terça-feira, 31 de março de 2009

JASMUHEEN: OUTRAS PESQUISAS SOBRE O VIVER DE LUZ



A capacidade de viver sem os nutrientes físicos derivados da comida não tem nada de novo. Como agora sabemos, os Yogues fazem isso há milênios, mas muitos outros também conseguiram isso no mundo inteiro. Embora a essa altura não se possa dizer que seja um modo de vida comum, por todos os lugares para onde viajei ouvi histórias sobre pessoas que sobreviveram durante longos períodos sem ingerir comida.

Como o corpo é um biocomputador fantástico, parece que podemos viver com quantidades muito pequenas de comida nutritiva, mesmo sem nos conectar ao prana. Milhões de viciados em comer "porcaria" são testemunhas disso, pois a obesidade está atingindo proporções epidêmicas no mundo ocidental. Mas a quantidade e a qualidade de vida são claramente afetadas pela falta de uma nutrição adequada, a menos que a pessoa a esteja obtendo de uma fonte alternativa como o prana.

Quando fiz minha primeira turnê pela Alemanha, em 1996, comecei a ouvir histórias surpreendentes sobre as experiências de guerra de algumas pessoas. Conheci uma mulher em Frankfurt que me disse que, em sua condição de bebê pós-guerra, ela e sua irmã viveram meses apenas de água, pois não havia comida. O leite de sua mãe não tinha a força necessária para nutri-Ias e, embora sua irmã tenha morrido com seis meses, ela sobreviveu "miraculosamente".

Depois ouvi a história contada por um homem que vivia perto de um orfanato no pós-guerra. Ele havia telefonado a meu organizador e dito: "Sim, sei que o que Jasmuheen está dizendo é verdade!" Quando lhe perguntaram como sabia disso, ele respondeu que costumava visitar o orfanato e descobriu alguns fatos muito interessantes. Das crianças que estavam morrendo lentamente de fome — pois aqui também havia poucas rações disponíveis —, um grupo se manteve saudável. Após algumas investigações, descobriu-se que, todas as manhãs, a mulher que cuidava desse grupo particular de crianças sentava-se com elas e todas se davam as mãos para rezar a Jesus e a Nossa Senhora, pedindo-lhes que as mantivesse saudáveis e em segurança durante todo esse tempo. Parece que suas orações foram ouvidas e isso comprova o poder de nossa crença e de nossa fé.

Se posso provar essas histórias? Não. São verdadeiras? Acredito que sejam. Mesmo assim, vamos passar aos casos que foram documentados e que passaram por uma pesquisa mais "digna de crédito".

Em 1998, um jornalista chamado Stephen Janetzko deu-me um artigo que foi publicado em novembro de 1976 pela revista alemã Esotera. O artigo, muito profundo intitulava-se Sei wurden zu menshlichen Pflanzen (Eles Se Transformaram em Plantas Humanas) parece ter sido escrito pelo dr. Albert A. Bartel.

Girando em torno do trabalho do dr. Karl Graninger, também fala sobre Maria Furtner, de Frasdorf, na Bavária, que viveu 52 anos tomando somente água da fonte de água mineral perto de sua casa. Maria passou por um período de observação de três semanas no Hospital da Universidade de Munique para provar que não tinha necessidade de comer.

Quando foi liberada do hospital, caminhou os 60 quilômetros que a separavam de casa em três dias e sem nenhum problema.

Depois foi a vez de Resl — Theresa Neumann, que menciono em meu primeiro livro. Ela vivia na floresta de Konnersreuth, na Bavária. Seu único alimento diário, durante 17 anos, era uma hóstia consagrada. Os raios X mostraram que seus intestinos tinham a largura de um lápis.
Depois foi Anna Nassi, que era filha de um fazendeiro de Deutenhofen, também na Bavária. Sua professora disse aos pesquisadores, que escreveram um artigo, que Anna vivia há 6 anos somente de água.

Depois da Primeira Guerra Mundial na Europa, o dr. Kark Graninger, um especialista austríaco, notou que embora as pessoas tivessem se tornado prisioneiras de guerra, nem todas voltaram doentes dos campos de concentração. Para alguns, o jejum, o ar fresco, as refeições magras e a ausência do cigarro foram muito benéficos fisicamente.

A idéia de que alguns tinham morrido de fome e de que outros ficaram muito doentes depois de serem presos, ao passo que outros ficaram mais saudáveis do que antes, fascinou-o. Por isso,,,,de 1920 a 1940, quando morreu, o dr. Graninger conduziu pesquisas sobre o fenômeno da "inedia paradoxo" — ou viver sem comida. Tendo encontrado 23 casos na Europa Ocidental, seus objetos de estudo foram principalmente mulheres e crianças que pareciam viver sem comida, tanto por períodos longos quanto curtos. Descobriu-se que todas tinham os atributos de caráter da paciência, devoção e religiosidade.

Embora o dr. Graninger e seus colaboradores tenham realmente feito testes com essas pessoas, eles foram abandonados depois de 12 dias por causa da perda de peso, febre e fraqueza. Chegou-se à conclusão de que sobreviver apenas com água, sem esses problemas, tinha uma implicação metafísica.

Concluíram também que o "problema inedia" tinha de ser considerada levando em conta determinados pontos:

a) a atitude mental-emocional;

b) a relação física;

c) o comportamento religioso;

d) outras circunstâncias e razões culturais.

Comparando as experiências dos Embaixadores da Luz com nossas descobertas e a pesquisa feita pela ciência e pela medicina em relação ao que acontece ao corpo depois de períodos prolongados de jejum, eu concordo inteiramente com os pontos citados acima.

É exatamente o atributo da religiosidade e da devoção que permite a existência desse fenômeno tal como o conhecemos. A chave para ele é o modo de vida que as pessoas adotam cotidianamente e que realiza muitos outros "milagres" além de apenas conseguir passar sem comida durante longos períodos de tempo.

Portanto, antes de começarmos a examinar nossas desco­bertas em profundidade, vamos fazer uma digressão para ver a pesquisa de alguns outros que também estudaram esse fenômeno. Embora o caminho escolhido seja diferente, o resultado parece ser o mesmo.


Bigu e Qigong —estudos científicos

Neste capítulo, gostaria de falar um pouco sobre o fenômeno bigu do Qigong, que me chamou a atenção pela primeira vez numa transmissão que foi enviada para o Fórum Viver de Luz na página da CIA na Internet. Parece que, nos Estados Unidos, centenas de pessoas que participaram de certas palestras dadas por um mestre do qi tomaram-se "respiratorianos" ou "entraram em bigu", para usar o termo chinês do Qigong.

Gostaria de incluir aqui um pouco da pesquisa sobre Qigong para os que não conhecem essa prática. Essa pesquisa pode ser encontrada na página
http://www.qigong.net

"Há muito tempo atrás, na China antiga, as pessoas per­ceberam gradualmente que, em sua luta pela sobrevivência, certos movimentos corporais, concentração mental e imaginação, combinados a várias formas de respirar, podiam ajudá-las a ajustar algumas funções corporais. Esse conhe­cimento e experiências foram sintetizados e refinados com o passar do tempo, e transmitidos de uma geração a outra... dando forma ao que é conhecido hoje como Qigong Tradicional.

O Qigong estava envolvido em vários aspectos da vida dos antigos, harmonizando a relação entre o homem e o céu. O surgimento de grandes mestres e várias proezas do Qigong dos tempos antigos ajudaram a criar a base da formação da cultura chinesa, inclusive a criação da linguagem escrita, a descoberta da medicina à base de ervas e o nascimento de várias formas de arte.

Uma característica comum do Qigong é o treinamento simultâneo do corpo e da mente. O cultivo dual da perso­nalidade e da essência é o principal ingrediente do Qigong Tradicional. Seu estilo consiste tanto em movimentos quanto em imobilidade, e seu método se caracteriza pela combinação da mente (consciência), do qi (bioenergia), do corpo e do espírito.

O Qigong Tradicional baseia-se no principio da Virtude. Só enfatizando a virtude, sendo virtuoso e mantendo a virtude, tendo um coração benevolente e virtuoso, um caráter virtuoso e atos virtuosos é que podemos chegar à harmonia com nosso ambiente e satisfazer os três requisitos necessários à prática do Qigong: calma, tranqüilidade e naturalidade. A virtude é a chave de ouro para abrir a porta do Qigong."

Parece que o estado de bigu ocorre espontaneamente em alguns praticantes de Qigong, sem uma preparação especial além de seu modo de vida diário – em outras palavras, não passam por nenhum processo particular. É interessante que aqueles que praticam o Qigong são o único grupo que encontrei fazendo estudos avançados sobre a condição de viver sem comida. A maior parte da pesquisa tem sido feita em chinês e descobrir mais coisas a respeito tem sido difícil devido às barreiras da língua, e também porque esses praticantes de Qigong preferem evitar as controvérsias.

Os mestres do qi disseram que o momento atual ainda não é apropriado para a disseminação do bigu em grande escala e que o Ocidente em geral ainda não está preparado para isso, embora a situação tenha melhorado muito nos últimos tempos. Disseram também que a razão de não encorajarem as pessoas a procurar a experiência de bigu nesse momento é que, quando alguém entra nesse estado, fica muito sensível e, por isso, é facilmente perturbada pelos desejos e pensamentos negativos das pessoas que têm dificuldade – para dizer o mínimo – em aceitar esse fenômeno.

Embora o bigu esteja sendo discutido abertamente outra vez em alguns círculos de Qigong, segundo minha fonte de pesquisa, um homem esteve em bigu durante três anos e meio, até a controvérsia começar, e pediu-se aos praticantes que abandonassem esse estado. Como já disse em capítulos anteriores, você não tem como esconder dos outros o fato de que não precisa comer.

