Fonte: Russian geneticists to reveal alien’s DNA mystery ― PRAVDA ENGLISH


Brevemente os cientistas poderão desvendar o mistério do Alien de Uralian (Alien dos Urais), uma minúscula criatura encontrada perto da cidade de Kyshtym, nos Urais. Foram realizados cinco estudos com a amostra do DNA do pequeno ser. O último estudo conduzido pelo Instituto de Medicina Forense de Moscou produziu resultados sensacionais.
"Um gene descoberto na amostra de DNA não corresponde a nenhum ser humano ou macaco antropóide", disse Vadim Chernobrov, coordenador do centro público de pesquisa de Kosmopoisk. "Nenhuma amostra disponível no laboratório combina com o gene. Especialistas em DNA têm prolongado o exame com a molécula de DNA”, acrescentou Chernobrov.
Cientistas têm procurado uma explicação para o fenômeno de Kyshtym, que já tem mais de dez anos. A história começou no verão de 1996, depois que a pequena criatura foi encontrada na região de Chelyabinsk. O achado foi logo chamado de Alien Kyshtym. Um médico local examinou o corpo numa autópsia e concluiu que poderia ser de um humano ou animal. Ufologistas consideram o anão de Kyshtym um caso claro de extraterrestre. O clero acredita que o anão era um demônio. A criatura ainda estava viva quando foi encontrada por uma senhora. Ela foi a única que deu ao ser um nome humano - Alioshenka (um diminutivo do nome russo "Alexei").
A Maldição de Alioshenka
O anão de Kyshtym não causou nenhum mal a ninguém quando estava na terra onde vivia. Coisas estranhas começaram acontecer depois de sua morte. A senhora que cuidou de Alioshenka morreu atropelada (em 05 de agosto de 1999); foi derrubada por um carro dias antes dos pesquisadores de Moscou chegarem a cidade. Nesse ínterim, o corpo do alienígena desapareceu sem deixar um traço. Um investigador que cuidou do caso, achava que as pessoas que cuidaram do corpo se apropriaram dele.

Uma TV japonesa chegou a cidade para fazer um documentário sobre Alioshenka. Os japoneses oferecerão uma recompensa de $200,000 por alguma informação sobre onde estava a criatura roubada. Por outro lado, todos os esforços para localizar o pequeno ser falharam. Um minúsculo pedaço do corpo morto foi a única evidência recuperada. Os Japoneses exibiram o objeto para câmeras.
O acadêmico Mark Milkhiker inspecionou cuidadosamente o fenômeno Kyshtym no local. Ele examinou cuidadosamente a área onde o duende foi achado. Milkhiker ficou seriamente doente depois que retornou a Moscou. Morreu de um ataque cardíaco enquanto estava no hospital. Anteriormente citado Vadim Chernobrov também passou por momentos desagradáveis depois de quatro anos da descoberta do duende. Uma misteriosa doença paralisou ele da cintura para baixo. Os médicos não conseguiram explica a causa de sua doença. Foi Chernobrov que encontrou o pedaço de tecido usado pela senhora para embalar o Alien quando foi encontrado.
Será que todos esses infortúnios coincidências? Será que o alien realmente colocou uma maldição nas pessoas que tentam descobrir seu mistério? É fato que Deguchi Masao, um produtor do documentário japonês sobre Alioshenka caiu em descrédito, o que ele fez? Ele prometeu pagamento para as pessoas do local se elas dividissem as informações sobre o pequeno ser e sua tripulação. Desnecessário dizer que a noticia se espalhou como rastilho de pólvora. Vários fofoqueiros e bêbados fizeram fila na casa onde os japoneses estavam hospedados, onde as "testemunhas" iriam ser entrevistadas. Porém, isso só serviu para torna o evento duvidoso.
Segundo Vladimir Bendlin, uma das principais testemunhas do evento, num dia chuvoso de verão deteve Vladimir Nutdinov por tentar roubar uma cerca elétrica. O policial confiscou um pacote do homem. Removendo o pano vermelho que o envolvia, o policial viu uma pequena múmia de uma estranha criatura. Colocou-a no lugar e a filmou. Ele anunciou logo que a criatura parecia um alien, a criatura parecia uma pedra fria e sem vida, assim disse Bendlin. Bendlin abriu investigações sobre o alien, o corpo encontrado foi envolvido numa investigação policial, a policia tentou determinar causa da morte do estranho ser.
