Desde 1995, mergulhadores e cientistas japoneses estudam uma das mais
importantes descobertas arqueológicas do planeta, misteriosamente
ignorada pela imprensa ocidental.
Localizada a alguns quilômetros da ilha de Yonaguni, estão os restos
submersos de uma cidade muito antiga. Muito antiga MESMO! Os estudos
geológicos calcularam a idade destes monumentos como tendo 11.000 anos
de idade, o que os colocaria como uma das edificações mais antigas do
planeta.
Ao longo de mais de uma década de explorações, mergulhadores já
haviam localizado nada menos do que oito grandes estruturas feitas pelo
homem, incluindo um enorme platô com mais de 200m de comprimento, uma
pirâmide no mesmo estilo das aztecas e maias (constituídas de 5 andares e
alinhadas de acordo com pontos cardeais), bem como um conjunto completo
de zigurates, demarcando áreas e regiões específicas no platô.
Claro que pirâmides de 11.000 anos de idade nos remetem a outras
pirâmides que também possuem 11.000 anos de idade, que foram construídas
no mesmo período e pela mesma civilização, mas que são muito mais
conhecidas do que estas pirâmides submersas… as pirâmides do Egito.
Mais para a frente, quando os especialistas descobrirem outras
estruturas no platô japonês e perceberem que elas correspondem
perfeitamente a uma constelação, os céticos vão fazer a cara de paisagem
de sempre e dirão que “é uma coincidência”.
Assim como são “coincidências” o fato das pirâmides do Egito
estarem alinhadas com a constelação de Orion (Osíris), as pirâmides
encontradas na China alinharem perfeitamente com a constelação de
Gêmeos, os Templos astecas de Tecnochtitlan estarem alinhados com a
constelação de Urso, Angkor Wat (aqueles templos que a Lara Croft
explora no Cambodja) estarem alinhados com a constelação do Dragão e
assim por diante...
fonte:wikipedia
Nos últimos anos, novos e impressionantes achados arqueológicos
trazem fortes luzes sobre tempos imemoriais e estão fazendo com que a
ciência da antropologia dê sobressaltos de calafrios nas últimas
décadas. Se antes, pensávamos apenas em Atlântida como sendo um
continente perdido no Oceano Atlântico, bem como o mítico Continente de
Mu no Oceano Atlântico, e as terras de Rama no Oceano Índico, precisamos
lembrar que os povos amarelos também tem suas lendas. E essas lendas
podem estar sendo corroboradas por impressionantes descobertas.
Um tema mitológico muito conhecido no Japão, Taiwan , China e
Filipinas descrevem a antiga busca por uma civilização perdida naquela
região do planeta. Esse folclore cita através de lendas a probabilidade
de um reino submerso nas Águas do Oceano Pacífico, com uma linha
costeira que unia várias terras e onde os fragmentados arquipélagos da
Malásia, da Indonésia, das Filipinas e do Japão não seriam mais do que
partes de um grande continente.
Pirâmides submersas no Japão
Alguns pesquisadores o denominam de Lemúria, mas no Japão, é
chamado Hori. E foi em 1985 que mergulhadores japoneses fizeram
surpreendentes descobertas. Ao estudarem uma região no Arquipélago de
Ryûkyû, a 480 km a sudoeste de Okinawa – Japão, o mergulhador Kihachiro
Aratake estava com sua equipe procurando melhores lugares para turistas
praticarem mergulho quando encontrou um conjunto de misteriosas ruínas
magalíticas. Era uma plataforma com escadarias, as quais cada uma tem
mais ou menos 1 metro de altura, assemelhando-se com um altar em pedras
cortadas com precisão.
São restos de uma cidade antiqüíssima submersa próxima ao
território japonês. A área tem 28,88 km² que tem uma população de menos
de 2.00 moradores. Muitos historiadores, arqueólogos e outros cientistas
foram atraídos até o sítio arqueológico, onde realizaram estudos
geológicos para o cálculo da idade destes monumentos.
Chegaram a uma estupenda conclusão: os monumentos têm perto de 11.000 anos de idade
Isso coloca as edificações como sendo as mais antigas do planeta.
Mais oito grandes estruturas feitas pelo homem foram encontradas no
decorrer de 10 anos de exploração e pesquisas, com destaque para um
enorme platô com mais de 200m de comprimento, e para deixar os
arqueólogos ainda mais atônitos, descobriu-se uma pirâmide igual às
pirâmides Aztecas e Maias (5 andares e alinhadas de acordo com pontos
cardeais), além de um conjunto de ziguraes.
Construções mais antigas do planeta
Considerando que após re-datarem a idade da Esfinge de Gizé para
cerca de 12 mil anos de idade (muito mais antiga do que assegura a
arqueologia ortodoxa), calcula-se então que esse conjunto de construções
no mar japonês tenha sido construído na mesma era em que sugiram as
colossais pirâmides do Egito.
