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quarta-feira, 25 de maio de 2011

COMPORTAMENTO: Hiperatividade e Distúrbio de Déficit de Atenção (DDA)

VALE A PENA RECORDAR:

Esta postagem foi do dia 03/06/2010. Estou recolocando, pois é um assunto muito interessante, que muitas pessoas ainda possuem dificuldades de entender e que eu, Gisele, sou DDA desde tenra infancia...DDA, Indigo...Violeta...Rosa...meio Cristal....kkkkkk to ainda descobrindo....rsrsrsrs Espero que gostem! De novo.





TDA/H ou DDA

(Transtorno do Déficit de Atenção com hiperatividade ou Distúrbio do déficit de atenção)

O que é?

O TDA/H Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade ou DDA (Distúrbio do Déficit de Atenção) é um transtorno neurobiológico, de causas genéticas e ambientais, que surge na infância e costuma acompanhar o indivíduo por toda a sua vida. Costuma acometer de 3 a 5% de crianças.

O DDA ocorre como resultado de uma disfunção neurológica no córtex pré-frontal. Quando pessoas que têm DDA tentam se concentrar, a atividade do córtex pré-frontal diminui, ao invés de aumentar (como nos sujeitos do grupo de controle de cérebros normais). Assim sendo, pessoas que sofrem de DDA mostram muitos sintomas, como fraca supervisão interna, pequeno âmbito de atenção, distração, desorganização, hiperatividade (apesar de que só metade das pessoas com DDA sejam hiperativas), problemas de controle de impulso, dificuldade de aprender com erros passados, falta de previsão e adiamento.

Quanto mais você tenta, pior fica!

A pesquisa mostrou que quanto mais as pessoas que têm DDA tentam se concentrar, pior para elas. A atividade no córtex pré-frontal, na verdade, desliga, ao invés de ligar. Quando um pai, professor, supervisor ou gerente põe mais pressão na pessoa que tem DDA, para que ela melhore seu desempenho, ela se torna menos eficiente. Muitas vezes, quando isso acontece, o pai, o professor ou chefe interpretam o ocorrido como um decréscimo de performance, ou má conduta proposital, e daí surgem problemas sérios. Quanto mais pressão, pior.

A verdade é que quase todos nós nos saímos melhor com elogios. Isso é essencial para pessoas com DDA. Quando o chefe as estimula a fazer melhor de modo positivo, elas se tornam mais produtivas. Quando se é pai, professor ou supervisor de alguém com DDA, funciona muito mais usar elogio e estímulo do que pressão. Pessoas com DDA saem-se melhor em ambientes que sejam altamente interessantes ou estimulantes e relativamente tranqüilos.


As pessoas que têm DDA tendem a olhar pelo quarto, desligar-se, parecer aborrecidas, esquecer-se de para onde vai a conversa e interrompê-la com uma informação totalmente fora do assunto. A distração e o pequeno âmbito de atenção podem também fazer com que elas levem muito mais tempo para completar seu trabalho.


Impulsividade

A falta de controle do impulso faz com que muitas pessoas que têm DDA se metam em enrascadas. Elas podem dizer coisas inadequadas para os pais, amigos, professores, outros empregados, ou clientes. Uma vez eu tive um paciente que foi despedido de 13 empregos, porque tinha dificuldade em controlar o que dizia. Ainda que realmente quisesse manter vários dos empregos, de repente punha para fora o que estava pensando, antes de ter a oportunidade de processar o pensamento. Decisões mal pensadas são ligados à impulsividade. Em vez de pensar bem no problema, muitas pessoas que sofrem de DDA querem uma solução imediata e acabam agindo sem pensar. De modo similar, a impulsividade faz com que essas pessoas tenham dificuldade de passar pelos canais estabelecidos do trabalho. Elas freqüentemente vão direto ao topo para resolver os problemas, em vez de seguir o sistema. Isso pode causar ressentimento dos colegas e supervisores imediatos. A impulsividade pode também levar a condutas problemáticas como mentir (diz a primeira coisa que vem a cabeça), roubar, Ter casos e gastar em excesso.


No relacionamento, devido à impulsividade e à falta de pensar antes de agir, muitas pessoas que têm DDA dizem a primeira coisa que vem à mente. E, em vez de pedir desculpas por terem dito uma coisa que magoou, muitas tentam justificar por que fizeram a observação que magoou, só piorando as coisas. Um comentário impulsivo pode estragar uma noite agradável, um fim de semana, ou mesmo um casamento inteiro “.


