sexta-feira, 20 de novembro de 2009

ACOLONIZAÇÃO DO MUNDO


O texto abaixo é uma semi-tradução, adaptação e resumo de parte do artigo A different story of the Anunnaki, de Estelle Nora Harwit Amrani, publicado em janeiro de 1999 no website Vibranis One Source e republicado pela biblioteca virtual Pleyades em agosto de 2000. A autora alega que as informações apresentadas foram obtidas por experiência e conhecimentos próprios além de ter recebido "comunicados" telepáticos com entidades metafísicas (contatos não físicos. DIR.: O disco alado, símbolo dos Anunnaki de Nibiru.
Os homens não foram criados diretamente por Deus. O aparecimento do homem no planeta Terra relaciona-se geneticamente, simbolicamente e literalmente a umas poucas civilizações de outros planetas, especialmente aquela conhecida como os Anunnaki.

A história da existência do homem sobre a Terra é quase sempre um relato mítico e, não raro, relacionado a personificações dos planetas, potências cósmicas. Encarados, em geral, como engenhosa fantasia dos antigos, como um jogo psicológico para explicar o que não se sabe, os mitos, entretanto, nascem de uma verdade. Em todo o mundo as mesmas histórias são contadas, sobre como os deuses criaram a humanidade [MITOS DE CRIAÇÃO], como foram instrutores de toda a cultura tecnológica e inspiradores das expressões artísticas, e a fatalidade, os dilúvios - "catástrofe das águas".

Os deuses da antiguidade são seres que transitam nos céus, voam! Muitas vezes usando trajes extravagantes, são possuidores de extraordinárias habilidades; há gigantes (os Anakim), guerras de época entre facções inimigas e outros temas, sempre recorrentes por mais distantes que dois povos possam ser. Em todo o mundo maneirismos artísticos, estilos musicais e tecnologias similares ou análogos se repetem - como Egípcios e maias, na arte figurativa; ou como a engenharia de barragens e sistemas de irrigação, desenvolvida em todo o globo.

Em ensaio publicado em 1999, a escritora Estelle Nora Harwit Amrani expõe sua tese de que os Anunnaki se tornaram um espécie de valor emblemático, um signo usado para designar todo e qualquer extraterrestre mas nem tudo que se atribui aos Anunnaki foi realização deles. Outras espécies de aliens visitaram a Terra, incluindo piratas, ou seja, seres dissidentes de sua própria cultura, planeta e origem que vivem em condição de minoria marginal (pois vivem à margem) em relação às sociedades cósmicas hierarquicamente organizadas. Para os homens, contudo, os Anunnaki são mais "tangíveis", "alguma coisa" de quê se pode fazer uma imagem.
B’raisheet - O Genesis

No começo, Deus ou "A Fonte", criou doze espíritos (ou centelhas) auto-conscientes que traziam em si todas as coisas do Universo em estado de realidade virtual (como númeno). Estas doze consciências são os Elohim, que vivem na Constelação da Lira e criaram a matéria a partir da luz: universos, planetas, estrelas, formas de vida; todos os seres, animados e inanimados; formas e corpos para si mesmos em todas as suas manifestações inteligentes.

O corpo ou o suporte físico ou, mais metafisicamente, a personalidade individualizada desses doze deuses durava milhares de anos mas, paulatinamente, essa expectativa de vida no corpo original foi diminuindo gerando a necessidade de encontrar alguma solução. Eles desejavam a longevidade pois não podiam suportar a idéia da uma situação de SER-não-existente-manifestadamente. [Os "deuses" também tiveram medo da morte].

Estudando o assunto descobriram uma substância, tipo de matéria, que não somente favorecia a vida longa como também dotava seus usuários de capacidades metafísicas que não tinham antes, como a telepatia e a experiência de perceber a multidimensão. Essa substância, que tornou os deuses supercondutores de energia é o OURO!

Muitos milhares de anos se passaram e, em busca de ouro, [o santo remédio!] os seres de Lira se espalhavam pelo cosmo criando "civilizações" ― criando "mundos". Estabeleceram-se em localidades celestes que são conhecidas como Vega, Plêiades, Sírius mas nunca se desligaram completamente de Lira. Eles se auto-perceberam como Criadores ou "deuses". Entretanto, sua capacidade de obter ouro não era ilimitada e nem sua pátria-mãe, em Lira, era eterna.

A preocupação com a própria capacidade de "perdurar" tornou-se uma maldição. Para piorar, parte do planeta raiz foi destruído e os "deuses", encurralados no seu próprio labirinto de temores, tiveram de ir buscar uma resposta em outro lugar. Estas informações foram obtidas através de videntes que relatam mais ou menos a mesma epopéia:

NIBIRU

Há aproximadamente 4,6 bilhões de anos atrás este sistema solar era diferente; havia Mercúrio, Vênus, Marte era o terceiro planeta (sem luas), um quarto planeta, maior que a Terra com muitas luas chamada MALDEK e ainda Júpiter, Saturno (sem anéis), Urano e Netuno. Plutão, era satélite de Saturno. Foi quando um outro corpo celeste apareceu para interferir naquele sistema solar recém-nascido. Um planeta com suas próprias "luas". Sua órbita era um caminho coincidente com a órbita do planeta MALDEK. As luas do planeta visitante chocaram-se com o quarto planeta, MALDEK. Do choque nasceu um "cinturão de asteróides", a Terra e o satélite da Terra, a Lua. O "Planeta Que Veio de Longe" e que vai voltar, aquele que se chocou com Maldek e deu origem à Terra, é o planeta NIBIRU.

