracuruca, Piauí, o lugar costuma ser visto como uma formação natural causada pela erosão.
7_lagoasgemeas.jpg
A Lagoa das Sete Cidades a ocidente da Ilha de São Miguel.

Na realidade, são duas lagoas: a lagoa verde, em primeiro plano e, a lagoa azul, em segundo plano. Esta diferença de côr bem visível na Imagem resulta da diferentes vegetação lacustre no fundo dos lagos e do diferente reflexo das suas margens. Em dias de céu coberto ou de nevoeiro (muito comum a esta altitude) a diferença de cores não é visível. Esta imagem é, talvez, a mais divulgada mundialmente do Arquipélago dos Açores. É o postal místico e  turístico por excelência…
lagoadefogo_lr.jpg
A Lagoa do Fogo tem uma paisagem mais “selvagem” do que a das Sete Cidades, por não ter ocupação humana. É por isso que alguns dizem que é mais bonita e interessante, por estar num estado muito próximo do natural. Um dia com um estado de tempo como o retratado na Imagem é muito raro. A altitude da lagoa coloca-a no designado andar de nevoeiro e, por isso, o céu está frequentemente muito nublado e com intensos nevoeiros.

Ainda em relação à Sete Cidades, muitos estudiosos, no entanto,  entendem que se tratam de ruínas de um povoado antiqüíssimo, possivelmente de origem fenícia, construído há mais de 3 mil anos. Chegou-se a elaborar um mapa detalhado da suposta cidade, onde existiriam dolmens, menires, castelos, templos, monumentos e construções em forma de dragões e outros animais. As paredes de pedra chegam a atingir 45 metros de altura, com algumas inscrições de origem indeterminada.
Lagoa das sete Cidades

    Nos últimos tempos, um dos lugares mais carregados de misticismo no Brasil tem sido a Serra do Roncador, que começa em Barra do Garças, Mato Grosso, e termina na Serra do Cachimbo, no Pará. Considerado um local de onde emanam energias poderosas positivas, a serra está relacionada à existência da famosa cidade perdida procurada pelo explorador inglês Percy Fawcett, bem como às civilizações
subterrâneas ou intraterrenas. Muitos turistas viajam para lá em busca de inspiração, para refletir e meditar.

 Serra do Roncador
   

As histórias sobre a Serra do Roncador são inúmeras. A origem da civilização inca é atribuída ao local, além do Templo de Ibez, o Caminho de Ió, o Templo de Shamballah, Agartha, a Rota do Dragão, e muitos dizem que ali se localiza um dos chacras do planeta, o Portal de Aquarius. Para completar, os aparecimentos de OVNIs na região seriam extremamente comuns. Devido a esse aspecto místico, inúmeras comunidades se instalaram na região e, com os contatos apropriados, é possível participar de rituais e palestras que elas realizam. 
Serra do Roncador
(Goiás - MT)
O nome da Serra se deve ao encontro do vento forte da região com os imensos paredões originando um som que lembra um ronco ininterrupto, e até assusta os menos avisados se estiverem sozinhos no meio da noite. É formada por chapadões, como um típico planalto, começando na cidade de Barra do Garças, a 500 quilômetros de Cuiabá, e se estendendo até a Serra do Cachimbo, no Pará. O lugar é um convite para a ecoaventura devido às suas belezas naturais.
É uma região com quase 600 metros de altitude e mais de 800 km de extensão, onde se pode observar de perto o cerrado, em solos com formações rochosas imponentes e inúmeras cavernas e grutas com grandes galerias, estalactites, estalagmites e inscrições rupestres, além de lagos subterrâneos de um azul cor de piscina.
Tem uma grande riqueza biológica com diversos tipos de animais, como anfíbios coloridos, besouros, mamíferos, aves e  tipos originais de plantas. Sua cadeia de montanhas, à semelhança de "canyons", divide as águas dos rios Araguaia e Xingu.  
A Serra do Roncador está localizada do Centro-Oeste brasileiro envolta de lendas e mistérios como o aparecimento de discos voadores. A cada ano aumenta o número de pessoas que se dirigem à essa região em busca de contato com naves espaciais de outros planetas e extraterrestes.