Comumente, as crianças são taxadas de avoadas, dispersas, desinteressadas, “fora de órbita”, atrapalhadas e inquietas ao extremo, não param. São crianças que dificilmente aceitam regras, limites e o famoso “não”. Mudam constantemente de atividade, não conseguindo concentrar-se por muito tempo. Na idade adulta, este transtorno é associado a problemas como uso de drogas lícitas, ilícitas, além de depressão.

Imagine duas crianças hiperativas de nove anos de idade. A primeira, um menino, que mora no campo, lenhador que derruba um número bem maior de árvores por minuto do que a média e é campeão de seu estado nesta atividade. A segunda, uma menina japonesa que vive em um minúsculo apartamento cheio de peças de porcelana. Provavelmente esta precisará ser medicada, em função do contexto em que vive.

TDAH e o cérebro

Estudos mostram que os portadores do transtorno têm uma falha da conexão da região central orbital do cérebro com o restante dele. Essa área frontal é responsável pela inibição de comportamentos considerados inadequados. Há uma
alteração no funcionamento dos neurotransmissores e suas conexões.

Causas

· Hereditariedade

O aspecto genético em si não é responsável direto pelo transtorno, mas ele aponta para uma pré-disposição ao TDA/H. A proporção de portadores em famílias que apresentam o problema é de 2 a 10 vezes maior, o que aponta para a recorrência familiar. Essa predisposição genética envolve vários genes, que podem ocasionar diferentes níveis de atividade, com respostas diferentes em cada indivíduo.

· Problemas pré-natais (durante a gestação)

· Substâncias ingeridas na gravidez – Apesar de não definir uma relação direta de causa e efeito, estudos mostram que a ingestão de drogas e álcool durante a gestação pode causar alterações na região frontal orbital, o que aumenta a chance do bebê desenvolver o transtorno.

· Saúde materna – Aspectos como hipertensão ou diabetes por exemplo

· Idade materna

· Problemas perinatais (durante o parto até um mês de idade)

Estudos mostram que mães que passaram por algum problema ou trauma no parto tais como: toxemia, eclâmpsia, hemorragia, trabalho de parto demorado, têm mais chances de terem filhos portadores do TDA/H.

· Exposição a chumbo

Crianças que sofreram intoxicação por chumbo podem apresentar sintomas do TDA/H.

· Problemas Familiares


Alguns teóricos apontam os problemas familiares (discussões, baixa instrução dos pais, nível sócio econômico) poderiam causar o TDA/H, mas conclusões levam a crer que estes podem agravar, mas não causar o problema.

· Pré maturidade

· Pós maturidade

· Outras possíveis causas

Todas elas foram cientificamente testadas e nada se provou concretamente

· Corante amarelo

· Aspartame

· Luz artificial

· Deficiência hormonal (tireóide)

· Deficiências vitamínicas


Comorbidades (Quanto mais de uma patologia aparece ao mesmo tempo)


Em diversos distúrbios neurológicos, psicológicos e psiquiátricos, o diagnóstico é difícil, pois não é pontual, ou seja, não há um exame que detecte o transtorno. É um diagnóstico multidsisciplinar, onde vários especialistas são envolvidos para se chegar a um diagnóstico. Outro aspecto que dificulta o diagnóstico é a questão da comorbidade. O TDA/H aparece isoladamente em somente 31% dos casos. No restante, aparece uma ou mais patologias concomitantes o que muitas vezes pode levar a um diagnóstico errôneo. Em 34% dos casos aparece junto com transtornos ansiosos, em 40% com TDO (transtorno desafiador opositor), em 11% com tiques nervosos, em 4% com transtornos do humor, em 14% com transtornos de conduta. As comorbidades ultrapassam os 100% pois em muitos casos há mais do que 2 patologias envolvidas.



Diagnóstico

Há um guia de diagnóstico, extraído do Manual de Diagnóstico e Estatística - IV Edição (DSM-IV) da Associação Psiquiátrica Americana, onde pais, cuidadores e educadores respondem a um questionário que analisa aspectos pertinentes ao dia-a-dia da criança. São analisadas questões a respeito de atenção, concentração, organização, agitação, dificuldades em seguir instruções, dentre outras. Depois são feitas diversas intersecções entre linhas e colunas analisando-se a incidência de cada aspecto. Tudo isso analisado por um especialista que é o único apto para dar o diagnóstico final.