A palavra Anunnaki, muito antiga, é riquíssima em significados:
An = forma reduzida de "anachnu", que significa NÓS
An também significa "céu"
Naki = limpo, puro

Anunnaki, então, significa "We are Clean" (Nós somos puros) ― Ki = Terra, ampliando o significado para "Nós do céu, na Terra", ou ainda "Puros do Céu na Terra".

Eles eram gigantes (em hebreu , Anakim) mas também foram chamados de nórdicos ou louros (ou dourados) embora nem todos fossem exatamente louros de olhos azuis; mas eram dourados. São as características do povo de Sírius e Lira. Seu símbolo, um disco alado, representa não apenas suas espaçonaves mas também a capacidade de voar do espírito livre, uma lembrança da "Fonte", do Deus Criador dos criadores. Esses mesmos Anunnakis foram também chamados Elohim. Seus descendentes, foram os Nephilim.

Meu espírito não permanecerá para sempre no homem,
porque ele é todo carne e a duração de sua vida será só de cento e vinte anos. Gen. 6:3

Nesse tempo os Nephilim apareceram sobre a Terra, quando os seres divinos coabitaram com as filhas dos homens "e elas geraram filhos. Estes são os heróis tão afamados dos tempos antigos." [Gen 6:4]. Muitos pensam nos Niphilim com "anjos caídos"; mas eles não caíram. Vieram do alto, sim, e aterrissaram sua espaçonaves.

Entretanto, a idéia de "queda" tem seu valor simbólico: eles tiveram que "baixar" a freqüência ontológica de equilíbrio [freqüência de pulsação de energia espiritual] para se adequar às condições ambientais fisio-químicas da matéria "viva" terrena. Enlil ― conhecida divindade mesopotâmica, foi o primeiro a chegar e participou do processo de criação da raça humana, raça que nos textos sumérios é chamada Black headed people (cabeças negras).
Jardim do Éden

Muitos estudiosos, entre teólogos, biólogos criacionistas, historiadores e arqueólogos ocupam-se em descobrir a localização do Jardim de Éden, o Paraíso na Terra de onde o "Adão-humanidade" foi expulso. Supõe-se que este lugar é o berço da raça humana. A polêmica não se justifica: os que identificam o pólo Norte ou as Américas, por exemplo, como o lugar do Éden, baseiam-se no entendimento incorreto de uma teoria de geo-antopogênese.

Não há dificuldade em encontrar o paraíso: tal como muitas outras informações, está no Gênesis judaico-cristão e, neste caso, não é um texto cifrado, nenhuma alegoria extravagante oculta o lugar:
o Senhor Deus tinha plantado um jardim no Éden, no lado do oriente, e colocou nele o homem que havia criado... Um rio saía do Éden para regar o jardim, e dividia-se em quatro braços. O nome do primeiro é Fison, que contorna toda a região de Evilat, onde se encontra o ouro; encontram-se ali também o bdélio e a pedra ônix. O nome do segundo rio é Geon, e aquele que contorna toda a região de Cush. O nome do terceiro rio é Tigre, que corre ao oriente da Assíria. O quarto rio é o Eufrates. Gen. 1:8-14
* Bdélio: do grego bdelion, tipo de palmeira ou a substância que ela segrega. LATIM: bdellium ― Gomma resina do levante (oriente médio) e das Índias Orientais empregada para falsificar a mirra, esta sim, valiosa resina perfumada e medicinal. AURÉLIO
Está claro que esse Jardim ficava na Mesopotâmia (atual Iraque) e a alusão ao ouro não é casual. Esse era um dado muito importante para os Anunnaki e deve ter sido decisivo na escolha do lugar onde seria implantado um primeiro núcleo de colonização. Afinal, o ouro era o segredo da longevidade e da bioquímica por trás do "superpoderes" que deles fazia verdadeiros deuses em meio à natureza indômita do planeta azul. No oriente médio encontraram ainda o cobre, a prata e outros minerais. Durante milhares de anos a mineração foi intensa.

Escolhido o lugar da colonização, foi feito um levantamento da biodiversidade do planeta, especialmente ali, na região mesopotâmica. Foram encontrados mamíferos hominídeos. Hominídeos não são criaturas humanas e também não são símios (macacos, chimpanzés e assemelhados). Para realizar um trabalho de colonização grandioso, explorar as minas e manter o cotidiano das instalações, os Anunnaki teriam criado toda uma raça de seres geneticamente programados para para desenvolver as capacidades necessárias e somente as necessárias, ao desempenho dos serviços mais ingratos. Essa foi a raça Hominídea que finalmente saiu do tubo de ensaio.