Os Especialistas
Igor Uskov, um urologista do hospital local, estava de plantão no dia. Um telefone tocou no seu escritório ao meio-dia. Ele teve uma crise riso quando o homem do outro lado explicou a razão pela qual necessitava de seus serviços. "O corpo de um alien morto? Parem com essa brincadeira."
"Doutor acho melhor você vir aqui olhar por se mesmo...". Doutor Uskov foi o primeiro médico profissional a examina o corpo. Ele considerou o corpo como sendo de um feto de vinte semanas. Doutor Uskov procurou uma segunda opinião, da ginecologista Irina Ermolayeva. A doutora Ermolayeva concordou que o corpo parecia de um feto mal desenvolvido, expelido de um útero prematuro.
O veredicto dos doutores era música para Bendlin. A estranha criatura não era um alien, era um feto humano; agora era outro o caso, caso de aborto ilegal. O investigador já havia se deparado com outros antes. Mas ele esperava fechar o caso depois do exame da autópsia. Bendlin esperava que o doutor encarregado confirmasse que era um feto natimorto.
Stanislav Samoshkin, o patologista do hospital de Kyshtym, não brincou com hipóteses de alien ou fez piadas, quando Bendlin levou o corpo para ser examinado. Anunciou que o corpo tanto poderia ser de ser humano ou de animal. De acordo com ele parecia uma nova forma de vida. Segundo Samoshkin: "A criatura não apresentava forma de um ser humano. O crânio humano é constituído de seis ossos. O crânio da criatura era feito de quatro ossos. Havia outras diferenças na estrutura do esqueleto. Aquelas anomalias não pareciam nada com as anomalias congênitas conhecidas atualmente."
Alioshenka nos Mídia
In VIRTUALLY STRANGE 11/12/2000
Em agosto de 1996, na vila Kaolinovy, perto da pequena cidade de Kyshtym, a aposentada Tamara Prosvirina afirmou que recebeu "um comando telepático" para ir ao cemitério; lá ela encontrou o anão e o levou para casa. O pequeno ser viveu com ela, que tentou alimentá-lo com biscoitos e leite.
Os vizinhos e parentes viram o duende vivendo com ela, disseram que a cor do alien era branca, com uma textura especial em suas juntas. Os vizinhos de Tamara achavam que ela estava sofrendo de uma doença mental e a internaram num hospital psiquiátrico. A criatura ficou lá, trancada e morreu dentro da casa.
Enquanto Tamara estava no hospital sua casa foi invadida por Mr.Nurtdinov, que encontrou o corpo enrijecido. Exalava um cheiro de água de colônia. Ele secou o corpo e colocou na sua geladeira.
Extraterrestrial visitor in Russian province
In PRAVDA 18/02/2004
Os vizinhos e parentes viram o duende vivendo com ela, disseram que a cor do alien era branca, com uma textura especial em suas juntas. Os vizinhos de Tamara achavam que ela estava sofrendo de uma doença mental e a internaram num hospital psiquiátrico. A criatura ficou lá, trancada e morreu dentro da casa.
Em 13 de agosto de 1996, a aposentada Tamara Vasilievna Prosvirina, que sofria de problemas psiquiátricos, costumava colher flores no cemitério de seu vilarejo, Kaolinovy - na província de Kysshtym, Rússia. Todos os dias ela ia ao cemitério pegar as flores que decoravam seu quarto. Uma noite, depois do jantar, quando Tamara já tinha se recolhido para dormir, ela ouviu uma voz que pedia a ela que voltasse ao cemitério. Ela se vestiu, pegou sua lanterna e foi.
Um par de grandes olhos esperava por ela próximo a um túmulo. Ela se aproximou e viu uma estranha criatura. Tinha cerca de 25 cm de altura e não era um ser humano. A pequena cabeça parecia feita de cinco "pétalas" e aqueles olhos de gato, de cor cinza-escuro, sem pálpebras, as pupilas verticais, tomavam toda a face. Não falava, mas parecia emitir um assobio baixo para atrair Tamara. [Uma linguagem, talvez].