As pessoas que apresentam TDA/H, crianças ou adultos, vivenciam muitas dificuldades em seu cotidiano. São pessoas que têm muita dificuldade em organizar seus materiais, em terminar tarefas planejadas. Os adultos com TDAH costumam ter dificuldade de organizar e planejar suas atividades do dia-a-dia. Por exemplo, pode ser difícil para uma pessoa com TDA/H determinar o que é mais importante dentre muitas coisas que tem para fazer, escolher o que vai fazer primeiro e o que pode deixar para depois.

Em conseqüência disso, quem TDA/H fica muito “estressado” quando se vê sobrecarregado (e é muito comum que se sobrecarregue com freqüência, uma vez que assume vários compromissos diferentes), pois não sabe por onde começar e tem medo de não conseguir dar conta de tudo. Os indivíduos com TODA/H acabam deixando trabalhos pela metade, interrompem no meio o que estão fazendo e começam outra coisa, só voltando ao trabalho anterior bem mais tarde do que o pretendido ou então se esquecendo dele.

Assim, o portador fica com dificuldade para realizar sozinho suas tarefas, principalmente quando são muitas, e o tempo todo precisa ser lembrado pelos outros sobre o que tem para fazer. Isso tudo pode causar problemas na faculdade, no trabalho ou nos relacionamentos com outras pessoas.

Tratamento

Medicamento
Há muita polêmica em torno da medicação do TDA/H. Têm-se falado que está ocorrendo um uso abusivo e indiscriminado dos medicamentos que podem auxiliar no tratamento do portador do TDA/H, que ao mesmo tempo em que auxiliam em problemas como o da concentração por exemplo, também têm muitos efeitos colaterais. Um aspecto importante é o de que nem todo o caso pode ser beneficiado com o medicamento. Aquele grupo em que o TDA/H aparece sozinho, sem comorbidades, pesquisas mostram que a medicação tem efeito muito bom, porém por um curto período de tempo. Por outro lado, quando há comorbidades é preciso tratar conjuntamente as outras patologias, sejam com medicamento e/ou terapia. Há pesquisas que mostram que a criança, muitas vezes, tem uma perda na estatura final. Por isso, muitos especialistas não recomendam o uso dos medicamentos em idade de crescimento.

Tipos de medicamentos mais utilizados



Terapia

A terapia é muito eficiente em grande parte dos casos, principalmente aqueles onde encontramos comorbidades com distúrbios ansiosos e TDO (transtorno desafiador opositor).

Biofeedback (ou neurofeedback)

Uma novidade no tratamento está no biofeedback. A criança ou adulto é conectada a sensores e trabalhada em diversas atividades, como videogames, dependendo da dificuldade e da idade da criança. No caso de déficit de atenção por exemplo, quando a criança distrai-se, a atividade não é concluída e portanto não ganha os pontos. Ou seja, cada vez que o cérebro responde, corretamente ao estímulo esperado, recebe um reforço positivo. Esse tratamento é caro e longo. Para começar a dar resultados são utilizadas, pelo menos, de 20 sessões. O interessante neste caso é que o paciente vai assimilando e extrapolando suas reações para as atividades da vida diária. É um processo de aprendizagem, que depois de treinado, assimilado e bastante utilizado passa a facilitar a vida do paciente.


Outras ações


Escola família e professores


A escolha da escola é um fator fundamental para o trabalho com o TDA/H. É preciso que o professor conheça o distúrbio e juntamente com a escola e família tracem estratégias para adaptar o ambiente à criança.


O aluno com TDA/H precisa sentar próximo à professora, longe da janela, por onde muitos estímulos chegam. A sala de aula deve ser o mais “clean” possível. Tudo para evitar que a criança disperse.


Ao contrário do que se pensa, nas palavras da Dra. Ana Beatriz B. Silva, psiquiatra e especialista em medicina do comportamento, “o problema não é aquele que não presta atenção em nada, mas sim, aquele que presta atenção em tudo, o tempo todo”.


Lista de Checagem do Córtex Pré-frontal

Aqui está uma lista de checagem do córtex pré-frontal. Por favor, leia essa lista de comportamentos e classifique-se (ou as pessoas que você estiver avaliando) em cada comportamento catalogado. Use a escala e coloque o número apropriado ao lado do item. Cinco ou mais sintomas com a nota 3 ou 4 indicam grande probabilidade de problemas no córtex pré-frontal.