Antes de obter um animal com as características humanas muitas experiências foram feitas; boa parte delas resultou na fauna de mamíferos incapazes e/ou quadrúpedes e "mudos" ― ou seja, incapazes de falar e de entender a linguagem falada articulada. Enfim foi obtido um modelo "hominídeo-padrão", apto para desempenhar o papel de servo. Tinha boa estatura, era bípede com cinco dedos nas mãos um dos quais, polegar anteposto, o que conferia "habilidade manual" ao espécime. A capacidade de raciocínio e de desenvolver a inteligência eram suficientes para tarefas mais complexas.

Os hominídeos foram as matrizes terrenas dos híbridos mais hábeis. A espécie hominídea já não existe. É o elo perdido tão procurado pelos antropólogos. É muito possível que os primeiros "servos dos Anunnaki" tenham saído de um laboratório de genética e que a primeira espécie viável obtida tenha sido aperfeiçoada ao longo longo das Eras. Uma população de servos híbridos porém férteis entre si se formou. A organização social dessas "primeiras gentes" foi o embrião de grandes centros urbanos do passado dos quais não restaram qualquer ruína.

Esse foi o tempo em que os "deuses" realmente viveram sobre a Terra, cada vez mais misturados com suas criaturas, que tinham consciência nítida de que os Anunnaki eram superiores e, portanto, deviam ser tratados com deferência. A submissão dos hominídeos primitivos era fácil de manter por muito tempo porém, não eternamente. Deve ter havido um tempo em as relações entre "deuses" e hominídeos tornaram-se próximas demais ou, mais especificamente, um tempo em que as relações dos Anunnaki com as hominídeas tornaram-se demasiadamente íntimas.

No Gênesis, esse "relaxamento dos costumes" acabou resultando em séria crise política e social porque "os anjos" engendraram descendência com as "filhas dos hominídeos", que "eram belas'. A Antropogênese teosófica se refere a essas "filhas" dos homens como criaturas gigantescas (em relação ao sapiens atual), "monstruosas" e peludas. [Para os que acreditam na teoria dos antepassados ETs Anunnaki, as relações pessoais e sexuais entre alienígenas e indivíduos da espécie hominídea foi "a queda dos anjos"]. Sua progênie foram os míticos gigantes e os seres fantásticos das lendas; quimeras, como o centauro, o sátiro, a sereia.

O filhos desses "casais espúrios" deveriam ser, normalmente, estéreis, seguindo uma lei geral da biologia segundo a qual o fruto de relação sexual entre espécies diferentes não produz descendência fértil. Porém, outra lei geral da Natureza ensina que toda regra tem exceção, especialmente quando está em jogo a capacidade de reprodução de um organismo. Todos os seres vivos tendem a buscar uma forma de expansão de si mesmos, forma de se reproduzir e foi assim que os híbridos "imorais", filhos dos Anunnaki, começaram a reproduzir-se entre si gerando uma novo ramo da família.

Os seres humanos tiveram sua origens na miscigenação entre os Anunnaki e o hominídeos. Os deuses, como entendem tantos pesquisadores, leigos e cientistas, eram os cosmonautas de Nibiru e seu objetivo inicial, quando se lançaram nos abismos do espaço, obter o ouro necessário para manter a vida eterna e os poderes extraordinários de seu povo.
FONTES
A different story about the Anunnaki
In BIBLIOTECA PLÊYADES acessado em 24/02/2007

tradução & adaptação: ligiacabus@uol.com.br

Gisele Santos

Grande Sacerdotisa



texto encontrado por acaso no MULHERES & DEUSAS

(...)

A maturidade emocional e psicológica é o ponto central da manutenção do equilíbrio.

É o estabilizador central de todas as almas que escolhem trilhar o caminho do guerreiro espiritual.

Trabalhadores da Luz ignorantes são mais perigosos do que o homem ou mulher medíocre, ignorante
, que não sabe nada sobre metafísica, esoterismo, filosofia ou qualquer outra coisa. Então tenham isto em mente.

A Grande Sacerdotisa convida cada um de vocês a entrar na sua Câmara Sagrada de Luz, onde ela o persuade a desafiar os aspectos imaturos do seu eu.

Ela o persuade a desafiar todas as áreas da sua vida com as quais você resolveu ser complacente, para a qual você resolveu olhar como se fosse cego, ouvir como se fosse surdo, e ela está atraindo-o para mexer o tacho, levá-lo à fervura, porque é nesse lugar que você encontrará a verdade.
(...)
A anciã lhes oferece não só a dádiva da sabedoria, da maturidade, mas também a descoberta e posse dos tesouros do eu. A anciã, na forma da Grande Sacerdotisa, sabe exatamente do que é capaz.

Ela ampliou as fronteiras, explorou, aventurou-se nos reinos onde talvez apenas os tolos pisariam e, assim fazendo, ela aprendeu muito a respeito de si mesma. Neste ponto, quero dizer que estou referindo-me a ela no feminino, devido aos arquétipos da Grande Sacerdotisa e da anciã, mas ela existe em todos os homens, tanto quanto existe em todas as mulheres.

Abraçar a sua energia acelerará o processo de reconhecimento das qualidades preciosas que até agora vocês não assumiram. Eu lhes asseguro que, quando cada um se mover para além da superfície e dos exteriores, e penetrar as profundezas da verdadeira essência – a sabedoria, a luz, o poder e o amor que existe dentro de cada alma – então ocorrerão transformações que estão além das coisas mais grandiosas que você puder imaginar.