Esses mestres do qi disseram que nem todos lidam bem com esse estado, que conhecem algumas pessoas "que ficaram quase psicóticas por causa da sensibilidade extrema, por um lado, e tiveram reações inadequadas a vários fenômenos aos quais ficaram expostas em conseqüência do estado de bigu. Por outro lado, ficaram especialmente exasperadas com os conflitos no trabalho ou com a família que giravam em torno de seu estado de bigu. Do lado positivo, falaram sobre uma leveza e uma energia incríveis e sobre a necessidade de muito pouco sono enquanto se mantiveram nesse estado. Mesmo agora, todos os que não estão oficialmente em bigu em certos círculos de Qigong comem pouco, muito pouco".

Isso é totalmente diferente do que vivenciamos, pois os Embaixadores da Luz em geral são pessoas dedicadas à auto-maestria e fazem intencionalmente o programa do prana, enquanto aqueles que entram em bigu têm essa experiência quase que acidentalmente. Se não estiverem preparados para o poder da DI (Divindade Interior), alguns indivíduos que estão no programa do prana também podem ficar instáveis emocional e mentalmente, mas isso só acontece quando eles já têm esses problemas antes, pois o processo do prana pode exacerbá-los.
Nos meus encontros com pessoas que participam de círculos de bigu, disseram-me que em geral "as pessoas não fazem alarde de seu estado de bigu". Um sujeito queixou-se de ter entrado em bigu três vezes, durante três semanas apenas de cada vez e que de cada vez ele saiu no dia seguinte após se "gabar" de tê-lo conseguido. Um grande número de ouvintes acenou com a cabeça num gesto de concordância quando o orador disse isso. Outra pessoa comentou que o momento em que sentiu raiva foi o fim de sua experiência de bigu.

Parece que os benefícios da prática de Qigong são tão variados que a associação envolvida não quer chamar muita atenção em relação ao fenômeno de bigu, e eu entendo perfeitamente.

No mundo inteiro ouço pessoas perguntando se alguém já ouviu falar de gente que não precisa comer. Nunca as ouvi perguntar: "já ouviu falar de indivíduos que são tão sintonizados com o poder da DI que não precisam mais comer?" Há uma enorme diferença entre as duas perguntas.

Ao longo da história houve muitos mestres radiantes na Terra que fizeram e fazem muitas coisas extraordinárias, inclusive emissões de qi. O equivalente moderno seria a cura prânica, tal como foi explicada pelo mestre Choa Kok Sui.

Sim, temos condições de receber emissões de energia de mestres maravilhosos — ou, então, com responsabilidade por si mesmo, disciplina diária e um modo de vida muito particular podemos encontrar o mestre interior (DI) e permitir-lhe que nos sustente, nos ensine e nos guie no sentido de experimentarmos nosso potencial mais elevado, pois, afinal de contas, somos seres espirituais que estamos aqui para ter uma experiência humana.

Para descobrir o mestre interior, é preciso ficar diariamente em silêncio, como na meditação, e tratar o corpo (e nosso meio ambiente) como um templo, para que A Divindade Interior possa irradiar-se mais poderosamente através de nós. Também precisamos exercitar o controle mental e optar por ter consciência de nossos pensamentos, palavras e atos em todos os momentos de todos os dias.


Não há dúvida de que a viagem de viver de luz pode ser difícil, a menos que a pessoa esteja em plena forma física, emocional, mental e espiritual — mas nem todos têm a coragem, a dedicação e a disciplina, ou mesmo interesse, de estar. Contudo, os resultados valem a pena e permitem-nos ser independentes da necessidade de estar na presença de mestres físicos e etéricos. Muitos dos Embaixadores do MSPD acham que está na hora de mostrar aquilo de que somos capazes na Terra — aqui e agora.

Para muitos, está na hora da automaestria e do estilo de vida pragmático serem uma força efetiva do progresso positivo nesse mundo. Imaginamos um mundo onde todos têm controle sobre si mesmos, em vez de quererem saborear o poder e os benefícios de estar na presença de uns poucos mestres conhecidos neste planeta.

Descobrir e depois vivenciar A Divindade Interior sempre foi um desafio, e a viagem de viver de luz é apenas uma pequena iniciação a fazer com confiança na DI, confiança suficiente para Lhe permitir que nos sustente em todos os níveis. Como qualquer iniciação, pode exigir anos de preparo, o que em geral tem pouco atrativo para os que estão em busca de soluções instantâneas aos desafios do mundo moderno fornecidas por pílulas e poções.

Nosso trabalho está focalizado na medicina preventiva que decorre de experimentar o esplendor que vem de dentro e de permitir à nossa DI que Se manifeste através de nossas vidas.

Como já disse antes, agora existe uma boa quantidade de pesquisas para provar o poder do qi ou Prana. Na página 286 do livro Scientific Qigong Exploration (Explosão Científica do Qigong), o físico nuclear Lu Zuyin dá mais informações sobre o estado de bigu e também fala sobre os experimentos feitos com pessoas que não comiam há mais de seis anos.
"Bigu é um estado no qual a pessoa mantém uma vida normal sem ingerir nenhum tipo de comida. O bigu clássico implica um consumo muito pequeno de água e, às vezes, nenhum. O bigu mais comum significa ingestão apenas de água e sucos. Há um bigu menos comum em que há ingestão de água, sucos e, de vez em quando, sucos de frutas e sopas de legumes e verduras."

Eu já vivenciei pessoalmente todos os três estados de bigu, por opção pessoal, durante os últimos seis anos. Como o trabalho desses mestres do qi concentra-se em outras áreas da saúde, eles desencorajam a publicidade sobre o bigu, pois acham que a sociedade ainda não está pronta para aceitar esse fenômeno.

Fonte: Os Embaixadores da Luz, Jasmuheen, Editora Aquariana, 2002


http://www.aquariana.com.br/aquariana/det_livro.php?livro=080-4

MERKABAH: EVENTO INTERDIMENSIONAL

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O Texto a seguir foi
retirado do livro: INICIAÇÃO DO CORAÇÃO, de Julianne Everett, onde ela mesma vai falar de experiencias dela com este veiculo de luz, chamado Merkabah. Leiam:


UMA EXPERIÊNCIA INTERDIMENCIONAL

Buscai, em primeiro lugar, o Reino de Deus e a sua justiça, e todas essas coisas vos serão acrescentadas." Mateus 6:33


Para praticar intercâmbios interdimensionais com os Mestres Ascensionados ou Seres Cósmicos, a pessoa às vezes é transportada no que é chamado de Merkbah. Esses veículos de Luz Divina não têm nada que ver com os seres extraterrestres ou com suas espaçonaves. Os Merkabahs são campos geométricos de Luz Divina criados pelos Mestres Ascensionados e pelos Seres Cósmicos de alto nível para alinhar espiritualmente os corpos físico, emocional, mental e etérico de seres humanos de terceira e quarta dimensões com seus corpos de Luz cons­cientes de Cristo mais elevados. Os Merkabahs são campos de força que sustentam a perfeição do Amor e da Luz de Deus. Às vezes, eles são colocados sobre vórtices de poder, como estações permanentes para manter a Luz de Cristo, ou então são usados como veículos móveis para produzir ajustes vibracionais pessoais e planetários.

Os Merkabahs são modelos vivos, ou templos de Luz. Quando estamos dentro de seu campo de força, nossos corpos sutis são sensibili­zados. As freqüências imortais de nossas estruturas de Luz são estimuladas para nos lembrar de nossa participação no Plano Divino. Somos abençoados com a presença dos Merkabahs, porque com eles transpor­tamos o nosso corpo para uma nova dimensão.

No livro Keys of Enoch de J. J. Hurtak, o Merkabah é definido como um Veículo de Luz Divina usado pelos Mestres para sondar e localizar o crente nas várias dimensões da Mente Divina.

Os Seres Cósmicos não trabalham com pessoas que são apenas curiosas. Os Mestres Ascensionados geralmente contatam os Trabalhado­res da Luz para lembrá-los de que eles têm um acordo espiritual ante­rior ao nascimento para manifestar algum aspecto do Plano Divino. Antes de sermos convidados a entrar nesses Barcos de Luz, somos obser­vados para ver se conseguimos manter um certo grau de equilíbrio en­tre nossos corpos emocional, mental e físico. Por acaso, um dos maiores Merkabahs entrará na atmosfera da Terra para trabalhar com iniciados espirituais.

Em geral, é dificil para mim falar ou escrever sobre minhas experiências pessoais. Agora, contudo, estou sendo orientada a compartilhar com você o meu primeiro e mais importante intercâmbio com os Seres Cósmicos dentro de um campo de força de Merkabah. Nos anos 70, fui levada a bordo de um veículo parecido com uma jóia, feito todo de luzes, que, hoje sei, era um Merkabah. Acredito que fui levada a bordo principalmente para alinhar o meu Corpo de Luz de quinta dimensão com minha Presença EU SOU. O objetivo dessa experiência parecia ser harmonizar o meu eu em Cristo e a minha Presença com os chakras do meu corpo de energia sutil.

Tudo isso começou quando eu morava em Marin County, na Califórnia. Um amigo e eu decidimos dar um passeio ao alto do monte Tamalpais, próximo a Mill Valley, para meditar. Depois de algumas horas, resolvi me deitar num gramado perto do topo da montanha. Logo após me acomodar, senti a presença de diversos Seres de Luz, postados em círculo ao meu redor. Por via telepática, eles me pergunta­ram se eu queria ir em sua companhia. Eu nunca havia experimentado algo do gênero, mas, uma vez que sentia apenas amor e harmonia, respondi afirmativamente. Eles projetaram um poderoso campo de luz que, ao que parecia, devia me ajudar a me separar do meu corpo físico. Por um momento, fiquei um pouco assustada, ao sentir uma forte pres­são no meu corpo e uma sensação de estar me tornando cada vez mais densa e pesada. De repente, ouvi um som semelhante ao estalo de um elástico de borracha e percebi que não me encontrava mais em meu corpo nem na Terra.