Escala para pontuação


0 = nunca


1 = raramente


2 = ocasionalmente


3 = freqüentemente


4 = muito freqüentemente






Questões


01. Incapacidade de prestar atenção a detalhes ou evitar erros por falta de cuidado.


02. Problema em manter a atenção em situações de rotina (dever de casa, tarefas,papelada, etc.).


03. Dificuldade em ouvir.


04. Incapacidade de terminar coisas, seguimento insuficiente.


05. Falha na organização de tempo e espaço.


06. Distração.


07. Pouca habilidade de planejamento.


08. Falta de objetivos definidos ou de pensar no futuro.


09.
Dificuldade em expressar os sentimentos.


10.
Dificuldade em expressar solidariedade pelos outros


11.
Excessivo sonhar acordado


12.
Tédio


13.
Apatia ou falta de motivação


14.
Letargia


15.
Sentimento de vazio de estar "em uma neblina"


16.
Desassossego ou dificuldade de ficar parado.


17.
Dificuldade de permanecer sentado em situações em que se espera que a pessoa fique sentada


18.
Busca de conflito


19.
Falar demais ou de menos


20.
Dar rápido a resposta, antes de as perguntas terem sido completadas.


21.
Dificuldade em esperar sua vez.


22.
Interrupção dos outros ou intromissão (por exemplo: meter-se em conversas ou jogos)


23.
Impulsividade (dizer ou fazer coisas sem pensar antes)


24.
Dificuldade de aprender pela experiência, tendência para cometer erros repetitivos.


Desorganização, outra característica do hiperativo


Desorganização é outro marco importante do DDA. A desorganização inclui tanto o espaço físico, como salas, escrivaninhas, malas, gabinetes de arquivo e armários, quanto o tempo. Freqüentemente quando se olha para as áreas de trabalho de pessoas com DDA, é admirar que possam trabalhar ali. Elas tendem a ter muitas pilhas de "coisas"; a papelada é algo que freqüentemente elas têm muita dificuldade de organizar; e parece que têm um sistema de arquivo que só elas podem entender (e mesmo assim só nos dias bons). Muitas pessoas com DDA têm atrasos crônicos ou adiam as coisas até o último momento. Eu tive vários pacientes que compraram sirenes de companhias de segurança para ajudá-los a acordar. Imagine o que deviam pensar os vizinhos! Essas pessoas também tendem a perder a noção do tempo, o que contribui para que se atrasem.
Hiperativos começam muitos projetos, mas terminam poucos


A energia e o entusiasmo de pessoas com DDA muitas vezes as leva a começar muitos projetos. Infelizmente, pelo fato de serem distraídas e dado o seu pequeno âmbito de atenção, prejudicam sua capacidade de completá-los. Um gerente de uma estação de rádio me disse que ele começara cerca de 30 projetos especiais no ano anterior, mas havia completado uns poucos apenas. Ele me disse: "Estou sempre voltando para eles, mas tenho novas idéias que acabam atrapalhando". Também tratei de um professor que me disse que, no ano anterior ao que veio me consultar, ele começara 300 projetos diferentes. Sua esposa terminou seu pensamento dizendo que ele completara somente três.



Mau humor e pensamento negativo em hiperativos

Muitas pessoas com DDA tendem a ser mal-humoradas, irritadiças e negativas. Como o córtex pré-frontal está pouco ativo, ele não pode moderar totalmente o sistema límbico, que fica hiperativo, levando a problemas no controle do humor. De outro modo sutil, como já mencionado, muitas pessoas com DDA preocupam-se com ou ficam superconcentradas em pensamentos negativos, como uma forma de auto-estimulação. Se não conseguem arrumar confusão com os outros no meio ambiente, buscam isso dentro de si mesmas. Elas freqüentemente têm uma atitude do tipo "o mundo está acabando", o que as distancia dos outros.


Antes o DDA era considerado um distúrbio de garotos hiperativos que o superariam antes da puberdade. Sabemos agora que a maioria das pessoas que têm DDA não supera os sintomas do distúrbio e que este, freqüentemente, ocorre em meninas e mulheres. Calcula-se que o DDA afete 17 milhões de norte-americanos.

• TDAH á a condição crônica de saúde de maior prevalência em crianças em idade escolar.

• O TDAH é o distúrbio neurocomportamental mais comum na infância.

• Estima-se que 4 a 6% da população em idade escolar pode ter TDAH.

• Aproximadamente 2% dos adultos podem sofrer de TDAH.