Gisele Santos

A Alta Sacerdotisa

Quando as brumas se dispersam, ela surge – A Alta Sacerdotisa
Quem é esta dama silenciosa, que desliza por sobre o mármore com seus pés alvos e pequenos? Quem é este ser que se confunde com as brumas e, desfazendo-se, deixa somente um perfume de incenso no ar? É a mulher em alma e presença, que mesmo sem ser totalmente e humana fêmea, ainda assim emite o tom exato do feminino em tudo que toca.


De todos os muitos e lindos aspectos da sacerdotisa, o que mais gosto é o papel de intermediária entre os mundos superior e inferior, dos vivos e dos mortos, do visível e do invisível. Ela é Perséfone que alterna seus dias ao lado do amado Hades, deus dos Mundos Inferiores, e da mãe Ceres, que garante a fértil colheita na superfície do planeta. Ela é Morgana, que passeia por Camelot, interage com os cavaleiros, e ao mesmo tempo atravessa para o Mundo das Fadas ou chama a barca que a leva até Avalon, fora do tempo e do espaço.


Ela é o silêncio que tudo diz, pois fala diretamente à alma. Ela é o segredo, o mistério, a intuição, a percepção. Enquanto o Mago traz o templo para o nosso mundo concreto, a Sacerdotisa nos leva ao templo, faz com que nossos corpos percam a densidade e entrem em outras dimensões, outros planos, outras realidades.


Olavo Bilac escreveu o texto abaixo e batizou-o de A Montanha, mas eu, com o devido respeito, preferia vê-lo como uma homenagem sutil e divina à sacerdotisa...

"Calma, entre os ventos, em lufadas cheias
De um vago sussurrar de ladainha
Sacerdotisa em prece, o vulto alteias
Do vale, quando a noite se avizinha

Rezas sobre os desertos e as areias,
Sobre as florestas e a amplidão marinha,
E, ajoelhadas, rodeiam-te as aldeias.
Mudas servas aos pés de uma rainha.

Ardes, num holocausto de ternura...
E abres, piedosa, a solidão bravia
Para as águias e as nuvens, a acolhê-lhas;

E invades, como um sonho, a imensa altura,
- Última a receber o adeus do dia
Primeira a ter a bênção das estrelas"


A Sacerdotisa sempre aparece assim: suavemente... com um poder contido, controlado e direcionado, com absurda disciplina, como uma bailarina dançando em um palco silencioso. Ela nos abre os portais e permite um caminhar sereno ao impossível. É ela a primeira a nos dar a mão, a levar o dedo aos lábios num pedido de silêncio, a deixar que deitemos a cabeça em seu colo para sonhar e a mostrar que nem só do que é visível o mundo é feito.

BLOG: ALTA SACERDOTISA

Gisele Santos

A Limpeza


A Limpeza

Qualquer terapeuta, sempre que se esquecer de se proteger antes de iniciar uma sessão, deve fazer uma limpeza energética no final da mesma, de modo a limpar os efeitos do medo dos seus próprios pensamentos ou dos pensamentos dos outros.

O principal sintoma da absorção destas energias de vibração inferior é a fadiga. Mas um a fadiga que não se consegue que passe nem com descanso, nem com cafeína, nem com nada. Uma sensação de um profundo cansaço que vem de fontes exteriores ao seu corpo físico.

Depois de qualquer cura, aula ou sempre que sentir muito cansada(o), utilize técnicas de limpeza energética.

Existem muitas técnicas para o efeito e qualquer uma delas pode ser a apropriada para nós, por isso nunca devemos dizer que esta ou aquela é a melhor. O importante é sentirmos que realmente está a verificar-se a limpeza em nós e para isso devem ser cortados os cordões energéticos ou etéricos que ficam a ligar o terapeuta ao seu paciente. Esses cordões são lançados pelo paciente ou até pelo aluno de um modo inconsciente e ficam agarrados ao terapeuta ou professor, pois o paciente sabe que ali consegue aquilo que precisa.

Claro que isto é feito inconscientemente, mas à que ter consciência disso e fazer esse corte porque é através desses cordões, que foge a nossa energia e que também podemos receber de volta energia tóxica.

Para cortar os cordões diga em voz alta ou mentalmente:

"Arcanjo Miguel, por favor chega até mim agora e corta os cordões de medo que estão a drenar a minha energia e a minha vitalidade"

Se estiver realmente preparada(o) para libertar esses cordões, o Arcanjo Miguel satisfará instantâneamente o seu pedido.

E porque é que falei em estar preparada(o)? Porque, às vezes as pessoas agarram-se aos cordões por "uma necessidade, pouco saudável, de serem necessárias" Se este é o seu caso, peça ao Arcanjo Miguel para a(o) ajudar a libertar os medos por detrás desse desejo.

publicado por templodecura às 01:29

Iniciação nos Sete Raios de Luz

Iniciação nos Sete Raios de Luz


Cada um dos Mestres ascensionados emana um Raio de Luz. Essa Luz é poder ao ser emanada por Mestre Morya, Sabedoria fluindo de Kuthumi para mente do discípulo de tal Mestre Espiritual, amor fluindo de Rowena, Paz irradiando de Seráphis Bey para nós, Saúde global, cura integral fluindo de Hilarion para a humanidade, fé que remove montanhas partindo do coração de Jesus e nos preenchendo, queima karmica, libertação evolutiva, alquimia e ascensão ao recebermos a precipitação da Chama Violeta por Mestre Saint Germain.