Senti-me leve e livre. Eu me dei conta de que estava sendo transportada para outra dimensão. Informaram-me telepaticamente que eu fora levada além do cinturão de radiação de Van Allen, que parece marcar os limites dos campos gravitacionais da Terra.

Pensando nisso, agora sinto que deve ter sido importante para mim ser retirada da aura astral inferior do planeta. De repente, paramos de nos mover pelo espaço e eu fiquei consciente de mim num Corpo de Luz sutil. Eu me encontrava deitada de costas sobre uma mesa, embaixo de um cristal enorme que dava a impressão de estar suspenso no ar. Ele cobria o meu corpo da cabeça ao alto das pernas.

O ponto principal da faceta central do cristal parecia estar especialmente alinhado com o meu coração e a área do osso esterno do meu corpo sutil. O cristal podia ser sólido ou ter sido feito de uma matéria luminosa projetada holograficamente. Na verdade, eu não sei dizer ao certo, uma vez que não o toquei. Depois de eu ficar embaixo do cristal por alguns minutos, pediram-me que me levantasse.
Quando me levantei, eu vi com a minha visão interdimensional os seres mais bonitos, amorosos e radiantes que eu jamais poderia imagi­nar. Enquanto admirava suas formas opalescentes, fui, aos poucos, sen­do dominada pelo seu amor absoluto e afundei no chão, vertendo lágri­mas de alegria e êxtase. Isso foi, sem dúvida, o mais próximo a que cheguei de ver Deus.

O alinhamento com o cristal pareceu ajudar-me a manter minha visão interdimensional. Meus guias, contudo, me informaram que, se eu ficas­se muito excitada emocionalmente, perderia o contato visual. Pediram então que eu me levantasse e ficasse na frente deles enquanto alinha­vam e energizavam os meus chakras. Eu continuava sentindo seu amor inacreditável à medida que eles projetavam raios prismáticos de luz de diamante em cada um dos meus chakras, o que começou de uma ma­neira muito precisa, partindo da base de minha coluna vertebral. Agora compreendo que eles, na verdade, estavam me sintonizando com as freqüências superiores do meu próprio Corpo de Luz. Era impressionante!

Esses seres radiantes me mostraram como receber cura e informa­ções por intermédio dos raios de luz de diamante, que se projetava do centro de suas frontes em feixes prismáticos muito distintos. Esses raios de luz pareciam vir também de seus olhos. Era como se seus dois olhos estivessem ligados a um terceiro olho invisível em sua testa, criando um campo energético que parecia cristalino e prismático. Embora eu esti­vesse sendo curada só ao me relacionar com esses Seres, também rece­bia seus dons de cura onde quer que os feixes prismáticos fossem foca­lizados em meu corpo.

Na ocasião, pensei que estivesse presenciando uma demonstração visual de como acontece a comunicação telepática nas dimensões superiores e de como os Seres de Luz curam as pessoas que estão fora de alinhamento com seu Eu Superior. Agora, depois de todos esses anos, estou começando a entender que esses seres estavam de fato me mos­trando como curar e me comunicar telepaticamente de forma mais cons­ciente na terceira dimensão!

Fui informada de que era assim que os essênios curavam, na época de Jesus, e de que todos nós podemos utilizar dessa maneira o poderoso recurso da Visão Absoluta ou do terceiro olho. Disseram-me, além disso, que podemos promover essa cura em outra pessoa visualizando e projetando a perfeição na área desejada. Uma vez que o corpo astral ou etérico está mais intimamente alinhado com a nossa anatomia sutil e com nossos chakras, em geral é assim que o trabalho deve ser realizado. Os Corpos de Luz superiores já estão na Ordem Divina.

A bordo do Merkabah, foram feitas profundas ligações em diversos níveis de intercâmbio. Não tive certeza se colocaram alguma coisa dentro do meu corpo astral. No entanto, é bem possível que tenham ativado ou liberado algumas codificações geométricas que já se encontravam dentro do meu corpo sutil. Essas codificações contêm matrizes do idio­ma geométrico estabelecidas para ser liberadas em certos momentos e ajudar-nos a fazer nossa mudança de dimensão.



Eu gostaria de enfatizara vocês que o nível de transmissão de amor por parte desses Seres Cósmicos achava-se além de tudo o que eu co­nhecia. Cada partícula de seus Corpos de Luz emanava apenas o mais puro amor. Suas formas eram feitas de uma substância de Luz opalescente permeada com a mais leve tonalidade pastel. O interior de seus corpos parecia uma Luz viva que girava sem parar. Eles não tinham órgãos, cabelos, nem usavam um tipo de roupa específica, mas davam a impres­são de usar uma espécie de traje sem costura feito de uma substância de Luz iridescente.

Agora entendo que esses Seres me mostraram que o corpo altamen­te sensível da Presença EU SOU é, de fato, opalescente, ou tem a fre‑
qüência da opala. Quando o corpo astral ou etérico é purificado, pode refletir a Luz perfeita da Presença EU SOU. E essa foi apenas uma parte dos ensinamentos que eu recebi enquanto estive a bordo do Merkabah. Durante essa experiência, recebi todo um conjunto de informações. Elas serão reveladas quando necessário.

Várias semanas depois, esses mesmos Seres radiantes apareceram e me pediram que me olhasse no espelho. Nesse momento glorioso, notei que eu também tinha o mesmo tipo de corpo interdimensional. Acredi­to que meus guardiães espirituais estavam permitindo que eu visse a forma radiante da núnha, própria Presença EU SOU na sua característi­ca interdimensional. Nós, de fato, atuamos simultaneamente em muitas realidades e em diferentes dimensões!

Do livro: INICIAÇÃO DO CORAÇÃO, de Julianne Everett



Sobre MERKABAH:
http://dahnuia.blogs.sapo.pt/tag/geometria+sagrada
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NIBIRU - O PLANETA X E SEUS MISTÉRIOS

MISTÉRIO DE TIAMAT: O OUTRO NOME DA TERRA

Há 500 mil anos atrás o planeta Terra não se chamava "Terra". O nome "Terra", do grego gaia, é uma inovação recente. Seu nome mais antigo é Tiamat. Era um lugar completamente diferente do que é hoje e localizava-se no espaço em outra posição, mais distante do sol, entre Marte e Júpiter. Marte, que ficava mais perto do sol era, então, completamente habitável, com um clima temperado e água abundante em estado líquido. Este fato, embora não divulgado, já foi amplamente verificado pela NASA e outros grupos científicos.

Tiamat estava mais próximo da estrela Sírius (ou Sothis, como a chamavam os antigos egípcios). O sistema planetário de Sírios e o sistema da estrela que chamada Sol eram parte de um mesmo e único sistema maior, parte de uma unidade cósmica. Os dois sistemas ainda são gravitacionalmente conexos com um terceiro sistema, outro fato que começa a ganhar espaço nos meios científicos.

O "Sistema Regional de Sírius" evoluciona em torno de um sol central chamado Alcyone, estrela situada na constelação das Pleiades ou "Quadrante das Pleiades". O conjunto Sol-Sírius-Alcyone descreve uma órbita ao redor do centro da galáxia (Via Lactea) em direção da estrela de Sagitário. Todo o movimento orbital do megasistema tem uma duração de 200 milhões de anos. Este grande ciclo deve completar uma revolução em 21 de dezembro de 2012, data prevista pelos maias para a deflagração de uma catástrofe mundial apocalíptica.
Nabiru, Planeta X, Hercolobus, Capela... vários nomes para a mesma incógnita.

I bet Nibiru and the Nephilim would look really big on that.



A Volta do Planeta X
Ut’napishtim, o Noé da Suméria, resgata Gilgamesh do meio dos oceanos durante o Dilúvio provocado pelos Anunnaki.
Os sumérios descreviam nosso sistema solar como um conjunto de 12 corpos celestes significativos. Na linguagem zodiacal, estes astros são todos chamados”planetas”, embora, entre eles, os antigos incluíssem a Lua e o Sol. Isso significa que os mesopotâmicos, não somente possuíam um inexplicável conhecimento astronômico; eles também afirmavam a existência de planetas que somente a ciência contemporânea pôde reconhecer, como o longínquo Plutão, hoje destituído de seu status planetário; os miteriosos Urano e Saturno e o até hoje desconhecido porém procurado 12º planeta, este que os sumérios denominavam Nibiru. Ora, se os sumérios, há 6 mil anos, estavam corretos em relação aos nove planetas reconhecidos hoje porque não poderiam estar, igualmente corretos, em relação a Nibiru? Meditemos…
Há seis mil anos atrás, os Sumérios conheceram um planeta chamado Nibiru. Era o planeta de origem de um povo descrito pelos antigos como “raça de deuses”. Os nativos de Nibiru visitaram a Terra no passado influenciando decisivamente a cultura humana. Artefatos e tabuletas cuneiformes de argila e pedra encontradas no Iraque referem-se claramente a um planeta de onde vieram viajantes cósmicos.A herança deste remotos alienígenas aparece na avançada tecnologia dos sumérios e de outros povos ao redor do mundo. Muitas relíquias não são acessíveis ao público que, assim, desconhece essa face da mitologia mesopotâmica. No caso dos sumérios, sua cultura é a mais antiga do Ocidente. Entretanto, seu sistema matemático e o calendário permanecem atuais.Aos poucos, a pesquisa sobre Nibiru começa a aparecer, ainda que o planeta seja chamado por outros nomes, como , 12º planeta ou “planeta da cruz” (Planet of the crossing). Os sumérios tinham doze corpos celestes em seu zodíaco, contando o sol e a lua e mais DEZ Planetas que, afirmavam, pertencem ao nosso sistema solar.Hoje os cientistas estão procurando este planeta misterioso nos confins do espaço; a NASA se empenha nessa pesquisa e os especialistas investigam porque já têm certeza de que o “Planeta X” existe. Observado há milhares de anos passados, Nibiru não é visto nos céus contemporâneos. Isso acontece porque a órbita do 10º planeta (12º astro dos sumérios) é uma elíptica extremamente alongada. Durante milênios, o globo se mantém longe do sol e da vista dos terráqueos, muito além da órbita de Plutão.