DESATENÇÃO


• Dificuldades em prestar atenção a detalhes ou errar por discuido em atividades escolares e profissionais;

• Dificuldades em manter a atenção em tarefas ou atividades lúdicas;

• Parecer não escutar quando lhe dirigem a palavra;

• Não seguir instruções e não terminar tarefas escolares, domésticas ou deveres profissionais;

• Dificuldades em organizar tarefas e atividades;

• Evitar, ou relutar, em envolver-se em tarefas que exijam esforço mental constante;

• Perder coisa necessária para tarefas ou atividades ;

• Ser facilmente distraído por estímulos alheios à tarefa;

• Apresentar esquecimento em atividades diárias.




HIPERATIVIDADE

• Agitar as mãos, e os pés ou se mexer na cadeira;

• Abandonar a cadeira em sala de aula ou em outras situações nas quais se espera que permaneça sentado;

• Correr ou escalar em demasia em situações nas quais isto é inapropriado;

• Dificuldade em brincar ou envolver-se silenciosamente em atividades de lazer;

• Estar frequentemente " a mil " ou muitas vezes agir como se estivesse " a todo vapor ";

• Falar em demasia.

IMPULSIVIDADE

• Frequentemente dar respostas precipitadas antes das perguntas terem sido concluídas;

• Apresentar constante dificuldade em esperar sua vez;

• Frequentemente interromper ou se meter em assuntos de outros.



TIPOS DE TDAH



• TDAH com predomínio de sintomas de desatenção
• elevada taxa de prejuízo acadêmico

• TDAH com predomínio de sintomas de hiperatividade/impulsividade
• altas taxas de rejeição e de impopularidade frente aos colegas

• TDAH combinado
• elevada taxa de prejuízo acadêmico
• maior presença de sintomas de conduta, de oposição e desafio

DIAGNÓSTICO DO TDAH

• Pelo menos 6 dos sintomas de desatenção e/ou hiperatividade devem estar presentes

• É importante considerar a duração dos sintomas e a freqência e intensidade dos mesmos

• Considerar o grau de prejuízo dos sintomas

• A avaliação diagnósticada deve envolver os pais, a criança e a escola (professores).



PRINCIPAIS CONSEQUÊNCIAS DO TDAH



• Baixo desempenho escolar

• Dificuldades em relacionamento

• Baixo auto-estima

• Interferência no desenvolvimento educacional e social

• Predisposição a distúrbios psiquiátricos

TDAH E COMORBIDADES


• TDAH e Transtornos Disruptivos (transtornos de conduta e transtorno opositor desafiante) entre 30 e 50%

• TDAH e Depressão entre 15 a 20%

• TDAH e Transtornos de Ansiedade aproximadamente 25%

• TDAH e abuso e/ou dependência de drogas entre 9 e 40%



DICAS GERAIS PARA PACIENTES COM TDAH

• Sente-se com a criança/adolescente a sós e peça sua opinião sobre qual o melhor método para seu aprendizado. Ele frequentemente terá sugestões valiosas

• Lance mão de estratégias e recursos de ensino mais flexíveis até preceber o estilo de aprendizdo do aluno. Isso irá ajuda-lo a atingir um nível de desempenho escolar mais satisfatório.

• Desenvolva em método para auto-informação e monitoração. Ao final de cada semana, reserve alguns minutos para uma conversa com a criança/adolescente, a fim de saber como ela está se saindo em sala de aula. Ouça sua opnião sobre o progresso e dificuldades. É necessário que a criança/adolescente seja agente ativo no processo de aprendizado.

• Crie um caderno " casa-escola-casa ". Isso é fundamental para melhora da comunicação entre os pais e professores.

• Sinalize ao aluno, sempre que possível, sobre sua evolução e sucessos. A criança/adolescente já convive com tantos obstáculos que precisa de todo estímulo positivo que puder obter.

• Procure afixar, em lugar visível, as regras de funcionamento em sala de aula. Os alunos sentem-se mais seguros sabendo o que é esperado dele.

MAIS DICAS

• Lembrem-se de que a regras devem ser breves e claras. Use uma linguagem adequada para o nível de desenvolvimentodos alunos. Evite sentenças muito longas.

• Sempre que possível, transforme as tarefas em jogos. A motivação para o aprendizado certamente aumentará.

• Estimule a criança/adolescente a tomar nota dos pontos mais importantes de cada conteúdo e do que está pensando a respeito. Isso o ajudará a organizar-se melhor.

• Escrever a mão é uma tarefa difícil para muitas destas crianças. Considere possibilidades alternativas, como digitação em computador.