A Iniciação nos Sete Raios é o meio através do qual receberemos de cada Mestre Ascensionado que rege cada Raio a sua Luz.



Na Iniciação nos colocaremos em condições de sintonizarmos com o Mestre e absorvermos o seu cósmico poder. O Poder de Morya nos habilita a tudo realizar, a Sabedoria de kuthumi a tudo conhecer, a força de Rowena a todos os seres amar, a energia de Seráphis Bey a alcançarmos a Paz, de Hilarion a auto-cura e a promoção da cura alheia, a de Jesus a perdoarmos, amar o próximo como a nós mesmos e a Deus sobre todas as coisas; de Saint Germain a nos tornarmos seres ascensionados.



É a Ascensão o atingir da plenitude evolucionaria das nossas capacidades totais de crescimento, desenvolvimento, aprimoramento e aperfeiçoamento.










CHAMA VIOLETA
TRANSFORMAÇÃO
No plano das energia puras, o Raio Violeta purifica, limpa, higieniza, recicla, dinamiza e expulsa as energias intrusas, as energias estagnadas e os bloqueios de naturezas diversas. Provoca a harmonização do ser, a queima dos karmas e abertura da consciência humana para os planos superiores e macrocosmicos.



CHAMA AZUL
PODER








O Raio Azul potencializa a vontade, a determinação, a capacidade de tomar iniciativa, de superar obstáculos e solucionar problemas.
Igualmente habilita o homem a guerrear em nome da luz e realizar na terra uma missão em nome do Cosmos. Em nuances mais claras sua atuação e potencialização tranqüilizante e harmonizante.

CHAMA DOURADA
SABEDORIA
Raio de aplicação mental por excelência, o dourado e o raio da inteligência e sabedoria. Sua atuação e ampla, desenvolvendo bem a razão como a intuição, o conhecimento bem como a sabedoria.
CHAMA ROSA
AMOR INCONDICIONAL






O Raio Rosa vibra o Amor. E especialmente indicado para pessoas com pouco amor pelo outro e pela vida. Ajuda a promover a renovação emocional, substituindo rancores, magoas e ressentimentos por sentimentos positivos pela harmonia da alma, pelo florescimento do amor pessoal e igualmente o universal .


CHAMA BRANCA
PAZ
O Branco e o raio da paz. Propicia a pacificação interior do ser humano, atuando sobre toda e qualquer atividade que esteja em desarmonia com o organismo ou psiquismo. Também indicado para sedação nervosa e emocional.
CHAMA VERDE
SAÚDE INTEGRAL
Concentração e aplicação do RAIO VERDE emanado por Mestre Hilarion, sob forma de CHAMA VERDE que se destina a saúde integral e a cura, seja a nível orgânico, instintivo, emocional, afetivo, mental, energético e espiritual.


CHAMA VERMELHO RUBI
DEVOÇÃO



A nível espiritual provoca o despertamento e eleva o padrão da forca mística de cada um. Igualmente acelera o processo de ascensão da alma através da via devocional, alem de desenvolver a capacidade de amar a si mesmo e ao próximo.




Gisele Santos

ARCA DA ALIANÇA.

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As verdades que hoje vocês conhecem serão por algum tempo 'esquecidas', mas voltarão um dia a serem reveladas amplamente, à medida que os movimentos e as modificações celestiais continuarem. A Terra sairá das atuais regiões do cosmos em que certas energias estão atuando em conjunto a fim de trazer novas mudanças na superfície do Planeta.
Pouco a pouco, algumas dessas energias diminuirão, enquanto outras aparecerão no cenário, e assim o padrão total das energias que atingem a terra se modificará gradualmente.
Hoje quero lhes falar da ARCA DA ALIANÇA. Vocês foram convidados a esta aula porque já avançaram alguns degraus na compreensão e no domínio de algumas forças espirituais.
Seus órgaos físicos estão sendo treinados conscientemente a usar estas forças . Vocês conhecem por exemplo a força dos pensamentos e estão desenvolvendo a telepatia. Também estão aprendendo a despertar e a controlar as energias latentes dos órgãos (chakras) superiores.
Os nervos de uma pessoa terrestre comum não tem suficiente força de resistência para suportar as vibrações do âmbito mental que está sendo desenvolvida nas suas iniciações. O que quero lhes dizer é uma coisa muito simples: Apesar de aparentemente serem feitos de uma mesma matéria, os corpos físicos suportam diferentes faixas de vibração de acordo com o grau de espiritualidade do ser. Compreendendo estas coisas, vocês podem aceitar e compreender o fato de que os instrumentos extraterrestres por nós utilizados somente podem ser manipulados por seres cujas freguências são compátiveis .
Por isso escondemos da humanidade exterior a existência de nossos instrumentos. O homem superior pode lidar com estes instrumentos calmamente e construtivamente. Por outro lado, caso caia em mãos erradas estes instrumentos podem causar a destruição geral.
No caso da ARCA DA ALIANÇA, um homem comum,caso venha a tocar nela, morreria como que atingido por um raio.
As freguências divinas queimariam imediatamente os seus nervos, e ele sofreria um colapso. O mesmo acontece quando esta freguência se liberta do isolamento na espinha e atinge, não transformada, os nervos.
Na iniciação, todos vocês ja foram alertados dos perigos de despertarem energias dos chakras inferiores nas suas atuais condições, pois poderia acarretar um retorno à vida material em condiçoes piores que as atuais, pois no estado em que se encontram, tais estimulações podem queimar a sutilezas dos órgãos espirituais já estimulados e desenvolvidos.
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Mas, voltemos à ARCA DA ALIANÇA. Ela e outros tantos instrumentos, são feitos de uma matéria que, sem se desmaterializar, pode ser carregada com a energia divina criadora . Ela irradia força criadora não transformada e, conforme a sua dose, sua ação é doadora de vida ou é mortal.
Como ela e outros instrumentos irradiam energia que tudo atravessa, precisamos mantê-los por trás de grossas paredes de pedra dotadas do mais forte material isolante. Por este motivo, nenhum ser não iniciado pode se aproximar desses instrumentos; pois, não dispondo de centros de força desenvolvidos e resistentes, sua matéria física é desmaterializada quase que num instante.
Essa força tem o mesmo caráter vibracional da força de vontade humana que tudo pode vencer, até mesmo a atração da Terra, se bem que or pouco tempo.
Assim como a Terra atua sobre a matéria graças à sua força de atração e a puxa para si, podemos agir contra essa força em cada matéria, sem exceção, aumentando ou anulando seu peso.

