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VAMPIROS ENERGÉTICOS
Como foi dito anteriormente, para detectar um vampiro energético basta estar com os sentidos atentos. Ele se aproxima da sua vitima manhosamente de maneira cordial e adulatória, passado alguns minutos a vítima sente-se fraca exaurida em suas energias vitais. O vampiro sente-se novamente energizado, com as baterias recarregadas para esbanjar e servir o banquete aos vampiros e larvas astrais. Quando o vampiro percebe que sua vitima não cai ou tem um mecanismo de defesa próprio, então parte para a agressão verbal e gestual, afim de romper tal mecanismo de defesa com o intuito de obter uma carga rápida de energia vital. A vítima desatenta, após, sente-se exaurir e entra em colapso nervoso. Depois que se recompõe fica sem entender porque motivo foi agredida.O único motivo foi à fome selvagem do vampiro. Este tipo de vampirismo energético é muito comum. Mas há vários tipos. Mais interessante ainda são os vampiros cuja força necessária ao desenvolvimento de sua personalidade não é o bastante para a finalidade almejada. Assiste-se, então, à utilização de toda sorte de expedientes sob a forma do que se denomina super compensação, isto é, uma forma exagerada de certas propriedades e aptidões destinadas a enganar os que o cercam relativamente ao seu valor e a servir de protetor à sua fraqueza psíquica. São as simulações dos medíocres, incapazes e deficientes mentais, recurso astucioso e suplementar de defesa ou "talento" dos impotentes para não sucumbir na luta de competição. O intuito principal é sempre de ordem utilitária, tirar proveito, encontrar um ponto vulnerável de quem deseja tirar vantagem.Este ponto é a piedade, empanada pelo sentimentalismo ingênuo, pela credulidade, pelo sentimento de filantropia ou de solidariedade social. Neste sentido simulam miséria, invalidez, perturbações físicas, psíquicas ou mentais. Existem, ao contrário, os que "simulam saúde" para serem admitidos ou conservados em empregos e para não perderem prestígio em situações compensadoras. Todos os tipos de vampiros utilizam a simulação para vencer a própria impotência. Alguns têm inteligência e conseguem enganar. A maioria, porém, põe à mostra a manobra astuciosa. Os vampiros de "talento" são sempre insatisfeitos, não podem suportar a própria impotência em todos os sentidos e tudo fazem para ser algo entre os que o são de fato. Em grau menos pronunciado, verifica-se o vampirismo das mulheres que tiranizam seus maridos com crises de lágrimas; os vampiros, os jeremiadas de preguiçosos que "chora miséria" para obter as graças altruísticas dos simplórios caritativos; as explosões de cólera de vampiros, crianças e adolescentes que por esse meio governam os pais; os vampiros excessivamente inflacionados que acham que a sociedade foi feita única e exclusivamente para servi-lo como escravos, os vampiros buracos negros, são os mais desalmados, que sugam tudo o que podem, ou melhor, roubam, pois são tão débeis em todos os sentidos que acham que tudo que foi criado pelo trabalho individual e coletivo, em todos os sentidos está aí para ser roubado por qualquer meio dissimulado. Todo vampiro é um autoexcluido do sistema universal das trocas justas. Portanto tem que tomar pela força ou pela dissimulação sutil os objetos de seus desejos, inclusive a energia vital alheia (o sangue) para se manter vivo. O vampiro é o produto das aberrações humanas, é um ser doente, bizarro, desalmado, extremamente anti-social, individualmente e coletivamente. O negro de sua capa representa a sua capacidade de dissimulação para ocultar o vermelho sombrio de seus ressentimentos infinitamente odientos. Suas vítimas são pessoas inocentes, tolas, incultas em relação as ciências psíquicas, mal preparadas e fracas que dão o "pescoço" para serem sugadas e por contaminação e influenciação tornarem-se tambem vampiros. A mitologia vampiresca é denúncia velada de grave doença psico-social. Assim, só não percebe vampiros quem não quer, ou não tem olhos de ver... Há mais coisas ocultas do que se possa imaginar.