A Serra do Roncador é considerada, por muitos estudiosos e místicos, como berço do Quinto Império (já atribuído ao povo de Atlântida), um período regido por forças etéricas que, no futuro, marcará uma nova era em que a espiritualidade prevalecerá sobre os  bens materiais.
Membros da Sociedade Eubiótica - comunidade mística brasileira especializada em estudar e esclarecer os grandes mistérios da humanidade - advertem que tanto brasileiros como estrangeiros deveriam  olhar para o Brasil como ponto central de uma nova civilização na Terra.  
A existência de intraterrestres, seres que vivem dentro da Terra, na Serra do Roncador, em Barra do Garças, vem atraindo ufólogos e esotéricos do mundo inteiro desde as expedições do oficial da Real Artilharia Britanica, Coronel Fawcett, em 1919.
Sir Percival Fawcett , explorador britânico, perdeu-se na Serra do Roncador, em Barra do Garças, procurando  uma "cidade perdida" do povo da Atlântida no interior do Brasil. Supõe-se que o desaparecimento dele esteja mais relacionado com as tribos da região do que com uma possível descoberta de uma civilização intraterrena. De qualquer forma, Fawcett, seu filho e seus carregadores desapareceram no Roncador e até hoje não foram encontrados.  
É sabido que a abertura do túnel Roncador é guardada com muita rigidez pelos índios Xavantes, que não permitem a aproximação de estranhos. Os índios Morcegos também guardam essas aberturas que supostamente dão acesso às cidades subterrâneas onde habita um povo de outra dimensão no interior da Terra.
Um explorador norte-americano, chamado Carl Huni, escreveu em seu diário quando de sua visita ao Roncador: "...A entrada das cavernas é guardada pelos índios Morcegos, que são de pele escura e de pequeno porte, mas de grande força física. Seu sentido de olfato é mais desenvolvido do que os melhores cães de caça. Mesmo se eles o aprovem e lhe deixem entrar nas cavernas, receio que estará perdido para o mundo presente, porque guardam o segredo muito cuidadosamente e não podem permitir que aqueles que entram possam sair..."
"...Os índios morcegos  vivem em cavernas e saem ã noite para a floresta mas não mantém contato com os moradores que habitam uma cidade subterrânea na qual formam uma comunidade auto-suficiente, com uma população considerável. Acredita-se que as cidades subterrâneas na qual vivem foram construídas pelos Atlantes...".  
Esse é o grande mistério que envolve a Serra do Roncador e atrai tanto estudiosos no assunto, como turistas do Brasil e do mundo.
 

Chapada diamantina
(Bahia)
 

O Parque Nacional da Chapada Diamantina é um dos mais fascinantes parques naturais brasileiros. Faz parte da Serra do Sincorá, no centro do estado da Bahia, a 427 km de Salvador,  e foi criado em 1985 para proteger a região prejudicada pela mineração e criação de gado, e incentivar o turismo e pesquisa científica. Tem 84 mil km2 de belezas naturais, dos quais 152 mil hectares formam o Parque.  


Com altitude média entre 800 metros e 1000 metros, a Chapada é formada por um extenso planalto que possui picos de até 1.700 metros, o que favorece a formação de grandes vales. É o grande divisor de águas entre a bacia do São Francisco e os rios que rumam para o Oceano Atlântico, como o Paraguaçu.
O cenário montanhoso abriga uma extraordinária  variedade de ecossistemas como Cerrado, Mata Atlântica, Campos rupestres e Caatinga. Uma atração à parte são os mais de 50 tipos de orquídeas, bromélias e trepadeiras que, de abril a agosto, embelezam os cenários da Chapada. A região possui também muitas plantas que são usadas para fins medicinais.  