Mas quando é necessário, podemos atuar ao contrário, com a força de atração terrestre e aumentar o peso à nossa vontade. Dessa maneira, até mesmo os maiores rochedos podem se tornar por algum tempo,sem peso . Com a maior facilidade é possível erigir enormes construções; ou então o peso é aumentado de tal forma que os blocos de pedra afundam no solo.
Quando queremos cava poçõs, não é preciso retirar a terra; basta deixar um grande rochedo de apropriado tamanho afundar no chão através do aumento de peso até atingir a profundidade necessária. Com a ajuda da ARCA DA ALIANÇA estas coisas são possíveis.
As gerações futuras também não compreenderão como pudemos deixar a superfície dos rochedos mais duros lisos como espelhos, trabalhando com tanta exatidão no lugar onde as beiradas se tocam, sem sequer haver uma fenda da largura de um fio de cbelo.

Como os filhos dos homens escravizam seus semelhantes, acreditarão que nós também fazíamos os escravos trabalharem para nós. Durante séculos não lhes ocorrerá que desmaterializamos a pedra na sua superfície tanto na largura como em profundidade ; pois conhecemos a essência das diferentes energias da matéria.

Todavia apenas iniciados do mais elevado grau podem ser mestres da construção, pois se está trabalhando com as forças da natureza.
No futuro, quando sentar no trono egípicio os filhos dos homens , para imitar nossas construções, eles escravizarão seus irmãos terrestres, mas nada se equipará ao que até aqui foi feito.
Voltaremos a estes estudos em breve!
Pois ainda temos muito a compartilhar com vocês sobre a ARCA DA ALIANÇA.