Fogo, água, terra, ar: Qual dessas forças predomina em voce?
site: Bons Fluidos. Ed. Abril
Os quatro elementos da natureza estão em todas as coisas que nos rodeiam e têm o poder de dar o tom de nosso temperamento, despertando emoções como alegria, serenidade, inquietude e ansiedade. Descubra qual elemento predomina em sua personalidade e as práticas que levam ao equilíbrio.
Assim como rios, montanhas, nuvens, plantas e animais, também a natureza humana é formada pela união dos quatro elementos. E não apenas em nível físico (oxigênio, calor, minerais e fluidos corporais são necessários para a vida): nossas emoções e nossa personalidade são influenciadas pela presença de fogo, terra, água e ar, em diferentes proporções.
Os versos “No meio do caminho tinha uma pedra/ Tinha uma pedra no meio do caminho”, do poeta Carlos Drummond de Andrade (1902-1987), ajudam a entender os tons de nossas atitudes. Face ao caminho bloqueado, algumas pessoas se lançam contra a pedra para esmurrá-la (são os chamados coléricos, sob o efeito do elemento fogo), enquanto outras imediatamente pulam o obstáculo, como se ele não existisse (caso dos sanguíneos, predominantemente influenciados pelo elemento ar). Outros param, sentam e ficam adiando a decisão do que fazer para contornar o obstáculo: são os fleumáticos, regidos pela água. Há os que, por fim, não se contêm, apenas choram e lamentam a situação – os chamados melancólicos, sob efeito do elemento terra.
O fogo líquido
Foi o filósofo grego Empédocles que estabeleceu a relação do organismo com os elementos. Para fazer a divisão, tomou como ponto de partida a circulação da bile, uma secreção produzida pelo fígado, considerada pelos antigos o principal humor (líquido) do organismo, ao lado do sangue.
Por causa de sua função no processo digestivo – derreter gorduras –, a bile (chamada de chole em grego) era vista como um fogo líquido. Quando circulava vigorosamente pelo corpo, a chole tornava a pessoa colérica, ardente como uma chama. Se apresentasse uma consistência mais líquida, a bile deixava a pessoa fleumática, adaptável como a água (flegma, em grego). A presença da chamada bile negra (mela), terrosa, caracterizava o tipo melancólico. Finalmente, ao circular com a rapidez do sangue, a bile colocava o indivíduo no tipo sanguíneo, inquieto como o ar.
Estágios da evolução
No começo do século 20, o médico austríaco Rudolf Steiner (1861-1925) recuperou o conhecimento sobre os temperamentos e o relacionou a estágios da evolução espiritual. Esse é um dos pilares da antroposofia, ciência holística que enxerga o homem como um todo, considerando corpo, mente e espírito intrinsecamente ligados. Hoje, o estudo de Steiner sobre os temperamentos é parte fundamental de diagnósticos médicos e psicológicos na linha antroposófica.
“Todos temos características dos quatro elementos, mas há a tendência de um deles predominar na personalidade”, diz Moacir Amaral, clínico geral antroposófico com prática de psiquiatria e terapia transpessoal, de São Paulo. O fogo é oposto à água e o ar faz o contraponto à terra. “Alguém com tendência à personalidade de fogo, por exemplo, exibe poucos traços do tipo água, mas apresenta características de ar e terra”, explica o médico Samir Rahme, clínico geral antroposófico, também de São Paulo.
Não basta conhecer em que tipo de personalidade nos enquadramos. É preciso alimentar nosso elemento predominante e cultivar características dos outros três. Para alcançar o bem-estar físico, mental e emocional, o ideal é que os quatro elementos estejam em equilíbrio – como acontece na natureza. A seguir, descubra seu temperamento e conheça as atividades que harmonizam os elementos, segundo os especialistas.