Os Sumérios descrevem o Planeta X ou Nibiru, no ponto mais extremo de suatrajetória, distante da Terra aproximadamente 30 milhões de anos-luz. Os viajantes de Nibiru que chegaram à Terra são chamados Anunnaki e foram considerados deuses. A tradição conta que os Anunnaki possuíam “servos” que eram “seres andróides”. Não eram seres vivos mas agiam como se fossem.Zecharia SitchinZecharia Sitchin é lingüista, perito em escrita cuneiforme (suméria) e em muitas outras linguagens antigas. Em 1976, publicou The Tewlfht Planet e assim começou sua trajetória transformadora da pesquisa da história antiga. Em 1993, lançou seu sexto livro, parte da série de Earth Chronicles (Crônicas da Terra) - When Time Began. Este último livro fala das relações entre o complexo calendário de Stonehenge, as ruínas de Tiahuanacu, no Peru, a antiga cultura suméria e, por extensão, a conexão desses monumentos antigos com os Anunnaki. Sitchin defende que os Anunnaki não são uma alegoria ou criação fabulosa dos sumérios; antes, são seres humanóides que habitam o misterioso planeta Nibiru.
A órbita excêntrica, extensa de Nibiru, faz com que o planeta passe milênios totalmente invisível à observação no centro do sistema solar. Zecharia Sitchin acredita que quando a posição de Nibiru é favorável, ciclicamente, os Anunnaki - habitantes de Nibiru - visitam a Terra e interferem no curso da história humana. O ano de Nibiru corresponde a 3 mil e 600 anos terrenos, período regular de intervalo entre as visitas dos Anunnaki.
Sitchin já decifrou mais de dois mil cilindros e fragmentos de cerâmica com inscrições da Mesopotâmia, alguns de 4.000 a.C., que fazem parte do acervo de museus de todo o mundo. Um desses fragmentos, que se encontra na Alemanha, indica que a Terra é o “sétimo planeta”, contando a partir de Plutão. Ocorre que Plutão somente foi descoberto pela astronomia moderna no início do século XX. Como os sumérios poderiam saber de tal coisa?O lingüísta acredita que, na antiguidade, seres extraterrenos conviveram com antigos mesopotâmicos e foram os “instrutores”, os deuses da humanidade dos primeiros tempos históricos (pós-advento da escrita). Comparando as mitologias da Criação de diferentes culturas, verifica-se a coincidência dos mitos, que são recorrentes nas referências a uma “colonização” ou instrução das primeiras nações humanas por seres superiores, que vieram do espaço e se encarregam de ensinar aos homens primitivos as “artes” que caracterizam as civilizações.Sempre buscando a identidade desses “instrutores celestes”, Sitchin começou sua jornada pelo mundo das cidades antigas e dos grandes impérios do passado. Uma de suas conclusões mais significativas afirma a existência, em Marte, de uma estrutura alienígena, artificial, de forma piramidal, situada na região denominada Cydonia. Essa pirâmide não é a única; sua distância em relação a outra estrutura semelhante é proporcionalmente idêntica à distância que existe entre a Esfinge e as pirâmides do Egito.Essas relações entre pirâmides podem significar que elas servem como marcos topográficos para viajantes celestes, como os Annunaki, tanto na Terra quanto em Marte. Sitchin acredita que as pirâmides de Gizé não foram um realização dos egípicios. Em 1993 foi divulgada a descoberta de que a Esfinge é dois mil anos anos antiga do que se pensava, o que reforça a teoria de Sitchin.O Buraco de SaddamPolêmico, Sitchin fundamenta suas teorias em rigorosas traduções dos textos sumérios, escrituras Védicas (indianas) e textos originais da Bíblia escritos em hebraico e grego. O local, na Terra, de chegada ou aterrisagem dos Annunaki é uma região chamada Eridu, sul do Iraque. A dificuldade de captura de Saddam Hussein decorreu do fato de que seu esconderijo, o “buraco” onde foi encontrado o ditador, é parte de uma pirâmide construída na antigüidade e desconhecida dos arqueólogos que trabalham naquele país.O Céu do Hemisfério SulA NASA localizou uma maciço e negro objeto cósmico nos céus do hemisfério sul, fato que pode justificar a recente reativação de telescópios na Argentina e no Chile. Sitchin, que visitou vários observatórios astronômicos da antigüidade, constatou que todos privilegiam a visão do quadrante sul e também estão localizados na mesma latitude da Terra.Muitos desses observatórios permitem medir com exatidão o nascer do sol e da lua. É possível que esse notável interesse pelo céu tenha sido motivado pela expectativa de um retorno desses alenígenas que foram, no passado, considerados criadores e instrutores da raça humana.
A tradução do alfabeto cuneiforme, da Mesopotâmia, para o alfabeto atual, invenção atribuída aos fenícios.
Os Anunnaki por Jason Martel tradução: Mahajah!ck Anunnaki: na língua suméria significa “Aqueles que desceram dos céus”; para os hebreus eram Nefilim, Elohim; em egípcio, Neter. Descobertas arqueológicas e artefatos recolhidos nos últimos duzentos anos são o fundamento da teoria de que uma avançada civilização proveniente de um planeta distante, porém pertencente ao sistema solar do qual a Terra faz parte, chegou ao golfo Pérsico a cerca de 432 mil anos atrás; eram os Anunnaki. Os visitantes estelares colonizaram a Terra com o propósito de obter grandes quantidades de ouro. Sua mão-de-obra foi arrebanhada entre os humanos primitivos, que foram manipulados geneticamente.Há 250 mil anos, o sistema de colonização alienígena começou a decair; os operários das minas (terráqueos) começaram a se rebelar contra as condições de trabalho e os Anunnaki, então, decidiram criar um ser que pudesse substituir os humanos primitivos.
O experimento de engenharia genética teve de ser refeito. Enki, cientista genético e Ninhursag, chefe de medicina, criaram híbridos usando material do homo erectus, de animais e dos próprios Anunnaki. O resultado foi o homo sapiens, que veio ao mundo para ser escravo! Os primeiros homens, sendo híbridos, não se reproduziam. Novos ajustes foram feitos e, assim, a espécie pôde procriar.Quando os sapiens tornaram-se muito numerosos, parte deles era expulsa das cidades Anunnaki e, assim, gradualmente espalharam-se no planeta. Mas as criaturas surpreenderam os criadores: eram belos e se desenvolviam muito bem. A
lgumas fêmeas começaram a servir de parceiras sexuais para os colonizadores. Essas uniões eram férteis, produziam prole. Era uma situação inaceitável para a maioria dos Anunnaki que decidiram exterminar a população colonizada - a humanidade - provocando uma colossal inundação em época próxima à reentrada de Nibiru nas proximidades da órbita da terra. Esse dilúvio aconteceu há cerca de 12 mil anos atrás.Muitos humanos foram salvos por Enki, que simpatizava com aqueles que ele mesmo havia criado. Por milhares de anos, homens e mulheres foram escravos e soldados. Os Anunnaki usavam seus servos nas guerras que travaram entre si, na construção de palácios e cidades, em instalações astronômicas situadas em todos os continentes. Eles ocuparam não somente a Mesopotâmia, mas também o Egito, a Índia, as Américas. Por isso os sinais de sua presença são encontrados em todo o mundo.Seis mil anos depois do dilúvio, os Anunnaki que aqui permaneceram resolveram que era hora de deixar o planeta e, gradualmente, conduziram a raça humana à independência, introduzindo um sistema sociopolítico fortemente hierarquizado. Linhagens de reis foram estabelecidas, possivelmente considerando a descendência dos Anunnaki: eram os “Iniciados”, versados em ciências como matemática e astronomia, conhecedores de técnicas de medicina, arquitetura e engenharia. Dinastias cuja continuidade era feita por meio “colégios” - os “colégios dos mistérios”.A Evidência AstronômicaA prova definitiva da veracidade da tradição suméria seria o reconhecimento científico de um décimo planeta (ou 12º astro) no sistema solar, ou seja, a “descoberta” de Nibiru com tamanho, órbita e outras características descritas nos registros da Mesopotâmia.
Plutão foi descoberto em 1930 e Caronte, sua lua, em 1978. A análise de Plutão mostra que determinadas peculiaridades da órbita deste planeta e também das órbitas de Urano e Netuno somente podem ser explicadas pela existência de um planeta desconhecido que deve ser bem maior que Plutão e mesmo a Terra.Entre 1983 e 1984, o IRAS - Infrared Astronomical Satellite produziu observações relacionadas a um décimo planeta. Em 1992 novas descobertas foram publicizadas sobre um planeta a mais no sistema, denominado “intruder - “planeta intruso”. Os cientistas começaram, então, a confrontar os dados da astronomia com as traduções de Zecharia Sitchin, em especial, a tradução do documento Enuma Elish, que contém a história da formação deste sistema solar. São anais muito antigos que falam de um planeta do tamanho de Urano chamado Tiamat, cuja órbita passa entre Marte e Júpiter.
O grande planeta Nibiru foi capturado pela força gravitacional do sistema solar e sua entrada no conjunto causou anomalias nas luas dos outros planetas. Nibiru colidiu com Tiamat e enormes fragmentos entraram na órbita da Terra. Um desses fragmentos veio a ser a Lua.O interesse de antigos e contemporâneos por Nibiru decorre de uma questão muito prática. Os relatos arqueológicos são claros: a passagem deste planeta a cada 3 mil e 600 anos nas proximidades da Terra produz efeitos sensíveis na realidade ambiental; catástrofes são desencadeadas. A passagem de Nibiru é, possivelmente, a causa da mudança nos pólos da Terra, dos regimes da marés, dos padrões climáticos, dos desvios da órbita e choque com asteróides que são arrastados pelo “intruso”. Nibiru pode ter provocado, por exemplo, a extinção da vida em Marte ou o fim da época dos dinossauros.
Section Two: How often and where does the word “nibiru” occur in cuneiform texts? What does the word mean, and is there an astronomical context for the word in any of its occurrences?
Namu é a primeira das
Grandes Deusas-Mães
e Criadora dos Sumérios.