fonte site nominato.
Gisele Santos

LEMÚRIA

LEMÚRIA
A cerca de 4 500 000 anos a.C. , o Arcanjo Miguel, com a sua equipe de anjos da Chama Azul e muitos seres do Reino de Luz, com a bênção do Pai-Mãe-Deus, escoltaram para este planeta as primeiras Almas que se tornariam a semente da raça lemuriana.
As Almas novas encarnadas neste planeta vieram originalmente da Terra de MU, no Universo de Dahl. Nessa altura, a Terra expressava em todo o lado uma perfeição, uma abundância e uma beleza difíceis de imaginar hoje em dia. Finalmente , outras raças de Sírius, Alfa Centauro e Plêiades, e mais alguns planetas, vieram e juntaram-se a estas Almas “semente” para também elas evoluírem.
Lemúria, a Mãe-Pátria, tornou-se o berço de uma civilização iluminada neste planeta.
Nesse tempo,a Terra existia numa expressão de 5.ª dimensão e eles viviam principalmente nos seus corpos vibracionais de Luz de 5.ª dimensão, com a capacidade de diminuírem a sua vibração para experimentarem, nos seus corpos, níveis vibracionais mais densos, voltando para os corpos de Luz quando quisessem.
A Era Lemuriana estendeu-se de aproximadamente
4 500 000 a.C. até cerca 12 000 anos atrás.
O território pertencente ao gigantesco continente da Lemúria incluía as terras atualmente sob o Oceano Pacífico, bem como o Havaí, as Ilhas de Páscoa, Fidji, a Austrália e a Nova Zelândia. O continente incluía também terras no Oceano Índico e Madagascar. A costa este da Lemúria prolongava-se até à Califórnia e parte da Colúmbia Britânica no Canadá
Há 25 000 anos atrás, a Atlântida e a Lemúria, duas das mais desenvolvidas civilizações daquele tempo, batiam-se uma contra a outra por causa das “ideologias”.
Tinham duas idéias diferentes acerca de qual seria a direção indicada para a continuidade de outras civilizações neste planeta. Os Lemurianos acreditavam que as outras civilizações menos evoluídas deveriam ser deixadas sozinhas para continuar a sua própria evolução, ao seu próprio ritmo, de acordo com os seus próprios entendimentos e caminhos
Por sua vez, os Atlantes pensavam que as culturas menos evoluídas deveriam ser controladas pelas duas civilizações mais evoluídas.
Esta discórdia causou uma série de guerras termonucleares entre a Atlântida e a Lemúria. Quando as guerras acabaram e a poeira assentou não sobravam vencedores.
O nosso povo, como muitas outras civilizações, caiu definitivamente para o nível da 4.ª dimensão e, mais tarde, por completo para o da 3.ª dimensão.
A Atlântida e a Lemúria tornaram-se vítimas da sua própria agressão e as terras-mãe de cada continente enfureceram-se por aquelas guerras.
As pessoas foram então informadas, através dos sacerdotes de que, em menos de 15 000 anos, os seus continentes seriam destruídos.
Assim, com o objetivo de obterem permissão para construir uma cidade e tornar-se parte da rede subterrânea de Agartha, os Lemurianos tiveram de provar a muitos organismos, como a Confederação Galáctica dos Planetas, que haviam aprendido a sua lição a partir dos anos de guerra e agressão.
Com a permissão concedida, os Lemurianos construíram a sua cidade, denominada Telos,com o propósito de albergar aproximadamente 200 000 pessoas.
De fato, quando o continente foi destruído, o que aconteceu um pouco antes do previsto, muitas pessoas não conseguiram chegar à cidade de Telos a tempo e, quando o cataclismo ocorreu, apenas 25 000 pessoas chegaram ao interior da montanha e foram salvas.
É sabido que a amada mãe-pátria desapareceu numa noite. Disse o Mestre Himalaya, através de Geraldine Innocenti (a Chama Gêmea de El Morya), a maioria dos sacerdotes permaneceram fiéis à Luz e ao seu sagrado chamado; como capitães de um navio a afundar, permaneceram nos seus postos. Destemidos até ao fim, cantavam e oravam enquanto se afundavam sob as vagas.
Ainda antes de a Lemúria submergir, alguns destes sacerdotes e sacerdotisas regressaram à casa nesse continente e ofereceram-se como voluntários para desaparecerem com a terra e o seu povo, prestando apoio com a sua irradiação, espalhando conforto e coragem.
Na verdade, essa ajuda foi oferecida para contrapor o medo que acompanha sempre as atividades cataclísmicas. Estes afetuosos benfeitores, pela irradiação do seu sacrifício, rodearam, literalmente, as auras das pessoas num manto de paz, permitindo assim a criação de um veículo de libertação do medo, de modo a que os corpos etéricos daqueles fluxos de vida não fossem tão severamente marcados.
Muitos membros da classe sacerdotal colocaram-se em pequenos grupos estratégicos, em vários locais, e rezaram e cantaram à medida que afundavam sob as águas. A melodia que cantavam era a mesma que atualmente é conhecida como Auld Lang Syne.
Através da ação e sacrifício destes sacerdotes, escolhendo ficar juntos em grupos e cantando até ao final, muito medo foi mitigado, mantendo-se um certo nível de harmonia e, deste modo, o dano e o trauma para as Almas que pereceram foram enormemente diminuídos.
A idéia de suporte desta ação era a de que todas as experiências horríveis deixam uma cicatriz e um trauma profundo no corpo etérico e na memória celular das pessoas, que leva várias vidas a curar.
Os sacerdotes e os músicos que os acompanhavam cantaram e rezaram até à chegada das ondas e da água ao nível das suas bocas até ao momento em que desapareceram.
Durante a noite, enquanto as massas dormiam, sob um céu estrelado, tudo terminou, a amada Mãe-Pátria foi submersa no Oceano Pacífico. Nenhum dos sacerdotes abandonou o seu posto e nenhum evidenciou qualquer medo.
A Lemúria desapareceu com dignidade!
Auld Lang Syne foi a última canção para sempre ouvida na Lemúria.
As pessoas da Terra trouxeram novamente esta canção através do povo irlandês .Somos esses antigos conhecidos reunindo-se de novo. Aqueles de nós pertencentes ao Reino tridimensional estão reunidos agora, em consciência, com os seus antigos amigos e membros da família da Lemúria.
Esta noite pedir-vos-ei para cantarem esta canção de novo como parte da nossa apresentação. As pessoas da Terra trouxeram novamente esta canção através do povo irlandês somos esses antigos conhecidos reunindo-se de novo.
Antes do afundamento completo da Lemúria, foi profetizado que, um dia, num futuro algo distante, muitos de nós se reuniriam em grupos e cantaríamos esta canção de novo, sabendo, com toda a certeza, que a “Vitória da Terra” estava garantida.
É quase com lágrimas nos olhos que eu vos faço saber de Adama, que muitos de vós nesta sala, esta noite, estavam entre aquelas valentes Almas que sacrificaram a vida para benefício coletivo. Aplaudamos a vossa coragem de então e rejubilemos agora pelo nosso reencontro, para continuar a grande missão lemuriana, de assistência da Humanidade e do planeta, na senda da sua gloriosa ascensão.
Ouçam bem dentro dos vossos corações, meus amigos, esta próxima afirmação.
O Novo Dia, o Novo Mundo, está mesmo a nascer. Aprendemos as nossas lições de Amor que, a Nova Lemúria, o paraíso reencontrado, está quase a manifestar-se de novo.
Estamos aqui esta noite para co-criar em conjunto uma muito importante limpeza e cura para o nosso planeta e para todos vós também. Vamos chamar a isto a primeira limpeza dos antigos registros lemurianos dolorosos, ainda remanescentes nos corações e Almas da maioria das pessoas.
O tempo da nossa separação está quase a acabar e estamos agora a religar coração a coração com o maior número de vós, diariamente.
Fiquemos agora em silêncio durante uns breves momentos e peço-vos para estabelecerem as vossas intenções de terem os vossos próprios registros limpos e sanados. Mergulhem profundamente no vosso coração.
Depois de pedirem a limpeza para vós próprios, peçam silenciosamente, no vosso coração, com a permissão dos Eus Superiores deles, limpeza e cura para toda a humanidade que pode, nesta altura, ter os seus próprios registros limpos.
Criamos a Nova Lemúria na 5.ª dimensão, um paraíso de maravilhas e magia. Tudo quanto sonharam está aqui e muito mais. Quando chegar o momento, em conjunto com todos vós, estenderemos a Lemúria à dimensão da superfície deste planeta.
Ensinar-vos-emos tudo quanto sabemos e tudo o que aprendemos nestes últimos 12 000 anos do nosso isolamento das pessoas da superfície.
Eu Sou Adama e comigo os companheiros Lemurianos, em conjunto, aplaudimos a vossa vitória.