Ela o levou para casa onde examinou o ser. O corpo roliço tremia como geléia. A pele era cinzenta com manchas escuras, marrons, na cabeça. Era calvo e tinha pequenos orifícios onde podia ter orelhas. Respirava pelo nariz achatado. As pupilas estavam sempre se expandindo e se retraindo.
A mulher pensou que deveria alimentar Aleshenka mas sua boca parecia ser apenas um pequeno orifício sem lábios, que também se expandia deixando ver um conjunto de dentes e uma longa língua vermelha. Ela tentou colocar-lhe um caramelo na boca e ele começou chupar a guloseima. Também bebeu leite e água em uma colher de chá. Depois de comer ele parecia mais disposto, "hidratado", e começou a exalar uma fragrância doce. Ela cuidou dele, umedecendo seu corpo de tempos em tempos e esticando suas pernas.
No dia seguinte todos os moradores do lugar sabiam da notícia: a mulher estava falando para todo mundo e tinha uma criança e seu nome era Alenshenka Cute. No início todos pensaram que era algum delírio causado pela doença mental mas depois, a cunhada de Tamara, visitando-a, viu a criatura bem como sua mãe. As duas nada fizeram nem pensaram em chamar a polícia. Comentaram que deviam deixar Tamara com seu "bicho de estimação" porque, não era uma criança, não era humano e, portanto devia ser um tipo de animal.
Mas os vizinhos levaram o caso à saúde pública e Tamara foi internada em um hospital psiquiátrico. Tamara tentou explicar que tinha uma "criança" em casa mas não foi levada a sério. Aleshenka morreu de fome e de sede trancado na casa de Tamara. Vladmir Nurdinov, que vira Aleshenka, tentou resgatá-lo. Tarde demais. Jazia morto, seco e mumificado na cama da benfeitora. Nurdinov levou o cadáver para casa; não sabia o que fazer com aquilo. Procurado pela polícia por conta de certas irregularidades que cometera, sua casa foi revistada e o cadáver descoberto. Os policiais acharam que era uma criança, o que complicou a situação de Nurlinov.
EXAMES
Os especialistas encontraram mais de 20 pontos de diferenças entre Aleshenka e um ser humano, descartando a hipótese de ser uma criança mutante. A possibilidade foi levantada porque a cidade de Kyshtym está situada em uma área contaminada depois de um acidente com um misterioso dispositivo, em 1957. Desde então, crianças com mutações genéticas nascem na região.
EXTRATERRESTRE
Foi um investigador de polícia quem falou pela primeira que a criatura era um extraterrestre. Seus superiores proibiram-no de seguir essa linha de investigação porque "não fazia sentido". Mas o policial resolveu prosseguir extra-oficialmente. Ele procurou uma organização especializada em UFOs, a Star Academy UFO-Contact, sediada na região Sverdlovsk, na cidade de Kamensky-Uralsky, liderada por Galina Semenkova. Recentemente [em 2004], Galina, em um seminário sbre UFOs, em Tóquio, finalmente revelou o que aconteceu com os restos mortais de Aleshenka: ela foi examinar e resgatar os restos mortais porém, enquanto estava na estrada, em seu carro, levando o "material" para sua cidade, apareceu um disco-voador no céu. O carro "morreu" e aliens saídos do disco requisitaram o corpo, que Galina entregou imediatamente

"Nós descobrimos que o crânio dele foi fraturado", acrescentou Chernobrov. O misterioso duende foi encontrado perto da cidade de Kyshtym da região Chelyabinsk. Stanislav Samoshkin, médico legista que fez a autópsia no corpo do anão no hospital local, foi o primeiro que afirmou que a criatura não era um ser humano: "O crânio humano é constituído de seis ossos. O crânio da criatura era constituído de quatro ossos", falou Samoshkin.