Seu nome é em geral escrito com o símbolo engur, que também é usado para escrever Apsu. Namu, portanto, personifica o poder das águas do mar e das férteis águas subterrâneas (Apsu), portanto sendo a fonte da vida e de toda fertilidade. Listas de deuses e textos descrevem-Na como a “Mãe que deu origem ao Céu e à Terra”, “Mãe, a primeira, que deu à luz aos deuses e deusas e ao universe”, “Mãe de tudo o que Existe”. Ela é uma deusa sem consorte, matéria-prima de tudo o que existe, personificando o sexo feminino como aquele capaz de criar a vida espontaneamente, tal qual expresso num hino ao Seu templo situado em Eridu,”E-engurra, o útero da Abundância”.

Samuel Noah Kramer (History begins at Sumer, 1981, the University of Pennsylvannia Press, Philadelphia) faz-nos as seguintes observações a respeito de Namu:

” primeiro havia o mar primordial. Nada se sabe de sua origem ou nascimento, e parece ser provável que os Sumérios achavam que este mar havia existido eternamente”

Thorkild Jacobsen (Treasures of Darkness. 1976, Yale University Press, New Haven, London) descreve Namu como a “deificação das margens dos rios” e das “terras férteis dos pantanais do Sul da Mesopotâmia”. Todas estas descrições podem ser resumidas da seguinte forma para o Sul de Mesopotâmia: a criação teve origem e foi executada pelo Divino Feminino, pela Deusa Namu, a partir das águas que simbolizavam fertilidade e abundância, sendo a existência da Deusa Namu algo eterno, desde todos os princípios Namu é portanto tão antiga quanto o começo da consciência na Mesopotâmia e tão eterna quanto a própria vida, que Nela teve origem.

Esta pode ser a razão por quê Ela quase não aparece nos textos que chegaram até nós: como a Mãe e Origem de toda Criação, Sua presença está em tudo o que existe, não precisando, desta forma, ser mencionada. Um(a) grande criador(a) é em geral reconhecido(a) por seus sucessores e obra, sendo de domínio público a sua contribuição. Em mito e religião, Namu é a mãe de Enki, o deus da Mágica, das Águas Doces, das Artes e da Sabedoria, e de Ereshkigal, a deusa da Mansão dos Mortos. Namu é também a deusa que tem a idéia de criar a humanidade, para que homens e mulheres auxiliem aos deuses nos árduos trabalhos da existência. Pensando assim, é Ela que vai acordar Enki, para que Ele, Ela e Ninhursag-Ki comecem juntos a conceber a série de operações que irá culminar na criação dos homens e mulheres, segundo os sumérios.

Em termos históricos, Namu pode provavelmente Ter sido adorada em Eridu antes de Enki, que tomou a maior parte de Suas prerrogativas e funções. Apesar de Seu declínio com a ascenção de Enki no panteão dos deuses, durante o período Neo-Sumério, pelo menos em Ur, o culto a Namu era importante, estátuas sendo comissionadas em Sua honra. O nome de Namu faz parte de muitas listas de famílias importantes, como no caso de Urnamu, que é o nome do rei fundador do período da Terceira Dinastia de Ur, uma das mais importantes e progressistas fases da história da Mesopotâmia.


Os sumérios descreviam nosso sistema solar como um conjunto de 12 corpos celestes significativos. Na linguagem zodiacal, estes astros são todos chamados"planetas", embora, entre eles, os antigos incluíssem a Lua e o Sol. Isso significa que os mesopotâmicos, não somente possuíam um inexplicável conhecimento astronômico; eles também afirmavam a existência de planetas que somente a ciência contemporânea pôde reconhecer, como o longínquo Plutão, hoje destituído de seu status planetário; os miteriosos Urano e Saturno e o até hoje desconhecido porém procurado 12º planeta, este que os sumérios denominavam Nibiru. Ora, se os sumérios, há 6 mil anos, estavam corretos em relação aos nove planetas reconhecidos hoje porque não poderiam estar, igualmente corretos, em relação a Nibiru? Meditemos...
os 12 planetas?
Há seis mil anos atrás, os Sumérios conheceram um planeta chamado Nibiru. Era o planeta de origem de um povo descrito pelos antigos como "raça de deuses". Os nativos de Nibiru visitaram a Terra no passado influenciando decisivamente a cultura humana. Artefatos e tabuletas cuneiformes de argila e pedra encontradas no Iraque referem-se claramente a um planeta de onde vieram viajantes cósmicos.
A herança deste remotos alienígenas aparece na avançada tecnologia dos sumérios e de outros povos ao redor do mundo. Muitas relíquias não são acessíveis ao público que, assim, desconhece essa face da mitologia mesopotâmica. No caso dos sumérios, sua cultura é a mais antiga do Ocidente. Entretanto, seu sistema matemático e o calendário permanecem atuais.
Aos poucos, a pesquisa sobre Nibiru começa a aparecer, ainda que o planeta seja chamado por outros nomes, como , 12º planeta ou "planeta da cruz" (Planet of the crossing). Os sumérios tinham doze corpos celestes em seu zodíaco, contando o sol e a lua e mais DEZ Planetas que, afirmavam, pertencem ao nosso sistema solar.
Hoje os cientistas estão procurando este planeta misterioso nos confins do espaço; a NASA se empenha nessa pesquisa e os especialistas investigam porque já têm certeza de que o "Planeta X" existe. Observado há milhares de anos passados, Nibiru não é visto nos céus contemporâneos. Isso acontece porque a órbita do 10º planeta (12º astro dos sumérios) é uma elíptica extremamente alongada. Durante milênios, o globo se mantém longe do sol e da vista dos terráqueos, muito além da órbita de Plutão.
Os Sumérios descrevem o Planeta X ou Nibiru, no ponto mais extremo de suatrajetória, distante da Terra aproximadamente 30 milhões de anos-luz. Os viajantes de Nibiru que chegaram à Terra são chamados Anunnaki e foram considerados deuses. A tradição conta que os Anunnaki possuíam "servos" que eram "seres andróides". Não eram seres vivos mas agiam como se fossem.

alfabeto sumério

Zecharia Sitchin

Zecharia Sitchin é lingüista, perito em escrita cuneiforme (suméria) e em muitas outras linguagens antigas. Em 1976, publicou The Tewlfht Planet e assim começou sua trajetória transformadora da pesquisa da história antiga. Em 1993, lançou seu sexto livro, parte da série de Earth Chronicles (Crônicas da Terra) - When Time Began. Este último livro fala das relações entre o complexo calendário de Stonehenge, as ruínas de Tiahuanacu, no Peru, a antiga cultura suméria e, por extensão, a conexão desses monumentos antigos com os Anunnaki. Sitchin defende que os Anunnaki não são uma alegoria ou criação fabulosa dos sumérios; antes, são seres humanóides que habitam o misterioso planeta Nibiru.
orbita presumida de Nabiru

A órbita excêntrica, extensa de Nibiru, faz com que o planeta passe milênios totalmente invisível à observação no centro do sistema solar. Zecharia Sitchin acredita que quando a posição de Nibiru é favorável, ciclicamente, os Anunnaki - habitantes de Nibiru - visitam a Terra e interferem no curso da história humana. O ano de Nibiru corresponde a 3 mil e 600 anos terrenos, período regular de intervalo entre as visitas dos Anunnaki.

Sitchin já decifrou mais de dois mil cilindros e fragmentos de cerâmica com inscrições da Mesopotâmia, alguns de 4.000 a.C., que fazem parte do acervo de museus de todo o mundo. Um desses fragmentos, que se encontra na Alemanha, indica que a Terra é o "sétimo planeta", contando a partir de Plutão. Ocorre que Plutão somente foi descoberto pela astronomia moderna no início do século XX. Como os sumérios poderiam saber de tal coisa?
O lingüísta acredita que, na antiguidade, seres extraterrenos conviveram com antigos mesopotâmicos e foram os "instrutores", os deuses da humanidade dos primeiros tempos históricos (pós-advento da escrita). Comparando as mitologias da Criação de diferentes culturas, verifica-se a coincidência dos mitos, que são recorrentes nas referências a uma "colonização" ou instrução das primeiras nações humanas por seres superiores, que vieram do espaço e se encarregam de ensinar aos homens primitivos as "artes" que caracterizam as civilizações.
Sempre buscando a identidade desses "instrutores celestes", Sitchin começou sua jornada pelo mundo das cidades antigas e dos grandes impérios do passado. Uma de suas conclusões mais significativas afirma a existência, em Marte, de uma estrutura alienígena, artificial, de forma piramidal, situada na região denominada Cydonia. Essa pirâmide não é a única; sua distância em relação a outra estrutura semelhante é proporcionalmente idêntica à distância que existe entre a Esfinge e as pirâmides do Egito.
Essas relações entre pirâmides podem significar que elas servem como marcos topográficos para viajantes celestes, como os Annunaki, tanto na Terra quanto em Marte. Sitchin acredita que as pirâmides de Gizé não foram um realização dos egípicios. Em 1993 foi divulgada a descoberta de que a Esfinge é dois mil anos anos antiga do que se pensava, o que reforça a teoria de Sitchin.

O Buraco de Saddam

Polêmico, Sitchin fundamenta suas teorias em rigorosas traduções dos textos sumérios, escrituras Védicas (indianas) e textos originais da Bíblia escritos em hebraico e grego. O local, na Terra, de chegada ou aterrisagem dos Annunaki é uma região chamada Eridu, sul do Iraque. A dificuldade de captura de Saddam Hussein decorreu do fato de que seu esconderijo, o "buraco" onde foi encontrado o ditador, é parte de uma pirâmide construída na antigüidade e desconhecida dos arqueólogos que trabalham naquele país.