Quando li essa menssagem do Amado Mestre Adama, fiquei muito emocionada pelas lembranças despertadas. A saudade aflorou juntamente com a dor por termos perdido, devido às nossas posições na época, o dom de manifestarmos tudo diretamente da Fonte Deus/Pai/Mãe sem a necessidade de intermediários, na plena consciência de nós mesmos, como "deuses criadores". Devido a nossa falta de tempero emocional, estamos aqui agora para recolhermos nossas criações...em meio a tanto tumúltuo emocional e, resgatarmos nosso poder através da lembrança celular que, ainda permanece debaixo do véu do esquecimento.
Na Paz e na Luz!
Gisele Santos


Através de práticas e conhecimentos transmitidos pelas Sacerdotisas das regiões sagradas do Altai, do Tibel, do Egito Antigo, segredos são revelados sobre a Essência Feminina.

Cada mulher traz em si grande força e beleza. Isso é natural! Mas, as regras de beleza e encanto feminino impostos pela sociedade tornaram essa busca superficial, baseada em factores externos e, consequentemente, sem sentido.

E, já há algum tempo a mulher se vê em estado de desarmonia interior, pois não sente os benefícios que sua feminilidade por certo, traria, não só para si, mas a todos ao seu redor.
Para alcançar este estado elevado ela precisa cultivar sua condição feminina de forma concreta, consciente e coerente com sua Essência.

Mas, nem sempre foi assim.
Nos tempos antigos, mas sociedades do Egito, Bizâncio, Índia, mulheres da alta sociedade conheciam os segredos de como encontrar e manter sua identidade e Essência feminina. Inteligência, emoção, intuição, flexibilidade, contactos, beleza, fascínio e encantamento são características naturais de toda mulher. Naquelas sociedades toda mulher era considerada DEUSA e atraía as mais positivas vibrações para a sua vida: beleza, suavidade, juventude, um parceiro ideal.

Ela era ensinada pelas Sacerdotisas: a maneira de se vestir, de usar a maquiagem, o perfume, os gestos, como atrair o homem ideal de acordo com sua individualidade e Essência mais profunda.Podemos lembrar que era natural que as mulheres desfrutassem forte sensibilidade e intuição, sentiam e percebiam como estava seu filho, qual o estado de seu marido e realizavam significativos rituais para o encontro amoroso.

A mulher, naturalmente, levava esse estado de harmonia para a família, para a comunidade e a todos as ambientes. Através do tempo esse encanto vem se perdendo e, pode-se afirmar que, actualmente, vemos muitas mulheres que não conseguem se realizar e serem felizes em seus relacionamentos, atraem doenças, perdem o desejo sexual, tem envelhecimento precoce, perdem totalmente a juventude do corpo e, principalmente, a juventude interior.

A mulher não depende de fatores externos a ela para desfrutar destas propriedades, pois é sua Shakti que concede estas qualidades ao mundo. É a partir de Shakti que a beleza, a felicidade na família, a harmonia nos relacionamentos, a prosperidade nos negócios e tudo o mais é construído. E se isso estiver estagnado, tudo o mais estará. (…)

Este conhecimento agora está sendo resgatado...



*"O DESPERTAR DO PODER E MAGIA DO FEMININO"
Não basta ser mulher, é preciso manisfestar a DEUSA que você É...!!!! RESGATE A DEUSA SACERDOTISA QUER HÁ EM VOCÊ.