Pesquisadores russos e estrangeiros tentam esclarecer o mistério do Uralian Alien há onze anos. A história parece um romance de detetive. O corpo da pequena criatura, segundo o povo, foi roubado. A testemunha chave do caso era uma senhora que o batizou o Duende de Alioshenka e que morreu repentinamente.
Mal Entendido...
O corpo morto de Alioshenka desapareceu. O investigador que cuidou do caso, major Vladimir Bendlin, disse que o corpo foi levado por criminosos; que sumiram com ele. "Eles se apresentaram como ufologistas. Eu estava certo que eles eram cientistas sérios, nunca me ocorreu que poderiam ser impostores".
Um grupo de TV do Japão estava filmando um documentário em Kyshtym sobre o alien. Os japoneses tentaram comprar os restos mortais do alien porém suas tentativas terminaram falhando devido a má interpretação das palavras do produtor que acompanhava a equipe, Deguchi Masao. Masao disse que a produção poderia pagar entre 200 e mil dólares por informações quentes ou pelo corpo do alien. Os jornalistas locais entenderam 200 mil! A informação errada foi divulgada por vários jornais. A produção foi procurada mas como os japoneses não tinham a soma anunciada, tiveram que contradizer o anúncio. O negócio fracassou e o "dono da múmia" sumiu.
Corpo Desaparecido
Felizmente, a policia local filmou o corpo do pequeno alien antes do "roubo". O major Bendlin conseguiu também o testemunho de algumas pessoas que tinham visto o alien quando ele ainda estava vivo. O duende foi achado na vila Kaolinovy por Tamara Prosvirina. Ela falou para seus vizinhos que tinha achado um "lindo menino chamado Alioshenka". Os vizinhos acreditaram que Ela estava delirando. O ponto é que previamente Tamara já tinha passado por um tratamento psiquiátrico.
Os vizinhos chamaram a ambulância e a levaram para o hospital. Um dos paramédico descreveu o objeto vivendo na cama no apartamento como "um gato embalado em trapos". Enquanto Tamara ficava no hospital seus parentes alugaram seu apartamento para Vladimir Nurtdinov. Ele encontrou o corpo, do tamanho de um gato, quando limpava o apartamento."Eu ia jogar aquilo fora como se fosse um lixo comum mas realmente parecia um alien. No final, o coloquei no teto da garagem.
Segundo Nortinov, o Sol queimou e ressecou ao máximo o corpo de Alioshenka. Então Nurtinov escondeu o corpo na garagem. Mais tarde ele foi pego pela polícia sob a acusação de estar roubando fios elétricos. Ele falou à polícia do objeto estranho escondido na garagem. Abaixo um depoimento da cunhada de Tamara que afirma ter visto Alioshenka vivo:
Eu costumava visitar minha sogra duas vezes por semana. Ela estava vivendo por conta própria. Um dia eu comprei comida para como fazia sempre. Eu estava indo embora quando ela me falou: Nós podemos dar um pouco de comida para o bebê também. Então ela me mostrou a cama. Cheguei mais perto e vi.
Ele estava no topo da cama, guinchando alguns sons engraçados. Sua boca parecia com um pequeno tubo com um minúscula língua vermelha se movendo. Tinha dois dentes manchados dentro. De algum modo, ele parecia um pequeno bebê. Sua cabeça era marrom e seu corpo cinza. Não tinha pálpebras e também não tinha nenhum órgão genital. Sua cabeça parecia com uma cebola. As pupilas em seus olhos eram selvagens como as e um gato, iluminadas no escuro. Os dedos das mãos eram longos. Eu perguntei para minha sogra de onde ela tinha tirado aquele monstro. Ela disse que o tinha encontradona floresta. Chamava-o de Alioshenka e dava-lhe doces que a criatura chupava avidamente. Para mim, parecia algum tipo de animal.