As serras oferecem sustento a  jaguatiricas,tamanduá bandeira, tatu canastra, porcos espinhos, gatos selvagens, capivaras, pássaros, cobras, onças, mocós, veados, teiús e seriemas.  
Os tepuys (torres minerais) mais representativos com altitudes médias de 1450 metros se espalham pelos municípios de Palmeiras, Lençois e Mucugê : O monte Tabor (Morrão), Calumbi (Morro do Camelo ), o Pai Inácio e o Morro Branco do Paty desafiam o tempo e alimentam as lendas locais.  
As cidades que rodeiam o Parque Nacional abundam em prédios de arquitetura colonial, lembranças vivas da riqueza do ciclo do diamante que fez do Brasil o primeiro produtor mundial no início do século XX.  
As trilhas abertas pelos garimpeiros são percorridas, hoje, por amadores de trekking vindos do mundo inteiro. Ainda é possível encontrar velhos garimpeiros que conheceram a época em que as riquezas jorravam das serras.  
As  comunidades alternativas promovem roteiros de bike, off-road, canoa, a pé e de mula além de estadias espiritualizadas com direito a cursos  e vivências de vidas passadas 

Em quase toda a Chapada, se o turista tiver tempo para conversar com alguns moradores, com certeza ouvirá o relato de observações de discos voadores, abduções e supostas aberturas de portais nas proximidades de grutas.
Na localidade próxima à Gruta Azul ou Poço Azul é possível ouvir histórias de luzes estranhas que têm aparecido com freqüência durante os últimos anos.
Em Lençóis, principal cidade da Chapada, já foram registrados relatos de aparições de objetos luminosos. Os moradores mais antigos do lugar acreditam se tratar de manifestações espirituais; os outros afirmam ser naves espaciais alienígenas que sobrevoam o município. A convivência da comunidade com esses fenômenos é antiga e já foi incorporada à cultura local pelos valores e costumes da sociedade rural. Uma das lendas que é comum para os habitantes da Chapada está em que as sondas (pequenas naves alienígenas) que são vistas vez em quando, têm a missão de estudar  a vida dos seres elementais – aqueles que cuidam dos reinos da terra, água, fogo e ar. Dentro desse universo estão incluídos os sacis pererês, as caiporas, gnomos, duendes , fadas, as ondinas, elfos, e salamandras.  
Com muita sorte é possível até, da serra do Capa Bode, em Mucugê, avistar no céu naves de extraterrestres, como já viram muitos habitantes da cidade...  

    Para quem busca repor as energias ou entrar em contato com a natureza durante as férias, as opções são muitas. É só fazer as malas, preparar a mente e embarcar na aventura.

Chapada dos Veadeiros
(Goiás - MT)


O Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros está localizado ao norte do Estado de Goiás, no Mato Grosso. Distante aproximadamente 250 km de Brasília e 500 km de Goiânia situa-se na parte goiana do Planalto Central e tem altitudes entre 600 a 1.650 metros. Os pontos mais elevados estão na Serra da Santana, uma das integrantes da Chapada dos Veadeiros.  


O parque foi criado em 1961 por Juscelino Kubitschek, tem uma área de 1236.570 hectares e é administrado pelo Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis).
Na fauna há a presença de três mamíferos em extinção: o cervo-do-pantanal , o veado-campeiro e a onça-pintada .Também ameaçado de desaparecer pode ser encontrado no Parque o maior canídeo americano, de coloração marrom avermelhada, que é o lobo-guará.  
Antes de viajar para a Chapada é sempre bom checar se o Parque se encontra aberto, porque às vezes fecha, por não haver condições de segurança para os visitantes (em épocas de chuvas intensas, por exemplo). 


Segundo os ufólogos, a Chapada dos Veadeiros é um local predestinado a ser uma espécie de berço de uma nova raça, sendo que o local estaria sendo preparado energéticamente para esta finalidade. Talvez esta seja a explicação para o relato de várias visitas de seres extraterrestres no local.
É bom chamar a atenção para o fato de que, em certas épocas do ano com algumas condições favoráveis (céu limpo e sem a luminosidade da Lua, por exemplo)  é fácil observar estrelas cadentes. Mas isto não significa que muitas dessas luzes sejam fáceis de serem explicadas.  
A Chapada dos Veadeiros, no coração do Brasil, em Alto Paraíso de Goiás, é refúgio dos dois grupos que mais crescem, segundo a pesquisa de religiosidade do IBGE: os evangélicos e os sem-religião. Os hippies, os místicose o pastor vivem na mesma cidade, mas em mundos diferentes,dividindo um universo onde o templo é a natureza. Alguns desses grupos se destacam: 
 