Fogo
• Temperamento: colérico.
• Emoções: alegria, impulsividade, raiva.
• Aparência: o colérico tem uma constituição física sólida e compacta, com músculos fortes. Com postura ereta, caminha a passos firmes e decididos. Sua estatura geralmente é mais para baixa, e os olhos são penetrantes e transmitem segurança.
• Características: ousado e dinâmico, encara a vida com paixão. Batalha pelo que quer e persegue suas metas com autoconfiança e otimismo. Um verdadeiro pioneiro, sabe abrir caminhos e exercer a liderança. Com humor oscilante, tende a ser explosivo e autoritário e a não aceitar bem as críticas. Sempre aberto ao mundo exterior, sente dificuldade em se interiorizar e compreender as próprias emoções.
• Práticas que fazem bem: a natação e os banhos em águas plácidas, como piscinas e lagoas, sintonizam o colérico com seu elemento faltante, a água. As artes marciais que envolvem a luta com oponentes, a exemplo do judô e do caratê, e a escultura em materiais duros, como a pedra, são meios para extravasar sua força. Os banhos de sol o ajudam a recuperar a vitalidade e a repor a energia gasta.
![]() | A personalidade de fogo pede movimento. |
Água
• Temperamento: fleumático.
• Emoções: tranqüilidade, indiferença, mágoa.
• Aparência: seu tipo físico não é muito definido. Pode ter uma estatura alta ou baixa, mas tem a tendência a acumular peso. Seu olhar cândido, inocente e sem malícia provoca nos outros uma imediata empatia.
• Características: sensível e emotivo, é adaptável, como o meio líquido, e não gosta de demonstrar sentimentos. O fleumático prefere levar a vida num ritmo calmo e disciplinado e tem fortes inclinações artísticas. De tão apegado à rotina, porém, sente dificuldade em aceitar mudanças e tende à estagnação, até emocionalmente, como acontece com as águas represadas. Gosta da passividade e mostra pouca disposição para ir atrás de seus objetivos.
• Práticas que fazem bem: tai chi chuan, arte marcial em que os movimentos sugerem formas, e fazer esculturas de argila são atividades ideais para o fleumático começar a atenuar a dificuldade de lidar com o lado concreto e os aspectos materiais da vida. Banhos de mar e cachoeira têm um poder restaurador sobre sua energia física e capacidade mental.
![]() | A de água prefere levar a vida em um ritmo calmo e disciplinado |
Terra
• Temperamento: melancólico.
• Emoções: serenidade, apatia, depressão.
• Aparência: de tipo predominantemente magro e longilíneo, tem pernas e braços compridos, pele clara e olhos profundos. O jeito de caminhar do melancólico é firme, mas um tanto pesado.
• Características: responsável e perfeccionista, com um enorme poder de realização, sabe levar suas empreitadas até o fim. A seriedade com que conduz suas metas e a profundidade de seu pensamento levam o melancólico a conquistar facilmente a confiança dos outros. Mas, para alcançar o sucesso, precisa fortalecer a vontade. Seu coração é cheio de compaixão e interesse pela dor alheia. O pessimismo e a falta de humor podem atrapalhar suas relações.
• Práticas que fazem bem: dança, exercícios aeróbicos e esportes que favoreçam tirar os pés do chão ajudam o melancólico a desenvolver a leveza. A pintura, especialmente usando técnicas suaves, como a aquarela, abranda sua tradicional dureza. Em momentos de falta de vitalidade, andar descalço, pisar na terra e mexer com plantas recarregam as energias.
![]() | Plantar e cultivar metas é uma marca do temperamento de terra. |
Ar
• Temperamento: sanguíneo.
• Emoções: extroversão, inquietude, ansiedade.