E mais surpresas estavam por vir. Não muito longe do local, outras
ruínas vieram ao conhecimento, sendo uma delas, uma caverna rodeada de
grandes pilares e uma estátua de cabeça humana um tanto gasta pela
erosão das águas, submersa a cerca de 18 metros abaixo da superfície.
Essa obra megalítica, segundo os arqueólogos, é muito parecida com os
Moais da Ilha de Páscoa, na costa do Chile, também no Oceano Pacífico.
São escadarias, entalhes na rocha , rampas, terraços, pilares,
desenhos de animais feitos em pedras única e a perfeita indicação de que
Yonaguni pode ser o mais antigo sítio arquitetônico da história de uma
humanidade desconhecida, principalmente depois que foram encontradas
ferramentas de entalhe.
Para completar ainda mais a surpresa dos pesquisadores, outra
descoberta: uma parede onde estão gravadas inscrições em estranhos
caracteres, chamada Okinawan Rosseta Stone. Esses hieróglifos confirmam
que o achado tem tudo pra ser obra de seres humanos, de uma civilização
altamente evoluída que habitou o local há vários milhares de anos.
As pesquisas prosseguem através do Masaaki Kimura e sua equipe da
Universidade de Ryûkyû. Os cientistas confirmam que essa formação
retangular de pedras que foi encontrada submersa na costa do Japão é a
evidência de que pode ter existido uma desconhecida e fantástica
civilização, anterior a Idade da Pedra.
Seria provas de que o Continente de Mu realmente existiu?
Lendas que se tornam palpáveis
Diante das mais gritantes e incontestáveis evidências, nos dias de
hoje muitos cientistas, arqueólogos e pesquisadores estão plenamente
convencidos que em tempos muito remotos grandes e evoluídas
civilizações, tais como a Atlântida e a Lemúria, ocuparam a face da
Terra.
Bem ao contrário dos ortodoxos e dos tradicionalistas que insistem em afirmar que tudo não passa de meras lendas
Buscar a verdade acima de qualquer coisa deveria ser a meta do ser
humano mas parece que há uma onda envolvente de ceticismo que embaça até
mesmo as mentes mais brilhantes na tentativa de descobrir o que a
história pode estar escondendo.
Mesmo assim, acreditam os místicos de que antes da raça ariana
atual, existiram quatro raças anteriores, sendo que algumas delas
chegaram a um conhecimento muito além do que hoje conhecemos.
Premeditadamente ou não, a comunidade acadêmica despreza qualquer
sugestão de que tenhamos tido em um passado remoto, civilizações
avançadas que teriam deixado espalhados em vários locais do mundo os
indícios de sua existência.
"Atlântida? Lemúria? Hiperbórea? Isso é lenda!", dizem os céticos,
que preferem manter protegida a idéia de progresso científico
contemporâneo do que admitirem que possa ter havido na face da Terra,
povos mais evoluídos em conhecimentos.
Fonte: Pindavale.com.br
Pirâmides na China
Foi descoberta, na região central da China, uma série fantástica de
construções piramidais. São cerca de cem "pirâmides", muito semelhantes à
famosa pirâmide de Chichén-Itzah, no México.
Estas cerca de cem pirâmides encontram-e espalhadas por 2 mil quilômetros quadrados, perto da cidade de Chian, centro da China.
As Pirâmides de Quin Ling Shan na região de Xi'an, República da China
foram descobertas por dois exploradores australianos em 1912. O
complexo arquitetônico possui 100 pirâmides espalhadas por 2.000
quilômetros quadrados, com idade estimada em 5.000 anos. As estruturas
das pirâmides foram feitas em argila, mas ficaram quase tão duras quanto
pedra ao longo dos séculos. Muitas estão danificadas pela erosão ou
agricultura e outras sustentam um templo no topo.
A maior delas tem 300 metros de altura, chamada "Pirâmide
Branca", é maior que a Pirâmide do Sol de Teotihuacan, no México, e tão
larga quanto a grande Pirâmide de Giza. As demais variam de 35 a 90
metros de altura. As pirâmides foram fotografadas pela primeira vez
durante a Segunda Guerra Mundial, por um piloto da United States Air
Force, que fazia um vôo de abastecimento para as forças chinesas vindo
de Assam, no norte da Índia, quando problemas no motor fizeram com que
ele viajasse em baixa altitude.
Em 1994, o pesquisador alemão Hartwig Hausdorf viajou pela
região, gravou 18 minutos em vídeo e montou um relatório de suas
pesquisas chamado "Die Weisse Pyramide", até hoje ainda não traduzido.
Está com grande dificuldade para continuar seus estudos pois o governo
chinês restringiu seu acesso à região.
fonte: wikipedia.