Pesquisadores acreditam no depoimento da cunhada de Tamara porque ela vem repetindo palavra por palavra sem acrescentar nenhum detalhe novo. Tamara morreu em um acidente de carro em 1999. Ela foi atropelada dias antes da equipe de pesquisadores de Moscou chegar. Eles ligaram para seus parentes logo depois de ter ocorrido a fatalidade. O acadêmico Mark Milkhiker colocou Prosvirina em estado de hipnose, um método usado para ajudar pacientes a relembrar informações apagadas no subconsciente. Os parentes de Prosvirina confessaram que a morte dela não foi um acidente. "Você dificilmente vê um carro cruzando essa cidade durante o dia. De onde veio aquele carro então?" ― pergunta a cunhada de Tamara.
mitologia da civilização
A LENDA DAS CRIANÇAS VERDES

LEMBRO-ME de uma antiga história popular sobre duas crianças, irmão e irmã, encontrados perdidos e amedrontados em uma caverna da Europa Medieval (talvez na França ou na Dinamarca...). Sua pele, cabelos e roupas eram verdes. Não respondiam às perguntas e quando falavam era uma estranha língua que ninguém jamais ouvira antes. As crianças foram levadas para a cidade e receberam cuidados. O garoto, debilitado, morreu. A menina sobreviveu e, com o tempo, perdeu a cor verde. Muitos anos depois, quando aprendeu a falar, ela contou algo sobre sua terra natal: um lugar muito quente, iluminado por um "sol" muito fraco, uma luz verdoenga e embaçada. Ela e seu irmão eram pastores e procuravam seu rebanho perdido quando foram apanhados por um gigantesco redemoinho que carregou-os para dentro da caverna, onde foram encontrados... TEXTO & IMAGEM: Julia Anne Lichty In ELFWOOD (http://julial3.elfwood.com/The_Green_Children.2875510.html)
As crianças apareceram não se sabe de onde. Eles eles falavam uma língua desconhecida, usavam estranhas roupas. Não comiam e tinham uma pele verde. Eles pareciam não ser deste mundo. Quem eram eles e de onde vieram?
Essas crianças misteriosas entram em nosso mundo através de uma janela do tempo, de outra dimensão ou emergiram do submundo? Depois de muitos anos, muitas pessoas têm se ocupado com estas questões, tentativas para encontrar uma explicação para essa estranha ocorrência só torna o caso mais inexplicável.
A história começou há muito tempo atrás; as duas notáveis crianças foram descobertas na vila de Woolpit, em Suffolk ― UK. O incidente se deu durante o regime do rei Stephen [ou rei Stebán, em espanhol...] da Inglaterra (1135-1154), numa época difícil. Os camponeses estavam trabalhando quando as duas crianças, um garoto e uma garota, repentinamente emergiram de um fosso profundo. As pessoas ficaram de olhos arregalados diante do fato.
Estavam vestidas com roupas de material nada familiar e suas peles eram verdes. Era impossível falar com eles por que tinham um dialeto desconhecido. Os dois foram levados para o dono do feudo, Sir Richard de Caline [Richard De Calne ou Ricardo de Calno na versão espanhola]. Obviamente, eles estavam tristes e choraram por vários dias.
Os pequenos esverdeados se recusaram a comer e a beber qualquer coisa até que alguém ofereceu feijão ainda no talo para eles. Eles sobreviveram comendo feijão por vários meses. Mais tarde eles começaram a comer pão. O tempo passou, o pequeno e esverdeado garoto entrou em depressão, adoeceu e morreu. A garota adaptou-se melhor a sua nova situação. Ela aprendeu a falar inglês e gradualmente sua pele foi perdendo a cor verde. Mais tarde se tornou uma saudável jovem e se casou.
Ela era sempre perguntada sobre seu passado e de onde tinha vindo, mas tudo que falava só fazia aumentar o mistério sobre suas origens. Explicava que seu irmão e ela tinham vindo de "uma terra sem sol”, com um perpétuo crepúsculo. Todos os habitantes eram verdes. Ela não tinha certeza exata onde se localizava sua terra. Ainda, ela chamava de "Luminous" a outra terra, que era cruzada por um "rio considerável" separando o mundo deles.
Também são inexplicáveis como as crianças apareceram naquele fosso. A garotinha disse que ela e seu irmão estavam procurando o rebanho do pai e seguiram por caverna escutando o som dos sinos. Vagaram na escuridão por um longo tempo até que acharam uma saída; de repente, eles ficaram cegos por um clarão de luz.