O Céu do Hemisfério Sul
A NASA localizou uma maciço e negro objeto cósmico nos céus do hemisfério sul, fato que pode justificar a recente reativação de telescópios na Argentina e no Chile. Sitchin, que visitou vários observatórios astronômicos da antigüidade, constatou que todos privilegiam a visão do quadrante sul e também estão localizados na mesma latitude da Terra.
Muitos desses observatórios permitem medir com exatidão o nascer do sol e da lua. É possível que esse notável interesse pelo céu tenha sido motivado pela expectativa de um retorno desses alenígenas que foram, no passado, considerados criadores e instrutores da raça humana.
A tradução do alfabeto cuneiforme, da Mesopotâmia, para o alfabeto atual, invenção atribuída aos fenícios.
crânio Anunnaki

Os Anunnaki por Jason Martel tradução: Mahajah!ck

Anunnaki: na língua suméria significa "Aqueles que desceram dos céus"; para os hebreus eram Nefilim, Elohim; em egípcio, Neter. Descobertas arqueológicas e artefatos recolhidos nos últimos duzentos anos são o fundamento da teoria de que uma avançada civilização proveniente de um planeta distante, porém pertencente ao sistema solar do qual a Terra faz parte, chegou ao golfo Pérsico a cerca de 432 mil anos atrás; eram os Anunnaki. Os visitantes estelares colonizaram a Terra com o propósito de obter grandes quantidades de ouro. Sua mão-de-obra foi arrebanhada entre os humanos primitivos, que foram manipulados geneticamente.
Há 250 mil anos, o sistema de colonização alienígena começou a decair; os operários das minas (terráqueos) começaram a se rebelar contra as condições de trabalho e os Anunnaki, então, decidiram criar um ser que pudesse substituir os humanos primitivos. O experimento de engenharia genética teve de ser refeito. Enki, cientista genético e Ninhursag, chefe de medicina, criaram híbridos usando material do homo erectus, de animais e dos próprios Anunnaki. O resultado foi o homo sapiens, que veio ao mundo para ser escravo! Os primeiros homens, sendo híbridos, não se reproduziam. Novos ajustes foram feitos e, assim, a espécie pôde procriar.
Quando os sapiens tornaram-se muito numerosos, parte deles era expulsa das cidades Anunnaki e, assim, gradualmente espalharam-se no planeta. Mas as criaturas surpreenderam os criadores: eram belos e se desenvolviam muito bem. Algumas fêmeas começaram a servir de parceiras sexuais para os colonizadores. Essas uniões eram férteis, produziam prole. Era uma situação inaceitável para a maioria dos Anunnaki que decidiram exterminar a população colonizada - a humanidade - provocando uma colossal inundação em época próxima à reentrada de Nibiru nas proximidades da órbita da terra. Esse dilúvio aconteceu há cerca de 12 mil anos atrás.
Muitos humanos foram salvos por Enki, que simpatizava com aqueles que ele mesmo havia criado. Por milhares de anos, homens e mulheres foram escravos e soldados. Os Anunnaki usavam seus servos nas guerras que travaram entre si, na construção de palácios e cidades, em instalações astronômicas situadas em todos os continentes. Eles ocuparam não somente a Mesopotâmia, mas também o Egito, a Índia, as Américas. Por isso os sinais de sua presença são encontrados em todo o mundo.
Seis mil anos depois do dilúvio, os Anunnaki que aqui permaneceram resolveram que era hora de deixar o planeta e, gradualmente, conduziram a raça humana à independência, introduzindo um sistema sociopolítico fortemente hierarquizado. Linhagens de reis foram estabelecidas, possivelmente considerando a descendência dos Anunnaki: eram os "Iniciados", versados em ciências como matemática e astronomia, conhecedores de técnicas de medicina, arquitetura e engenharia. Dinastias cuja continuidade era feita por meio "colégios" - os "colégios dos mistérios".

EVIDÊNCIAS:

1-A Evidência Astronômica

A prova definitiva da veracidade da tradição suméria seria o reconhecimento científico de um décimo planeta (ou 12º astro) no sistema solar, ou seja, a "descoberta" de Nibiru com tamanho, órbita e outras características descritas nos registros da Mesopotâmia.
Plutão foi descoberto em 1930 e Caronte, sua lua, em 1978. A análise de Plutão mostra que determinadas peculiaridades da órbita deste planeta e também das órbitas de Urano e Netuno somente podem ser explicadas pela existência de um planeta desconhecido que deve ser bem maior que Plutão e mesmo a Terra.
Entre 1983 e 1984, o IRAS - Infrared Astronomical Satellite produziu observações relacionadas a um décimo planeta. Em 1992 novas descobertas foram publicizadas sobre um planeta a mais no sistema, denominado "intruder - "planeta intruso". Os cientistas começaram, então, a confrontar os dados da astronomia com as traduções de Zecharia Sitchin, em especial, a tradução do documento Enuma Elish, que contém a história da formação deste sistema solar. São anais muito antigos que falam de um planeta do tamanho de Urano chamado Tiamat, cuja órbita passa entre Marte e Júpiter.

O grande planeta Nibiru foi capturado pela força gravitacional do sistema solar e sua entrada no conjunto causou anomalias nas luas dos outros planetas. Nibiru colidiu com Tiamat e enormes fragmentos entraram na órbita da Terra. Um desses fragmentos veio a ser a Lua.
O interesse de antigos e contemporâneos por Nibiru decorre de uma questão muito prática. Os relatos arqueológicos são claros: a passagem deste planeta a cada 3 mil e 600 anos nas proximidades da Terra produz efeitos sensíveis na realidade ambiental; catástrofes são desencadeadas. A passagem de Nibiru é, possivelmente, a causa da mudança nos pólos da Terra, dos regimes da marés, dos padrões climáticos, dos desvios da órbita e choque com asteróides que são arrastados pelo "intruso". Nibiru pode ter provocado, por exemplo, a extinção da vida em Marte ou o fim da época dos dinossauros.


2-A Evidência Tecnológica

Há muito tempo escavações arqueológicas têm trazido à luz artefatos, ferramentas, máquinas e registros que surpreendem, pelo seu avanço, as expectativas dos estudiosos. São objetos inexplicáveis para a ciência histórica acadêmica. No deserto do Iraque foram encontradas baterias de argila com eletrodos datadas em 2 mil e 500 anos antes de Cristo; em uma pirâmide funerária, havia um modelo de aeroplano perfeitamente funcional.

Mais recentemente, a redescobeta de ouro monoatômico em sítios arqueológicos do Oriente Médio veio reforçar a crença em civilizações do passado altamente sofisticadas. As substâncias monoatômicas são supercondutoras de energia em temperatura ambiente e possuem propriedades anti-gravitacionais. Somente nos últimos anos o ouro monoatômico tem sido investigado pela física. Arqueologicamente, entretanto, o ouro monoatômico mesopotâmico é conhecido desde 1889, quando sir Flinders Petrie demonstrou que o material era produzido há 3 mil anos atrás.

3-A Evidência Documental

O registro histórico documentado da existência e das realizções dos Anunnaki começaram a aparecer desde os primeiros anos do século XIX. A escavação de antigos sítios arqueológicos mesopotâmicos revelaram uma avançada civilização Suméria. Milhares de lâminas de argila contêm escrituras relacionadas não somente com às questões do cotidiano, como o comércio, os casamentos, as ações militares e sistema de cálculos astronômicos; as tábuas cuneiformes também falam dos Anunnaki.
Fica evidente que os sumérios sabiam perfeitamente que aqueles aliens eram criaturas vivas, de "carne e osso". A Biblioteca de Assurbanipal, apesar de ter sofrido um incêndio, não perdeu nada de seus documentos feitos de argila, resistente ao fogo. Assim, foram preservadas 400 tabuletas cuneiformes que contêm a história dos tempos arcaicos, sem falhas; uma espécie de "cápsula do tempo" feita de barro cozido. São estes documentos que contam a saga dos Anunnaki.

4-A Evidência Genética


Os registros sumérios localizam o laboratório, onde os Anunnaki criaram o homo sapiens na região leste da África Central, próximo às minas de ouro. É uma área que coincide com o lugar onde foi encontrado o mais antigo DNA mitocondrial, pertencente ao fóssil que ficou conhecido como Lucy. Os arqueólogos também encontraram ruínas de minas de ouro de 100 mil anos. Os documentos descrevem, ainda, os avanços da engenharia genética. O rápido progresso da espécie humana sapiens, que chega a Marte apenas 250 mil anos depois de começar a realmente "sair das cavernas" é notavelmente anômalo diante dos milhões de anos que foram necessários para consolidar os membros mais antigos do nicho dos homo erectus.


Fonte da reportagem: Blog Universo e Vida.

sexta-feira, 27 de março de 2009

LORD MELCHIZEDEK


LORD MELQUISEDEK OU MELCHIZEDEK


Achei esta informação importante, pois devido a uma série de acontecimentos espirituais que vem me ocorrendo, precisei fazer uma pesquisa sobre este assunto. E quero agora compartilhar com todo aquele que busca a iluminação. Aliás, estou procurando também um livro chamado O Livro do Conhecimento: As Chaves de Enoch - não em e-book, mas o livro físico mesmo. Quem souber onde posso encontrar por favor me deixe uma postagem como vai estar sendo esclarecido no texto a seguir que mostrará que Melchizedek, foi possivelmente Enoch em uma de suas passagens... vamos ao texto.


Lord Melquisedek é um dos "Senhores da Luz" juntamente com Arcanjo Miguel e Lord Metraton.

Estes seres são divindades que servem diretamente ao Pai Altíssimo, e se aproximam a cada término de um ciclo planetário para atuar como guias, ajudando a preparar a humanidade no transcurso do período de transição.