Sociedade Secreta - Seus seguidores acreditam que somos o berço da Nova Era e que em 2005 o Buda ocidental vai surgir no Brasil. A mais antiga discípula da Eubiose, Vera Reis, confirma a crença na força de seres misteriosos.
Os Raelianos - Em festas alegres e em seminários sobre meditação sensual, um homem prega: os seres humanos seriam clones de extraterrestres. A sede é em um parque temático em Quebéc, no Canadá, onde há uma réplica da nave que teria levado o líder da seita a outro planeta. O francês Claude Vorilhion teria feito o primeiro contato em 1973. Desde então, adotou o nome de Raél e ganhou notoriedade com o anúncio do nascimento do primeiro bebê clonado, feito por uma bispa da igreja. Na placa, o título "Sua Santidade", como exige ser chamado e que, segundo ele,  significa mensageiro e foi lhe dado por ETs chamados elohim. Ele afirma ainda que a vida eterna será resultado da clonagem humana.  

Niterói
(Rio de Janeiro)


Uma das mais belas paisagens do litoral brasileiro é a região de Niterói, no Estado do Rio de Janeiro. O nome deriva do tupi guarani - Nheteroia- que significa "água escondida". A cidade é marcada pela arte em vários estilos, hábitos e costumes preservados, e uma arquitetura de impressionante beleza estética e importância. Possui vários espaços culturais como Museus, Fortes (Fortaleza de Santa Cruz; Fortaleza Barão do Rio Branco; Forte Imbuí; Forte São Luís e do Pico; Forte Gragoatá; Forte da Boa Viagem, ), Teatros, Prédios Históricos (Casarão Solar do Jambeiro; Irmandade de São Vicente de Paulo), Artesanato, Igrejas Históricas (de São Domingos, de São Lourenço dos Índios, Santa Bárbara e outras).
Niterói esbanja beleza em suas praias que são boas para caminhar, e também repleta de bares. A região oceânica apresenta águas azuis e recantos especiais com vasta vegetação. O surf é praticado com ondulações perfeitas. Os encantos de Niterói tomam conta do turista. 



São vários os relatos de observação de Objetos Voadores Não Identificados (OVNIs) em toda região de Niterói.
Em agosto de 1966 ocorreu o famoso incidente das máscaras de chumbo no morro do Vintém. Dois homens, bem vestidos e sem nenhuma aparência de violência, foram encontrados mortos com máscaras de chumbo em seus rostos. Estudiosos afirmam que os dois tiveram, ou esperavam, um contato com seres extraterrestes que os levariam para outro planeta. Nas praias oceânicas os pescadores relatam a observação de luzes estranhas, a noite, nas proximidades da Lagoa de Piratininga.
Em outubro do ano de 2001 aconteceram relatos sobre o aparecimento de pequenos objetos esféricos (que os ufólogos chamam de sondas) que sobrevoaram uma praia da cidade. Da rocha chamada "Pedra do Elefante", que tem 300 metros de altura, também é atribuída o avistamento de naves alienígenas em plena luz do dia.Os estranhos objetos supostamente passaram entre a vegetação, em vôos a curta distância.
Em 2004 supostos discos voadores triangulares foram vistos ao redor da cidade, a qual se atribui ter vários pontos de grande concentração energética . Assim, Niterói é uma grande atração para o estudo de fenômenos ufológicos. Para os mais imaginativos, no mirante da Praia da Boa Viagem, uma enorme estrutura em concreto com o formato de um disco voador, pode assustar os mais afoitos em noite de lua cheia. Porém, trata-se do Museu de Arte Contemporânea (MAC), projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer. Por isso, quando o turista vai a Niterói, é bom ficar atento às luzes do céu ...


 Pronto é só fazer as malas e se aventurar por aqui mesmo... gente, isso é Brasil! 
Gisele.

fonte: variadas internet.