A luz do sol e a temperatura diferente deixaram-nos cansados; descansavam quando ouviram vozes, viram pessoas estranhas e tentaram fugir. Entretanto, não tiveram tempo de se mover da boca do fosso onde foram descobertos. As fontes originais dessa história são William de Newburgh e Ralph de Coggeeshall, dois cronistas ingleses do século 12.
Muitas explicações têm aparecido para o enigma das crianças verdes. Uma das teorias sugeridas é que as crianças eram imigrantes flamengas que sofreram perseguição. Seus pais teriam sido mortos e o garoto e a garota se esconderam na floresta. Esta idéia explicaria as roupas diferentes mas não esclarece o fato das crianças falarem uma língua desconhecida, embora alguns habitantes locais achassem que era uma corruptela de flamengo.
Outros sugerem má nutrição ou o envenenamento por arsênico como a causa da pele verde. Também havia um rumor que um tio tentou envenenar as crianças, mas isso nunca foi confirmado. No entanto, outras pessoas como o astrônomo escocês, Duncan Lunan, sugeriam que as crianças eram alienígenas enviados de outro planeta para a Terra.
De acordo com outras teorias, as crianças vieram de um reino subterrâneo ou, possivelmente, de outra dimensão. Poderiam as crianças verdes de Woolpit ter vindo de um mundo paralelo, um lugar invisível ao olho nu? É importante lembrar que a garota disse que "não havia sol" no lugar de onde ela teria vindo. Disto se pode deduzir que ela habitava de um mundo subterrâneo. A verdadeira origem das crianças nunca foi descoberta e este caso continua um mistério. UFO-AREA
História Bem Contada....
L. CABUS/C.BECK
A Lenda dos Meninos Verdes é muito controversa. Atualmente, duas versões principais circulam na internet mas a história destes personagens começa muito antes. O primeiro registro, do século XII e o segundo, do século XIX com variações que adentram ao século XX são, contudo, muito semelhantes nos principais elementos do enredo e tudo faz supor que o caso é um só, ainda mais antigo. É uma dessas anedotas que atravessam gerações até que sua origem se perde no tempo.
São diferenças entre as tradições: uma acontece no período entre 1135 a 1154, em plena Idade Média, no Reino Unido, em Suffolk, vila de Woolpit; a outra, se passa em 1887, na Espanha, num lugarejo chamado Banjos. A terceira versão, mais recente, é reportada a 1906 e também se localiza na Espanha, em Bañolas [ou Banyoles]. O conto popular espanhol foi submetido às mais severas investigações.
A terceira versão é curiosamente enriquecida de detalhes documentais. Em 1985, um canal de televisão espanhol fez um programa sobre o tema com base no relato conforme foi pesquisado pelo escritor Jacques Bergier (Os Extraterrestres na História). Este relato identifica dois dos investigadores que tentaram esclarecer o episódio: um deles teria enviado pela Universidade de Barcelona e produziu um relatório que foi arquivado.
O segundo orientação suas investigações para a descoberta da localização de Banjos, que ficaria próximo a Barcelona, com auxílio da pesquisa etimológica. Um outro espanhol que assinava Aitor Ondarrieta publicou, nos anos de 1990, a hipótese de Banyoles-Bañolas:
[Bañolas são um povo] envolto em muitos mistérios que rodeiam seu famoso lago... Em meados de abril de 1906... [foram encontrados] perdidos uma menina de dez anos e um menino de onze na imediações de Bañolas. Eram crianças estranhas, olhos grandes, cabeça proeminente. Sua pele rugosa tinha um tom verde-escuro. Foram recolhidos por José, padre de Bañolas.