• Elimine ou reduza a frequência de testes cronometrados. Dificilmente, na vida real, a criança terá que tomar decisões tão rápidas. Estes testes apenas estimulam a impulsividade desses alunos.

• Avalie as tarefas executadas mais pela qualidade e menos pela quantidade. O importante é que os conceitos estejam sendo aprendidos.


TDHA E A NOVA ERA: CRIANÇAS ÍNDIGO


O fenômeno índigo vem sendo reconhecido como uma das mudanças mais excitantes na natureza humana já documentadas na sociedade. O rótulo índigo descreve o padrão de energia do comportamento humano que existe em mais de 95% das crianças nascidas nos últimos 10 anos... Esse fenômeno está acontecendo globalmente e os índigos vão acabar por substituir todas as outras cores. Como são crianças pequenas, os índigos são fáceis de se reconhecer pelos olhos incomumente grandes e claros. Extremamente brilhantes e precoces, com uma memória surpreendente e um forte desejo de viver por instinto, essas crianças do próximo milênio são almas sensíveis e privilegiadas, com uma consciência evoluída, que vieram para ajudar a mudar as vibrações de nossas vidas e criar uma única terra, um único globo e uma única espécie. São nossa ponte para o futuro.

Uma das teses de As Crianças Índigo parece ser a de que muitas das crianças diagnosticadas com transtorno do déficit de atenção (TDA) ou TDAH (transtorno do déficit de atenção com hiperatividade) representam "um novo tipo de evolução da humanidade". Essas crianças não precisam de drogas como a Ritalina, mas sim de treinamento e cuidados especiais.

Como reconhecer uma criança índigo:

Elas vêm ao mundo com uma sensação de pertencer à realeza (e muitas vezes agem como tal).
Têm uma sensação de "merecer estar aqui", e surpreendem-se quando as pessoas não a compartilham.
Auto-estima não é uma questão importante. Elas freqüentemente dizem aos pais "quem elas são".
Têm dificuldades com autoridade absolutista (autoridade sem explicações ou escolhas).
Simplesmente não aceitam fazer certas coisas. Por exemplo, esperar em fila é difícil para elas.
Ficam frustradas com sistemas que são ritualísticos e não exigem pensamento criativo.
Muitas vezes vêem maneiras melhores de se fazer as coisas, tanto em casa como na escola, o que faz com que pareçam "destruidores de sistemas" (incompatíveis com qualquer sistema).
Parecem anti-sociais, a não ser quando estão com outras do mesmo tipo. Se não houver outras de consciência semelhante ao seu redor, freqüentemente tornam-se introvertidas, sentindo que nenhum outro ser humano as compreende. A escola, muitas vezes, é socialmente dificílima para elas.
Não reagem à disciplina pela "culpa" ("Espere até seu pai chegar em casa e descobrir o que você fez").
Não têm receio de deixar que você saiba o que elas precisam.

Nos EUA, o Instituto Nacional de Saúde Mental afirma que o TDAH é o distúrbio infantil mais comumente diagnosticado. Afeta cerca de 3% a 5% de todas as crianças em idade escolar. Com tantas crianças afetadas, deve ser fácil encontrar casos de diagnóstico errado, tratamento inadequado, reações adversas a remédios, etc. Relatos de mau uso, porém, não devem substituir estudos científicos e observações clínicas feitas pelos profissionais que tratam essas crianças diariamente.

O que são Crianças e Adultos Indigo e Cristal?

Como é que você sabe se você, ou alguém que conhece, é uma criança ou adulto Indigo ou Cristal?

Nós vamos descrever as particularidades e caracteristicas principais destas pessoas. Mas queremos destacar que o fenómeno Indigo/Cristal é o próximo passo na nossa evolução como espécie humana. Nós estamos todos, de certa maneira, nos tornando Indigos e Cristais. Elas estão aqui para nos mostrar o caminho, e por isso a informação pode no geral ser aplicada a todos nós, à medida que nós fazemos a transição para a próxima etapa do nosso crescimento e evolução.

As Crianças Indigo têm encarnado na Terra nos ultimos 100 anos. Os primeiros Indigos eram pioneiros e mostradores de caminho. Depois da Segunda Guerra Mundial, nasceram um numero significante delas, e estes são os adultos Indigo de hoje. No entanto, na década 70 uma onda grande de Indigos nasceu, e por isso agora temos uma geração inteira de Indigos que estão agora nos fins dos seus vinte anos e no principio dos seus trinta anos e que irão tomar o seu lugar como lideres deste mundo. Os Indigos continuaram a nascer até mais ou menos o ano 2000, com mais habilidades e maior grau de sofisticação tecnológico e criativo.