Lord Melquisedek é considerado o "Sacerdote Eterno e Permanente do Altíssimo" tendo recebido do Pai o título de "Sumo Sacerdote" quando então foi ativada a atuação da "ORDEM DE MELQUISEDEK".


Ele é o Lord Eterno da Luz.


Teria vivido na Terra há uns 8000 mil anos A.C.


Sem antepassados sem descendentes conhecidos, é no *Velho Testamento, mais precisamente em Gênesis 14, que este Ser é citado:


"...E Mealki-Tsédec, rei de Shalém(Jerusalém), trouxe pão e vinho; e ele servia ao Deus Altíssimo. E o abençoou e disse: Bendito seja Abrão do Deus Altíssimo, Criador dos céus e da terra e bendito seja Deus Altíssimo, quer entregou os teus inimigos nas tuas mãos! ..."


Alguns esotéricos conseguiram identificar algumas de suas passagens na Terra.


Helena Blavatsty identifica Melquisedek como o Noé bíblico.


Narcy C. Fontes em "Hierarquia dos Iluminados" afirma que Enoc, o pai de Matuzalém, foi uma das passagens de Melquisedek.


Os livros da "Ponte para a Liberdade" identificam Melquisedek como o Bem-Amado Sanat Kumara, o Instrutor do Mundo.


Podemos afirmar que Lord Melquisedek foi é e será sempre um "Mestre da Sabedoria Divina" que há eons, desde a antiga Lemúria, viveu por pequenos períodos aqui na Terra em um corpo físico, como uma encarnação do Pai, para auxiliar a humanidade nos seus momentos de transição.


Seu trabalho no planeta Terra tem sido manter viva a Sabedoria do Pai.

Muito dessa sabedoria foi inserida em nossa memória celular e desperta neste tempo uma vez que a ativação da Ordem de Melquisedek neste planeta possibilitou a liberação dessa sabedoria para toda a humanidade.



MELQUISEDEC é um ser ainda mais enigmático que o próprio APOLÔNIO DE TIANA basta que se considere que no ritual de ordenação sacerdotal da Igreja Católica consta uma parte, que foi colhida nos ensinamentos de APOLÔNIO, que diz: Tu és “SACERDOCE IN AETERNUM SECUNDUM ORDINEM MELCHISEDEC”, Tu és um sacerdote eterno, segundo a Ordem de MELQUISEDEC.
Existem muitos documentos que dizem haver sido JESUS um sacerdote da Ordem de MELQUISEDEC.
Então Quem é MELQUISEDEC?

Os orientais falam muito do REI DO MUNDO, um ser enigmático, e por eles considerado a mais alta forma de Consciência Divina na terra vivendo num lugar oculto denominado Shambhala.

Dizem que esse ser quando se manifesta por alguns segundo na terra toda natureza para. É como se o tempo parasse, nada se ouve, os animais se põem quietos e os passarinhos nem ao menos gorjeiam. Tudo silencia, não se escuta nem o murmúrio dos rios, nem o farfalhar das folhas, nem o rumor das ondas do mar... tudo é paz e silêncio.

Em tais momentos uma pessoa bem equilibrada sente algo bem especial, tem uma sensação como que se tudo houvesse parado e o mundo inteiro ficasse envolto num manto de quietude e de imensa paz. Até o vento se torna quieto, nenhuma folha cai, nenhuma pedra rola, nenhum regato murmura, nem ao menos se ouve o murmúrio das fontes. Tudo é paz... harmonia... silêncio. É silêncio, mas ao mesmo tempo se percebe uma vibração sonora permeando todas as coisas.
É o momento de GRANDE PAZ, aquele momento em que o REI DO MUNDO, o SUBLIME MELQUISEDEC abençoa a vida na Terra e revitalizando tudo. Em determinados momentos a natureza parece parar, o vento para, todos os elementos da natureza silenciam, os animais aquietam-se, tudo se torna sereno, e os sensitivos e iniciados percebem isto claramente em determinados momentos não muito freqüentes. Naquele momento os galos cantam.
Dizem os orientais, especialmente os da Índia e outros povos que vivem nos planaltos do Himalaia, que aquele é o momento em que o “Rei do Mundo” fala com Deus. Na verdade trata-se do momento em que Melquisedec, pelos orientais ligados a G. F. B. cujo nome de Sanat Kumara, ponto focal da manifestação divina no nosso Logos Planetário, pronuncia o Som Cósmico, o AUM, confirmando pelo Amén a Sua missão de mentor da Terra perante o Absoluto Deus. Com este som ele energiza todo o planeta expressando com perfeição a Parcela Divina de um Deus sem forma.


Na Bíblia está escrito que Abrão foi abençoado por MELQUISEDEC numa fase de sua vida, por certo quando ele ainda não havia sido envolvido. Sabemos que na realidade Abrão recebeu a bênção do REI DO MUNDO numa época em que ele ainda não havia se comprometido, mas a descrição bíblica a respeito desse Grande Ser está mesclada propositadamente com inverdades que visam desviar a pessoa do real sentido do REI DA ETERNA PAZ.
Este é um dos muitos pontos em que a Bíblia sofreu alterações profundas. Vejamos, inicialmente, aquilo que está escrito a respeito de Melki-Tsedeq[1]

O Seu nome significa Rei da Paz, Rei da Justiça, ESTÁ FEITO ASSIM À SEMELHANÇA DO FILHO DE DEUS E PERMANECE SACERDOTE PARA SEMPRE.
Na Pistis Sophia dos Gnósticos Alexandrinos, Melquisedec é citado como GRANDE RECEBEDOR DA LUZ ETERNA. Ele recebe a Luz inteligível, por um raio emanado diretamente do Princípio para refletir o mundo, que é o seu domínio. É por isso que Ele também é chamado FILHO DO SOL.
Na epistola aos Hebreus, Paulo diz que Melquisedec é o Rei da Paz; que não tem pai nem mãe nem genealogia, que não tem começo nem fim de vida, sendo, portanto feito á semelhança do filho de Deus e permanece sacerdote para sempre.
Forças negativas adulteram as citações constantes na Epistola aos Hebreus fazendo com que seja aceito que aquele que abençoou Abrão foi Melquisedec. Houve uma alteração fragrante do texto bíblico. Sendo Melquisedec Quem é, sacerdote do Deus Altíssimo, não corresponde àquele ser que como tal é citado na Bíblia. Sendo Ele, a manifestação da Justiça Divina na Terra, não cabe na posição daquele que abençoou Abrão. São duas naturezas totalmente distintas e opostas, senão vejamos:

Paulo - Epístolas - 7:1 - Este Melquisedec, rei de Salém, sacerdote de Deus altíssimo, que saiu ao encontro de Abrão, quando ele voltava de destruir os reis, e o abençoou; 7:2 a ele deu Abrão o dízimo de todos os despojos. Disse Paulo. Quanto ao seu nome, primeiramente se interpreta como ‘rei de Justiça’, e depois ‘rei de Salém’, que quer dizer rei de paz; (aparecendo) sem pai nem mãe, sem genealogia, sem princípio de dias, sem fim de vida, tornado assim semelhante ao filho de Deus, permanecer sacerdote para sempre.
Agora compare-o com Gênese 14-18, 14-19 e 14-20 onde fala de Melquisedec e é dito haver ele recebido 10% de tudo aquilo que havia sido tomado dos povos vencidos, dos despojos de guerra tomado aos reis que haviam sido vencidos por Abrão. Então onde o rei de justiça? -A parte que assinalamos em negrito mostra a natureza cósmica de Melquisedec e como podemos ver não combina absolutamente com a parte anterior.
Mais uma vez Abrão foi enganado quando pensou estar pagando o dizimo dos despojos de guerra a Melquisedec. Melquisedec é o “Grande Recebedor da Luz Eterna”, O “Representante da Justiça de Deus na Terra”, como então iria Ele receber dízimo, e ainda mais em se tratando de despojos de guerra, coisas espoliados dos povos vencidos em guerras sanguinárias?...
Melquisedec, Rei de Salém... Ora, Salém quer dizer PAZ, então como é que um rei da paz recebe despojos de guerra?
Existem documentos secretos que afirmam haver Jesus participado de cerimônias de iniciação. Podemos afirmar que sim e também que uma delas ocorreu junto à Ordem de Melquisedec. Por isso é que ser Jesus um sacerdote da Ordem de Melquisedec.
A Ordem de Melquisedec é também conhecida pelo nome de ORDEM DO SACERDÓCIO REAL, ou ORDEM DA JUSTIÇA DIVINA, pois Melquisedec representa a Superior Justiça Divina na Terra, o máximo do “Reino da Eterna Paz”.
Melquisedec é um Ser que sempre esteve presente neste planeta em todos os ciclos de civilização, sendo, portanto a manifestação perene do próprio PODER SUPERIOR na Terra.
Segundo afirmam os orientais é Melquisedec é Quem exerce a função de governo oculto a Terra nos Santo dos Santos de Shambhala. Como afirma Michel Coquet[2]: Melquisedec - Sanat-Kumara - ocupa assim o mais elevado lugar sagrado de nosso planeta onde se encontra a Tradição Primordial, o lugar onde o desígnio de Deus é conhecido...
Certa vez APOLÔNIO visitou o Reino de Agartha (Shambhala) quando esteve com o Rei do Mundo, MELQUISEDEC. Quando do regresso Apolônio introduziu a Eucaristia no seio do Cristianismo. A Eucaristia era um rito praticado na Suprema Ordem de Melquisedec.

O Rei do Mundo é representado por dois atributos essenciais: PAZ e JUSTIÇA. Ele não tem, como diz a Bíblia, genealogia por não ser humano e sim Divino.
Diz René Guénon baseado no que pesquisou, e no que disse Saint Yves d'Alveydre num livro intitulado "Missão da Índia" e publicado pela primeira vez em 1910 na França: O nome Melquisedec, ou mais exatamente Melki-Tsedeq, não é outra coisa do que o nome sob o qual a própria função do "Rei do Mundo" se encontra expressamente designado na tradição Judaico Cristã.