O vilarejo de Banjos e o padre José, jamais foram encontrados em investigações posteriores. Uma reportagem da revista Aluzzi (2004) e reproduzida no site PSICO-FXP afirma que o caso é espanhol e acrescenta detalhes espetaculares:

... Médicos e químicos, procedentes da capital catalã, se dirigiram ao pequeno pueblo para estudar o caso e logo comprovaram que a constituição orgânica das estranhas criaturas era diferente da humana. Não tinham pâncreas e possuíam um só pulmão [!] ainda que este apresentasse um tamanho maior que o pulmão normal. Pelo estudo da constituição da pele se descobriu a existência de fibras desconhecidas na Terra [!] PSICO-FXP
As diferentes versões se referem ao mundo subterrâneo de onde teriam vindo as crianças como uma "terra de luz crepuscular". A história de Woolpit insiste que as crianças foram atraídas para a caverna pelo som de capainhas ou um som melodioso. Já as crianças espanholas foram "transportadas" de modo mais violento: apanhadas por redemoinho ou arrastadas por uma massa de água. A narrativa mais mirabolante de Woolpit acrescenta: as crianças vieram de um "lugar cristão" chamado San Martin [Saint Martin's Land], a menina chamava-se Agnes e o som que ouviram foi o de "sinos de igreja"...
Evidentemente, ainda que haja um núcleo de verdade no caso, as duas versões básicas (inglesa e esanhola) e a última, de 1906, já relatam um fato corrompido por mais de uma vertente imaginativa, como se misturasse mitos de tempos diferentes. Seres que personificam a Natureza [duendes são verdes], habitantes de mundo paralelo ou mundo subterrâneo, e ainda o toque cristão dado ao conto com a introdução da "Terra de San Martin".
Paul Harris, um persistente investigador do assunto, publicou um ensaio no periódico Fortean Studies, em 1998, apresentando uma reconstituição dos fatos bastante plausível. Todo o episódio teria acontecido em época anterior e próxima ao reinado de Henrique II (Inglaterra). A data mais popular do aparecimento das crianças, na Inglaterra, é 1173, coincidindo com o início do governo daquele monarca, que perseguiu os mercadores flamengos (de Holanda) e os tecelões da Bélgica.
Foi uma mudança nas regras do jogo pois, até então havia um bom fluxo daqueles comerciantes e artesãos na Inglaterra. Em 1173 houve uma batalha e grandes matanças. Harris propõe que as crianças eram flamengas provavelmente originárias do vilarejo de Fornham San Martin ― o que explicaria a referência à Saint Martin's Land, situada poucas milhas a noroeste de Woolpit [ou wolf pit], separada desta vila pelo rio Lark.
Com os pais, talvez, mortos nos conflitos da época, ou perdidos, as crianças escaparam de uma carnificina embrenhando-se na floresta ― Thetfort Forest, lugar envolto em sombras, o mundo de luz crepuscular, ao qual amenina se referiu. Perderam a noção do tempo e ficaram mal-nutridos, inclusive de sol, o que deve ter produzido chlorosis, que é o esverdeamento gradual da pele.
Os sinos ouvidos pertenceriam, então, a uma igreja próxima, do cemitério St. Edmunds. Harris informa, ainda, que entre os dois vilarejos existem muitas passagens subterrâneas de antigas minas. As crianças podem ter passado um bom tempo perdidas nestas profundezas sem luz e emergiram em território inglês, com uma aparência descomposta, usando roupas flamengas e falando um dialeto desconhecido da população de Woolpit. A teoria de Harris parece encerrar qualquer polêmica sobre As Crianças Verdes do Folclore Europeu, explicando os detalhes recorrentes e pormenores mais exóticos.
► RELACIONADO: ALIOSHENKA, O ALIEN ANÃO DOS MONTES URAIS I & II
FONTES
Grenn Children From a Parallel World - UFO AREA publicado em 06/05/2007
CROWLEY, John. La Niña Verde, 2004 ― online REVISTA LA RANA
Los Niños Verdes de Woolpit TODO ENIGMAS acessado em 06/05/2007
VELANDO, Sylvia. El Enigma de Los Ñinos Verdes In ANDESENIOS acessado em 06/05/2007
SHUKER, KARL P. N. The Green Children of Woolpit ― FATE Magazine
tradução - texto & pesquisa: Carol Beck
http://jahmusic.vilabol.uol.com.br/jornalismo/05052007greenchildren...
http://carolinecabus.vilabol.uol.com.br/translations/15042007alien.htm
http://carolinecabus.vilabol.uol.com.br/translations/30032007.htm
