As Crianças Cristais começaram a aparecer no planeta a partir de 2000, embora alguns digam que começaram a aparecer um pouco mais cedo. Estas crianças são extremamente poderosas, e o objetivo principal delas é levar-nos ao próximo nível de evolução, para revelar-nos o nosso poder interior e divindade. Elas funcionam como uma consciência de grupo em vez de individuais, e vivem pela "Lei da Unidade" ou Consciência de Unidade. Elas são uma poderosa força de amor e de paz no planeta.


Os Adultos Indigos e Cristais são compostos de dois grupos. Em primeiro, existe aqueles que nasceram como Indigos e que estão agora fazendo a transição para Cristais. Isto quer dizer que eles passarão por uma transformação espiritual e fisica que acorda a sua consciência "Cristica" ou "Cristal" e que os liga às Crianças Cristais como parte da onda evolucionária de mudança. O segundo grupo são aqueles que nasceram sem estas qualidades, mas que as adquiriram trabalhando arduamente e seguindo diligentemente um caminho espiritual. Sim, isto quer dizer que todos nós temos o potencial de ser parte deste "grupo" emergente de "anjos humanos".

O seguinte extrato descreve a diferença entre Crianças Cristais e Indigos. É do artigo "Crianças Indigos e Cristais" da Doreen Virtue:

A primeira coisa que a maior parte das pessoas observa nas Crianças Cristais são os seus olhos, grandes, penetrantes, e a sua imensa sabedoria. Os olhos delas fixam-se em você e te hipnotizam, enquanto você chega à conclusão que a sua alma está sendo revelada para a criança. Talvez tenha se apercebido desta nova e especial "raça" de crianças que está a povoar rapidamente o nosso planeta. Elas são felizes, encantadoras e inclinadas ao perdão. Esta geração nova de "trabalhadores de luz", tem idades mais ou menos entre os 0 a sete, e são totalmente diferentes das gerações anteriores. Sendo ideal em vários aspectos, elas apontam na direção para onde a humanidade está se dirigindo... e é uma ótima direção!

As crianças mais velhas (aproximadamente com a idade entre os 7 e 25), e que se chamam "Crianças Indigo", partilham algumas caracteristicas com as Crianças Cristais. As duas gerações são bastante sensiveis e psiquicas, e têm objetivos de vida importantes. A maior diferença é o seu temperamento. Indigos têm um espirito de guerreiro, porque o seu propósito coletivo é de esmagar os velhos sistemas que já são inúteis. Elas estão aqui para pôr termo aos sistemas de governo, educacionais e legais que não têm integridade. Para fazer isto elas precisam de temperamentos e determinação impetuosa.

Aqueles adultos que resistem a mudança e que dão valor à conformidade, podem não perceber os Indigos. Elas são frequentemente e erradamente classificadas com diagnósticos psiquiátricos de Transtorno do Déficit de Atenção com HiperAtividade (TDAH) ou Transtorno do Déficit de Atenção (TDA). Infelizmente, porque elas são medicadas, as Indigos frequentemente perdem a sua bela sensibilidade, dádivas espirituais e energia de guerreiro.... Em contraste, as Crianças Cristais são bem-aventuradas e de temperamento uniforme. Claro, podem ter ataques de fúria ocasionalmente, mas a maior parte destas crianças são inclinadas ao perdão e tranquilas. As Cristais são a geração que beneficia da precursão dos Indigos. Primeiro, as Crianças Indigos lideram com uma machete, cortando tudo que não tem integridade. Depois as Crianças Cristais seguem o caminho aberto para um mundo mais seguro e protegido.

Os termos "Indigo" e "Cristal" foram dados a estas gerações porque eles descrevem com precisão as suas cores de aura e de padrões de energia. As Crianças Indigos têm bastante azul-indigo nas suas auras. Esta é a cor do "chacra do terceiro olho", que é o centro de energia localizado na cabeça entre as sobrancelhas. Este chacra regula clarividência, ou a habilidade de se ver energia, visões, e espiritos. Muitas das Crianças Indigos são clarividentes.

As Crianças Cristais têm auras opalescentes, com matizes lindas de pastel com côres múltiplas. Esta geração também demonstra uma fascinação por cristais e pedras.....