A tradição indiana, citada por René Guénon, em sua obra O Rei do Mundo, diz: “Ele é o Manu esse homem vivo que é Melki-Tsedeq, é Manu que continua, com efeito, perpetuamente (em hebreu leôlam), isto é, por toda a duração do seu ciclo (Manvantara), ou do mundo que ele rege especialmente. É por isto que ele não tem genealogia, porque a sua origem é não humana, visto que ele próprio é o protótipo do homem. E realmente ele foi feito à semelhança do Filho de Deus visto que, pela Lei que formula, é para esse mundo a expressão e a própria imagem do Verbo Divino”.
Ainda segundo as tradições da Mongólia, da Índia, do Tibet e de muitos outros povos orientais Melk-Tjedec (= Dharma-Râja) vive em uma "cidade", que é conhecida como o nome de Agartha, segundo muitos situada possivelmente no Himalaia.
Existe um número muito grande de lendas a respeito de "Shambhala" (Agartha), especialmente quanto à sua localização e natureza, assim como sobre o povo e o modo de vida do povo que habita, assim como citações de pessoas disseram haver estado lá. Entre muitas lendas existe uma que diz que certa vez um caçador se defrontou com um portal escondido numa floresta nas montanhas por onde penetrou e chegou ao reino de Agartha. Ao regressar ele começou a narrar o que houvera visto, então os lamas arrancaram-lhe a língua para que ele não continuasse a falar sobre aquilo que houvera visto, para que não falasse dos "MISTÉRIOS DOS MISTÉRIOS".
Diz a TRADIÇÃO que "os seres integrantes de Agartha possuem todas as forças visíveis e invisíveis da terra, do inferno e do céu, e que tudo podem fazer pela vida e pela morte dos homens. Eles podem ressecar os mares, mudar os continentes em oceanos ou reduzir as montanhas e os mares em desertos. Eles podem fazer as árvores, as sebes e a grama brotarem, sabem transformar em moços fortes os homens velhos e fracos, e podem ressuscitar os mortos".
O Rei do Mundo conhece todas as forças da natureza, lê em todas as almas humanas no grande livro do destino e reina invisível.
Segundo tudo indica, o clássico romance de J. Hamilton, já transformado em filme, intitulado Shangrilá é uma obra inspirada em tudo aquilo que se diz de Agartha. A história do romance se baseia na existência de um lugar paradisíaco, um lugar de perene felicidade onde as pessoas nem sequer envelheciam, tal como se diz exatamente a respeito de Agartha. Shangrilá, um mito? Uma lenda?... um vale maravilhoso, encravado entre as altíssimas montanhas do Himalaia, um vale de clima ameno no seio de um mundo coberto de neves eternas onde reina uma eterna paz.
Segundo um outro mito o Reino de Agartha situa-se num mundo subterrâneo que ocupa grande parte do planeta e que somente pessoas dignas podem chegar até ele, como aconteceu com APOLÔNIO e mui­tos outros.

O reino sagrado de Agartha seria dirigido por Melquisedec, mas há outras fontes que O colocam num nível ainda mais elevado, assim podemos dizer que uma pessoa só pode chegar até onde reina o Rei do Mundo sendo conduzido, é impossível encontrar por si mesmo o acesso, pois certamente não se trata de um local físico na Terra e sim de um plano divino a nível da Terra. Somente pela pureza, pela vibração precisa é que o acesso se torna possível, portanto somente os justos podem chegar até lá.
Muitas vezes os pontífices de Lhasa e de Urga enviaram mensageiros ao Rei do Mundo, mas nunca conseguiram encontra-lo.

O "chiang-chumn Barão Ungern mandou o jovem príncipe Puntizig ao Rei do Mundo com uma mensagem, mas ele voltou apenas com uma carta do Dalai Lama. O barão então voltou a manda-lo, mas o jovem príncipe nunca mais voltou”.
Um dos Dalai Lama do Tibet e brâmanes da Índia em certa ocasião escalaram altas montanhas que nunca tinham sido pisadas pelos habitantes da região e encontraram inscrições gravadas nas rochas, mas tudo em vão para alcançar o mundo de Agartha e desvendar o misterioso enigma do Rei do Mundo. Podemos dizer que qualquer profano jamais chegou até lá. O próprio nome Agartha significa inatingível, inacessível, inviolável, morada da paz.
A história de Melk-Tsedeq sem dúvidas é um dos mais importantes enigmas da historia da humanidade. Certa vez Ossendowsky perguntou a um Lama bibliotecário de um famoso mosteiro, se alguém já havia visto o Rei do Mundo. Ele respondeu que depois da instalação do Budismo no Oriente o Rei do Mundo já havia aparecido cinco vezes durante os festejos do Budismo antigo no Sião e na Índia. Eis o que disse o Lama: "Ele estava numa esplêndida carroça puxada por elefantes brancos, enfeitados de ouro, pedras preciosas e seda; usava uma capa branca e levava na cabeça uma tiara vermelha, da qual caiam franjas de diamantes que lhe cobriam o rosto. Abençoava o povo com uma maçã de ouro encimada de um cordeiro [3], então os cegos voltaram a ver, os surdos voltaram a ouvir, os doentes voltaram a andar e até mortos saíram de seus túmulos nos lugares por onde o Rei do Mundo passou” Faz cento e quarenta anos que Ele apareceu em Erdeni-Dzu e depois visitou também os mosteiros de Sakia e Naranchi Kure”

Em outra ocasião o Hutuktu falou para Ossendowsky: Você vê esse trono? “Numa noite de inverno, chegou um desconhecido que subiu ao trono e retirou seu bachlyk, o ornamento que levada na cabeça. Todos os Lamas então caíram de joelhos, porque, naquele desconhecido, tinham reconhecido o homem que as bulas sagradas do Dalai Lama, do Tashi Lama e de Bogdo Khã estavam anunciando desde muito tempo. A ele pertencia o mundo inteiro e todo os mistérios da natureza eram-lhe conhecidos e ele dominava o destino de todos".
Existem muitas estórias a respeito das aparições de Melki-Tsedeq. Conta-se como verdadeira a seguinte estória: Em certa ocasião durante as cerimônias de posse de um piedoso monarca, inesperadamente toda a natureza parou, e então apareceu o Rei do Mundo montando um cavalo imaculada­mente branco. Todos os presentes se prosternaram e o Rei do mundo abençoou o recém-empossado monarca e depois se retirou abençoando a todos num clima de profunda paz. Trazia na mão o seu símbolo sagrado, um bastão encimado por uma maçã de ouro sobre a qual a imagem de um cordeiro, com que abençoou a todos os presentes. Naquela ocasião com grande intensidade aquele fenômeno típico de quando o Rei do Mundo abençoa a Terra se fez presente.
Existe uma "Terra Santa", uma "Terra de Salém", protótipo de todas as terras santas e centro de irradiação cósmica, centro zelosamente guardado pelas autênticas Confrarias Iniciáticas. Todas as Tradições Autênticas confluem à uma fonte única, original, representada na linguagem de todas as tradições e que falam através de símbolos, lendas e mitos, da realidade dessa misteriosa "Terra Santa" e de seu Chefe Supremo, conhecido na Índia como o "Jagrat-Dwipa". Contudo esse Ser Supremo possui outros nomes, porque as suas funções são múltiplas e complexas. Assim, o Soberano oculto dos seres da Terra é denominado pelos Tibetanos de Ryugden-Diyepo quando se referem ao Senhor Supremo das Ordens Iniciáticas Secretas autênticas de âmbito solar. De igual modo existem várias denominações para a Ordem, mas, embora haja nomes diferentes conforme a língua, existe na realidade uma única ORDEM SUPREMA e que na Tradição Judaico-Cristã é conhecida como Ordem de Melquisedec.
Melki-Tsedeq, na sua dupla função de Soberano e Pontífice é na realidade o alfa e o omega de toda a evolução em processo em nosso globo, como organizador supremo das instituições humanas de todas as civilizações, dado que determina até mesmo o biótipo dos seres.

Ou, como o ouviu do seu Guru o grande místico e erudito Jean Marquês de Rivière, autor da obra " L'ombre des Monastères Thibétains: "... e agora, meu filho, mistério muito mais alto que tudo o mais: Sabei que reina sobre a Terra, e muito acima dela, o Lama dos Lamas. Aquele diante do qual o próprio Trach-Lama se prosterna na maior das reverências. Aquele a quem chamamos o Senhor dos Três Mundos. Mas seu reino terrestre mantém-se oculto à visão dos homens”.

Em muitas ocasiões o nome de MELQUISEDEC esteve ligado a um, outro grande enigma, ao não menos legendário Prestes João tido como dirigente da humanidade. Durante a Idade Média muito se falava de um grande reino dirigido por um ser de grande sabedoria chamado Prestes João. O período em que mais se falou do Reino de Preste João foi no tempo de São Luís, nas viagens de Carpin e de Rubruquis. Segundo contam inúmeras estórias, teria havido quatro personagens que usavam esse título: Precisamente no Tibet, na Mongólia, na Índia e na Etiópia. Na realidade são quatro representações de um mesmo PODER. Diz um mito que, quando de suas conquistas territoriais Gengis-Kan tentou atacar o Reino do Preste João, ele foi repelido por um raio que quase aniquilou por completo o exército invasor.

Afirma o "Parasana Maitri", no "Vishnu-Purana": "Coroado e exaltado pelos próprios deuses e pelos seres celestes que eternamente honram as suas virtudes excelsas, encontramos o Mantenedor do Mundo. Ele detém as Forças Cósmicas. Ele torna possível a existência do nosso Globo".
http://users.hotlink.com.br/egito/melki.htm