• Aparência: o tipo sanguíneo movimenta-se com graça e nutre uma boa relação com seu corpo, que tende a ser esbelto e flexível, de estatura alta. Seu olhar é vivo e expressivo, e seus olhos, brilhantes.
• Características: dono de um espírito inquieto e mente ágil, o sanguíneo cativa a todos por sua alegria e facilidade de comunicação. Versátil e eclético, cultiva um vasto leque de interesses. Dar tanta ênfase ao intelecto, entretanto, pode esgotá-lo física e mentalmente. A dificuldade em se concentrar e se aprofundar também pode levá-lo à falta de foco e à superficialidade nas relações.
• Práticas que fazem bem: a meditação, a ginástica holística e a ioga são atividades que conduzem o tipo sanguíneo a um mergulho em seus processos internos para contrabalançar a tendência a flutuar e viver plenamente apenas no mundo exterior. Trabalhos manuais, como a tecelagem, são úteis no desenvolvimento da concentração. A modelagem em argila e a jardinagem também fazem aterrar os filhos do elemento ar
![]() | Já os filhos do elemento ar voam como o pensamento |
Texto: Wilson F. D. Weigl
Foto: Gustavo Lacerda/
Reportagem Fotográfica: Camile Comandini
Créditos da reportagem ao site: BONS FLUIDOS!
AURICULOPUNTURA / AURICULOTERAPIA
A palavra Auriculoterapia vem do termo aurículo (orelha) + terapia (tratamento), ou seja tratamento a
través da orelha. Mais concretamente, a Auriculopuntura é a técnica de estimular pontos reflexos presentes no pavilhão auricular a fim de restabelecer a saúde do organismo. A estimulação pode ser feita através de agulhas, electroestimulador e aplicação de pequenas sementes (normalmente de mostarda) em determinados pontos.
A Auriculopuntura baseia-se em princípios distintos da reflexologia (apesar de muitas semelhanças), associados ao conhecimento dos meridianos trabalhados pela medicina tradicional chinesa. O conjunto de nervos do pavilhão auricular conecta-o ao Sistema Nervoso Central e faz com que estímulos na orelha resultem em reacções nos órgãos e sistemas do corpo. Além disso, seis canais de energia passam pelo pavilhão auricular, portanto, o estímulo destes canais é reflectido nos órgãos e sistemas a que se relacionam.
Originou-se na China. Em antigos livros do período Han (206 a.C. - 220 d.C.) há referência da comunicação do pavilhão auricular com outras partes do corpo. Muitos outros tratados médicos chineses citam a auriculoterapia. Em 1958 os estudos realizados pelo médico francês P. Nogier apresentam o mapa da orelha com um feto posicionado de cabeça para baixo. Esse acontecimento serviu de impulso para estudos profundos da auriculoterapia.
É uma técnica com características importantes, sendo muitas vezes a técnica de primeira escolha dos pacientes.
UMA DAS MAIS PROCURADAS É A QUE NAO SE UTILIZA AGULHAS
O paciente realiza o tratamento ao longo da semana em casa pressionando cada um dos pontos.
Podemos tratar diversas enfermidades somente pela orelha chegando a obter a cura completa. Não tem risco de infecção e o resultado é superior à técnica com agulhas na orelha.
Para que o tratamento seja bem realizado, primeiro é feita uma avaliação minuciosa segundo todos os critérios da Medicina Tradicional Chinesa. De acordo com esta, não existem doenças idiopáticas(sem causa); através de uma boa avaliação chegamos a causa de todas as enfermidades, por esse fato muitas vezes atingimos a cura.
A avaliação inclui análise de todo o estilo de vida, emoção, sede, suor, fome, sono, micção, defecação, função ginecológica, pulso e língua. Depois desta avaliação estipulamos o tratamento, SOMENTE PELA ORELHA, com excelentes resultados ao longo de todos esses anos.
texto parcialmente retirado do site: http://marlenefisioquantic.blogspot.com