As Crianças Indigo podem sentir desonestidade, como um cão pode sentir medo. As Indigos sabem quando estão mentindo para eles, sendo manipuladas, ou sendo tratadas de forma condescendente. E como o seu propósito coletivo é nos introduzir a um novo mundo de integridade, os seus detectores interiores de mentiras são indispensáveis. Com mencionei antes, alguns adultos sentem-se ameaçados por este espirito de guerreiro. E as Indigos são incapazes de se conformar com situações disfuncionais em casa, trabalho ou escola. Elas não têm a habilidade de se desassociar dos seus sentimentos e fingir que está tudo bem... a não ser que estejam medicadas ou com sedativos.

Os dons espirituais inatos das Crianças Cristais são também mal compreendidos. Especificamente, as suas habilidades telepáticas, que as levam a falar mais tarde na vida.

No novo mundo que os Indigos estão introduzindo a nós, estaremos muito mais conscientes dos nossos pensamentos e sentimentos intuitivos. Não contaremos tanto com a palavra escrita ou falada. A comunicação será mais rápida, mais direta e mais honesta, pois será de mente para mente. Já nesta altura podemos ver um número de pessoas, e está a aumentar, que estão a tomar contacto com as suas habilidades psiquicas. O nosso interesse no paranormal nunca esteve tão alto, acompanhado por livros, programas de televisão, e filmes sobre o tópico.

Por isso, não é surpreendente que a geração que se segue aos Indigos, seja incrivelmente telepática. Muitas das Crianças Cristais têm padrões de fala retardada, e não é incomum para elas esperarem até terem 3 ou quatro anos para começar a falar. Mas pais dizem-me que não têm problema nenhum em comunicar com as suas crianças silenciosas. Muito longe disso! Os pais metem-se em conversa mental com as suas Crianças Cristais. E as Cristais usam uma combinação de telepatia, de linguagem gestual própria, e de sons (incluindo canção) para transmitir o seu ponto de vista.

A dificuldade começa quando as Cristais são julgadas por médicos ou educadores como tendo padrões de fala "anormais". Não é coincidência que à medida que o número de Crianças Cristais nascidas aumenta, que o número de diagnósticos de autismo atinge um número recorde.

É verdade que as Crianças Cristais são diferentes das outras gerações. Mas porque é que temos de encontrar razões patológicas para estas diferenças? Se as crianças estão se comunicando com sucesso em casa, e os pais não estão reportando nenhum problema... porque tentar criar problemas? O critério para diagnosticar o autismo é bastante claro. Declara que uma pessoa autista vive no seu próprio mundo, e está desligada das outras pessoas. A pessoa autista não fala por causa de um desinteresse em comunicar com outras pessoas.

As Crianças Cristais são totalmente o oposto. Elas são consideradas como uns dos seres mais ligados, mais comunicativos, mais carinhosos e mais amorosos de qualquer uma das gerações. Também são bastante filosóficas e têm dons espirituais. E elas exibem niveís nunca vistos de bondade e sensibilidade para este mundo. As Crianças Cristais espontaneamente abraçam e preocupam-se com pessoas carentes. Uma pessoa austista não faria isso!

No meu livro "A educação e alimentação das Crianças Cristais", eu escrevi que ADHD (que em português é TDAH para Transtorno do Déficit de Atenção com HiperAtividade) devia significar "Atenção Ligada a uma Dimensão Superior". Isto descreve mais exactamente esta geração. Na mesma veia, as Crianças Cristais não justificam um rótulo de autismo. Elas não são autistas! Elas são FANTÁSTICAS!

Estas crianças merecem respeito, e não rótulos de disfunção. Se há alguém que é disfuncional, são os sistemas que não estão se acomodando a evolução continua da espécie humana. Se nós envergonhamos as nossas crianças com rótulos, ou se as submetemos por medicação, então teremos enfraquecido insidiosamente uma dadiva mandada pelos céus. Nós esmagaremos uma civilização antes que tenha tempo de formar raízes. Afortunadamente, há muitas soluções positivas e alternativas. E o mesmo céu que nos mandou as Crianças Cristais pode nos assistir, nós que defendemos estas crianças........

Obrigada pela atenção de todos a estes artigos!

Fontes da Pesquisa:
http://guiadobebe.uol.com.br/
http://www.orientacoesmedicas.com.br
http://www.skepdic.com/brazil/indigo.html
http://starchildglobal.com/portuguesa/articles/what-pt.html

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